Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

quinta-feira, 29 de março de 2012

16.000

Thanks!
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“Coriolano”, adaptado ao cinema por Ralph Finnes

«A coragem e o mérito do general Caius Martius "Coriolano" (Ralph Finnes) são tidos como lendários e o seu nome respeitado por todos os cidadãos de Roma. Porém, durante a sua candidatura a cônsul, algumas pessoas empenhadas na sua derrota, desacreditam-no perante o eleitorado. E assim, contra todas as previsões, ele acaba derrotado. Enfurecido, desmente e denigre o próprio senado, acabando por perder a cidadania romana e ser exilado. Agora, tornado apátrida, procura vingança. Com um plano em mente, segue o seu caminho até Antium, território dos Volscian, onde faz uma proposta a Tullus Aufidius (Gerard Butler), o maior inimigo de Roma: juntar estratégias e arrasar definitivamente com a nação que o viu nascer.
Primeira experiência na realização do actor Ralph Finnes (que, em 2010, interpretou a personagem em Londres), o filme adapta ao contexto do século XXI a tragédia de William Shakespeare que, por sua vez, se inspira na história do general Coriolanus, que terá vivido durante o séc. V a.C.» 
Público
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Em Belém vivem pavões…

O presidente ainda mal iniciou o 2.º mandato e já se fala, à desgarrada, de quem serão os próximos candidatos a substituí-lo. Inconsistência sistémica…é o que é!
Questionamo-nos: Que motivo levaria o cidadão comum (como eu) a querer chegar ao topo da hierarquia, à Presidência? Trabalhar para outros/Serviço público?! Isso, qualquer um pode fazer sem ambicionar chegar a esse posto, existem muitas formas de trabalhar para os outros. Mandar?! Essa é uma função estrita do Governo. O que será então…? Nunca se questionaram sobre isso…? Sei que nos jardins de Belém vivem pavões… 


O cidadão incomum, pois ele é objectivamente assim, o Rei, é o moderador universal, aquele que nasce para se sujeitar a um regime preparativo para, assim, durante toda a vida, representar os seus concidadãos. Não há mais incomum e maior fardo! Ele é o símbolo vivo do País. Não nasce para ser qualquer coisa…é eleito pela História para representar o seu País. Ele é a própria coisa pública…a res pública personificada.

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Grande nota do João Amorim...

...aqui!
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O que fomos e o que somos

Quando uma grande maioria dos portugueses nem sabe que fomos uma Monarquia durante 767 anos, que os países mais evoluídos seguem esse modelo e que ainda hoje confundem um sistema com um partido…as coisas não se afiguram fáceis.
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Da semiótica...

Portugal é alguém no mundo do futebol, pois todos os portugueses estão agarrados a símbolos e sentem-nos. 
No resto que interessa, se não temos símbolos para nos agarrarmos e, por isso, não sentimos nada…de pouco valemos num mundo em que já fomos alguém.
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A agonia do semipresidencialismo

No passado Público de 16-3-2012 li um artigo, de duas páginas completas (a 14 e a 15), que tinha o seguinte título: “Belém O império das sondagens.” Confesso que, naquele texto, o que mais me interessou foi a seguinte observação no ensaio de Pedro Lomba: «A polémica recente sobre as relações entre Cavaco e Sócrates obriga a repensar o semipresidencialismo. Desde 1976, inúmeros governos acabaram devido a disputas entre presidentes e primeiros-ministros. Soares e Cavaco, Sampaio e Santana e agora Cavaco e Sócrates são exemplos dessa história agitada que percorre o regime». Antes de passar ao próximo parágrafo, acrescentava apenas, e só na III república ainda, Eanes e Soares.

Segundo aquele mesmo ensaio, extrai-se o seguinte de Jorge Miranda: «Teremos um Presidente não correspondente nem ao parlamentarismo puro, nem ao presidencialismo (…)». Ou seja, somos uma manta de retalhos indiferenciada e seguimos um procedimento de “capelinhas” em que ninguém decide de uma vez com cariz finalístico. Temos um presidente que tenta imitar os Reis da actual Europa, mas que, curiosamente, possui o poder da chamada “bomba atómica”, i.e. da dissolução da Assembleia. Esta é apenas mais uma entre muitas incongruências deste regime que nelas já agoniza. 

Face ao exposto, resulta, com simples mediania, para aqueles que quiserem ver, que o actual regime está moribundo ou mesmo morto. Contudo que fique claro: o Presidencialismo, puro e duro, não é a solução…é mesmo pior que a actual. 

O Presidencialismo é um sistema perigoso para Portugal. Nesse figurino, sem as garantias da Monarquia Constitucional ou do semipresidencialismo, aí sim poderíamos estar totalmente entregues a um faccioso partidário. Aí era a remanescente destruição de Portugal. Imagine-se um incompetente (ex-PM) como Presidente de plenos poderes? 

Além disso, nem temos tempo nem a tradição no modo de eleição usado no Presidencialismo norte-americano, sendo que essa mera possibilidade de instauração requeria, ela sim, uma utopia profunda. O nosso caminho é outro. Ele é muito mais consentâneo, célere, lógico, e historicamente adaptável: a reposição da Monarquia Constitucional. A Monarquia é a via para começarmos a corrigir, de topo, o problema da confiança das nossas instituições refundando, a médio ou longo prazo, Portugal por intermédio da sua consciência colectiva. Voltaríamos de forma mais célere a ser progressistas e seguidores dos melhores índices das nossas ex-congéneres Noruega, Holanda, Suécia, Inglaterra, Bélgica, Dinamarca, Canadá, etc, etc. 

Neste contexto é ainda importante relembrar o que são as repúblicas e o que são as Monarquias. É sabido que as repúblicas foram derrubando algumas monarquias. É também sabido que alguns países foram constituídos, já no recente constitucionalismo, como Monarquias…caso da Bélgica. Porque têm um topo fraccionário, as repúblicas são sempre instáveis e estão sempre a gerar revoluções e assim impedimentos ao progresso. São exemplos disso mesmo, entre outras, todas as repúblicas do mundo árabe, a portuguesa, a alemã e a francesa. É sempre um reboliço geracional que deixa os cidadãos das ditas aquém daquilo que podiam atingir se houvesse a maior união em torno de um símbolo vivo da Nação que é o Rei. Aliás é factual, por um lado, que as maiores catástrofes humanas foram geradas por repúblicas (na Alemanha de Hitler e na ex-U.R.S.S.), sendo que, por outro, a manutenção de impérios republicanos é muito mais efémera, caso dos EUA que nem 70 anos durou…comparativamente a Portugal que atravessou vários séculos enquanto império ultramarino. 

Aproveitemos a actual situação e tiremos o devido proveito dela. Sejamos inventivos. Pensemos Portugal, pensemos o regime. Comparemos o que fomos com aquilo que somos. Comparemos aquilo que os outros foram com aquilo que agora são. Em consciência decidamos para bem dos nossos filhos e dos nossos netos o que lhes vamos deixar.
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Evidentemente

MEC

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É do povo que virá o nosso futuro em Monarquia!

Um exemplo!
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A egoísta pretensão

1. Por um lado, um Presidente da república, ou seja, o suposto representante de todos os portugueses, é um homem como muitos que assentam uma vontade individualista numa carreira política mesmo que essa custe a separação dos seus concidadãos. Essa ânsia de ascensão hierárquica traduz, indubitavelmente, a mais absoluta refutação e repúdio de 767 anos do/no anterior sistema monárquico.

2. Por outro lado, é coerente que esta Nova Ordem, a republicana, tenha um estandarte abundantemente vermelho, pois é o símbolo da demarcação, ipso facto, daquilo que fomos e daquilo que somos. Faz sentido...constata-se há 101 anos. Contudo, nesta Ordem, nunca mais diremos que somos: pioneiros, navegadores, descobridores, desenrascados, corajosos, patriotas, evoluídos ou progressistas.
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Uma Fé estrutural

Aprendido com um Professor amigo do Técnico: A fé não é um pó mágico que cai sobre nós. É algo que se condensa a partir do testemunho. A fé alicerça-se no testemunho.
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Pepe Deluxé . "The Mischief Of Cloud Six" (2011)

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Diana Ross (Feat. Jamiroquai) . "Upside Down" (1997)

Nos MTV 97
Lembro-me de assistir a isto na data... soberbo. Um hino ao groove!

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Diana Ross . "Ain't No Mountain High Enough" (1970)

Outra RAINHA e outra brilhante versão do tema.
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Jocelyn Brown . "Ain't No Mountain High Enough" (1998)

Com esta senhora só dobrando um joelho prestando respeito, como na idade média, a uma RAINHA!
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Nuyorican Soul (Feat. featuring Jocelyn Brown) . "It's Alright (I Feel It)". (1997)

Confesso que houve uma fase na minha vida que cheguei a qualificar este álbum, em particular este tema, como O melhor. Era por demais: Masters At Work, Lil' Louis, Jocelyn Brown, etc, etc...era muito para uma só consciência condensado num só CD.
Da GRP Records.
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Cut Copy . "Strangers in the Wind" (2008)

Não há viagem internacional que não leve este álbum no iPod.
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NZCA/LINES . "Okinawa Channels" (2012)

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domingo, 25 de março de 2012

Príncipe da Beira

Envio os meus parabéns ao nosso jovem Príncipe da Beira e futuro Rei! 
Tudo de bom para ele: saúde, conhecimento e sabedoria.
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quinta-feira, 22 de março de 2012

Vem por aí um grande filme...

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A ler!

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Moebius

Apenas soube da (triste) notícia ontem, numa leitura atrasada da imprensa:
Faleceu o grande Moebius, vulgo Jean Giraud.
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A simple question

Será um disparate pegado dizer que o Eng. Nuno Krus Abecasis, com as devidas adaptações, e tivesse chegado a PM, poderia ter sido o nosso Churchill?

De minha parte, julgo que não será assim tanto…
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O valor...

As pessoas não devem ser valorizadas pelo que nascem, mas sim pelo que desenvolveram desse nascimento.
É precisamente por isso que prefiro um Rei/Rainha para chefe de Estado…toda a vida está a aprender e a desenvolver qualidades para nos servir.
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The Queen's speech...

...e mais um excelente e combustivo artigo de Miguel Castelo-Branco, aqui.
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Monarquia + Porto + Açores = Bandeira Azul e Branca

Embora sendo do Sporting confesso que, sem saber bem porquê, não me importava de ver as cores do Futebol Clube do Porto na minha bandeira Nacional, aliás como já acontece (correctamente) na dos Açores.
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Ainda os feriados...

A única coisa sensata que ouvi no último programa "Contras e Contras", foi dita por um senhor que disse que era a favor dos «feriados que unem».
Os restantes, aqueles que dividem, dividem e dividem, são dispensáveis. Se o Governo abolisse esses últimos, estaria a prestar um bom serviço aos portugueses.
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A "bestilha" de 5-10-1910...

Os republicanos franceses celebram o feriado da tomada da Bastilha, contra o Absolutismo. É um argumento, concorde-se ou não.
Os republicanos portugueses, amedrontados de não poderem fazer o mesmo que os seus camaradas jacobinos fizeram em França, resolveram o assunto de forma fácil: Oportuna e atempadamente, i.e. 121 anos depois, mataram cobardemente o Chefe de Estado e o filho em plena democracia e hoje, passados 101, ainda celebram isso...todos contentes como "valor" da "liberdade".
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Além do furto da II república, ainda andam às escondidas...

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Future Sound of London (Feat. Elizabeth Fraser) . "Lifeforms path 4" (1994)

Com a grande Beth Fraser!
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Michael Kiwanuka . "I'm Getting Ready" (2012)

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Future Sound of London . "Lifeforms, Path 6 & 7" (1994)

Sempre admirei os FSL.
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Cocteau Twins . "Alice" (1996)

Até parece mentira...mas de facto não conhecia este tema.
Foi extraído de uma das colectâneas finais deles.
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William Orbit . "Water Babies" (1993)

Este tema é genial. (ponto)
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Echo & The Bunnymen . "Gone, Gone, Gone" (1990)

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quarta-feira, 21 de março de 2012

segunda-feira, 19 de março de 2012

The Beatles . "With a little help from my friends" (1967)

EM DIA DO PAI, digo: always with a little help from my friend dad!
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domingo, 18 de março de 2012

São Miguel...sempre

San Miguel luchando con el demonio.
(Rafael)
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"Lady Godiva"

(John Collier, ca 1897)
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Não foi um conto foi mesmo realidade...foi, é e será possível novamente, basta que acreditem em Portugal!

Data: 1901
Local: Igreja Matriz, Ponta Delgada, Ilha de São Miguel.
Geo: "http://loc.alize.us/#/flickr:6844291226"
Descrição: Visita régia aos Açores do Rei D. carlos e D. Amélia
Foto postal
Fonte: João Carlos Carreiro
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«D. Manuel II e Aveiro»

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A insana utopia da república

Aquilo que a república apregoava fazer, falhou. Continua a falhar. Pior, estamos muito mais fracos hoje do que estávamos em 1910.
Temos hoje uma Cultura fraca e o progressismo, bom o progressismo, não existe. Limitámo-nos a copiar os outros…e mal.

Presentemente é factual a nossa necessidade de mudança. À luz dos índices do presente e da realidade republicana de 101 anos, esta insanidade regimental masoquista já traduz uma maior utopia em manter a república do que regressarmos a Monarquia. Esta realidade já assume contornos responsabilizadores até dos próprios cidadãos que deviam estar mais atentos aos novos ventos vindos da Europa e até do mundo árabe…

Quando digo que Portugal não foi edificado para funcionar neste actual modelo (e por isso nunca funcionará) não se trata de mera retórica. Durante 767 anos Portugal assentou sobre a égide de um árbitro. A partir de 5-10-1910 substituímo-lo por um jogador. Esse jogador nunca terá a necessária preparação de árbitro. Um jogador como os demais…

Já em época de “jogadores”, são os indicadores que nos vêm dizer que nunca tivemos tanta corrupção como hoje. Ela estende-se desde da sociedade civil, a passar pela política, pelos agentes do Estado indo até ao tecido empresarial. Mas afinal qual é o problema? O problema desse aumento desmesurado que nos leva ao fundo e à improdutividade, relaciona-se com o facto das nossas instituições já não terem uma referência séria e sólida, estruturada na neutralidade do topo. Exemplificando com a ficção: Os do 1.º grau dizem que podem acumular funções com as que exercem a título principal para o povo, pois os acima têm empresas. Os do 2.º grau estão a marimbar-se para tudo, pois os que ocupam o topo da hierarquia já foram um deles e por isso ou: vendem coisas antes dos outros por dica estreita; colocam filhos em multinacionais ou em lugares públicos; compram e vendem diamantes no estrangeiro.
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«Em torno da Visita Régia de 1901 aos arquipélagos da Madeira e dos Açores»

Descobri esta preciosidade na Internet. Um trabalho de Susana Serpa Silva.
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Até um republicano já percebeu a fragilidade da figura do presidente (da república) e do "sistema"

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«Marcelo vai ter de reconhecer a actual dinastia de Bragança»

Arq. Gonçalo Ribeiro Telles em entrevista.
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Peter Murphy . "Keep me from Harm" (1992)

Hoje deu-me para o ex-Bauhaus.
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Paul McCartney . "Kisses On The Bottom" (2012)

Novo trabalho. Boa incursão. Até me caiu o queixo quando li o Saló destacar isto.
PAUL McCARTNEY - CAPITOL KISSES ON THE BOTTOM por johnnybotafogo no Videolog.tv.
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Georg Muffat . "Chaconne" (Séc. XVII)

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Anabela Braz Pires . "Só eu sei" (2007)

Acreditem...só ontem encontrei este tema. O que procurei ao longo destes anos nos tubes... Costumava passar na SporTV. Foi composto para uma campanha da GameBox.
Senhores e senhoras deixo-lhes com o mais belo tema que alguma vez ouvi do meu Clube. São apenas 57 segundos, curiosamente...

«Só eu é que sei o que é sofrer e viver de esperança
Como bate o coração de quem grita e não cansa
Só eu sei a espera cruel de quem vive para saborear o mel
Só eu sei…»
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Mirel Wagner . "No Death" (2011)

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The Dø . "Too Insistent" (2011)

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quinta-feira, 15 de março de 2012

A Dama de Ferro...em película

Sábado passado fui finalmente ver, ao cinema, o que andaram a fazer com a Dama de Ferro na película.
Claramente o filme Phyllida Lloyd deve tudo à boa interpretação de Meryl Streep. Esta última é o filme...ela foi Margaret Thatcher.

Contudo, ao longo da obra de Phyllida Lloyd não conseguia deixar de pensar num aspecto: Como a nomenclatura do panorama politico português está atrasada. Atrasada pela vastidão de nomes que comportam por vezes algumas siglas ou por absoluta inadaptação ideológica com a actual prática política que alguns partidos executam(taram).
Lá existem os 'Conservadores', os 'Trabalhistas' e os 'Liberais'...quanto muito. Nós já tivemos os 'Progressistas' e os 'Regeneradores'...
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Povo belga em tristeza

Apesar dos problemas de saúde, Alberto II, o grande Rei dos Belgas, fez questão de deslocar-se ao encontro das famílias em sofrimento.

Deixo, por este meio, as mais sentidas condolências às famílias que sofreram esta dolorosa perda.
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Pacelli

Tenho andado a ler uns textos e reconfirmei uma conclusão:
Ao longo da História Pio XII foi vilmente achincalhado por alguns.
Bem Paulo VI e Bento XVI tendo ambos trabalhado sobre o processo de beatificação daquele que também foi conhecido por Cardeal Pacelli.
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Monarquia espanhola é a mais barata da Europa, diz estudo

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7 em cada 10 espanhóis são pela Monarquia

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É desta alegria que o povo português precisa...

...e que nenhum Presidente consegue.
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O manto de trevas

A Revolução republicana portuguesa, ao contrário de outras congéneres, optou por enfatizar, de forma dramática, a ruptura com o passado de Portugal. Optou por cobrir o nosso azul e branco fundacional de vermelho e verde, revestindo o Portugal que hoje, infelizmente, já não conhecemos, com um manto de trevas e com um tecido de valores invertidos aos de progresso que antes nos davam destaque planetário.
Em suma: Hoje, repito hoje, somos o que somos e estamos como estamos comparativamente às nossas antigas congéneres que lideram, no Presente e para o Futuro, o Índice de Desenvolvimento Humano e o Índice de Democracia.
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A república alemã...

É inegável que a Alemanha em república, quer no tempo de Hitler, quer no tempo da ‘parte Federal’ e, ainda, após a unificação até Merkel, foi e é um colosso económico…por muitos apontado como o/um valor seguro do republicanismo.
Porém em Monarquia, ainda aquando do império dos Kaisers, não era menos…mas com uma grande diferença: possuíam o maior substrato filosófico e do pensamento da altura. Entretanto foram-se perdendo…
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A propósito da catástrofe japonesa ocorrida há um ano...

Cara M., sem dúvida uma excelente iniciativa e, assim, um bom post. Aquele povo merece que se lembrem deles.
Porém, aqui na república, sem sismos, continua tudo “partido”…em sentido literal.
Na Monarquia japonesa, tiveram um sismo e um desastre "Nuke" e já estão em reconstrução e pouco se dá por eles nos índices mais fracos.
Deixo a questão: porque razão as Monarquias constitucionais ocupam os lugares cimeiros, de forma maioritária nos tops 10, dos índices de Democracia e de Desenvolvimento Humano?
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Beck

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Doug Hream Blunt . "Gentle Persuasion" (2011)

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Lana Del REY . "Born To Die" (2011)

Rey sempre...!
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Beach House . "Myth" (2012)

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Jose Gonzalez . "Crosses" (2005)

Este tema também consta do álbum "Garden" dos Zero 7.
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sexta-feira, 9 de março de 2012

O desgaste...

O desgaste de um Governo reside na incontornável dinâmica governativa, com a inevitável aplicação reiterada de políticas que agradam a uns e desagradam a outros.

O desgaste de um Rei Constitucional reside no limite das suas faculdades e possibilidades humanas, cujas funções de exclusiva preparação só terminam, essencialmente, com a morte ou com a Abdicação. Depois dá-se a sua substituição pelo legítimo herdeiro, aclamado nas Cortes (i.e. no Parlamento). O Rei é Rei para sempre. Nasce para ser Rei, ou seja uma vida absolutamente entregue à preparação para servir e representar os seus concidadãos.

O desgaste do PR é quase nenhum. Não tem o das políticas governativas nem o do limite das suas faculdades e possibilidades. Só fica 5 anos a representar, 10 se gostar do lugar, e passado esse tempo sai e recebe uma reforma, guarda-costas e outros “extras” pagos com os meus impostos. Depois vem o seguinte, “escolhido” de acordo com a ocasião e com o melhor “posicionamento” num determinado partido, seja esse igual ou diferente da cor do seu “antecessor”.
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Como gostava de viver numa Monarquia…empreendedora como a Japonesa!

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A lavagem

A lavagem cerebral levada a cabo nos últimos 101 anos foi de tal modo intensa que, perante aqueles que defendem o modelo constitucional de Monarquia, como as mais desenvolvidas Democracias do mundo, normalmente levam com o comentário primitivo, paleolítico e bolorento (como a própria ré pública) do género: “Ouve lá, queres ter reis e princesas novamente?! Queres que a malta ande aqui a sustentar um reizinho ou quê?!
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quinta-feira, 8 de março de 2012

Instrução e visão anacrónica

Para haver uma pacífica mudança do regime era preciso haver substantiva: instrução e visão anacrónica. Ora, como esses elementos são escassos em Portugal, vai ser um pouco mais dificultado. Há que trabalhar ainda melhor.
Na Roménia, como existe um maior substrato colectivo quanto àqueles elementos, a mudança afigura-se democrática e progressivamente mais célere.
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Uma vergonha que denuncio aqui também!

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Rango

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Alva Noto and Ryuichi Sakamoto . "Logic Moon from Insen" (2005)

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O meu entendimento

- Pretensão de Axioma -

Se estudarem ou aprofundarem os conceitos de Catolicismo, Monarquia e Republicanismo…o enquadramento é simples:

Em rigor doutrinário, um católico não pode ser republicano em Portugal | Em rigor doutrinário, um não católico pode ser monárquico em Portugal.
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quarta-feira, 7 de março de 2012

Reflexão-Síntese: A evidência da incapacidade do modelo republicano

Nos modelos monárquicos há união, coesão e orientação estrutural. Nos modelos republicanos é generalizadamente demonstrado o contrário.
O que vale é que a situação do País evidencia, inequivocamente, a tendência da segunda parte do axioma.
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“…é a tua tia, pá!”

- Interessante: Alguém que já entendeu onde vêm as movimentações de cidadania construtiva para o nosso futuro e acometem, sem pudor e sustentação sólida, as raízes da refundação -


Foi inevitável recorrer a este título. Não acostumado a usar este tipo de linguagem nem sendo do meu estilo, contudo, a situação que será aflorada remeteu-me para esta cada vez mais doutrinária expressão “política”… hoje recorrente na boca dos nossos políticos (em trato de “política elevada”…obviamente) e daí a sua (re)citação.

Posto o intróito, e lido um trabalho de Ana Gomes Ferreira que ocupava duas páginas do P2 do Público, publicado no passado dia 2-3-2012*, acerca de um livro sob o título “A Vida Privada dos Bragança”, de Ana Cristina Pereira e Joana Troni, não pude evitar escrever umas notas para aclarar, dentro do que me é conhecido e possível, algumas “preciosidades”, supostamente cientificas, que li naquela critica à obra das duas autoras.
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Como gostava de viver numa Monarquia…evoluída como a Norueguesa!

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Uma questão de linguagem no espaço e no tempo...

Em Inglaterra, em 1649, Oliver Cromwell auto nomeou-se: “Lord Protector”. Em Portugal Cavaco Silva, em 2012, auto nomeou-se: “Provedor do Povo”.
No primeiro caso a ré púbica durou apenas 7 anos, no segundo já vai em 101…
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Nota aos Iberistas:

Srs. Iberistas, Portugal e Espanha juntos? Nunca!
Um entre muitos exemplos: Espanha quebrou o pacto com Portugal e aliou-se à França de Napoleão. Prémio: foi tomada! Portugal não! A história deu-nos razão.
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Como gostava de viver numa Monarquia…gira como a Holandesa!

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A última desta ré pública...

...é FECHAR O HOSPITAL MARIA PIA!
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Retive estas respostas de D. Francisco Bragança Van Uden:

«São ricos graças à monarquia ou mantêm-se monarquias por serem ricos?
FVU - São países que não tiveram razão nenhuma para mudar de regime. A Rainha de Inglaterra é Chefe de Estado de 16 países no mundo inteiro! Nenhum Presidente o conseguiria ser. Sempre que há uma eleição do Presidente, o país divide-se a meio. Será esse o bom início de uma chefia de Estado?

Mas acha sequer concebível um regresso à Monarquia? Não é uma página na História que já foi virada?
FVU - As três repúblicas que tivemos em Portugal não foram grande coisa. A primeira república foi um desastre total, a segunda foi uma ditadura, e a terceira é aquilo que se vê. Se é isto que a gente quer…»
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A reinstauração da Monarquia como forma de poupar

Em relação àquela habitual, errada e ignorante expressão de que “numa Monarquia ainda tínhamos de pagar as mordomias de um Rei”, a verdade nua e crua é que em ré pública pagamos, ainda hoje e em simultâneo, várias “famílias presidenciais” e com uma grande diferença: o Rei não tem reforma, abonos ou complementos…trabalha por Portugal e pelos portugueses até quando as suas faculdades assim o possibilitarem.

Li também sobre esta matéria, através do blogue FRP da Maria Augusta Meneses, aqui.
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"Se a situação piorar vai-se questionar o regime"

Texto transcrito pela Cristina Ribeiro:
«Bela entrevista a D. Francisco Van Uden " o meu bisavô, D. Miguel, foi muito injustiçado (...) Toda a história que conhecemos de D. Miguel no exílio foi exemplar. A guerra civil em Portugal foi muito baseada na propaganda. A maioria do povo português era contra os liberais afrancesados. Mas criou-se a chamada Quádrupla Aliança, com a Espanha ao lado, para invadir o território português. D. Miguel ainda tinha um exército muito forte e o apoio do povo, mas disse: ‘No momento em que os espanhóis cá entrarem nunca mais de cá saem. Prefiro que seja o mano Pedro a tomar conta de Portugal do que sejam os espanhóis’. Tirou os anéis dos dedos e embarcou em Sines com a roupa que tinha vestida. ".»
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A herança jacobina...

«Escreve Miguel Castelo Branco: "Hoje, é da herança jacobina, mais que da comunista que parte apreciável das esquerdas se revê. O comunismo é demasiado claro, não argumenta. Aplica-se mecanicamente. É uma receita. O jacobinismo, esse, rodeia-se de cuidados de justificação, vitimiza-se para poder matar, cria inimigos para legislar, invoca a liberdade para prender. É uma doutrina."»

Texto salientado pelo João Távora.
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Zero 7


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sábado, 3 de março de 2012

Parabéns à Princesa de Portugal pelo seu 15.º aniversário!

Foto - Direitos reservados ao seu autor.
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Os ingratos arruaceiros do costume...

Não sei se recordam aqueles lastimáveis protestos dos republicanos espanhóis aquando da chegada de Iñaki Urdangarín Liebaert, Duque de Palma e de Mallorca, ao Tribunal ?
Se sim, recordam-se do "perfil", repito, do "perfil", do grupo que o esperava e clamava "república"? Fixem-nos bem!

Assim, e sem prejuízo da transversal e universal prática da Justiça, façam agora o seguinte exercício: Retroajam cerca de 120 anos, ao período do ataque cerrado à nossa Monarquia Constitucional, num Portugal paralelamente pouco mais atrasado que hoje e comparem, com as devidas adaptações temporais, aquele grupo espanhol com aquele que implantou a ré pública cá. A base e a essência (minoritárias) são idênticas, os valores subjacentes são idênticos mas, à força, sempre à força, num dos dois países não houve tanta sorte... É o presente que o diz!
E ainda se espantam com o nosso cenário actual...? As raízes de 5-10-1910 entretanto foram crescendo...

Picture - All rights reserved to the author.
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Eu diria de outra forma:

Se estivéssemos em Monarquia, o projecto europeu (português), nunca teria falhado. Da parte de Portugal, pelo menos, não…!
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Curso sobre Rainhas de Portugal

Soube desta interessante iniciativa formativa, através do blogue Família Real Portuguesa.
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São Miguel | Os Caminhos de Ferro | A Monarquia | O Progressismo

Em Monarquia éramos, de facto, muitíssimo mais progressistas e…autonomamente respeitados. Azul e branco são, realmente, as nossas cores…e coerentemente as minhas.


O Açoriano Oriental (AO), por intermédio do jornalista Pedro Nunes Lagarto, apresentou na passada quinta-feira (1-3-2012) um brilhante artigo e uma lição daquilo que foi a Monarquia Constitucional, a sua progressista intervenção no povo e daquilo que era viver numa Autonomia alegre e num País de sonhos que projectavam para uma realidade económica mais rentabilizada.
Depois de ler este excelente artigo, fico com a clara convicção que, efectivamente, o nosso presente poderia ter sido muito melhor em Monarquia. Imaginem, meus caros concidadãos, as vantagens que tinham trazido aquelas linhas férreas para a nossa economia… Aquilo que só hodiernamente se conseguiu com o betão das SCUTS…já teríamos muito antes e numa lógica muito mais integrada.
Como sempre, e à semelhança do nosso ex-Tribunal da Relação, aquele que nos foi tirado em 1910 e que hoje, voltando a atrás passado um século, discute-se novamente o seu regresso, também a ré pública, de essência mais centralista e nacionalista, destruiu o sonho e projecto do grande açoriano Dinis Moreira da Motta, acérrimo autonomista. A vaidade do (novo) regime em exibir-se na I Grande Guerra, numa luta que não era nossa, matou portugueses, destruiu famílias e retirou as verbas necessárias para projectos de progresso a Portugal em geral e, in casu, aos açorianos em especial. Fomos remetidos aos caos em apenas 16 anos. Só o reinado do nosso 1.º Rei durou 46 anos…
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Antes da Democracia enquanto conceito firmado teoricamente

Eu acrescentaria apenas: mesmo antes da Democracia enquanto conceito firmado teoricamente.
Retive o excerto infra, aqui

«De facto como referia há umas semanas Filipe Paiva Cardoso, no jornal i custa a aceitar que o nosso país não tenha a força para reclamar o lugar de topo na história da civilização, quando, quase cento e cinquenta anos antes da Tomada da Bastilha, exibe num seu documento fundacional, a legitimação democrática de D. João IV, no assento das cortes de Lisboa em 1641, algo como “[...] sempre que qualquer forma de governo se torne destrutiva de tais fins [vida, liberdade e felicidade], cabe ao povo o direito de alterá-la ou aboli-la” – e “Nenhum indivíduo pode exercer autoridade que dela [nação] não emane expressamente”.»
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Nota sobre chá…


O Chá em geral não é conotado com os comuns. O chá, convenhamos, não é a bebida que mais se associe às grandes massas. Um pouco distante, provavelmente… O Chá Lúcia Lima nunca será conotado com os demais, está apenas reservado aos melhores apreciadores de bom gosto.
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No meu top 10 de clubes de futebol (do coração), ocupa o 6.º lugar

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Uma boa caricatura às repúblicas árabes!

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Zero 7 . "Spinning" (2001)

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quinta-feira, 1 de março de 2012

15.000

Agradeço as visitas.
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Anonymous

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Apoio o Povo Romeno!

A Roménia está muito próxima de, no século XXI, recuperar a sua Monarquia Constitucional!
A resposta para a actual crise é a única estruturalmente possível: Monarquia!
Eles estão a ser visionários. Com menos argumentos de passado glorioso de monarquia que nós, estão a basear-se, e muito bem, nos argumentos de futuro e liberdade!
Fica esta tradução "googliana" do texto original. Mas julgo que o conteúdo é bastante perceptível.

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“Juntos partilham experiencias e histórias de vida”

Ouvi no Jornal das 8 da tvi, no contexto do ‘Programa Aconchego’, da Câmara Municipal do Porto, aquele que põe jovens a fazer companhia a idosos (e vice-versa digo eu), um jovem dizer, satisfeito, sobre a sua interacção com a senhora idosa que acompanha, o seguinte:

«(…) É uma experiencia nova. (…) está a ser uma experiência bastante agradável. A Dna. Elmina é uma senhora muiiiiiiiiiito culta apesar da idade. Ela é muito culta. Tem um vasto conhecimento em História e temos muitas conversas sobre História, aliás, ela relembra-me muitas vezes os Reis de Portugal que eu nem sei metade deles.»

Face a isto, resta-me dizer-lhe, Dna. Elmina, que estou grato a si e, de certo modo, amparado (em similar lide) com a sua força, por divulgar aos jovens, que são o nosso futuro, usando o seu conhecimento e cultura, mesmo nas adversas circunstâncias, o que mais importa para eles enquanto cidadãos: reencontrarem-se com a sua história, perceber como aqui chegados e, em análise comparativa, lhes seja permitido concluir pelo melhor…por aqueles que valem a pena (re)lembrar para o bem do futuro do nosso País.

Dna. Elmina provavelmente o Tiago, mesmo sendo só um, ficou a entender um pouco além da metade… Pobres são aqueles que menos de metade sabem e, pior, nem querem saber…preferem manter-se na ignorância contribuindo para o suposta e “inexplicável” decadência da nossa Nação.

Ver a partir do minuto 34’23”.
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Substantivamente mais...

Os monárquicos são claramente em maior número que os republicanos. Os convictos e sabedores do círculo que defendem, são comparativa e indubitavelmente mais numerosos.
Acontece é que os aparentes seguidores do segundo grupo, um terceiro portanto, ilusoriamente passam a impressão que o segundo será o maior conjunto...pois cegamente nem sabem o que seguem.
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Providencial ou Premonitório? É escolher a palavra...

Fica a curiosidade: porque tinha de ser logo Aquela? Foi a 25-2-2012.
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Dito por um homem bem intencionado

Actual e visionário:
Vi e ouvi no passado dia 24 de Fevereiro, o Zeca Afonso dizer, na RTP1, na primeira pessoa, aquando de uma entrevista dada pelos 10 anos do 25 de Abril (1984), que estava muito preocupado com os jovens e com os problemas que iriam atravessar, bastantes maiores que aqueles que os jovens do tempo dele atravessaram. 
Não podia estar mais de acordo.
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Mallu . "Pitanga" (2011)

Qualidade made in Brasil (II).
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Filipe Catto . "Adoração" (2011)

Qualidade made in Brasil (I).
O novo Ney...

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Charles Bradley . "The World (Is Going Up In Flames)" (2011)

Super Funk Charles Bradley!
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Boards of Canada . "Roygbiv (Jazz Version)" (1998)

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The Unthanks . "For Today I Am Boy" (2011)

"The songs of Robert Wyatt and Antony and the Johnsons"
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Max Richter . "Infra 3" (2010)

Dedico a este tema à grande obra que foi a vida da Senhora Infanta de Portugal, Dna. Adelaide de Bragança.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!