Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Codificado

«Falo a linguagem do português normal. Se falasse como Jorge Sampaio ninguém percebia nada.»

Carlos Silva, líder da UGT

(in Expresso, Primeiro Caderno, 19-10-2013, a pág. 14)

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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Esta república tem mesmo de acabar e dar lugar a quem nos colocou cimeiros!

"Em Portugal não sustentamos um rei, sustentamos quatro"

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Arbitragens caseiras...

Usando uma linguagem futebolística: são antigos árbitros que agora vêm criticar o jogo e o actual árbitro.

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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

A trois

O Dr. Cavaco, apesar de experiente político, interferiu na governação ao fazer aquele périplo do acordo partidário "a trois". O PSI20 imediatamente ressentiu-se e o País objectivamente sofreu.

É verdade que aquela acção política do PR acabou por neutralizar, de vez, a acção de Seguro e do PS, dada a inevitabilidade da resposta ao acordo e dada a subjugação daqueles perante os seus superiores hierárquicos dentro do Clube socialista (Soares, Alegre e Comp. Lda). Mas, apesar de tudo, e embora possa ter um efeito reflexo benéfico, tratou-se de uma acção política para não lhe chamar partidária ou, mais grave, ideológica.

Em suma, o PR não foi, com toda a clareza, de "todos os portugueses" e prejudicou Portugal naquele seu acto.

Anteriormente, num formato muito menos elaborado e elegante do que Cavaco, já Sampaio tinha implodido um Governo e cujo motivo, em comparação com os governos de Sócrates e Coelho, ás tantas, até merecia hoje uma medalha de mérito e louvor...

Cerne do assunto: Valerá a pena continuar com este modelo regimental?
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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Banalidades...

Na última Revista do Expresso fiquei a saber um pouco mais sobre a vida de “George” Sampaio, especialmente acerca do seu currículo académico. O do Dr. Soares já conhecia e, com mais curso ou menos curso, as médias andam próximas às de Sampaio.

Perante o constatado há um aspecto congruente com aquilo que defende a república: Qualquer um pode chegar a Presidente, mesmo um cidadão banal.

Não espanta, pois, que Portugal seja hoje um País banal com uma saúde económica que é uma banalidade.
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quinta-feira, 19 de abril de 2012

"reizinhos"

Monarquia e depressa! Precisamos de um regime coerente, mais representativo, melhor e, sobretudo, mais barato!
Começa-me a faltar a paciência por estar sucessivamente a perder regalias e a pagar, com impostos, esses ‘reizinhos’…
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quinta-feira, 29 de março de 2012

A agonia do semipresidencialismo

No passado Público de 16-3-2012 li um artigo, de duas páginas completas (a 14 e a 15), que tinha o seguinte título: “Belém O império das sondagens.” Confesso que, naquele texto, o que mais me interessou foi a seguinte observação no ensaio de Pedro Lomba: «A polémica recente sobre as relações entre Cavaco e Sócrates obriga a repensar o semipresidencialismo. Desde 1976, inúmeros governos acabaram devido a disputas entre presidentes e primeiros-ministros. Soares e Cavaco, Sampaio e Santana e agora Cavaco e Sócrates são exemplos dessa história agitada que percorre o regime». Antes de passar ao próximo parágrafo, acrescentava apenas, e só na III república ainda, Eanes e Soares.

Segundo aquele mesmo ensaio, extrai-se o seguinte de Jorge Miranda: «Teremos um Presidente não correspondente nem ao parlamentarismo puro, nem ao presidencialismo (…)». Ou seja, somos uma manta de retalhos indiferenciada e seguimos um procedimento de “capelinhas” em que ninguém decide de uma vez com cariz finalístico. Temos um presidente que tenta imitar os Reis da actual Europa, mas que, curiosamente, possui o poder da chamada “bomba atómica”, i.e. da dissolução da Assembleia. Esta é apenas mais uma entre muitas incongruências deste regime que nelas já agoniza. 

Face ao exposto, resulta, com simples mediania, para aqueles que quiserem ver, que o actual regime está moribundo ou mesmo morto. Contudo que fique claro: o Presidencialismo, puro e duro, não é a solução…é mesmo pior que a actual. 

O Presidencialismo é um sistema perigoso para Portugal. Nesse figurino, sem as garantias da Monarquia Constitucional ou do semipresidencialismo, aí sim poderíamos estar totalmente entregues a um faccioso partidário. Aí era a remanescente destruição de Portugal. Imagine-se um incompetente (ex-PM) como Presidente de plenos poderes? 

Além disso, nem temos tempo nem a tradição no modo de eleição usado no Presidencialismo norte-americano, sendo que essa mera possibilidade de instauração requeria, ela sim, uma utopia profunda. O nosso caminho é outro. Ele é muito mais consentâneo, célere, lógico, e historicamente adaptável: a reposição da Monarquia Constitucional. A Monarquia é a via para começarmos a corrigir, de topo, o problema da confiança das nossas instituições refundando, a médio ou longo prazo, Portugal por intermédio da sua consciência colectiva. Voltaríamos de forma mais célere a ser progressistas e seguidores dos melhores índices das nossas ex-congéneres Noruega, Holanda, Suécia, Inglaterra, Bélgica, Dinamarca, Canadá, etc, etc. 

Neste contexto é ainda importante relembrar o que são as repúblicas e o que são as Monarquias. É sabido que as repúblicas foram derrubando algumas monarquias. É também sabido que alguns países foram constituídos, já no recente constitucionalismo, como Monarquias…caso da Bélgica. Porque têm um topo fraccionário, as repúblicas são sempre instáveis e estão sempre a gerar revoluções e assim impedimentos ao progresso. São exemplos disso mesmo, entre outras, todas as repúblicas do mundo árabe, a portuguesa, a alemã e a francesa. É sempre um reboliço geracional que deixa os cidadãos das ditas aquém daquilo que podiam atingir se houvesse a maior união em torno de um símbolo vivo da Nação que é o Rei. Aliás é factual, por um lado, que as maiores catástrofes humanas foram geradas por repúblicas (na Alemanha de Hitler e na ex-U.R.S.S.), sendo que, por outro, a manutenção de impérios republicanos é muito mais efémera, caso dos EUA que nem 70 anos durou…comparativamente a Portugal que atravessou vários séculos enquanto império ultramarino. 

Aproveitemos a actual situação e tiremos o devido proveito dela. Sejamos inventivos. Pensemos Portugal, pensemos o regime. Comparemos o que fomos com aquilo que somos. Comparemos aquilo que os outros foram com aquilo que agora são. Em consciência decidamos para bem dos nossos filhos e dos nossos netos o que lhes vamos deixar.
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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

O Império | A Globalização | Os Negociantes

O que mais nos caracterizou enquanto portugueses, enquanto Monarquia, foi a criação de um Império comercial. Esta realidade passada gerou, inclusivamente, no presente, uma tese doutoral (um Professor de Guimarães) que demonstra que fomos nós, e não os americanos, que criamos o conceito de globalização. Até ao norte-americano, todos os impérios “comércio marítimos”, subsequentes ao nosso modelo, foram “copy pastes” do português.
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quinta-feira, 11 de março de 2010

2 pesos e 2 medidas em vez de 1...

Jorge Sampaio dissolveu a Assembleia em Dezembro de 2004, levando à demissão do Governo do Dr. Pedro Santana Lopes. Tudo por causa de uma microscópica circunstância interna do executivo, relacionada com uma demissão do então ministro da Juventude e Desporto, Henrique Chaves.

Cavaco Silva face às avolumadas suspeitas que os meios de comunicação social informam diariamente sobre o actual primeiro-ministro (caso Independente, caso Freeport, caso Face Oculta, etc), entende não haver falta de sustentabilidade institucional e credibilidade deste perante Portugal e os portugueses, não obstante ter havido, nas últimas legislativas, uma brutal abstenção. Antes legitima-o na sua conduta política, não dissolvendo a Assembleia o que, consequentemente, resultaria na queda do Governo e proporcionaria uma nova auscultação aos cidadãos eleitores.

Sem querer questionar os aludidos actos destes dois últimos chefes de Estado, a realidade é que existiram dois pesos e duas medidas. Neste período, de quase seis anos, foram dois primeiros-ministros e dois presidentes da república.

Questão: Se fosse apenas um chefe de Estado, in casu um Rei, não teria sido só um peso e só uma medida ? Não haveria maior coerência proveniente da mais alta magistratura do Estado ? Certamente que sim…

Fotos - Direitos reservados aos seus autores.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!