Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 10 de outubro de 2015

Derrota em discurso

Se estiveram atentos devem ter reparado que António Costa terminou o seu discurso de derrota (...se for possível chamar-lhe assim...) com vivas à república e enaltecendo os respectivos valores de origem jacobina francesa.

Pelo exposto e em suma, quem for republicano recorde-se que Costa, nesse aspecto, traduz a verdade e, portanto, estará a defender exactamente os mesmos pressupostos do líder socialista. 

Eu afirmo categoricamente que nunca defenderei tais valores, nunca.

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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Incoerências inconscientes

Paradoxalmente os republicanos radicais, jacobinos, maçónicos e revolucionários apregoam (mas não praticam) um princípio católico para a injustificação da Monarquia: "todos nascem iguais".

Ninguém nasce igual, nem o Rei tem mais dignidade que qualquer outro cidadão. Somos todos iguais em muita coisa, mas nunca nascemos, nem nasceremos, iguais. É assim e não há nada a fazer. O resto são bonitas teses, mas impraticáveis...sobretudo pelo republicanismo.

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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Jacobinismo negro...às 5 da matina

Via, enquanto fã da BD comics, o "The Dark Knight Rises", o último da trilogia de Christopher Nolan, mas só me lembrava, comparativamente, da França jacobina entre 5 de Maio de 1789 e 9 de Novembro de 1799...
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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Derrubaram o Rei

E o povo que tanto apregoavam, onde está...pá?!
Há cem anos em Junho de 1912, a merenda democrática oferecida no Choupal a Afonso Costa (ao centro com 'ocolinhos' e taça de chá de parreira na mão) em Coimbra...

Apostava que neste "início de festa" só se falava francês...
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terça-feira, 12 de junho de 2012

A cegueira

A propósito do jacobinismo republicano, que muitos refastelada e desinteressadamente vão deixando passar, não consigo evitar de trazer à colação aquele velho ditado:
«Mais cego é aquele que não quer ver.»
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quarta-feira, 7 de março de 2012

A herança jacobina...

«Escreve Miguel Castelo Branco: "Hoje, é da herança jacobina, mais que da comunista que parte apreciável das esquerdas se revê. O comunismo é demasiado claro, não argumenta. Aplica-se mecanicamente. É uma receita. O jacobinismo, esse, rodeia-se de cuidados de justificação, vitimiza-se para poder matar, cria inimigos para legislar, invoca a liberdade para prender. É uma doutrina."»

Texto salientado pelo João Távora.
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Na sequência da meia-final com a França nos Sub-20...

Notas:

1 - França jacobina, "nossa" referência revolucionária e individualizante, pós 5-10-1910, vais começar a sentir hoje o sabor que apenas sentiste 100 anos antes daquela data na Batalha do Buçaco, a 27 de Setembro!

2 - Este jogo lembrou-me estas verdades:
A republica portuguesa instaurou-se porque o minoritário Partido Republicano obstinadamente tinha de copiar o modelo da república francesa. Consegui durante 100 anos até hoje!
Portugal passou a existir porque um Rei instaurou-o, ex novo, como Monarquia! Durou 767 anos!

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sábado, 28 de maio de 2011

Decorrente de uma conversa no facebook...

Caro J.S.,
Gostaria de lhe dizer que subscrevo, grosso modo, aquilo que expressou. Mais, que partilho da sua contida revolta.
Vivemos num regime esgotado. Muitos analistas, independentemente da tipologia do novo regime que seria, já previram a necessidade de mudança. Porém, para podermos recuperar um sistema que funcionou durante 767 anos, um sistema invulnerável e inexpugnável à partidarização do mais alto posto representativo, um sistema que nos devolva a sã e crucial neutralidade ao topo da hierarquia, necessitamos de trabalhar muito na informação, na formação da muita ignorância latente que prolifera na nossa sociedade acerca dos sistemas mais avançados em Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), i.e. as Monarquias Constitucionais.
Sabe, enquanto português e açoriano tenho muito orgulho em ter um compatriota como o Senhor Duque de Bragança, pessoa por quem nutro profundo respeito e até admiração. Digo isto com toda a frontalidade e tranquilidade. Falamos de um homem que foi emigrante e ninguém ama mais o seu País do que um emigrante. Falamos de um homem que tem vistas largas sobre a Autonomia e falou, inclusive ao AO, de formas ainda mais evoluídas de auto-governo para os nossos arquipélagos. Falamos de um homem que defende os valores da empresa basilar de uma sociedade: a Família. Falamos de um homem que descende directamente dos Reis de Portugal e dos Algarves (trineto de D. Miguel I e trineto de D. Pedro IV), mas que prefere ser simples no trato embora se revele sábio na Cultura do seu/nosso Povo. Falamos de um homem que nunca escondeu o seu pensamento religioso, filosófico e que chegou a desafiar o Estado Novo, tendo sido penalizado por isso. Falamos de um homem que tem ideias sobre o património histórico e cultural português, a quem nem sequer me atrevo a discutir tamanha sabedoria e paixão. Falamos de um homem que se bate sempre pela ecologia e pelo ambiente em Portugal. Falamos de um homem que defende as nossas raízes e tradições de forma sã. Falamos de um homem que defendeu Timor, antes sequer de ser moda no panorama internacional. Falamos também de um homem que, apesar de não ter absolutamente nenhumas responsabilidades políticas no actual estado de Portugal, bate-se, contudo, todos os dias, e afirmo isto com certeza, pelo seu progresso sustentado dando o melhor que pode e sabe de forma incansável por este País e pelos portugueses.
Em suma, e para quem está atento à sua actuação, é de verificar, com absoluta clareza, a valia deste bom homem que representa muitos portugueses, mas que, por ora, são impedidos de dizer isso mesmo de forma legalmente vinculativa.
Porém, esse mesmo homem, o legítimo herdeiro ao Trono de Portugal e dos Algarves (e não pretendente a coisa nenhuma deste Estado), continua a ser insultado na praça pública de forma vexatória, com os mais lastimáveis epítetos e…sem sequer se poder defender.
São essas as realidades que, infelizmente, emergem nesta república…uma república sem Rei nem roque, literalmente. Uma república triste, sem energia e que já faliu 4 vezes, 3 das quais nos últimos 37 anos. Entristece-me sempre a forma, diga-se histórica (pois os republicanos jacobinos já faziam o mesmo com D. Carlos I [veja-se Bordalo Pinheiro] e conseguiram transmitir isso mesmo, até hoje, às maiorias), como se agride o Senhor D. Duarte de Bragança, um homem que, por ter uma forma peculiar de falar (embora nada que chegasse à gaguez do grande Jorge VI de Inglaterra) e por ser, na sua forma de estar na vida, próximo ao povo, é tão insistentemente agredido pela ignorância, por um lado, e pelo (pseudo) intelectualismo de minorias, por outro. Nunca nos esqueçamos que o elitismo intelectual é o pior de todos os outros…! O tal elitismo das minorias que em 1-2-1908 e 5-10-1910, com sangue derramado e por força das armas, conseguiu que um partido de 7% nas urnas, depusesse um bom sistema democrático e impusesse um Regime "inquestionável" até hoje…!
Posto isto,
Dirijo-lhe um cumprimento amigo, esperando que Portugal e os portugueses possam evoluir para uma mentalidade melhor, mais equilibrada e capaz mas, sobretudo, mais evoluída e progressista tal qual tivemos, com as devidas adaptações temporais, enquanto Monarquia Constitucional, bastante à semelhança hodierna de países como: a Noruega, o Canadá, a Suécia, a Austrália, a Dinamarca, a Holanda, o Japão, a Inglaterra, a Espanha, etc, etc…
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!