segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020
1908
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019
Evocando o Regicídio
sexta-feira, 21 de dezembro de 2018
Beneficência Real
Os Reis Na Madeira
segunda-feira, 14 de maio de 2018
domingo, 6 de maio de 2018
1901
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018
sábado, 23 de dezembro de 2017
Miguel I, da Roménia - In Memoriam
terça-feira, 15 de agosto de 2017
Porque ainda existem referências
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
Quando a república Protegeu a Rainha
sábado, 6 de agosto de 2016
Sobre uma Grande Mulher
terça-feira, 8 de março de 2016
O Último e o Primeiro Dia
Contudo, o Presidente termina o seu mandato com o tão falado índice de popularidade em baixa, segundo alguns superior mesmo à percentagem que o elegeu.
Ora, sabendo a forma como a república foi imposta, alicerçada em estritos grupos de interesses oligárquicos, processualizada por um braço armado maçónico - A Carbonária (cuja bandeira terrorista deu forma à actual bandeira da república portuguesa), não posso deixar de trazer à colação, entre muitos outros exemplos, duas imagens que expressam a relação dos portugueses com a Monarquia e com os seus representantes, concretamente da cerimónia fúnebre da Rainha D. Amélia (mesmo passados 41 anos do seu brutal exílio) e, ainda, o baptizado do actual Príncipe da Beira, D. Afonso, em Braga, nos anos noventa.
Nestes contextos expontâneos, não é difícil, para ninguém, perceber que, nesta ambiência, pouco releva o contexto dos votos, da abstenção ou da popularidade, aliás como acontece em Inglaterra, Holanda, Suécia, etc, antes sente-se, com nítida clareza, a admiração, o respeito e, sobretudo, a consideração do povo àqueles que são realmente Portugal.
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
Aniversários
domingo, 16 de agosto de 2015
Os Reis de Portugal em Londres
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Secrets d'histoire: La reine Amélie
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Iates “Amélia”
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Degradando-nos
terça-feira, 30 de julho de 2013
Porque nunca percebi aquela da "princesa do povo"
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)
«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)
Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)
Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)
«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)
«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)
«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)
«Pergunta: Queres ser rei?
Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)
Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)
«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)
«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)
«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)









