Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

1908

A profunda e inimaginável dor que extravasa do rosto desta Senhora é mais do que demonstrativa, por si só, e já sem descurar, sequer, que nunca houve Justiça sobre o crime hediondo cometido sobre o seu jovem filho e o seu marido, para constatar aquilo que todos nós sabemos: a ré_pública não presta para nada aos portugueses, é vil, é corrupta e engana os mais desfavorecidos e incultos para enriquecer quem a controla.

Repúblicas, no geral, são para países menos civilizados, de cúpulas, de povo pouco instruído e, infelizmente, cravado inveja.

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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Evocando o Regicídio

"Infames, infames!"
SMS a Rainha D. Amélia de Bragança 

Regicídio - A 1/2/1908

O dia em que mataram Portugal e abriram caminho à república que temos hoje.
Fica para sempre, no meio de muitos hipócritas, ambiciosos, obstinados, vira casacas, a imagem daquela mulher que se ergue corajosamente e com um simples ramo de flores procura defender a sua família que está a ser vilmente abatida por armas de fogo cobardemente vindas da confusão instalada.


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sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Beneficência Real

«Como prova do seu reconhecido altruísmo a Senhora Dona Amélia, última Rainha de Portugal, desempenhou as funções de enfermeira da Cruz Vermelha Britânica durante a Grande Guerra prestando cuidados aos feridos no hospital ortopédico (Royal Ortopedical Hospital), de Shepards Bush, em Londres. Recorde-se que, também, El-Rei Dom Manuel II serviu o esforço de guerra como oficial da Cruz Vermelha Britânica e estabeleceu o departamento ortopédico do hospital de Sheperds Bush, que por perseverança do Monarca e da Sua bolsa continuou a funcionar até 1925, dando assistência aos estropiados de guerra.»


Acrescentaria, além do supra referido, que SMF a Rainha D. Amélia foi fundadora do Instituto de Socorros a Náufragos, que prestava apoio às viúvas e aos filhos dos pescadores que morriam nos naufrágios, tendo inclusive, in persona, certo dia, salvo um homem que se afogava no mar, tendo ela, sem hesitar, se atirado ao mar para aquele citado efeito e resultado.

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Os Reis Na Madeira

Não há partidos, não há colagem de cartazes, nem tão pouco existe alguém à espera de lugares.
Aqui há alegria de estar com Portugal personificado, o Rei. Aquele que comporta todo um povo, toda uma história, toda uma cultura, toda uma tradição desde do início de Portugal.
Com os meus próprios olhos registei isto e o pude comprovar em 1995 (Lisboa) e 1996 (Braga). É algo inexplicável, só sentido. 
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segunda-feira, 14 de maio de 2018

O significado

 
No cerne, o que significa a Monarquia: defender um povo e defender os desprotegidos.

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domingo, 6 de maio de 2018

1901

«As Festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres, foram adiadas de Maio para Julho, devido à visita do Rei D. Carlos I e da Rainha D. Amélia, a S. Miguel, tendo Sua Majestade integrado o cortejo processional, que se realizou no dia 7»

Fonte - SSSCM (site).

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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

sábado, 23 de dezembro de 2017

Miguel I, da Roménia - In Memoriam

O mesmo aconteceu em Portugal aquando dos regressos, post mortem, de S.S. M.M. o Rei D. Manuel II e, depois, de sua mãe a Rainha D. Amélia, vindos do exílio no século XX.

A Miguel da Roménia o regime, ao menos, conferiu-lhe o direito de regressar em vida e poder viver os seus últimos dias na sua amada pátria.


Julgo que, em pleno século XXI, e sabendo-se do historial destes dois Países, da forma abrupta e impositiva, nunca referendada, como foram assaltados pelos respetivos regimes republicanos sedentos de poder e protagonismo, bem como atendendo ao estado em que ficaram em contraste com aquele que o povo sente que poderiam ter ficado, importa refletir sobre estas impressionantes e fortes imagens e quiçá, de uma vez por todas, considerando os diversos indicadores de progresso das atuais monarquias vigentes, exigir-se, de forma séria, um referendo que possibilite restituir aquilo que lhes/nos foi tirado e que, indubitavelmente, reporia maior dignidade, enquanto Nação, a Portugal mas também à Roménia.

Um Rei.

Um Rei a quem a república e o Comunismo tiraram formalmente a Coroa, que os políticos puseram à parte, mas que o povo materialmente voltou a coroar.



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terça-feira, 15 de agosto de 2017

Porque ainda existem referências

A imposição da república portuguesa aos portugueses foi um trágico acontecimento que entristece qualquer um com bom senso, independentemente de ser monárquico ou não.

As evidências dessa tragédia são várias. Tratou-se de um golpe de oportunistas que se apoderaram de Portugal, não foi uma ação democrática, o País ficou pior do que estava (tivemos mesmo de ir para uma duríssima Ditadura para corrigir o caos instalado), derrubou-se um sistema democrático instaurado pela Carta Constitucional, entre muitos outros efeitos perversos e desnecessários. De todos, houve mesmo um aspeto hediondo nessa revolução de inveja e ganância que foi a forma como os padres foram imediatamente perseguidos e tratados. Afonso Costa e a corja que o circundava rapidamente estabeleceu como prioridade o ataque aos padres, tratando-os como criminosos de delito comum, rapando-lhes o cabelo para que todos soubessem como iria ser, a partir de outubro de 1910, a I república portuguesa. Nem o confessor de S.M. a Rainha D. Amélia escapou à ferocidade de Costa e de seus pares. O anticlericalismo republicano, na sua mais pura essência, fez-se mostrar e nunca foi tão claro como naquela época. Aqueles que, na maior parte das vezes, eram os fazedores do bem, a ajuda dos pobres, dos doentes e dos desprotegidos, a ação social à data, foram radical e impiedosamente acossados.

Apesar da vergonha que o 5 de outubro objetivamente constitui para Portugal e para os portugueses, não só pelos aspetos invocados, mas também pela razão do tempo que perdemos comparativamente ao nível de progresso societário dos países europeus que se conservaram como Monarquias, a maior de todas as vergonhas é, ainda hoje, a ausência da voz do povo português neste assunto. É inadmissível, porquanto serão cúmplices daquele golpe de 1910, todos aqueles que tendo poder, não deixam/aram o povo se manifestar, sobretudo sabendo que tivemos quase oito séculos de Monarquia e nem um ato de justiça de Estado ou histórica proferiram…nem tão pouco a referendária.

Contudo, é com especial orgulho que soube da forma corajosa, determinada e afirmativa que, na Ouvidoria da Povoação, no concelho onde se deu o povoamento da Ilha de São Miguel, dois padres, em duas freguesias distintas, sabendo de tudo isso, erguem bem alto, enquanto cidadãos, o azul e branco que é a essência de Portugal e dos Açores, indicando-nos de forma pacífica e civilizada, mas com firmeza, que nem todos são acomodados e desprovidos de memória histórica. São homens como estes, cada vez mais raros, que merecem a nossa admiração e respeito. Num aglomerado de cidadãos preocupados com questões de ocasião e não tanto de fundo, focados numa conjuntural imediatez em detrimento duma reflexão estrutural daquilo que somos hoje, onde líderes escasseiam e decisores aconchegam as consciências do rebanho, existem pessoas que ainda nos dão esperança e que, na prática, à parte daquilo em que acreditam, dão sentido à frase proferida por Damião de Goes: «Vale mais um exército de ovelhas comandado por um leão do que um exército de leões comandado por uma ovelha.»


Foto - IL

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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Quando a república Protegeu a Rainha

Aquilo que os republicanos desdenharam, mal trataram, destruíram e, acima de tudo, tentaram apagar com uma bandeira, foi tão-somente o passado e a origem de um povo: a sua monarquia.

Recentemente muitos criticaram o deputado da madeira por manifestar-se na Assembleia Regional com uma bandeira do Daesh. O repúdio é óbvio, tratava-se de uma bandeira terrorista.

Todavia, como qualificar a manutenção da atual bandeira da república que, não traduzindo as cores originárias do nosso País, transpõe inegáveis semelhanças do estandarte da Carbonária, ou seja de um movimento terrorista que matou em Portugal?

Curiosamente, foi aquela bandeira - a republicana, em determinado momento, a proteger a Rainha contra perigosos invasores, mais concretamente quando, nos anos quarenta do século passado, D. Amélia se escusou em deixar a França para ir para Portugal, aquando das invasões alemães nacionais-socialistas, pois entendia que naquele país era mais precisa.

A república portuguesa como país neutral na II Guerra Mundial impedia, por intermédio da sua bandeira içada no Chateau de Bellevue, a entrada dos alemães onde vivia a Rainha.

A Rainha não ignorou essa realidade. De registar que, no seu enterro, aquela mesma bandeira, que uma vez estivera no Castelo, envolveu a sua urna.

Em suma, e apesar das consequências que a Família Real sofrera pelos republicanos, facilmente se conclui que a instituição monárquica, colocando sempre o País em primeiro lugar, não desdenhou, não mal tratou, nem destruiu ou tentou sequer apagar aquela bandeira, que apesar de ter sido imposta aos portugueses, por um lado, não deixava de ser representativa, por outro, de Portugal.


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sábado, 6 de agosto de 2016

Sobre uma Grande Mulher

Desconheço alguma mulher que, dadas as especiais responsabilidades de que estava incumbida, tenha sofrido tanto como a Rainha de Portugal, D. Amélia, sofreu.

Todavia, fez do dever o primado sobre o seu próprio sofrimento, “além das forças humanas”, como corretamente qualificou ao Bispo-Conde de Coimbra, terminando a sua vida, e apesar de todas e das mais diversas agressões passadas, mantendo sempre sua mais nobre e mais genuína faceta revelando: “Quero bem a todos os portugueses, mesmo àqueles que me fizeram mal.”

A nobreza de Amélia era evidente e fortemente emanada dos seus sentimentos e do seu caráter e não somente do facto de ter sido Princesa e Rainha. Amélia de Portugal não era uma mulher de ficar apenas pelas palavras, como mulher de ação nunca hesitou, por exemplo, em arriscar a própria vida para salvar quem estivesse em dificuldades, fosse quem fosse:

«Um dia em Cascais ia a passear quando viu que um barco tinha-se afundado, o marinheiro era velho e estava atrapalhado, estava a gritar e a morrer e ela, que estava vestida, deita-se à água, nada - ela era uma grande nadadora, e vai ao barco e trás o pescador. Salvou-lhe a vida.»

Aconselho, vivamente, a ver este episódio n.º 53 d’ “A Alma e a Gente”.

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terça-feira, 8 de março de 2016

O Último e o Primeiro Dia

O Presidente da república terminou hoje o seu mandato. Sem descurar das elevadas taxas de abstenção envolvidas nas suas duas eleições (e de outros), este acabou por ser empossado derivado à votação efectuada por (alguns) cidadãos.

Contudo, o Presidente termina o seu mandato com o tão falado índice de popularidade em baixa, segundo alguns superior mesmo à percentagem que o elegeu.

Ora, sabendo a forma como a república foi imposta, alicerçada em estritos grupos de interesses oligárquicos, processualizada por um braço armado maçónico - A Carbonária (cuja bandeira terrorista deu forma à actual bandeira da república portuguesa), não posso deixar de trazer à colação, entre muitos outros exemplos, duas imagens que expressam a relação dos portugueses com a Monarquia e com os seus representantes, concretamente da cerimónia fúnebre da Rainha D. Amélia (mesmo passados 41 anos do seu brutal exílio) e, ainda, o baptizado do actual Príncipe da Beira, D. Afonso, em Braga, nos anos noventa.

Nestes contextos expontâneos, não é difícil, para ninguém, perceber que, nesta ambiência, pouco releva o contexto dos votos, da abstenção ou da popularidade, aliás como acontece em Inglaterra, Holanda, Suécia, etc, antes sente-se, com nítida clareza, a admiração, o respeito e, sobretudo, a consideração do povo àqueles que são realmente Portugal.
 
 
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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Aniversários

Nascia, respectivamente, no dia 28 de Setembro de 1863 e de 1865, El-Rey D. Carlos I e S.M. a Rainha D. Amélia.

1896

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domingo, 16 de agosto de 2015

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Secrets d'histoire: La reine Amélie

São os próprios franceses a perceber o nosso valor.

Um brilhante documentário da France 2 sobre a nossa grande Rainha D. Amélia de Portugal.

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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Degradando-nos

Correlação à entrevista que decorreu no programa da Antena 2 “Quinta Essência”, dedicada à recente obra sobre a nossa Rainha “Dna. Amélia”, não podia estar mais de acordo com a conclusão a que chegaram ambos os intervenientes, concretamente o autor José Alberto Ribeiro e o responsável do programa, João Almeida, que exclamou:
 
 
Acrescentava apenas: que ficou, não deixa de ficar e não recupera para um estatuto de desenvolvimento que possa evoluir, novamente, para a independência e liberdade de uma Monarquia, isto à semelhança daqueles que são os países mais desenvolvidos do mundo nos mais importantes índices: monarquias constitucionais.

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terça-feira, 30 de julho de 2013

Porque nunca percebi aquela da "princesa do povo"

A Kate é que é a plebeia nos últimos 350 anos, não a Diana. A Diana era nobre.
Parabéns à família Middleton. Tenho a certeza que Kate, por ser, acima de tudo, amiga de William, vai ter um casamento de sucesso orgulhando a sua família originária, em primeiro lugar, e a todos os ingleses em geral.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)