Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

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domingo, 10 de novembro de 2024

A delicadeza do Lírio Branco na Europa

Adquiri na altura em que saiu "O Lírio Branco", da saga de Astérix. Contudo, no vasto rol de publicações em lista de espera, só muito recentemente me foi possível ler, finalmente, esta última peça da obra dos intrépidos gauleses, obra que acompanho desde dos meus 8 anos.

Felizmente os continuadores desta inigualável obra conseguiram a raríssima proeza de, felizmente, manter intactos os condimentos essenciais tais como concebidos pela dupla de génio criadora de Astérix: Albert Uderzo e René Goscinny.

No que concerne a este livro, "O Lírio Branco", fiquei especialmente agradado e ri-me, ri-me tanto como há muito não me ria. Brilhante, portanto, este fruto da semente deixada por Uderzo e Goscinny.

Na minha opinião um retrato, mais que óbvio, mesmo necessário, que espelha o quanto a Europa está a amolecer em falas mansas, encantada por bem falantes, enfeitiçada pela ordem liberal, submergida em regras/burocracia/direitos e "direitinhos" sem o equilíbrio dos deveres e que, neste todo, nos tem levado, europeus, à decadência, geridos por líderes incapazes, fracos e de 10.ª escolha. Este livro é um descodificador para a realidade de que a Europa está a perder cada vez mais a sua essência, a sua importância, a sua velocidade inventiva e produtiva, a sua desenvoltura, o seu carisma e determinação tão próprios de cada Nação que a compõe, cada vez mais refém da armadilha accionada pela tribo dominante do politicamente correto.

Ou seja, está montada a melhor táctica para derrotar definitivamente os gauleses...

Veremos se ainda haverá poção mágica que inverta tudo isto e leve, como sempre levou, os bons gauleses à vitória contra o Império circundante.


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segunda-feira, 12 de novembro de 2018

In Memoriam

Stan Lee (Nova Iorque, 28 de dezembro de 1922 — Los Angeles, 12 de novembro de 2018)

Faleceu hoje, literalmente, um dos meus heróis de infância e adolescência.
Não consigo deixar de sentir uma dívida de enorme gratidão para com ele e para com a sua obra. A única forma que tenho de retribuir é expressar um profundíssimo sentido de pesar e enaltecer o seu inigualável génio, que se manifestava pela sua boa disposição, pelo seu universo tão rico e tão próprio e, sobretudo, pela sua infindável criatividade.

Um visionário de escala rara e superior.

Até sempre, Stan!

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segunda-feira, 6 de junho de 2016

Hergé: Um Monárquico Convicto

«Muitos conhecem Georges Remi somente pelo génio da escrita e do desenho, que lançou ao Mundo a 10 de Janeiro de 1929, Tintim, o herói que o catapultou para o sucesso sem precedentes. Mas o que talvez não saibam é da sua luta e lealdade pelo Rei da Bélgica, Leopoldo III, e acima de tudo pela Monarquia.»


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domingo, 16 de agosto de 2015

O Novo Quarteto?

Este filme é, infelizmente, uma prova de que nos EUA quem manda são as minorias ou quotas (...se preferirem o termo).

Seguindo as históricas personagens da Marvel, o Tocha Humana (Johny Storm) é irmão biológico da Sue Storm. Ambos sempre foram louros. Neste filme, o Tocha, imagine-se, é preto! Está tudo dito.

Contudo, o público, que gosta do Quarteto Fantástico, não se deixa enganar por fraudes destas e os resultados na bilheteira estão, obviamente, à vista.

Sejam verdadeiros!

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sexta-feira, 28 de março de 2014

Excertos de um mundo melhor

"(...)
Maia voa sem parar 
No seu mundo sem maldade
(...)"

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sábado, 22 de março de 2014

The Wind Rises

Do grande Hayao Miyazaki

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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Jacobinismo negro...às 5 da matina

Via, enquanto fã da BD comics, o "The Dark Knight Rises", o último da trilogia de Christopher Nolan, mas só me lembrava, comparativamente, da França jacobina entre 5 de Maio de 1789 e 9 de Novembro de 1799...
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quinta-feira, 22 de março de 2012

Moebius

Apenas soube da (triste) notícia ontem, numa leitura atrasada da imprensa:
Faleceu o grande Moebius, vulgo Jean Giraud.
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

O Rei Leónidas por Frank Miller

Quando a república Grega arrisca-se a perder a soberania orçamental...revia este filme.
Filme composto a partir da novela gráfica épica do enorme Frank Miller!

Diz o soldado Espartano ao seu Líder:
«Meu rei. É uma honra morrer ao teu lado.»
Responde-lhe o Rei: «Foi uma honra ter vivido ao teu lado.»
E o monarca guarda as suas últimas palavras para o seu amor e sua força, a mulher.

300 unidos em honra e respeito pelo seu Rei, em bloco e não precisando de muito mais, mostraram o seu entendimento, com a vida, de Liberdade de um povo, das suas tradições ancestrais e da sua Cultura!
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quinta-feira, 21 de abril de 2011

Thor

Thor, o deus do Trovão na mitologia nórdica, mais uma personagem de Stan Lee e da Marvel.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)