Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 22 de junho de 2024

Contra Camões, contra Portugal

O que Marcelo afirmou atenta contra Camões e a sua obra.
Em suma, aquilo que somos.


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domingo, 6 de agosto de 2023

Pio XII e Portugal

"Como é possível que vós, embora sendo poucos, tenham feito tanto na santa cristandade? Onde Portugal encontrou forças para acolher tantos territórios da África e da Ásia sob o seu domínio, e estendê-lo até às mais distantes terras americanas? Onde, senão naquela ardente fé do povo português, cantada pelo seu maior poeta, e na sabedoria cristã dos seus governantes, que fizeram de Portugal um dócil e precioso instrumento nas mãos da Providência, para a realização de obras tão grandiosas e benéficas?"

Papa Pio XII in encíclica «Saeculo Exeunte Octavo», 13 de Junho de 1940.

Para muitos católicos o último Papa, sendo que, desde 1958, e segundo essa posição cada vez mais forte, o lugar de Pedro está, desde daquela predita data, sede vacante.





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domingo, 3 de julho de 2022

A relação perdida

A república, esse pesadelo em que vivemos desde 1910, acabou com esta inexplicável relação de alegria e respeito que unia a Grei ao Rei e vice-versa em Portugal. Nunca esquecer que antes de existir um povo, uma língua ou uma cultura, existiu primeiro um Rei.

Vendo e presenciando as multidões no casamento do Duque de Bragança, em 1995, com povo vindo de todo o país confluindo nos Jerónimos, apenas focados naquele evento especial, tal como eu, acredito, face à forma decrépita do atual regime que temos, que não nos transmite ânimo e alegria, talvez um dia Portugal regresse, por via referendária, como a Espanha, a uma Monarquia. Mas para isso precisamos de uma Constituição plenamente livre, menos ideológica e políticos a sério, i.e., verdadeiramente alinhados com o povo que somos todos nós portugueses.

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sábado, 7 de maio de 2022

Organização, Especialização e Mérito

Com organização, programação e as pessoas certas nos lugares certos, com experiência e saber nas organizações, enfim o mérito, tudo se consegue.

Quando se fala no "direito a desligar" ao nível comunitário, é porque a situação existe e, pior, está-se a tornar grave.

Enquanto, no geral, a falta de planeamento a imperar nas nossas organizações, o stress, o desânimo, o desinteresse, o cansaço, salários baixos, e, até, casos graves de problemas na saúde e nas famílias se repercutirão e o País não progride.

Há que começar a dar lugar ao mérito, à entrega ao trabalho e à experiência e menos aos lóbis e aos amiguismos. Para nós, portugueses, é já um perigo eminente de derrocada da III república, talvez já irreversível.

A definição dos limites do que é o setor privado do que é o público têm de ser redefinidos e emergir uma imperiosa e profunda REFORMA no nosso ancestral Portugal. O tempo começa a escassear.


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sábado, 3 de abril de 2021

Crise, crise, crise

Nascido na presente e, ainda, vigente III república, essencialmente, prevalecem realidades, nomeada e recorrentemente, tais como: "crise", "cauda da Europa", "cunhas", "corrupção" e "abril".

É preciso um desenho para entender que este regime não serve? De que está decadente? De que a Constituição está obsoleta?

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sábado, 13 de fevereiro de 2021

TAP

A TAP foi concebida para dar lucro, dar lucro num Império irmão. Uma alegria para um miúdo como eu, na primeira metade dos 80s, era chegar ao aeroporto de Lisboa e ver estacionado um 747 da nossa companhia.

A TAP não foi concebida para uma descolonização escabrosa, negociada e gerida entre os amiguismos de esquerda ou de pseudo social democracias com a classe de estiva e que o lucro, esse, nunca era para existir.

O único que percebeu isso, a seguir ao golpe de 74, foi um senhor chamado Pedro Passos Coelho. O resto pouco interessa.


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sexta-feira, 27 de março de 2020

Razão, pragmatismo e ação no caso Português


Atendendo que Portugal, e bem, tem vindo a desenvolver medidas equilibradas para combater o vírus SARS-CoV-2, em que o mês de impacto, março, deverá atingir cerca de 90 a 100 mortos, que o pico, para as autoridades do Continente (e não confundir com as dos Açores), será em maio, bem como, nós lusos, estamos pré informados dos cenários existentes na Itália e ...na Espanha, de onde podemos retirar, da experiência colhida, pelo infeliz flagelo alheio, estratégias, assim, esperando-se que, com as aludidas medidas implementadas e com os sacrifícios que os portugueses estão a fazer, surtam efeitos positivos e possam chegar resultados animadores, estando convicto que nunca chegaremos às 4 centenas mensais. Pelo exposto, coloco à consideração de todos estes factos para que refletiram, entre o presente e o futuro, nunca descurando, óbvia e minimamente, do público alvo (sobretudo os idosos). É uma questão de contas. 

A Economia, essa, talvez implique contas futuras bem mais graves e difíceis de realizar, como implicações no SNS, que pode colapsar de vez, com muitas e muitas doenças por resolver, maioria delas bem mais graves do que a COVID-19, como todos sabemos e basta ir aos serviços de oncologia.

O que já não tenho dúvidas, absolutamente, nenhumas, é que algo mais se passa, algo que transcende o comum dos mortais e que tem por objetivo mexer com a geoestratégia política e laboral mundial tal como a conhecemos...

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sábado, 14 de março de 2020

Verdadeiras descriminações

A maior parte esquerdina preocupa-se com a cor da pele e com o género...enfim os vulgares bastiões tipológicos aborrecidos e repetitivos dessa falange.

Contudo, disto, que é ancestral e transversal no País, nada fala...quiçá a sua erudição pseudo intelectual "conimbro-lisboeta" torne este assunto proibitivo para aquela dita parte.

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quarta-feira, 1 de maio de 2019

Circum-navegação

Ainda hoje, pelo que se vê, devemos temer os espanhóis …mesmos em assuntos que não têm razão.
Qualquer académico de qualidade média sabe que estes pressupostos, alegados em Espanha, são errados…e ainda assim insistem.


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segunda-feira, 14 de maio de 2018

Viriato

De facto, na nossa origem, e se tivermos especial atenção, nada há que nos confunda com os espanhóis. 

Obviamente somos e tínhamos de ser independentes. 

O que este "pastor" fez, foi de facto admirável face às dificuldades que o afrontavam. Simplesmente, e muito antes de D. Afonso I, D. João I ou D. João IV, ousou enfrentar um Império meticulosamente organizado e estruturado.

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sábado, 24 de março de 2018

Preconceito esquerdino lusitano pós-Monarquia

A tal máxima:

“Quem não é do PC (…ou de esquerda)”, em Portugal, é fascista! É simples.

Muito bolor, muito. Valeram-nos os Heróis do Mar.

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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

#Protetora_de_Portugal

D. João IV prostrou-se diante Da Mulher.
Humildemente ofereceu-Lhe a Coroa Real Portuguesa, em sinal da devoção de Portugal e dos portugueses a Ela.
Esse ato único e genuíno de João de Bragança valeu a eternização do Reino e da Monarquia Divina que passou a interceder, proteger e representar Portugal, por intermédio da Santíssima Mulher e Senhora.


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sábado, 4 de novembro de 2017

O Nome do País

Recordo aqui duas das frases matriz que subtitulavam o excelente blogue do Miguel Castelo Branco - Combustões - e que muito importam para refletirmos sobre aquilo que fazemos e, sobretudo, aquilo que dizemos sobre o nosso estimado País:

- "Aqui não se fala mal de Portugal";

- "Este blogue só tem um partido: Portugal".

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sábado, 4 de março de 2017

Aníbal Augusto Milhais

Constatei recentemente, numa fonte estrangeira, que este caso poderia estar num dos 7 casos raros de homens que, sozinhos, enfrentaram exércitos/coletivos. Outro caso remontava, por exemplo, ao séc. XI.

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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Importantíssimos

Portugal arrisca-se a ser um País importante na UE, isso quando sair a França, a Itália, a Grécia, a Espanha, etc.

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sábado, 3 de dezembro de 2016

Multidão e Reis, é sempre assim


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Visita de Filipe VI

Ouvido de uma pessoa que nada liga às questões república vs monarquia:

«Tinha tanta gente no Norte para ver os Reis, com um referendo…não sei, não sei…»


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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

As origens não se mudam

Pelos mesmos fundamentos que entendo que o melhor sistema para Portugal e para alguns países da Europa seria o (regresso ao) monárquico, na mesma proporção entendo que os EUA devem ser uma república. Tem que ver com o modo de funcionamento e com a origem das respetivas formações enquanto estados. São sedimentações de várias naturezas e de muitas gerações políticas que não podem ser desacreditas e destruídas em rutura. Veja-se, por exemplo a este propósito, o que a república portuguesa fez a um dos símbolos maiores de Portugal, a sua bandeira, alterando radicalmente as suas cores de origem, tratando de as substituir por outras que nada nos dizem e apregoando, assim, uma nova ordem que fez tábua rasa a mais de 700 anos de história.

Sem prejuízo daquilo que fizeram, nesta matéria, Napoleão I e Napoleão III, hoje seria de todo impensável que, por hipótese, uns insanos dessem uns tiros e quisessem alterar o regime norte-americano de uma república para uma Monarquia. Seria um absurdo. Isso não seria bom, desacreditaria aquela nação, geravam-se muitíssimas mais fações, desuniões e, acima de tudo, creio que os EUA definhariam, tal como um pássaro selvagem engaiolado. Porém, foi isso mesmo que, mutatis mutandis, aconteceu, na realidade, e infelizmente, em Portugal e em outros países da Europa. Um rudíssimo golpe histórico que nunca mais nos/os tornou os mesmos.

Outrora, em Portugal, fomos o que os EUA são hoje, mas hoje somos aquilo que somos…e não gostamos daquilo que somos. Isso explica-se pois estamos dominados por políticos…até ao topo da pirâmide. Somos excessivamente autocríticos, precisamente porque não temos rumo, nem tão pouco um verdadeiro símbolo que nos una como nos uniu. Estamos demasiado espartilhados para uma parcela tão pequena, mas com tanto potencial. Sim potencial, pois ainda acredito em Portugal. Num Portugal diferente.


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Origem da palavra

Talvez poucos saberão isto mas, verificando, rapidamente concluirão que o nome “Espanha” é, em si só, uma afronta a Portugal.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)