Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

Mostrar mensagens com a etiqueta Rei Juan Carlos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Rei Juan Carlos. Mostrar todas as mensagens

domingo, 12 de dezembro de 2021

Felipe Gonzàlez

Quando se consegue alcançar, pelo conhecimento, o patamar da destrinça entre um regime e uma ideologia político partidária, rápida e inteligentemente se conclui o que é melhor para os cidadãos...mesmo nas adversidades.

Share |

segunda-feira, 27 de maio de 2019

"El rey Juan Carlos se retira de la vida pública"

Ninguém é perfeito, mas há uma aspeto que é, indubitavelmente, factual: a Espanha e os espanhóis devem muito ao Rei Juan Carlos.

Share |

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Visionário

Juan Carlos, O Rei Político, acabou por ser o primeiro a dar o mote, com a coragem, a verdadeira e plena liberdade e, ainda, o desprendimento que só um rei pode ter (…pois não é presidenciável…), contra aquilo que o ‘Chavismo’ acabaria por (de)terminar.

Share |

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Um caso simples e elucidativo

No dia 12/6/2014 confrontei um jovem amigo espanhol, rapaz de classe média espanhola e que vive em Portugal há alguns anos, acerca das (pontuais) manifestações republicanas em Espanha após a abdicação do Rei Juan Carlos.

Nesse contexto, questionei-lhe: és pela república ou pela Monarquia?

Com o habitual simpático sorriso que possui, respondeu: «república? Não obrigado!»

Foto - Juan Carlos Hidalgo/EPA

Share |

sexta-feira, 13 de junho de 2014

"¡Viva España! ¡Viva el Rey!"

Era assim, como este colosso cultural, que devíamos voltar a ser (quem fomos).

Share |

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Povo --» Cortes --» Democracia --» Rei

«O juancarlismo, ou a monarquia democrática espanhola, perde o seu principal ator, por abdicação. Será o povo, através das Cortes, que fixará a sucessão, permitindo que o rei passe a instituição, pela constituição e com a família real. O povo é quem mais ordena nesta monarquia que obedece à forma republicana de governo.»

José Adelino Maltez.

Share |

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Abdicação de Juan Carlos de Espanha

O ainda Rei não esperou pelo "horário nobre" para falar aos seus concidadãos. Dando a cara ao povo, resolveu objectivamente pela manhã.

Majestade, apresento-lhe o meu respeito pelo legado democrático edificado, bem como por ter sido o exemplo vivo de que a vontade de um povo, por referendo, deve ser sempre atendida.

Share |

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Mas alguém ainda quer comparar o Rei de Espanha ao Rei de Portugal?!

Apesar do papel incontornável de Juan Carlos na consolidação da democracia em Espanha, esse papel ainda fica muito, muito longe daquele que recaiu sobre um homem que, sem luxos, sem facilidades, sem prorrogativas de Estado e sem trono formalizado (mas reconhecido por milhares), desde há muito lutou contra a Ditadura da república, lutou a favor dos povos de expressão portuguesa, mormente Timor antes de todos os demais e modas, sempre se apresentou como um incansável e hábil embaixador, um defensor dos desprotegidos em Portugal e um denunciador destemido das vilanias políticas que atentam contra os portugueses.

D. Duarte é o nosso Rei e como nosso Rei tem sido a nossa maior defesa! Caluniado e vítima de outras velhacagens, estas são, tão-somente, as centenárias formas que a república insistentemente recorre para desviar as atenções dos portugueses quanto ao essencial: o seu Rei!

Share |

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Constatado e sentido em Espanha ...in loco

Pelo facto de saber-se que o País tem um Rei, uma Rainha tão respeitada e evocada em grandes monumentos e um príncipe estimado pelo povo, o cidadão comum espanhol, seja ele de que origem social for, exerça a profissão que execer, seja de que crença ou etnia for, sai sempre mais dignificado.
Share |

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Do aviso à concretização...

«Por muitos menos crimes do que os cometidos por D. Carlos I, rolou no cadafalso, em França, a cabeça de Luís XVI ! »
Afonso Costa, em 1906.

«Por muito menos que isto foi morto o Rei D. Carlos»
Mário Soares, em Abril de 2013.

Bom…ao menos não preciso estar mais a justificar o injustificável. É visível o que é a nossa república e porque nos estamos a afundar.

A Justiça é destes senhores. Aqui ao lado, na vizinha Espanha, há cerca de um ano, o Rei disse que “a justiça é para todos” e cumpriu-se. Este ano a sua filha foi constituída arguida para clarificação da verdade no caso “Nóos”.

Somos de facto atrasados e, pior, mesquinhos com um circunscrito complexo de inferioridade desde 1910. Não quero fazer parte desse credo. Sou português, não português republicano. Embora o meu cartão de cidadão me queira assim qualificar, eu não me considero como tal, nem nunca me considerarei. Sou livre de pensar e perceber o embuste a que fomos sujeitos naquele início do século XX.

Há sempre o clímax de um republicano verdadeiro, e esse manifesta-se na célebre frase capitular e distintiva que ele profere: "Por muito menos (...)".

Se fosse a Cavaco punha-me em guarda (com diz o Godinho), com tal aviso do "pai da Nação", não vá acontecer-lhe o mesmo que a El-Rei.
Share |

segunda-feira, 4 de março de 2013

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

As vaias a Juan Carlos

Em primeira análise, julgo que deviam antes vaiar Zapatero. 

Ele sim é o grande responsável pela actual crise em Espanha. Ninguém pode esquecer que a Espanha deve a sua democracia ao Rei e a continuidade da mesma a um (verdadeiro) socialista amigo pessoal do Rei: Felipe González. 

A Espanha é um caso complexo, é uma manta de retalhos “cozida” por Carlos V. Um Rei tanto pode ser aplaudido numa região, como pode ser vaiado noutra. O que tenho a certeza é que se não houvesse Monarquia em Espanha, também já não havia Espanha. 

Mas os “republicanitos” não se preocupem, o Príncipe das Astúrias substituirá o pai em breve. Mais facilmente se substitui um Rei que um presidente da república.
Share |

sábado, 5 de maio de 2012

D. Juan Carlos e Franco | D. Duarte Nuno e Salazar

D. Juan Carlos de Espanha recebeu todos os poderes do ditador Franco, mas devolveu-os ao seu legítimo proprietário: o povo de Espanha.
A partir daí, teve um exímio reinado de 36 anos consolidando a Democracia, exercendo o seu papel de verdadeiro árbitro e moderador com governos de direita e de esquerda. É o maior representante de Espanha e todos o conhecem pelo mundo. É o prestígio da Nação.
Apesar do suposto erro (Botswana), e com fortes reservas minhas que tenha sido aconselhado por supostos assessores, pelas mesmas razões que não houveram assessores com Hugo Chavez, ele disse sincero: «Sinto muito, cometi um erro e não vai acontecer novamente». 
Feita a sondagem, 70% dos cidadãos entrevistados concordaram em perdoar o velho rei. Terá sido só pelo seu prestigio acumulado? Terá sido pela antiguidade da Monarquia por aquelas bandas? Não me parece que tenha sido só por esses (e outros) justificativos positivos. O maior parece-me que foi este: Os reis também se enganam e Juan Carlos não só admitiu o erro como pediu desculpa por ele ao seu povo.

Em Portugal há quem diga que a II república se preparava para fazer o mesmo com D. Duarte Nuno (pai do actual duque de Bragança). Terá sido precisamente neste domínio que o ditador Salazar, realmente, errou? Não! A ditadura falou mais alto e era preciso manter um nível médio baixo/fraco de democracia e como tal a Monarquia Portuguesa era sinónimo de elevação daquele índice. Hoje tenho a certeza: com D. Duarte Nuno, descendente directo de D. Miguel I, o Popular, o povo estaria sempre em primeiro lugar e à frente de qualquer regime republicano despótico. Hoje continuamos em república, um pouco melhores, é certo, em status médio/baixo ou, usando o termo definidor do Índice anual de Democracia: de ”democracia imperfeita”.
Share |

quinta-feira, 3 de maio de 2012

«Espanha e Estados Unidos, descubram as diferenças»

Descubram-nas aqui.

Quanto àqueles imbecis minoritários espanhóis (pois logo de seguida “à caçada” foi pesquisado o “mercado” e as sondagens davam a maioria com o Rei…apesar do erro) que andaram com cartazes de bota abaixo à Monarquia espanhola, para esses otários específicos eu lanço-lhes apenas a seguinte proposta:
Proposta - Ficam vocês com a nossa ré pública e vocês enviam-nos a V. Monarquia. Pode ser? Querem?
Share |

quinta-feira, 19 de abril de 2012

«Desculpem. Eu cometi um erro e não acontecerá de novo»

Julgo que o Rei de Espanha, na essência do assunto, não teve a melhor escolha. Errou.
Porém, não me recordo de um erro que lhe pudesse ser apontado em mais de 30 anos de reinado. Talvez por isso, em gesto inédito, o Rei dos Espanhóis, repito, o Rei, disse de forma apoliticamente incorrecta e objectiva «que a viagem foi um "erro" que "não se repetirá"».
Erros todos cometem, assumi-los…nem todos! 
Por isso há que ver (também), contraditoriamente, pelo reverso da medalha. 

Três artigos argumentadores: 
1.º 

2.º 

Share |

quinta-feira, 15 de março de 2012

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

O Juramento

Para escrever e vir falar comigo no final do mandato...

Adios Espanha! Lá vai ela descolar do pelotão de trás! Esqueçam nuestros hermanos! O "gigante" que Zapatero adormeceu entre 2004 e 2011, vai renascer e voltar ao status que Aznar o deixou...antes do "estranho facto" de Atocha!
"O líder do Partido Popular (PP), Mariano Rajoy, tomou posse como primeiro-ministro do governo espanhol, após juramento diante dos reis de Espanha, dos presidentes do Congresso dos Deputados e do Senado e de seu antecessor", perante a Bíblia e um crucifixo.
Eles é que são a potência cultural (Picasso, Dalí, Miró, Gaudi, Calatrava, etc, etc, etc, etc) e nós, os "modernaços" republicanos, é que esquecemos o essencial...no juramento!
Share |

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)