Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 3 de abril de 2021

Monarquia acima de tudo

Um verdadeiro Rei nunca deve impor-se como tal, por isso ser aclamado. Esta é a ancestral magnitude de algo maior do que a democracia, porquanto legitima, unifica, é transparente (pois não há cá papeis dobrados em caixinhas) e há um elo de confiança estabelecido entre o povo e o seu monarca, ou seja, o seu País personificado. É sobretudo por isso que uma Monarquia está num patamar regimental acima de uma república.

Todavia, ao mesmo nível desse antigo aspeto, um Rei deve ser um líder e para isso deve fazer por merecer esse estatuto (ex. D. Afonso I, D. João I, D. João IV, D. Miguel I) e, assim, receber o devido reconhecimento de todos e, inequivocamente, legitimar, com naturalidade e generalidade, a aludida aclamação. Entre algumas vias para se evidenciar essa qualidade, por vezes, uma simples devolução de reconhecimento a alguém, seja singularmente ou institucionalmente, é uma forma singela de atingir aquele mesmo reconhecimento e, simultaneamente, mobilizar as tropas...para usar uma linguagem militar.

Dizia Paiva Couceiro: "acima do Rei, está a Monarquia".



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sábado, 13 de fevereiro de 2021

A Iniciática Liberal está de regresso

Os liberais estão, inequivocamente, de volta a Portugal.

Depois de terem destruído a nossa Monarquia, bem como as Monarquias da Europa, sim, sem descurar das repúblicas disfarçadas hoje de Monarquias, eis que se apresentam, novamente, sem reservas, controlo ou pudor. Até mesmo os pilares do government do Vaticano conseguiram fazer tombar, embora mais tarde (meados do século XX - 1958), mas conseguiram alcançar e atingir o seu principal alvo. Objetivo cumprido.

Apesar de termos atravessado momentos menos bons com o PREC, temos de ser justos e dizer que os únicos que, em Portugal, além de D. Maria I e D. Miguel I, ousaram travar o pior de todos os males, o Liberalismo, iniciático na sua ação avassaladora pela dominadora Europa do século XVIII, e já no século XX, foi o Prof. Salazar e, também, em toda verdade, os comunistas que, dentro do possível, foram adormecendo o monstro, tal como estava entranhado por muitos partidos do espectro político.

Infelizmente estou preocupado com o vírus liberal que está assumidamente de regresso e que, temo, irá crescer às custas do definhamento da esquerda tradicional que ainda íamos tendo. Embora rural, de foices e martelos, popular, mas acima de tudo tradicional. Hoje reconheço, perante a leitura hodierna que faço do cenário político, que essa esquerda tradicional, apesar de não ser boa, não era necessariamente má face ao mal maior do dissimulado Liberalismo, que mais do que matar... corrompe espíritos e consciências.

No presente, talvez um Salazar não estivesse já tão distante de um Cunhal, mas num futuro vamos caminhar para um modelo do tipo norte americano, ou do norte da Europa, que de um lado temos conservadores e do outro perigosos liberais que querem, entre outras coisas, exterminação de fetos aos 9 meses, com o forte e sedutor dinheiro fácil para comprar almas. O PCP foi contra a eutanásia e determinante em outras causas humanistas. Esperemos que os conservadores, sejam eles de direita ou de esquerda, estejam solidamente unidos para o que por aí vem. Muitos liberais vão se reconfigurar ao próximo contexto, deixando os seus anteriores casulos de disfarce, fossem em partidos de esquerda progressista ou nas muitas sociais democracias partidárias que por aí existem, deixando de haver um conceito de esquerda e direita, mas antes mais próximo de conservadores e liberais. Deus queira que o que resta dos pilares tradicionais e conservadores consigam suster o impacto que nos cobre com a sua ameaçadora sombra. Duvido, mas quero ter esperança.



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sábado, 11 de maio de 2019

"Não são os pobres que fazem as revoluções em Portugal - são as elites"


A última revolução que foi promovida, genuína e unicamente, pelo povo, foi a da Maria Fonte, historicamente comprovada.

Muitos dizem que foi o último fôlego do Miguelismo, porquanto o Rei D. Miguel era amado pelo povo, mas não pela burguesia e outros...

Além disso, este artigo é insuspeito, porquanto foi, inclusive, estruturado no entendimento de um "Canhoto" (André - Historiador)!

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quarta-feira, 1 de maio de 2019

Miguelistas e Liberais - Guerra Civil Portuguesa | A Minha posição

Presentemente, e infelizmente, esta matéria ainda continua a ser muito dilacerante no meio monárquico.

Porém, e ao contrário de qualquer lógica de composição textual, começarei esta exposição e esclarecimento de posição pelo fim, ou seja, pela pessoa de SAR o Sr. D. Duarte Pio, Duque de Bragança e atual Chefe da Sereníssima Casa Real Portuguesa. Este assunto - Miguelistas vs Liberais - é hoje um não assunto, porquanto o Sr. D. Duarte Pio, literalmente, personifica, unifica e representa os dois ramos outrora desavindos, uma vez ser bisneto de El-Rei D. Miguel I por parte paterna e descendente, por parte materna, do ramo liberal de D. Pedro, enquanto filho de Maria Francisca de Orléans e Bragança, bisneta de D. Pedro II, último Imperador do Brasil (filho de D. Pedro de Portugal), e neta da última princesa imperial do Brasil, D. Isabel de Bragança e do príncipe imperial consorte, Gastão de Orléans, Conde d'Eu. Acresce referir que o Sr. D. Duarte Pio é ainda afilhado de batismo de SMF a Rainha D. Amélia e de SS o Papa Pio XII.

D. Miguel I, pela Graça de Deus, Rei de Portugal e dos Algarves, d'Aquém e d'Além-Mar em África, Senhor da Guiné e da Conquista, Navegação e Comércio da Etiópia, Arábia, Pérsia e Índia, etc, reinou Portugal entre 1828 e 1834, e na minha perspetiva jurídica é absolutamente transparente e claro que era ele, de facto e de direito, aquele que deveria ser Rei de Portugal e, sobretudo, os seus descendentes. De ideais católicos e tradicionalistas, os quais defendia com frontalidade, tornava-o pouco apreciado entre a burguesia, mais aberta à influência do ideário liberal, mas gozava de grande popularidade entre o povo, povo que o aclamaria vezes diversas por espontânea iniciativa. Curiosamente, a 25 de abril as Cortes de Lisboa proclamavam D. Miguel Rei absoluto e este convoca a reunião dos antigos três estados do Reino por Decreto de 6 de maio, os quais, em 23 de junho, o confirmam como Rei legítimo de Portugal.

Precisamente, por esse elo muito forte, entre o povo português e D. Miguel, cujo significado nominativo é "Quem é com Deus", que além de o cognome atribuído pelos seus seguidores – “O Tradicionalista”, sempre defendi que deveria ser ele o verdadeiro cognominado “O Popular” e não, tempos depois, o seu sobrinho neto D. Luís I.

Muita propaganda liberal conseguiu, curiosamente até hoje, transmitir a ideia, sobre D. Miguel, que este seria um Rei que traria pouco desenvolvimento a Portugal, por ser conservador e tradicionalista em demasia. Discordo. El-Rei D. Miguel I, contava também com muitos seguidores que, apesar de serem conservadores, eram abertos à cultura e às suas novas tendências, como por exemplo, e sem descurar do poderoso Ducado de Cadaval, Manuel Freitas do Amaral, um homem muito culto, visionário, moderno e refinado, responsável por um legado familiar multissecular que havia estado nos momentos cruciais da defesa do Reino de Portugal.

Além disso, D. Miguel I de Portugal tinha na Prússia (de Frederico Guilherme III) uma aliada, embora não muito assumida à data, podendo revelar-se uma pareceria de futuro que acabou por não se concretizar. A única certeza que temos é que o caminho seguido por Portugal, após o seu exílio, não acabou bem…acabou em república e perdemos, em especial, o prestígio que outrora tivemos, bastando verificar nos dias de hoje a prova. D. Miguel I era igualmente próximo ao Império Austro-húngaro, este sim o seu mais assumido aliado. Ou seja, nestes (novos e citados) aliados, Portugal teria aqueles a seu lado que, à data, eram os mais avançados cultural, tecnológica e filosoficamente. Nomes como Kant, Hegel, Bach, etc, provinham daquelas nações enunciadas…

Não querendo ser injusto com alguns liberais, mas contrariamente ao ramo pedrista, julgo que aqueles que eram leais a D. Miguel I, presentemente representados pelos seus descendentes, ainda hoje lhe continuam leais.

Por outro lado, existem monárquicos liberais…obviamente. Mas muita da ex-mancha liberal está, presentemente, convertida à república. Quero frisar, pois, salvo outra opinião, que a lealdade não foi tão sólida de um lado, como foi do outro. Isso parece-me inequívoco e importante referir.

É neste contexto, o da lealdade, que julgo oportuno referir o nome do Capitão Manuel Francisco de Resendes, que no Faial da Terra, tinha sido Tenente “(...) de milícias e comandante do forte daquele lugar (...)”, “(...) era a figura principal e o mais expressivo símbolo da fidelidade ao Rei D. Miguel” e de quem descendo. Maiores detalhes sobre as pessoas de Manuel Francisco de Resendes, José de Medeiros Resendes e, ainda, o Pe. António Francisco Resendes, reservo-me a remeter ao texto infra, extraído de livro que consta na nossa família, apenas salientando este trecho: “Foi ainda naqueles tumultuosos primeiros dias de Agosto de 1831 que se registou no Faial da Terra um lamentável incidente, provocado por soldados liberais, que maltrataram o antigo comandante da praça forte, o qual, sem haver praticado outro crime que não fosse o de afirmar o seu respeito por D. Miguel (...)”.
Chegados a este ponto, e em 1834, a verdade é que D. Miguel I, sob efetiva ameaça de uma Quádrupla Aliança, composta por quatro fortes Estados europeus (Reino Unido, França, Espanha e Portugal por via dos Liberais portugueses), em cujo avanço para uma continuada guerra traria a indesejada morte de muitos portugueses, desistiu daquilo que lhe era legítimo e foi forçado a abdicar em favor de sua sobrinha D. Maria II, através da Convenção de Évora Monte, assinada a 26 de maio do aludido ano.

Sem prejuízo do até agora escrito, contudo, e sendo acima de tudo monárquico, um pouco à semelhança do nosso herói Henrique Paiva Couceiro que colocava a Monarquia antes do próprio Rei, a verdade é que se iniciou uma nova Casa com D. Maria II e seu marido D. Fernando II de Saxe-Coburgo-Gotha.

Ora, da mesma forma que procurei supra ser o mais honesto e sem rodeios na minha posição acerca de D. Miguel I, de igual modo, e independentemente das variadíssimas e respeitáveis interpretações que possam existir sobre a transmissão do poder de “O Tradicionalista” para D. Maria II, e seus descendentes, em igual verdade devo firmar que os restantes Reis que tivemos até à implantação anti democrática, terrorista e pela força das armas da I república, em que tivemos uma mudança de paradigma, do monárquico para o republicano, reconheço a todos esses monarcas igual respeitabilidade e reconhecimento pelo que fizeram por Portugal e pelas Regiões Autónomas dos Açores e Madeira, em particular destacando El-Rei D. Carlos I e, sobretudo, como o meu potencial Rei predileto, D. Pedro V, “O Muito Amado”, homem que todos os dias me serve de referência para a minha vida quotidiana, de quem guardo na minha sala uma fotografia de porte considerável para nunca me esquecer do seu exemplo, em especial do seu humanismo, um homem ímpar que amava profundamente os portugueses. Julgo, inclusive, que, paradoxalmente, sendo de ramos diferentes, e sendo homens bastante diferentes nas suas formas de agir e pensar, D. Pedro V e D. Miguel I, têm ambos uma ambiência santificante em torno deles.

Culminando, afigura-se-me, presentemente, pacífico e ultrapassada toda essa questão que moveu liberais contra legitimistas, mesmo porque a própria pessoa do Sr. D. Duarte Pio de Bragança, herdeiro legitimíssimo de D. Afonso Henriques, não nasce por mero acaso. Por um lado creio, inequivocamente, na existência do ‘Pacto de Dover’, entre SMF El-Rei D. Manuel II (Rei de iure e facto à data) e D. Duarte II, pai do atual Duque de Bragança; Por outro lado a forte convicção da intervenção de uma mulher fulcral, SMF a Rainha D. Amélia

que, muito certamente, preferiu ver um familiar seu a suceder ao filho (nunca descurando que o ramo liberal foi mui digno, por ato de El-Rei D. Luís I, em colocar a bandeira do Reino de Portugal a meia haste aquando do falecimento do seu tio avô, D. Miguel I, no exílio), do que a pretendente Maria Pia de Saxe-Coburgo-Gotha, alegada filha ilegítima de El-Rei D. Carlos.

Em suma, e à parte de posições que possamos ter em relação a este assunto, e como diz o nosso nobre povo “águas passadas não movem moinhos”, há que nos juntarmos todos e procurando analisar o ‘modus operandi’ das atuais monarquias vigentes, a essência das mesmas e, sobretudo, juntando o nosso glorioso passado de feitos enquanto fomos Reino, desenvolver meios de restaurar a Monarquia pela democracia, como modelo aperfeiçoado, contraposto a todos os defeitos que a república "resplandecentemente" nos revela todos os dias, e formando uma nova e moderna Monarquia portuguesa sem estarmos a copiar os modelos monárquicos A, B ou C, procurando, designadamente, mais e melhor Justiça, melhor Ambiente, melhor Saúde, melhor Educação e, sobretudo, maior União entre os portugueses.

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sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Nuno Caetano Álvares Pereira de Melo

6.º duque de Cadaval, 8.º marquês de Ferreira e 9.º conde de Tentúgal, não era homem de retórica amorfa, antes era estruturado em fortes convicções, honra, compromisso e ação.

Normalmente consigo aferir as grandes personalidades, não por estarem no sítio certo à hora certa, do lado dos vencedores, mas antes por nunca abandonarem aqueles que defendiam e manterem-se firmes e leais em quem acreditavam e a quem juraram defender.

O 6.º Duque de Cadaval, tendo sido um alto aristocrata, defensor do Miguelismo, inclusive, ministro a quem cabia chefiar o Governo do Reino, em vez de ter usado da sua poderosa influência para, quiçá, habilmente, manter-se, com a família, por confortáveis terras lusas, onde resplandecia todo o poder dos Cadavais, antes optou por seguir o seu Rei para o exílio, com a família, tendo esta por lá ficado cerca de 100 anos.

Na realidade, existem gestos que ninguém, nem o próprio tempo, alguma vez apagará. Este é um deles.


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terça-feira, 25 de abril de 2017

25/4/1828

Sem grupos e facções. Advindo genuinamente do Povo.

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sexta-feira, 17 de março de 2017

Lealdade inabalável

Não querendo ser injusto com alguns liberais mas, contrariamente ao ramo pedrista, julgo que aqueles que eram leais a D. Miguel I, presentemente representados pelos seus descendentes, ainda hoje lhe continuam leais.

Existem monárquicos liberais, obviamente. Mas muita da ex-mancha liberal está presentemente convertida à república. Quero frisar, pois, que a lealdade não foi tão sólida de um lado, como foi do outro. Isso parece-me inequívoco.

Eu próprio seria hoje mais liberal que miguelista, mas tenho componentes conservadoras e tenho, além disso, uma elevadíssima consideração e respeito por D. Miguel. Porém, tenho igualmente admiração por alguns reis liberais e um dos meus prediletos é mesmo D. Pedro V.


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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

150 anos

Um homem amado, não pelas elites, mas apenas pelo povo.

Quis o bem de Portugal acima de tudo.

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segunda-feira, 25 de abril de 2016

D. Miguel I | O Povo | O 25 de Abril

O 25/4 que genuinamente emanou do povo e não de grupos de interesses, o 25/4 que realmente se afirmou, popularmente, como decisivo para Portugal e que poderia ter gerado a salvação do País do maior grupo organizado e de interesses que, no final, prevaleceu e prevalece até hoje moldando, no substrato, a orgânica do regime.

 O meu 25/4.
 
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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Excerto de "Salve, Rei!"

«(...)

Rei! No dia em que descestes do vosso trono real apagou-se a luz da glória, Cerrou-se o livro da Historia do Reino de Portugal. 

(...)»

Camilo Castelo Branco 
Dedicado a El-Rei D. Miguel I

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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Nunca esquecendo D. Miguel I

Miguel = "Quem é com Deus."

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quinta-feira, 11 de julho de 2013

A aclamação de D. Miguel I e o reconhecimento

«A 11 de Julho de 1828 D. Miguel foi aclamado Rei de Portugal. Assinalamos o acontecimento partilhando o “Diploma da Ordem militar de São Fernando concedido pelo Rei D. Fernando VII de Espanha, ao infante D. Miguel” http://digitarq.dgarq.gov.pt/details?id=4638090, pertencente à colecção “Ordens honoríficas”http://digitarq.dgarq.gov.pt/details?id=4251371 do Arquivo Nacional da Torre do Tombo.»


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quinta-feira, 13 de junho de 2013

quinta-feira, 30 de maio de 2013

D. Miguel I e D. Pedro V

«UMA VISITA SECRETA DE DOM MIGUEL I

As pessoas lidas em assuntos de História Pátria não ignoram que Dom Pedro V, condoído da situação de seu Tio, Dom Miguel I, dava-lhe uma pensão anual, a qual, conjuntamente com o subsídio que lhe enviavam os portugueses legitimistas, supria a mantença do Rei proscrito e da sua Família. Dom Miguel foi sempre muito sensível a este bom acto do seu Parente. ( ... )

Apenas Dom Miguel soube do falecimento da Rainha Dona Estefânia, escreveu a seu Sobrinho uma carta onde lhe expressava quanto o comovera o falecimento da jovem Soberana. Confidencialmente o informou de que viria a Portugal abraçá-lo e dar-lhe pessoalmente os pêsames, apesar da Lei que o banira, e dizendo que as razões do parentesco e do coração estavam acima das disposições humanas. ( ... ) 

Quanto a ele, Dom Miguel, sabia perfeitamente como havia de entrar no País, e avisou-o, com o máximo sigilo, de que, em certo dia do mês de
Outubro, do mesmo ano, estaria no convento de Mafra, como visitante, e apenas acompanhado por um seu amigo, o austríaco Frantz Weber, de Wien."

O encontro efectuou-se. Entre dois Homens que muito amaram Portugal. Unia-os, entre outras coisas, o grande prestígio de que gozavam entre o povo.»

Fonte - Aqui.
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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Klemens Wenzel von Metternich

Um homem próximo de D. Miguel I, um dos maiores estadistas da Europa e um homem que, tendo prevalecido a vontade do povo português, talvez tivesse ajudado a colocar Portugal num melhor patamar do que está hoje…
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quarta-feira, 20 de março de 2013

Em monarquia há sempre conciliação, em república nunca

«Os descendentes de D. Miguel I (o tradicionalista), irmão de D. Pedro IV (o libertador). Em 1834, no final da guerra civil, esta linhagem foi banida de Portugal e perdeu todos os direitos de cidadania, de nobreza e de pretensão ao trono. Esse banimento foi revogado em 1842 com a queda da Constituição de 1838, mas foi retomado na implantação da República, em 1910, sendo então alargado a toda a família real da Casa de Bragança.» 

In Wikipedia
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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

De hoje e de ontem

De hoje --» Anda-se a falar muito de D. Miguel I de Portugal…mais do que nunca.

De ontem --» Diz o nosso nobre povo: “Dos fracos não reza a História”.
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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Em 30 de Abril de 1824

«Dom Miguel, segundo filho de Dom João VI, lança uma proclamação em Portugal, com estas palavras: “Longa vida para o Rei! Longa vida para o catolicismo! Morte e destruição aos sacrilégios maçons livres”.»
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Solenes exéquias

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)