Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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segunda-feira, 9 de agosto de 2021

Altruísmo

Na génese de um monárquico há, em prima racio, um princípio elevado e de altruísmo: confiar o poder no Rei, numa outra pessoa, nunca o querendo para si.

Inversamente o republicano, instruído e iludido pelo republicanismo, e por princípio geral, pode almejar o poder, o poder só para si, não descurando que é uma utopia só ao alcance de alguns, nomeadamente, por via de lóbis, partidos ou ditadura. O cidadão comum nunca lá chegará. Blague objetiva.


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sexta-feira, 3 de abril de 2020

D. Afonso, o Puro de Coração

Acima da sua saúde, o Príncipe da Beira, Afonso de Bragança, que também se formou bombeiro, coloca-se, primeiramente, em nome de seu pai, o Sr. Duque de Bragança, o herdeiro dos Reis de Portugal e dos Algarves, ao serviço de todos nós, em especial dos mais carenciados, apoiando aqueles que são os nossos maiores heróis, os agentes de saúde.

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quarta-feira, 25 de março de 2020

Parabéns, ao Príncipe D. Afonso

Sim, porque no dia em que o (futuro) Rei faz anos, neste caso o Príncipe D. Afonso, é motivo de alegria e de união muito fortes, tão fortes que nos ajudam a enfrentar bastante melhor e confiantes todas as dificuldades.

No dia em que o Rei faz anos, é dia de pensar positivo e lembrar, através da nossa História que ele personifica, o quanto fomos bravos e ultrapassamos momentos muitíssimo mais difíceis do que este.

No dia em que o Rei faz anos, significa a união de todos os portugueses, independentemente de raças, credos ou estatutos. O Rei é o primeiro dos portugueses e nós iguais perante ele, que nos defende, agrega e até protege, em sentido literal, se for necessário à semelhança de D. Pedro V e muitos outros.

Alegrem-se, o Rei faz anos! Viva o Rei!

Green Windows . "No dia em que o Rei fez anos" (1974)~

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sábado, 27 de outubro de 2018

Pronto a Servir Portugal e os Portugueses

O descendente do primeiro Rei, quem elevou Portugal a País e, assim, criou o nosso Povo, a nossa História e as nossas tradições, ao lado dos seus para proteger e enfrentar uma dificuldade que assola tantos compatriotas. Arriscar a vida? Muito provavelmente. Poderia, como muitos políticos, ir confortavelmente fazer visitas aos locais atingidos depois do mal estar feito. Podia. Mas não faz.

O exemplo dá-se, não se apregoa.

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quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Disposto a enfrentar o fogo

Enquanto uns estão a tirar fotos nos seus confortáveis gabinetes ou a brincarem, por breves minutos, aos "limpa matas", outros, com o seu exemplo, preferem aliar-se aos seus concidadãos que arriscam a vida, na linha da frente, de modo a salvarem, de facto, portugueses, bens e o ecossistema.
Por pessoas como esta, vale ir à luta e procurar restaurar um Portugal melhor.

Sobre o mesmo assunto, ler aqui o texto do MCB.

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sábado, 25 de março de 2017

#PortugalTemFuturo

Felicitações ao Príncipe da Beira.


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terça-feira, 8 de março de 2016

O Último e o Primeiro Dia

O Presidente da república terminou hoje o seu mandato. Sem descurar das elevadas taxas de abstenção envolvidas nas suas duas eleições (e de outros), este acabou por ser empossado derivado à votação efectuada por (alguns) cidadãos.

Contudo, o Presidente termina o seu mandato com o tão falado índice de popularidade em baixa, segundo alguns superior mesmo à percentagem que o elegeu.

Ora, sabendo a forma como a república foi imposta, alicerçada em estritos grupos de interesses oligárquicos, processualizada por um braço armado maçónico - A Carbonária (cuja bandeira terrorista deu forma à actual bandeira da república portuguesa), não posso deixar de trazer à colação, entre muitos outros exemplos, duas imagens que expressam a relação dos portugueses com a Monarquia e com os seus representantes, concretamente da cerimónia fúnebre da Rainha D. Amélia (mesmo passados 41 anos do seu brutal exílio) e, ainda, o baptizado do actual Príncipe da Beira, D. Afonso, em Braga, nos anos noventa.

Nestes contextos expontâneos, não é difícil, para ninguém, perceber que, nesta ambiência, pouco releva o contexto dos votos, da abstenção ou da popularidade, aliás como acontece em Inglaterra, Holanda, Suécia, etc, antes sente-se, com nítida clareza, a admiração, o respeito e, sobretudo, a consideração do povo àqueles que são realmente Portugal.
 
 
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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Um Rei é isto!

Um Rei é isto, um representante é isto, um ser humano é isto.
Viva o Rei, Viva a Monarquia, Viva Portugal!

Visitem o site da Refood!

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sábado, 5 de outubro de 2013

Think tank (no 5 de Outubro)

Ser monárquico é outra forma de pensar o País. "Um só monárquico vale mais do que muitos republicanos..." Essa é uma grande verdade da nossa Aline.
Nunca vi tanta e genuína alegria como a 13 de Maio de 1995 em Lisboa, e a 1 de Junho de 1996 em Braga. Estive presente nos dois momentos (casamento do senhor Duque de Bragança e do baptizado do Príncipe Real). Estive sempre na rua, com os meus concidadãos, e era tanta a alegria que nem se admitia a monárquicos que se falasse mal da república. Naqueles momentos não era altura de criticar, eram momentos de festejar genuinamente. Como eu, muitos vieram de longe, de variadíssimas proveniências de Portugal, sem interesse, tachos ou agradar a chefes, apenas para estar ao lado do seu Rei, ou seja, de Portugal vivo e histórico!
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segunda-feira, 25 de março de 2013

17.º

Parabéns S.A.R., O Príncipe da Beira, Dom Afonso de Santa Maria de Herédia de Bragança, pelo seu 17º aniversário. Desejo-lhe saúde, sagacidade, felicidade e determinação na vida.
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domingo, 25 de março de 2012

Príncipe da Beira

Envio os meus parabéns ao nosso jovem Príncipe da Beira e futuro Rei! 
Tudo de bom para ele: saúde, conhecimento e sabedoria.
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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O nosso jovem princípe

"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto."
Anónimo (recebido via e-mail)
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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Como a Fénix

Só há pouco se pôde falar de Monarquia!
Só há pouco se começou a falar com a devida amplitude da Família Real Portuguesa!

Se pensarmos bem só a partir de meados da década de 90 é que a Família Real Portuguesa começa a expandir-se, publicamente, além das fronteiras monárquicas…das fronteiras daqueles que sabem o que se passou efectivamente há 101 anos atrás.
Em 1910 a Família Real partiu, ajudada pelos pescadores da Ericeira, para o exílio.
Entre 1910 e 1953 a Família Real esteve exilada de Portugal!
Entre 1910 e 1926 vigorou a caótica I república que expulsou, de forma anti-democrática, um regime democrático pela força das armas, assassinando, implantando o terror nas ruas de Lisboa e arredores. Foi ela que expulsou a Família Real Portuguesa que há mais de sete séculos servia muito bem Portugal.
Entre 1926 e 1974 (48 anos) surge a II república, a do Estado Novo. Conhecemos uma das mais longas ditaduras da Europa. Nesta fase alguém teria o topete (incluindo monárquicos sabedores) de vir falar em Monarquia democrática? Obviamente que não!
Ou seja, entre 1910 e 1974 (64 anos), foi objectivamente impossível discutir, com afinco e com a acalmia necessária, um novo regime…uma nova, moderna e progressista Monarquia Constitucional para Portugal.
Nos anos seguintes a 74 foi possível obter essa acalmia? Não, não foi! PREC, endividamentos (1977 e 1983), etc, continuam a não gerar condições.
Em 1985, e já após a entrada na CEE, ingressamos num período ilusório com os enormes volumes de dinheiros “oferecidos” pelos nossos novos “parceiros europeus”. Entrávamos numa nova era de (pseudo) tecnocracia mas, sobretudo, de faz de conta! Ficamos de tal modo extasiados e deleitados com este novo mundo cor-de-rosa, que esquecemos quem fomos e quem éramos. Falar de Monarquia Constitucional?! Nããããã…! “Isso são coisas do passado”, dizia-se por ai! Entretanto os países mais desenvolvidos do mundo, Monarquias Constitucionais, foram pensando no seu caminho…sempre estruturados no seu passado. Mais progressistas, rápido perceberam que o “Euro”, o mesmo que hoje está fortemente questionado pelos nossos medíocres líderes republicanos da Europa, não era para eles. Hoje, neste forte crise de paradigma, falam-se dessas Monarquias? Não, não se falam (omissão em sentido positivo). Noruega, Suécia, Dinamarca, Inglaterra, etc. Estes, grosso modo, na plenitude da democracia, usaram e abusaram, como meio de progresso, do Referendo. Referendaram sempre tudo neste domínio (ou pelo menos o essencial) perante o povo. Para eles a História, a nacionalidade, a autodeterminação, a Soberania de Estado são coisas importantes demais para o povo nada dizer…!

Posto isto, a Família Real Portuguesa só começa efectivamente a renascer, como a Fénix, e sejamos honestos, com o casamento de SAR o Senhor Duque de Bragança em 1995. Quem foi naquele dia para o Mosteiro dos Jerónimos, às suas custas, de várias proveniências do País, é que sabe a alegria que sentiu. Mas sentiram, também certamente, algo novo, algo diferente no ar, algo que anunciava novos tempos para a Monarquia Constitucional. Cerca de um ano depois, em Braga, no baptizado do Príncipe D. Afonso de Bragança, as multidões reuniram-se de igual modo e o processo continuou e nunca mais parou. Em 2009 o fenómeno das bandeiras, sobretudo tendo como autores jovens cidadãos que acharam que se devia começar a dar azo ao assunto (Monarquia), revelou-se como um passo maior na relevância de Portugal em adoptar um regime Monárquico.
Se verificaram em termos mediáticos, a comunicação social tem vindo, e muito bem, desde 2010, a aumentar a sua incidência sobre o 5 de Outubro visto pelos monárquicos portugueses, ou seja, como o dia da Fundação e não de um mero dia em que se implantou um regime obtuso, de forma anti-democrática, castrador e que levou portugueses a matarem portugueses!
Assim se conclui que, factualmente, vivemos numa fase (só agora) verdadeiramente inicial e, assim, incentivadora para todos nós para a discussão do regime. Só agora podemos estar à beira da solução de futuro e, com alegria, regenerar Portugal por intermédio da coroação de um Rei após D. Manuel II. Com os actuais meios electrónicos, a instauração de um regime realmente progressista, como é uma nova Monarquia Constitucional, começa a ganhar, a cada dia, dimensão e, essencialmente, a ganhar posição como alternativa.
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sexta-feira, 13 de maio de 2011

O legado...

Com larga probabilidade será, o nosso Príncipe da Beira, Afonso VII, Rei de Portugal e dos Algarves, D'Aquém e D'Além Mar Atlântico, se herdar, de seu distinto pai, o mais nobre e mais importante para o seu exercício público: a sua simplicidade, a sua humildade, o seu amor a Portugal e ao povo português, a sua dignidade, o seu desprendimento material e a sua entrega incansável às causas portuguesas.
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sexta-feira, 25 de março de 2011

Ao nosso Príncipe da Beira!

Ao 12.º Príncipe da Beira e 16.º Duque de Barcelos, futuro Rei de Portugal e dos Algarves, desejo um feliz dia de aniversário, felicidade, prosperidade e parabéns!

Quero também aproveitar a ocasião, usando para o efeito a minha qualidade de cidadão, para lhe agradecer o extraordinário esforço que, enquanto jovem moço, com apenas 15 anos de idade, faz por permanecer em Inglaterra para se preparar convenientemente para servir Portugal e o seu povo (que somos todos nós). Uma missão digna de um homem mas executada por um jovem rapaz, que é a de estar longe de seus pais, longe de sua família e, sobretudo, longe do seu País...tudo em prol de uma missão superior. Eu vivi, embora com mais idade, em território nacional e com desígnio, felizmente, inferior, uma experiência similar. Por isso, sei dar o valor a esta inigualável empresa.
Este já é, efectivamente, o seu primeiro contributo, entre muitos futuros, para que o nosso estimado País venha a tornar-se melhor e mais positivo!
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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Ao Príncipe: dedicatória em registo 80's...

...pelo (intrépido) editor, em dia que a batalha "Naval" lhe saiu favorável...
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)