Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Para não dizerem que sou faccioso…

Para mim D. Pedro IV foi o rei mais próximo de um PR.
O General Ramalho Eanes foi o (único) PR mais próximo de um Rei!
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O nosso jovem princípe

"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto."
Anónimo (recebido via e-mail)
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Um feliz dia de aniverário...

...ao infante D. Dinis!
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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

L'Arnacoeur

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A nossa fortuna está mais próxima...!

Parabéns à Santa Casa!
JOGUEM!
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As obreiras e a Rainha!

O problema de Portugal é que as “obreiras” trabalham cegamente com aquilo que lhes dão (ou com aquilo que lhes vendem), sem nunca questionarem a origem, os antecedentes e as finalidades nunca percebendo que não estão a “trabalhar” para a origem certa: “a Rainha”!
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Na Sábado desta última semana...

Li, e aconselho a todos ler, a revista Sábado desta última semana com o seguinte título: 
"Como a Maçonaria Conquistou o Poder em Portugal?". 
Depois de uma demonstração jornalística destas, há mais alguma dúvida sobre o estado a que chegamos?
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A reforma...estrutural!

A "lendária", decana e apregoada reforma estrutural que carece de ser feita em Portugal, muito antes desta crise, só pode ser realmente alcançada com uma mudança do actual regime...não tenham disso a menor dúvida.
Apenas no regime que nos soube criar, defender e gerir durante 767 anos é que podemos ter alguma chance de deixarmos a mediocridade e regressarmos ao progresso.
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Brasil: O actual juramento da Bandeira Imperial...

"Jornalista que se declara monarquista e jura amor à bandeira do Império de D. Pedro II."
Prezo a frontalidade do jornalista e entristece-me os risos da mediocridade e da ignorância da mulher ao seu lado...
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"A Monarquia é um investimento!"

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Comentário espirituoso do dia...

Relembro que no passado Domingo: invocou-se o Cristo Rei...e não o "Cristo Presidente"!
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Retrato do Rei D. Sebastião

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‎"O início do fim da república"

Autoria: Projecto Democracia Real.
Bem recriado! De uma forma muitíssimo mais simples do que alguns possam pensar, seria aproximadamente assim:
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‎"A Hora da Aclamação"

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D. Manuel II - O dia da Aclamação

Não foi há muito tempo... 
El-Rey fazia aniversário de nascimento no passado dia 15.
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Os Bragança pelo ramo de El-Rei D. Miguel I

De referir, para os que não saibam, que o actual herdeiro ao Trono Português é bisneto do Rei D. Miguel pela via paterna e quadrineto do Rei D. Pedro IV pelo via materna.
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The Charlatans . "Opportunity" (1990)

Juro que não é uma piada política...

Quando ouço este álbum... confesso que fraquejo.

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‎"Moulin Rouge Elephant Love Medly" (2001)

Directed by Baz Luhrmann!
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‎??? . "Gloria in Excelsis Deo" (????)

Também gostei desta...que estava ao lado da anterior. Desconhecia.
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Antonio Vivaldi . "Gloria in Excelsis Deo" (1723?)

Com isto qualquer um fica bem disposto! Bom Domingo!
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Wolfgang Amadeus Mozart . "Symphony No. 25 in G minor" (1781)

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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Carnage

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Via Causa Real

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Encaixa-nos que nem uma luva…

"O que a História nos ensina é que a História não nos ensina nada."

Bernard Shaw, dramaturgo e ensaísta irlandês (1856-1950)
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Mais um…!

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Short note...

"Um presidente é um rei encolhido, reina cinco ou dez anos sem se dar por isso."

Oscar Wilde.
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Short note...

“A Recordação da felicidade já não é felicidade; A recordação da dor ainda é dor.”

Lord Byron (1788-1824)
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Não tenham a menor dúvida

Nada mais aconteceu em 5-10-1910 do que a passagem do princípio consuetudinário, de uma forma radicalmente acentuada, da representação de Estado para a sociedade civil. Muita da injecção de inveja incrustada na revolução republicana, em absoluto erro (aquele que hoje é claro em face daquelas monarquias que se mantiveram assim e com tal evoluíram), nada mais conseguiu que chamar para a rua a característica que era inerente e singularmente operativa à Instituição Monárquica.
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Monarquia Constitucional, Azul e Branco, D. Carlos, Gil Mont'Alverne de Sequeira, Autonomia…!

O grupo de trabalho, constituído pelo Governo da república e liderado por João Duque, que estuda o destino a dar à RTP, enquanto prestadora de serviço público, concluiu que as estações de televisão regionais, Açores e Madeira, “já prestaram o seu serviço à autonomia”. Quase como se um grupo partidarizado dissesse: “fim de ciclo para a Autonomia!”. Este é o reflexo, puro e duro, daquilo que o centralismo do actual regime republicano nunca soube ver: que a Autonomia é um sinal de engrandecimento de quem a reconhece. A república nunca soube reconhecê-la na sua mais vasta amplitude! Em certa medida é consonante, pois não foi o republicanismo que a criou. Foi D. Carlos I de Bragança Sabóia Bourbon Saxe-Coburgo-Gotha, Rei de Portugal e dos Algarves D’Aquém e D’Além Mar em África. É sempre demonstrativo ver “conclusões” de pessoas que não sabem o que é viver em ilhas. Conclusões político-económicas em detrimento de soluções técnicas em prol de uma revisão, com pés e cabeça, para estes serviços regionais. Estudem, leiam …há soluções rentáveis e dinâmicas. Televisão por segmentos patrocinados por empresas locais é um exemplo já praticado na Holanda. Muitos outros existirão. Alguém ouviu falar nisso? Não! Ficam-se sempre pelo mais simples: cortar! O republicanismo, sobretudo a II república, nunca soube o que é estar partido em 9 pedaços (no caso dos Açores) espalhados pelo Atlântico. A república anda objectivamente a dissipar-nos enquanto País! Em 101 anos estamos, mais a cada dia, uns contra os outros e a definhar como Nação. No Reino de Espanha as autonomias insulares são incomparavelmente mais robustecidas que às nossas, pois trata-se de uma Monarquia que as inspiram.
A razão porque crescemos em Monarquia e morremos em república é que na primeira sempre souberam que a grandiosidade de dar liberdade, dividir e distribuir tarefas só engrandece quem tomou essa iniciativa e confiou. Por isso é que os Reis de Portugal e dos Algarve eram grandes e respeitados por todos os portugueses, do Minho aos Algarves, do Corvo a Santa Maria, da Madeira ao Porto Santo, de Cabo Verde à Guiné, do Brasil às Índias, de Timor a Macau!
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Em estilo "corrector"

À semelhança da maioria das Monarquias Constitucionais, os países mais desenvolvidos do mundo (entenda-se em Desenvolvimento Humano – o índice que mais interessa), e colocando em especial destaque a vizinha monarquia espanhola, francamente acho que se devia aproveitar o actual turbilhão que passamos (e que ainda vamos continuar a passar), para começar a corrigir erros do passado, designadamente repor o verdadeiro nome da primeira ponte sobre o Tejo, ou seja, para Ponte Salazar e repor todas as estátuas que possam ter sido derrubadas do ditador, após o golpe do 25 Abril. Porquê estas reposições em sentido de correcção? Para que esses monumentos, aos nossos olhos, e aos olhos da História, sirvam sempre para nos lembrar quanto custa a Liberdade e a Democracia!
Deve acabar essa mania republicana paleolítica, instituída no pós 5-10-1910, de apagar, de eliminar, de encobrir, de fazer tábua do passado…seja ele qual for. Melhor ou pior…somos nós e é com ele que aprendemos para o futuro!

Post Scriptum: Desde criança que a chamo de Ponte Salazar!
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A fonte que matou a sede

«Aqui será teu nome docemente
Oh Veiga ilustre sempre repetido
Em quanto este povo agradecido
Nestas águas matar a sede ardente»

Esta frase está aposta na fonte pública da Fajã de Baixo, monumento inaugurado em 1816. 
Nos finais do século XVIII, num período de enorme escassez de água potável, o povo da Fajã de Baixo passava por grandes necessidades relativamente àquele bem essencial: a água.
Não tendo outra alternativa e dada a gravidade da situação o Morgado da altura, Agostinho Cymbron, dirigiu à Rainha D. Maria I o apelo daquela população em vincadas necessidades, expondo a situação por intermédio de uma petição.

Uma vez recepcionado o instrumento usado por Agostinho Cymbron, e perante os factos, S.M. a Rainha D. Maria I, focada em ajudar aquela pequena parcela do seu povo, embora distante, desde logo, a 13 de Janeiro do ano seguinte à recepção da aludida petição, veio oficialmente reconhecer, por provisão, que o povo da freguesia de Nossa Senhora dos Anjos vivia «na maior consternação pela falta de água (…), usando das encharcada das chuvas (…) com evidente ruína da sua saúde».

Assim, pelo serviço público prestado pela Rainha ao seu povo em carência…aquela gente pôde dizer até hoje inscrito na pedra:

«Em quanto este povo agradecido
Nestas águas matar a sede ardente».

Fonte - “A Partilha - Boletim de Informação, Cultura e Desenvolvimento Local”, N.º 61, Ano VI, Outubro de 2011.
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Lido na página 44 do Ípsilon de 11-11-011:

«Um calvário

-Uma grande ignorância arvorada em arrogância intelectual-

“ ‘O Último Segredo’ não é melhor que Dan Brown. É pior.”

Cito José Rodrigues dos Santos, na nota final de “O Último Segredo”: “Mais chocante do que algumas revelações feitas neste romance é o facto de nada do que ele contém ser realmente novo. Nada.”
Esta será talvez a afirmação mais verdadeira deste livro. Quem quisesse, já poderia ter lido sobre a clonagem de Cristo em “Cristo Clonado”, de J.R. Lankford; sobre as alegadas falsificações da Bíblia em “O Código Da Vinci”, de Dan Brown; ou sobre as ditas deturpações do texto bíblico em “Os Monges Que Traíram Jesus”, de Bart D. Ehrman.
“O Último Segredo” exige ao leitor, antes de mais, um grande sacrifício. E não por causa do que no livro se sugere ou conta. Mas pela catadupa de informação reproduzida a esmo.
Estamos perante um monólogo infindável do historiador Tomás de Noronha, apenas interrompido por perguntas retóricas da sua principal interlocutora, a policia italiana Valentina Ferro, e pelas curtas cenas de crimes.
Conseguir chegar ao fim é uma penitência. Um calvário sem ressurreição possível. Onde os poucos sobressaltos literários são deste teor: “O final de manhã revelava-se realmente aprazível, com o sol a banhar a vasta rua de peões e o chilrear melodiosos dos pássaros e embalar os transeuntes.”» Enfim…uma chilreada natalícia, para ganhar uns cobres!

Excelente peça no Público do meu “parente marítimo”, o crítico literário António Marujo!
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O Papel das Cozinhas Económicas

Já não são apenas os “habituais” sectores sociais que estão com fome. Na Ilha Terceira, este ano, já são Famílias inteiras em dificuldades.
Cáritas e, no caso objecto da reportagem, a Cozinha Económica de Angra (e não a “economia social”) têm dado uma resposta imediata às necessidades dos mais carenciados. A Cozinha Económica de Angra, criada em 1897, no reinado de El- Rey D. Carlos, não dá esmolas mas sim apoios, conforme referiu e muito bem que o actual responsável (que não conheço).
É por isso que nos momentos de grande aflição, ainda se vê que a Cozinha Económica está perto dos mais desfavorecidos, nunca se desviando daquilo para que foi criada. Esta meritória instituição é apenas mais um exemplo daquelas que, criadas antes da república, ainda são determinantes.
Ao minuto: 2m41s
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D. Pedro V, o Esperançoso

«Sabemos que os reis são homens como os outros, que têm desejos, paixões e defeitos (...), mas devemos lembrar-nos que existe para eles uma lei moral mais severa do que para os outros, porque quanto mais elevada é a posição tanto maior é a influência do exemplo»

Texto angariado à Cristina Ribeiro.

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É medianamente fácil

Apesar das maiores crises financeiras se terem verificado em Monarquia (e nela se terem resolvido) é legitimo concluir que, da mesma forma que alguns pensaram que o regime republicano resolvia os problemas da Nação, agora a Monarquia Constitucional pode resolver a actual. A primeira tudo nos deu a ganhar. A segunda fez-nos, literalmente, perder tudo.
É medianamente fácil decidir!
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Uma representação de Estado partidarizada

Com a revolução de 1910 alguns determinaram que a partidarização da chefia de Estado resolveria os nossos problemas. Passou-se a dar uma cor, ou seja, um lado ao representante que devia ser de todos os portugueses. Confundindo os pouquíssimos pobres de espírito e de conhecimento, o Partido Republicano conseguiu que os problemas políticos da época, gerados no Parlamento e pelo Governo, fossem desembocar ficticiamente na nossa Chefia de Estado. De forma oportunista fizeram-se recorrer da força das armas para atingir mortalmente Monarquia Constitucional. Ou seja, naquela data eliminou-se o nosso último garante, o garante quase milenar do povo: o Nosso Rei! Retirou-se a última hipótese de termos um representante preparado à nascença para o cargo, apartidário, incorruptível, progressista e que pusesse Portugal e os interesses dos portugueses acima de tudo.
À luz da actual crise é fácil concluir como estamos actualmente com essa partidarização, com a república e com o republicanismo, em escassos 100 anos (cujo mesmo prazo de desenvolvimento da nossa Monarquia [D. Afonso Henriques a D. Afonso III] já nos trazia crescimento e progresso). Mais grave é ainda a constatação quando verificamos, comparativamente, onde se encontram hoje as Monarquias Constitucionais do mundo em desenvolvimento humano, níveis de democracia e progresso...!
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A pergunta

Gostava de perguntar ao Cristiano, enquanto rapaz que veio de um meio humilde e venceu à custa do seu trabalho e talento, o que ele acha dos últimos dois países em que viveu?
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O fascínio

Eu digo: tem! Se não tivesse, a república já há muito teria feito referendos sobre o assunto. Há medo de perder nas urnas, na democracia.
Então se tem fascínio...de que estamos à espera?
Que venha ela e depressa!
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Exemplos

Vejam o exemplo do Senhor Duque de Bragança e comparem com isto.
Haja respeito pelos contribuintes e, sobretudo, pela História e pelos nossos Reis que sempre nos souberam servir!
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Inesquecível...

Eu revejo-me nesta fórmula escrita pelos The Smiths, especialmente em relação àqueles que me merecem respeito e assim, com as devidas adaptações, às amizades longínquas mas verdadeiras. Eis a fórmula:

«Nothing's changed
I still love you, oh, I still love you
...Only slightly, only slightly less than I used to, my love»
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A maior das crises

Ouvi na passada sexta-feira, na Antena 1, Nuno Valério, professor de História Económica, disse algo aproximadamente a isto:
"Esta não é a pior crise que Portugal passou. A maior foi a dos finais do Séc. XIX" (quando Portugal levou com as Invasões Napoleónicas e, de um dia para o outro, perdeu o Brasil [acrescento meu]).
Mas cá estamos! E naquela fase, a pior, o regime soube resolver o problema em condições económicas muito mais extremas. Hoje, comparativamente àquela época, seria peanuts se a nossa Monarquia não tivesse sido interrompida (mais concretamente se o regicídio tivesse saído gorado aos republicanos), pelo menos é minha mais profunda convicção!
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Com ou sem salário?

Além das mordomias e do uso dos palácios que eram, por direito, dos nossos Reis, os Presidentes da república ainda recebem salário.

Com o meu Chefe de Estado não havia salários e só havia a restituição daquilo que lhe era legitimamente devido, i.e. aquilo que a república tirou aos Reis de Portugal e dos Algarves.
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Benjamin Guggenheim

Abomino, no geral, este filme!
Mas identifico-me com aquela parte em que Benjamin Guggenheim, sabendo qual será o seu provável destino, diz ao encarregado que lhe quer entregar um colete de salvação: 

"We are dressed in our best, and are prepared to go down as gentlemen."

Nota - Tema de fundo: O Danúbio Azul.

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"Unleash Your Fingers"

"A l'occasion du lancement du Galaxy SII en France, Samsung est allé chercher JayFunk à Los Angeles pour une chorégraphie de Finger Tutting surprenante."
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Duran Duran . "Girl Panic" (2011)

Brand new! 
MUITO BOM...grande regresso!

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Devendra Banhart . "Santa Maria da Feira" (2005)

Do grande Devendra e do seu melhor álbum!
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Aloe Blacc & The Grand Scheme . "Billie Jean" (2010)

Esta vai para o Michael, o Rei da Pop!
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Hanni El Khatib . " Dead Wrong" (2010)

Música das "arábias" cosmopolitas e civilizadas...!
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Maria Gadu . "A história de Lily Braun" (2009)

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Curtis Mayfield . "Move On Up" (1970)

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Bent . "Gardening Time" (2001)

Apesar do mau tempo, no Sábado lá vou eu...
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Air

Breathing some special Air tonight!

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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

The Ides Of March

Sinopse - "Um político idealista decide candidatar-se às Eleições Presidenciais dos Estados Unidos da América, recebendo para esse efeito um curso intensivo sobre as artimanhas políticas mais sombrias e desonestas que deverá utilizar durante a campanha eleitoral."
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Como a Fénix

Só há pouco se pôde falar de Monarquia!
Só há pouco se começou a falar com a devida amplitude da Família Real Portuguesa!

Se pensarmos bem só a partir de meados da década de 90 é que a Família Real Portuguesa começa a expandir-se, publicamente, além das fronteiras monárquicas…das fronteiras daqueles que sabem o que se passou efectivamente há 101 anos atrás.
Em 1910 a Família Real partiu, ajudada pelos pescadores da Ericeira, para o exílio.
Entre 1910 e 1953 a Família Real esteve exilada de Portugal!
Entre 1910 e 1926 vigorou a caótica I república que expulsou, de forma anti-democrática, um regime democrático pela força das armas, assassinando, implantando o terror nas ruas de Lisboa e arredores. Foi ela que expulsou a Família Real Portuguesa que há mais de sete séculos servia muito bem Portugal.
Entre 1926 e 1974 (48 anos) surge a II república, a do Estado Novo. Conhecemos uma das mais longas ditaduras da Europa. Nesta fase alguém teria o topete (incluindo monárquicos sabedores) de vir falar em Monarquia democrática? Obviamente que não!
Ou seja, entre 1910 e 1974 (64 anos), foi objectivamente impossível discutir, com afinco e com a acalmia necessária, um novo regime…uma nova, moderna e progressista Monarquia Constitucional para Portugal.
Nos anos seguintes a 74 foi possível obter essa acalmia? Não, não foi! PREC, endividamentos (1977 e 1983), etc, continuam a não gerar condições.
Em 1985, e já após a entrada na CEE, ingressamos num período ilusório com os enormes volumes de dinheiros “oferecidos” pelos nossos novos “parceiros europeus”. Entrávamos numa nova era de (pseudo) tecnocracia mas, sobretudo, de faz de conta! Ficamos de tal modo extasiados e deleitados com este novo mundo cor-de-rosa, que esquecemos quem fomos e quem éramos. Falar de Monarquia Constitucional?! Nããããã…! “Isso são coisas do passado”, dizia-se por ai! Entretanto os países mais desenvolvidos do mundo, Monarquias Constitucionais, foram pensando no seu caminho…sempre estruturados no seu passado. Mais progressistas, rápido perceberam que o “Euro”, o mesmo que hoje está fortemente questionado pelos nossos medíocres líderes republicanos da Europa, não era para eles. Hoje, neste forte crise de paradigma, falam-se dessas Monarquias? Não, não se falam (omissão em sentido positivo). Noruega, Suécia, Dinamarca, Inglaterra, etc. Estes, grosso modo, na plenitude da democracia, usaram e abusaram, como meio de progresso, do Referendo. Referendaram sempre tudo neste domínio (ou pelo menos o essencial) perante o povo. Para eles a História, a nacionalidade, a autodeterminação, a Soberania de Estado são coisas importantes demais para o povo nada dizer…!

Posto isto, a Família Real Portuguesa só começa efectivamente a renascer, como a Fénix, e sejamos honestos, com o casamento de SAR o Senhor Duque de Bragança em 1995. Quem foi naquele dia para o Mosteiro dos Jerónimos, às suas custas, de várias proveniências do País, é que sabe a alegria que sentiu. Mas sentiram, também certamente, algo novo, algo diferente no ar, algo que anunciava novos tempos para a Monarquia Constitucional. Cerca de um ano depois, em Braga, no baptizado do Príncipe D. Afonso de Bragança, as multidões reuniram-se de igual modo e o processo continuou e nunca mais parou. Em 2009 o fenómeno das bandeiras, sobretudo tendo como autores jovens cidadãos que acharam que se devia começar a dar azo ao assunto (Monarquia), revelou-se como um passo maior na relevância de Portugal em adoptar um regime Monárquico.
Se verificaram em termos mediáticos, a comunicação social tem vindo, e muito bem, desde 2010, a aumentar a sua incidência sobre o 5 de Outubro visto pelos monárquicos portugueses, ou seja, como o dia da Fundação e não de um mero dia em que se implantou um regime obtuso, de forma anti-democrática, castrador e que levou portugueses a matarem portugueses!
Assim se conclui que, factualmente, vivemos numa fase (só agora) verdadeiramente inicial e, assim, incentivadora para todos nós para a discussão do regime. Só agora podemos estar à beira da solução de futuro e, com alegria, regenerar Portugal por intermédio da coroação de um Rei após D. Manuel II. Com os actuais meios electrónicos, a instauração de um regime realmente progressista, como é uma nova Monarquia Constitucional, começa a ganhar, a cada dia, dimensão e, essencialmente, a ganhar posição como alternativa.
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A solução comunitária de Portugal

Se isto viesse a acontecer (pois a porta-voz de Merkel veio desmentir hoje), era por aqui que devíamos ir (e se calhar, por referendo, já devíamos ter ido há muito):

«Crise. Na sua mensagem de 1.º de Dezembro, D. Duarte lançou a ideia de uma Confederação de Estados Lusófonos, para servir de rede ao falhanço do projecto europeu. Ao DN, advoga que o Brasil pode vir a desempenhar na CPLP o papel que, hoje, a da Alemanha tem na EU»

SAR o Senhor Duque de Bragança, há cerca de um ano.
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A 2.ª figura do regime republicano...

Nesta república "cimentada" no voto universal, alguém me explique qual é a diferença entre 'empossar' um Rei (ou Rainha) Constitucional e um Presidente da Assembleia da república, a actual 2.ª figura do Estado?

Nota: Só neste aspecto de haver 1.ª, 2.ª, 3.ª figuras de Estado e por aí adiante, revela a desunião e os sistemas de "capelas" que temos.
O Rei reina e o Primeiro-ministro governa. Basta e é suficiente!
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Os não votados!

Os Tribunais (e consequentemente a Justiça) não são, por princípio, as maiores expressões de Democracia num Estado? São sim! Contudo, não foram eleitos!
A Família não é o maior conforto e a maior riqueza que temos? É sim! Contudo, não foi eleita!
A Monarquia Constitucional navega por estes "(pata)mares"...!
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Negociatas...

A palavra-chave da república portuguesa nos próximos tempos deve ser: negociar, negociar e negociar!
Contudo se me vierem com aquelas velhas balelas de que os portugueses são exímios negociadores e peritos em desenrascarem-se, respondo dizendo: É mentira!
Nos últimos 37 anos essas “verdades”, por mais poucas que ainda fossem, deixaram de existir de vez. Agora são tempos meramente “orçamentais” e de comodismo a quase todos os níveis (exceptuando talvez o futebol).

A grande realidade neste contexto é que as nossas referências de hoje assentam basicamente em 3 “pilares” e referências:
- Na negociação --» Xico espertismo de mercearia;
- Na seriedade --» Salazarista (não obstante o estadista o ter sido de facto. Contudo, ainda hoje é a única referencia que temos… Não é por acaso que nos “Grandes Portugueses” tivesse sido ele a ganhar!
- Na Economia --» Dar, dar e dar o peixe…ensinar a pescar é que é “mais difícil”! É, em lato sentido, a chamada “economia social”!

A crua realidade daquilo que se fala no 2.º parágrafo é que aquelas verdades vêm, indiscutivelmente, da nossa fase em Monarquia, quando os espíritos orientadores eram movidos por um elo comum (o Rei Português) e por uma mentalidade aberta, mais concretamente, em minha opinião, na I e II Dinastias. Um espírito mais incentivado e cultivado nos Descobrimentos de outrora e não nos “encobrimentos” hodiernos.
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"O Regresso do Rei"

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Rainha Margarida II da Dinamarca

Gostava de ver na progressista república portuguesa, o respectivo representante de Estado, de entre senhores importantes como, por exemplo, Mário Soares, Jorge Sampaio ou Cavaco Silva, fazerem o mesmo.

Nota - A Rainha Margarida II da Dinamarca é muito conhecida pela sua paixão dedicada ao Teatro. Ela é a guardiã mais destacada na Dinamarca desta arte e, normalmente, encontra-se ligada à interpretação. A dada altura foi notícia uma peça em que entrou, em que lhe foi entregue o papel da personagem de uma pedinte.
É impressionante a obra artística da Monarca, não sendo uma mera agente contemplativa, mas antes assumindo-se, com coragem (e um verdadeiro artista sabe do que falo aqui), como uma agente activa!
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'Inglesices'…

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A minha escolha!

Se alguém me pergunta se quero uma Monarquia Constitucional, respondo desde logo: Como é óbvio! Mas alguma vez eu ia querer o pior para Portugal?!
Como é óbvio eu quero soluções de futuro, num regime realmente progressista que me faça aproximar, em médio ou longo prazo, do sistema mais generalizado do top 10 de desenvolvimento humano!
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Responsabilização

Uma vez mais bradando, com consciência e sem medo, aquilo que os portugueses pensam.
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Onde, onde?!

Nestas Monarquias!
Ok Jak!
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A sustentação

A sustentação da república deve-se objectiva e essencialmente a dois homens:
a) Ao terrorista e assassino Manuel Buíça (não tanto pela forma cobarde que mata à distância e pelas costas El-Rey, mas sim por ter conseguido, já após os tumultos do primeiro disparo, matar o Príncipe Real D. Luís Filipe enquanto este tentava defender a sua Família de Alfredo da Costa); e
b) Ao Prof. António de Oliveira Salazar.

Todos aqueles que se sentirem republicanos convictos agradeçam, especial e convictamente, a estes dois homens! Todos os outros foram, até há pouco tempo, anódinos nesta manutenção!
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Há males que vêm para bem…

O outro dia dizia-me um estimado amigo (não monárquico), algo assim:
“É com pena que verifico que esta crise tenha aberto caminho, e assim dado azo, ao crescimento do número pessoas que apregoam o regresso da Monarquia.”

Eu entendo a observação, mas prefiro ver a presente situação de um prisma diferente:
Não há que ter pena, há que ter é alegria! Ainda bem que (apenas) agora, finalmente na democracia possível, os portugueses começam a: Ter possibilidade de pensar sobre o regime; Cruzar informação; Colocar em contraste o que foi Portugal entre 1143 e 1910 e o que foi a república; Constatar o que são as repúblicas hoje e o desenvolvimento humano nas Monarquias. Trata-se, em suma e no meu modesto entendimento, de um aspecto simples: lógico!
Nestes termos: É natural que os adeptos da reposição de uma Monarquia Constitucional cresçam e crescerão de tal modo até corrigirmos o erro de 5-10-1910 e restabelecermos, alegre e democraticamente, o melhor regime para todos nós. Com ele Portugal será diferente, será (novamente) melhor!
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Índice de Desenvolvimento Humano 2011

Publicado o Relatório de Índice de Desenvolvimento Humano 2011, e suas respectivas tabelas de indicadores, tirei umas curtas notas:

1.ª) No top 10 passaram de 6 (2009) para 7 (2010) as Monarquias Constitucionais nos Índices de Desenvolvimento Muito Elevado. Em 2011, invertendo-se algumas posições, mantiveram-se as mesmas 7 no top 10, concretamente: Noruega, Austrália, Nova Zelândia, Países Baixos, Canadá, Liechtenstein, Suécia;

2.ª) Este ano, como em 2010, o top 3 é totalmente ocupado por Monarquias Constitucionais;

3.ª) Pelo menos nos últimos 3 anos consecutivos, o Reino da Noruega é o país com o índice de desenvolvimento humano mais elevado;

4.ª) Os Países Baixos ("Holanda") subiram do 7.º (em 2010) ao 3.º lugar este ano;

5.ª) Entraram (em 2010) no top 10, em relação a 2009, duas novas Monarquias Constitucionais: Nova Zelândia e Liechtenstein. Em 2011 mantiveram-se e muito bem;

6.ª) A Dinamarca passou de 19.º lugar em 2010 para 16.º este ano.

7.ª) A Bélgica manteve o posicionamento de 2010 este ano: 18.º lugar;

8.ª) O Japão que estava posicionado em 10.º lugar em 2009, passou a 11.º em 2010 e a 12.º a 2011;

9.ª) A república portuguesa que era 34.º em 2009, passou a 40.º em 2010 e a 41.º em 2011.

FonteONU

Nota final: Quando explico que a república está mesmo a afundar-nos…não é em sentido figurado!
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Short note...

Ando cada vez mais próximo da fórmula do "Integralismo Lusitano"!
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Ficam as questões*

No actual e grave cenário em que Portugal vive, fazia muito sentido, até no estrito âmbito da nomenclatura, recuperar os partidos (monárquicos) Regenerador e Progressista…de modo a trilhar caminho para um sistema Parlamentarista em razão da natureza dos mesmos? Regenerar e progredir, não fará mais sentido hoje que “estado social” e “socialismo”?

*Obviamente que as questões são colocadas partindo do princípio que aqueles ter-se-iam refeito com o Passado, deixado as “manhas” do (hoje equivalente) bloco central.
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O Futuro

Perguntado sobre qual seria o futuro de Portugal no contexto da actual crise, o Professor José Hermano Saraiva respondeu, após uma curta reflexão, de forma convicta e patrioticamente afirmativa:
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O Relógio de Ouro

«Uma vez, enquanto advogado de defesa, tive de defender uma gestora de um estabelecimento comercial de uma acusação, bem estruturada, de desvio de dinheiros.
Estudei bem o caso e ganhei.
A senhora pagou-me os honorários que devia.
No dia seguinte a mesma senhora aparece no meu escritório para me oferecer um relógio de ouro.
Perguntei então à senhora: Já pagou o que devia pelo processo, porquê o relógio de ouro?
Respondeu a senhora: “O que lhe paguei foi devido por ter convencido o Juiz. O relógio é por ter-me convencido a mim”.»

Prof. José Hermano Saraiva
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Monarquias ininterruptamente à frente!


«Noruega, Austrália e Holanda (todos eles Monarquias) ocupam os primeiros lugares na lista de países com maiores progressos na saúde, educação e rendimento, revela o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 2011, que coloca República Democrática Congo, Níger e Burundi (ambos repúblicas) nas últimas posições.
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O nosso Povo

É o povo, eu sei. Não são os netos das elites da "implantação", também sei.
É o povo simplesmente, o povo que não esquece Portugal, que não esquece quem melhor nos defendeu e serviu...e eu estou com esta gente!
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Bent . "Your Smile In My Eyes" (2001)

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Arvo Pärt . "Für Alina" (1995)

Smoke, Part 1/3: choreographed by Mats Ek. 
Performed in 1995 by Sylvie Guillem and Niklas Ek.
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Rhythmagic Orchestra . "African Mailman" (2011)

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Neon Indian . "Polish Girl" (2011)

Via Alf!
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Copacabana Club . "Mrs Melody" (2010)

Via Alf!
Generalizando: Se uma mulher escolhesse e trocasse de roupa com esta velocidade...nós víamos muito do nosso stress desaparecer!
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Teresa . "Lisboa à Noite" (1999)

Taken from "Eighteenth Street Lounge Soundtracks - Jet Society"
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Bent . "I Remember Johnny" (2000)

Always remembering...!
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Cole Porter . "You're The Top" (1934)

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Benoit & Sergio . "Principles" (2011)

Via Alf.! Este é do bom!
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Maceo Plex [Crosstown Rebels] (by dj Richy Ahmed1) . "Stop Your Hate" (2011)

Via Alf.!
"Culprit 2011 LA"!
Decorre no cimo de um arranha-céus! Reparem na "índia"...! ;-) 
Ideal para descontrair da semana...
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terça-feira, 8 de novembro de 2011

12.000

Obrigado!
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Comentário espirituoso do dia...

Ouvido na passada sexta...

Até na medicina dentária é mais rentável: "Os implantes são mais caros que as coroas!"
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“O Último Segredo”?!

Ó Zé…espero que seja mesmo o último, pá!
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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Restless

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Portugal – Um dos poucos países ainda mal resolvidos no mundo…


Portugal é um País mal resolvido, já vai para 102 anos!
Poucos países se podem orgulhar mais do que nós, da nossa História, dos nossos líderes…os Reis de Portugal e dos Algarves. 
Porém, há cerca de 101 anos, fomos alvo de uma imposição regimental brutal, que derivou num caos social, económico e político. Estava instalada a I república. Criou-se pois, obrigatoriamente, a necessidade de se restabelecer a ordem. Esse restabelecimento configurou-se numa II república, a do Estado Novo. Consequências? 48 anos de Ditadura, falta de liberdade de expressão e Guerras Ultramarinas! Depois surge o PREC, novamente em república, a terceira, e a tentativa de levar para uma nova ditadura…agora no posicionamento oposto: de base esquerdina. Inseridos em mais desordem, necessário foi restabelecer (novamente) a ordem com um contra-golpe. Em suma: passados 65 anos da queda anti-democrática da nossa Monarquia Constitucional, apenas se voltou a ter liberdade no dia 25 de Novembro de 1975…devido a homens como Jaime Neves, Ramalho Eanes e o “Grupo dos 9”, encabeçado por Melo Antunes.
Nos últimos 37 anos, e para não entrar pelo caminho do vasto rol de corrupção, fico-me apenas, simpaticamente, pelo desgoverno da república portuguesa que resultaram em 3 pedidos de empréstimo (1977, 1983 e 2011) ao FMI em conjugação com outras instituições credoras.
Em suma, nunca tivemos tempo para pensar o actual figurino que nos afunda, dia a dia. Não houve oportunidade de contrastar o nosso próspero passado fundacional de 767 anos com os últimos 101 anos de factual fracasso. Mais grave se torna se verificarmos que os países mais desenvolvidos em Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) são Monarquias Constitucionais e destas, à excepção da Espanha (embora ainda governada por alguém 100 vezes pior que os nossos “engenheiros”), nem sequer se fala de tombarem…antes pelo contrário.
Pelo exposto, temos, realmente, um acerto de contas a fazer com o passado…no presente. Temos, como uma família desavinda há muitos anos, com erros e segredos guardados com rancor no seu interior, reunirmo-nos e discutir o que queremos para o nosso País, discutir que caminho dar ao futuro Portugal dos nossos filhos. Se queremos continuar neste formato obtuso, limitado e partidarizado que pouco nos afirma no mundo ou, antes, seguir um caminho de futuro próspero, em Monarquia Constitucional, como são, melhores exemplos, os países do Norte da Europa.
Antes de resolvermos as nossas contas de um modo “tapa buracos” (que é o que andamos a fazer nas últimas 3 décadas), de forma meramente conjuntural, há primordialmente a necessidade de resolvermos a desavença com o nosso Passado para, aí sim, termos um caminho certo, estruturado e legítimo enquanto Nação (unida e quase) milenar. Já diz, e bem, o nosso Povo: a construção de uma casa inicia-se pelos alicerces e não pelo telhado (ou pelas janelas, ou pelas portas …acrescento meu)! Com a república andamos a desconstruir ou, dito de outra forma, a construir ao contrário! O resultado, esse, sai torto e…nunca direito!
Essa regeneração legitimadora só será conseguida por intermédio de um simples acto: um Referendo aos portugueses! Se querem continuar, no topo da pirâmide, com um partidário Presidente da república ou antes prosseguir com um Rei independente? Se continuar num regime semi-presidencialista ou, deixando de vez os “semis”, enveredar por um regime parlamentarista como o Inglês?
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Costumo dizer que:

--» Deus é A Liberdade;
--» A prova da Sua existência reside na palava "porquê"!
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Dignidade e respeito...

Cada vez mais próxima(s)...!
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No Expresso!

Cara Maria Meneses,

Graças a si, o regresso da Monarquia é cada vez menos um sonho e cada vez mais uma realidade!
Bem-haja pelo seu trabalho e inspiração para todos nós!
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Dois passos à frente!

Receber a Monarquia de volta em Portugal não é dar um passo atrás é dar dois à frente: reconciliação com o nosso próspero passado e um encontro com o futuro (à semelhança das progressivas e prósperas monarquias constitucionais hodiernas)!
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Feira Medieval Infantil

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Sempre connosco...com o povo!

Numa Espanha em Monarquia:
«Apesar de estar sujeita a protocolo e com a segurança a tentar impedir a mãe de aproximar-se, a rainha não seguiu caminho, voltou atrás para agarrar a carta que lhe era estendida, sob os aplausos da multidão.»
Texto da Sara Jofre
Agora, imaginem a mesma situação, na república portuguesa, mas com o Cavaco e a Primeira Dama...
Também é por estas que venha a Monarquia...e depressa!

Num Portugal saído de Monarquia:
«Anos mais tarde, após uma ausência de 35 anos, D. Amélia regressou de visita a Portugal. Ficou instalada no Hotel Aviz.
O decano dos diplomatas portugueses, Embaixador Teixeira de Sampayo, pediu para ser recebido pela Rainha.
Ele havia começado a servir Portugal, quando o país ainda era um reino. O embaixador era convicto monárquico e profundamente admirador da família real.
O encontro com a Rainha constituía, para ele, um momento da maior importância na sua vida.
Veio a traduzir-se num episódio dramático, com o seu quê de tragicomédia. O diplomata, já aposentado, foi acometido de um enfarte, enquanto beijava a mão de D. Amélia. Caiu prostrado no chão e morreu.
O encontro foi, realmente, curto.
Emocionado, Teixeira de Sampayo deixou-se dominar pelo frémito e disse à Rainha:
- Minha Senhora, sinto-me mal!
Já caído sobre o tapete, as últimas palavras do diplomata foram:
- Peço desculpa a Vossa Majestade por este incómodo.
D. Amélia não escondeu a sua surpresa:
- Sempre morte à minha volta!»
Julgo que li numa obra do Prof. Fernando Amaro Monteiro ("Salazar e a Rainha").
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Mayer Hawthorne

- Band Rehearsal - 
Grooooooooooooooooooovy!
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The Drums - Portamento

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Boom Bip . "In The Tree Tops" (2002)

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Supergrass . "Pumping On Your Stereo" (1999)

Deixo-vos com um dos meus clips preferidos de sempre!
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Valentiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiina... ... ...!!!

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terça-feira, 1 de novembro de 2011

Cole Porter . "Let's Do It" (1928)

Esta vai, onde quer que ele esteja, para o Zé!

Recordando este irmão sportinguista e dedicando-lhe, pelo homem que foi, o estilo inigualável de Cole Porter. Basto-me com a certeza que o nosso Clube do coração ficou, esta madrugada, mais pobre.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!