Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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segunda-feira, 10 de junho de 2019

D. Pedro de Aviz






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Dia dos Açores e da Autonomia







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sábado, 18 de maio de 2019

O Hodierno Desafio por El-Rei D. Carlos

Independentemente de ser-se monárquico ou republicano, é com tristeza que verificamos a total ausência de uma referência, efectivamente marcante e pública, concretamente, de uma estátua por quem foi tão determinante para a Autonomia Açoriana, 'in casu', de El-Rei D. Carlos que a formalizou, já sem descurar da sua deslocação Institucional ao Arquipélago (sendo o primeiro monarca a fazê-lo) e do trabalho oceanográfico que desenvolveu nos mares dos Açores.

Existe pertinência histórica e cultural em homenagear, perante os açorianos, de modo a que eles nunca se esqueçam, quem lhes conferiu a sua Autonomia e, inerentemente, o maior respeito alguma vez dirigido, objectivamente, por um monarca, aos Açores.

Daí que o poder público talvez devesse ponderar sobre este assunto e, eventualmente, equacionar erigir uma estátua numa praça ou noutro lugar digno e central em São Miguel, com fundamento no facto de ter sido nesta Ilha que foi içada a primeira bandeira monárquica da Autonomia nos Açores.

À semelhança daquilo que os picarotos, e muito bem, fizeram, ao erguer uma estátua a D. Dinis (conforme artigo já publicado nesta página), ou ainda da enorme inscrição das Armas Reais na Igreja da Misericórdia na Ilha Terceira, que se julga justo, e à semelhança, fazer o mesmo a D. Carlos em São Miguel, podendo ser elaborada uma peça escultórica, adjudicada a um escultor preferencialmente açoriano, cujas dimensões seguissem, ao menos, aquelas concretizadas na citada imagem “d’O Lavrador” que, em estrito rigor, até teve menor ligação aos açorianos do que o cognominado “O Diplomata”, que para nós, açorianos, foi quem executou o acto determinante para sermos autónomos.

Pelo que, face ao exposto, aqui fica o desafio a todos os micaelenses, sejam monárquicos ou republicanos, que após reflectirem sobre este texto e se entenderem pertinente esta proposta de homenagem, podem sugerir ideias que encontrem uma via, quiçá, num futuro próximo, a ser institucionalmente apresentada às entidades competentes.

Fonte - RAISM.

Imagens - Direitos Reservados ao(s) seu(s) respectivo(s) autor(es) ©️.



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sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

O verdadeiro Estatuto

Uns querem uma autonomia descompensada, outros controlada e outros, ainda, uma independência (ora) descontextualizada.

Para a transformação do Arquipélago dos Açores, por uma nova Monarquia, e dando continuidade ao respeito inicial de S.M.S. D. Carlos I pelos açorianos, consagrando a Primeira Autonomia Administrativa dos Açores, S.A.R. o Sr. Duque de Bragança tem a idealização de um Reino Unido para Portugal, no qual as nossas ilhas (e o Arquipélago da Madeira) seriam partes agregadas e caraterizadoras do mesmo. 
Ou seja, mais liberdade, mais autodeterminação…em suma: mais confiança nos Açores e nos açorianos.


Foto - Sábado | Direitos reservados ©.

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domingo, 10 de junho de 2018

10 de Junho Festejado no Arquiélago dos Açores

A frase deste brasão de armas foi proferida, no final do século XVI, por Ciprião de Figueiredo e Vasconcelos, 1.º e único Conde da Vila de São Sebastião, titulo atribuído por aquele que muitos (e bem) designam como D. António I de Portugal.

Ora, na presente data será festejado o dia de Portugal, das Comunidades e de Camões, nos Açores. Peca por tardio, apesar de muito válido. Mérito, contudo, a prestar ao Prof. Marcelo Rebelo de Sousa, cujo mandato forjou a iniciativa.

Evocar este dia no Arquipélago, mais do que merecido, é absolutamente legítimo, sendo lastimável que só em 2018 o tenham feito. Porquê!? Pela simples razão que este mesmo Arquipélago, com enfoque especial para o respetivo contexto da ilha Terceira, já foi tão somente: Portugal.

Quando o Império Habsburgo de Filipe II de Espanha (filho do Imperador Carlos V e de Isabel de Portugal) tomou os territórios portugueses, tendo o Império Luso claudicado de Aquém e Além Mar, os Açores, com centro primeiro e último em Angra do Heroísmo, aliás, conforme atestam os touros do aludido brasão, não capitularam e ousando opor-se, ao lado do seu Rei, D. António de Avis, enfrentaram destemidamente aquele gigantesco oponente, personificado no então poderosíssimo monarca da Casa de Áustria.


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sábado, 22 de outubro de 2016

Costumes abrandados (II)

«Não sei se o regime democrático autonómico hoje, ontem, nas ilhas dos Açores e da Madeira, é de facto um grande vencedor no sistema nacional da pluralidade?»

Elias Pereira, Presidente do Conselho Regional dos Açores da Ordem dos Advogados, em comentário à RTP-A, 16-10-2016.

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sexta-feira, 20 de março de 2015

Estratégicos novamente

Cheira-me que os Açores, afinal, poderão ser estratégicos ...

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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

O chumbo de uma Oportunidade

Paulo Estevão, Artur Lima, Félix Rodrigues e Ana Espínola estes foram os quatro deputados da Assembleia Legislativa Regional dos Açores (ALRA) que, em consciência, e sem precedentes históricos, votaram favoravelmente uma (simples mas sintomática) proposta de Recomendação à Assembleia da república de modo a possibilitar aos portugueses um referendo para, finalmente, de forma livre e democrática, poderem se pronunciar sobre o tipo de regime que verdadeiramente querem…à semelhança daquilo que se fez na Grécia, Itália, Espanha e até no Brasil, com monarquias bastante mais recentes e curtas que a nossa.

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segunda-feira, 9 de junho de 2014

Dia dos Açores

Desculpem-me os meus amigos (pseudo - pro - e até os bem intencionados) autonomistas, mas o meu dia dos Açores foi há 3 dias atrás!

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sexta-feira, 6 de junho de 2014

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

A Viagem Autonómica

Um cuidado trabalho e uma das melhores prendas do ano.
Recomendo vivamente a aquisição, com especial enfoque para a qualidade e o detalhe contidos no livro.
Um abraço com elevada estima ao Filipe Tavares.

Foto - PPA

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Ouvido pela consoada

"Saber o que é a insularidade, é saber, por exemplo, da realidade, quanto ao nascimento de gémeos, e como já aconteceu, de um nascer numa ilha e o outro noutra."

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quinta-feira, 4 de abril de 2013

O Rei | A Autonomia | A Ribeira Grande | A Placa de Mármore

Foto - PPA

Após o almoço de Páscoa fui confirmar que os ribeiragrandeses são os únicos na Ilha maior que entenderam e elevaram correctamente o valor da Autonomia.

Ele esteve cá e firmou-a perante os açorianos. Os cidadãos da segunda maior cidade de S. Miguel não esqueceram isso e o seu nome está na zona mais central.

Por isso julgo que ainda estamos em tempo de homenagear e agradecer, ainda mais, a El-Rei D. Carlos I.
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quinta-feira, 7 de março de 2013

A Autonomia dos Açores e João Franco

Curiosamente o Governo que instaurou e formalizou a Autonomia Açoriana foi liderado por aquele que muitos chamavam de "ditador": João Franco. Foi esse "ditador" que, segundo os republicanos, foi a gota de água para Monarquia. 

Foi esse "ditador" que deu a maior liberdade, alguma vez sequer imaginada, ao povo açoriano. Quem veio a seguir, a república, acabou com o Tribunal da Relação dos Açores e, entre 1926 e 1974, acabou, pura e simplesmente, com a Autonomia. 

Mataram D. Carlos, demonizaram João Franco...mas a pura e dura realidade é que perderam os açorianos e perderam os continentais. Perdemos todos com a instauração brutal da república. 

"Ditadores" como João Franco queria eu mais em Portugal, pois entendiam mais de Autonomia e Liberdade que muitos pseudo-democratas.
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A maior Liberdade

Para que não restem dúvidas sobre o facto da Monarquia, os nossos Reis e seus descendentes terem sido não só os criadores da Autonomia, mas também os seus garantes e sempre, sempre mesmo, os seus maiores defensores, imbuídos e elevados a um progressismo que ainda hoje, quiçá, até mesmo para alguns açorianos, não haja alcance a tamanha Liberdade.
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A consciência activa e mais alta

Os Açores, conforme a História indica, foram (e ainda podem ser novamente) uma consciência activa e mais alta, correctiva e exemplar, para chamar à colação as borradas que se praticaram no Continente. Uma voz que sempre elevou ao cimo o azul e branco pátrio e fundacional, fosse contra os Filipes, contra os desentendimentos entre Pedro e Miguel ou contra a república vermelha já, mais recentemente, pelo 6 de Junho. 

Mas fossem as correntes que fossem, e formas de pensamento, uma coisa sempre imperou nos Açores: a coerência azul e branca da nossa real identidade.
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A Bandeira da Autonomia

O mais forte e sensível elo, bem como as reais e verdadeiras cores de Portugal e dos Açores. Coerente unidade, Autonomia e Progresso. 


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O último reduto

Tal como foi na Terceira o último reduto de resistência contra os Filipes de Espanha; Tal como foi dos Açores que, melhor ou pior, se decidiram as Guerras Liberais, também pode ser, novamente, deste arquipélago que renasça a consciencialização para recuperar a nossa auto-estima nacional, a nossa dignidade e, acima de tudo, a nossa verdadeira identidade: o azul e branco!

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)