Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

A supremacia da 3.ª Pessoa sobre a 1.ª

Quando apenas o EU parece importar, é fascinante a demonstração do Divino através de uma inexplicável predisposição de muitos se prostrarem perante ELE.

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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Culturas

A Monarquia traduz a cultura do colectivismo. 
A república traduz a cultura do individualismo.
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quinta-feira, 29 de março de 2012

A egoísta pretensão

1. Por um lado, um Presidente da república, ou seja, o suposto representante de todos os portugueses, é um homem como muitos que assentam uma vontade individualista numa carreira política mesmo que essa custe a separação dos seus concidadãos. Essa ânsia de ascensão hierárquica traduz, indubitavelmente, a mais absoluta refutação e repúdio de 767 anos do/no anterior sistema monárquico.

2. Por outro lado, é coerente que esta Nova Ordem, a republicana, tenha um estandarte abundantemente vermelho, pois é o símbolo da demarcação, ipso facto, daquilo que fomos e daquilo que somos. Faz sentido...constata-se há 101 anos. Contudo, nesta Ordem, nunca mais diremos que somos: pioneiros, navegadores, descobridores, desenrascados, corajosos, patriotas, evoluídos ou progressistas.
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Ainda o Individualismo e o Colectivismo

Retive ontem esta frase de Medina Carreira no 5 para a Meia-Noite:
«Não sabemos trabalhar em conjunto. Dois portugueses rendem menos que um.»
O fiscalista também contextualizou essa realidade, desde logo, com o método de ensino e também com a nossa prestação como emigrantes de sucesso.
Ora, esta questão já tinha abordado uns posts abaixo. Há indesmentivelmente uma conexão entre o regime republicano individualista e as melhorias de um monárquico de base colectivista.
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Nas bases individualistas e nas bases colectivistas...

Um outro aspecto que explica a mentalidade individualista da república reflecte-se no formato de ensino (de base individual) que prepara O aluno para o teste/exame, que lhe exige a "decora" (e não o conhecimento), apenas com vista no "despejo final".

Numa mentalidade colectivista é diferente. Ensina-se de base, estruturada e rigorosamente, o estudo em grupo! Rende mais, partilha-se mais, apreende-se mais! É assim na Suécia, na Dinamarca, na Holanda, etc. Cá, com a fórmula individualista, estimulamos pólos opostos: O conhecimento restrito de uns, que se esfalfam para saberem mais do que os outros, que por sua vez fecham a sete chaves o que sabem, não partilhando; ou, ao invés, o copianço! É uma roda nefasta e mesquinha do nosso sistema. Não é um mal do professores, nem destes governantes, pobres coitados, que mal têm tempo para pensar...
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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Retive este excerto...

...do Prof. Doutor Gonçalo Portocarrero de Almada

«Esta conaturalidade do regime monárquico, devida à sua estrutura essencialmente familiar, manifesta-se de muito modos, mas sobretudo na proximidade da nação em relação à Família Real. Não em vão, o Chefe da Casa Real francesa e a sua geração recebe um significativo nome: a Família de França. É assim porque os Reis e os seus descendentes são, de algum modo, a expressão mais representativa da soberania, não apenas na sua actualidade, mas também na sua origem e evolução. Se a pátria é, etimologicamente, a «terra dos pais», não pode ser simbolizada senão através da família que estabelece a relação histórica com os fundadores da nacionalidade, até porque um representante eleito por sufrágio é sempre um homem de facção, que tende a beneficiar os seus próprios eleitores contra os restantes cidadãos, não se identificando nunca, por conseguinte, com todos os seus compatriotas.

Com efeito, a concepção republicana da chefia do Estado é individualista, porque conta única e exclusivamente com a pessoa eleita e investida nessas funções, enquanto a concepção monárquica é familiar, porque não assenta apenas na pessoa do soberano, mas em toda a sua família, que participa nas suas funções e, por isso, está também ao serviço da comunidade nacional.»

Conclusão pessoal:
Monarquia --» Promoção --» Família.
República --» Promoção --» Individualismo (e respectivo culto da personalidade).
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!