Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

25 / 11 = Dia da Democracia Portuguesa

Enquanto cidadão gostava de ver este dia feriado. E tu?

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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Suffragette | As Sufragistas


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Joana de França

Joana D'Arc, uma camponesa, mulher simples e iletrada, que apenas tinha dois propósitos claros na sua determinação: Deus e a França.

Sem armas, decidiu enfrentar aqueles que ameaçavam a autodeterminação da sua amada França. Sempre primeira na frente de batalha, foi seguida por muitos homens, nobres e do povo, que tudo faziam para a proteger em conflito. Muitos não hesitaram em dar a sua própria vida por ela. Ela a França, ela a camponesa, ela Joana.

A sua pureza e a dos seus ideais constituiu nos franceses da época uma complexa forma de restituição da força que há anos lhes fugia. Com ela os franceses viram novamente uma França livre e acreditaram na mudança...e mudaram.

Joana a mártir, verdade, mas nunca abdicando da sua razão e daquilo em que acreditava: o melhor para a França e para o seu povo!

A liberdade, a igualdade e a fraternidade em Joana não eram, equivalentemente, uma imagem, uma bandeira, um símbolo, e, muitíssimo menos, um chavão emanado de elites ou de uma revolução, eram sim, além de simplesmente intrínsecas nela, expressadas por acção.


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As "primaveras árabes" estão a repercutir um terrível "inverno" na Europa

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O infeliz circuito

Refugiados --» Europa --» Estado Islâmico --» França --» M. Le Pen

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Centenas de argumentos, mas só um irá contar: Centeno

Se os banqueiros aprovam o Dr. António Costa para PM, então vamos ter um governo socialista...ou será do Prof. Centeno?

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Impasse

No presente impasse do PR e conhecido o pronto entendimento do Senhor Duque de Bragança sobre o assunto, aposto que muita esquerda, neste momento, ia preferir um Rei...

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Prognóstico antes do jogo

Vejo um cento, para não dizer ‘Centeno’, de motivos para isto não correr bem…

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WEEK SOUNDZZZzzz!


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sábado, 14 de novembro de 2015

Steve Jobs


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Vontade indómita

Todo o empreendedor deve ter a vontade calibrada, equivalentemente, para mudar o mundo.

Caso contrário, mais vale não avançar.


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Um simples exercício


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BANalidades soberbas

«Entre o nada e o nada»

João Loureiro, 1989.

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"Efeitos da queda anunciada do governo"

Lido o texto fiquei apenas com reserva jurídica num aspecto concreto (“dissolução da Assembleia da República”), mas o artigo, no seu todo, não deixa de ter relevante interesse.

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Humanizar Vs Estatizar

«É preciso humanizar o Estado e não estatizar o homem.»

Anacoreta Correia citando, na AR, uma frase de Francisco Lucas Pires.

Nota – O princípio maior dessa expressão é a figura, cada vez mais necessária, do Rei.

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PM e não solução de governo

O Primeiro-Ministro é nomeado pelo Presidente da República, ouvidos os partidos representados na Assembleia da República e tendo em conta os resultados eleitorais (vide n.º 1 do artigo 187.º da Lei Fundamental). É isto o que diz a Constituição. O PR nomeia um PM e não uma "solução de governo apoiada na AR".

Posto isto, Cavaco irá nomear Costa, o perdedor das eleições, sem um programa de governo consistente e duradoiro conforme o próprio líder socialista reconhece?

As Presidenciais são já em Janeiro, por isso: gestão por aqueles que já têm a confiança dos credores.

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Precisão

Apenas para precisar: concordo com aqueles que acham que a CRP não deve ser revista...ela deve sim ser substituída por uma nova ou por nenhuma escrita à semelhança do Reino Unido.

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Luminoso

«A Fonte Luminosa foi-se ou foice?»

M.A.A.

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Quem paga?

Marcha atrás nas privatizações?! E quem paga as (drásticas e chorudas) indemnizações aos consórcios vencedores?

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As incontornáveis diferenças (II)

Em Portugal a esquerda continua com a sua visão retrógrada e conservadora de totalizar o Estado sobre o cidadão, impondo-se ao segundo; A direita hoje, infelizmente menos conservadora societariamente mas felizmente mais liberal economicamente, aposta, contrariamente, em desbravar o trilho que conceda a maior liberdade possível ao cidadão para ser empreendedor, realizar-se e gerar riqueza.

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As incontornáveis diferenças (I)

De um prisma abrangente, verifica-se, inquestionavelmente, que a esquerda não tem conseguido afastar-se daquela forma totalizadora de subsidiar e enquadrar tudo sob égide do Estado orgânico, enquanto a direita, especialmente a liberal, procura conferir a liberdade ao cidadão para se determinar.

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Obrigado Dr. António Costa!

Poucos acreditarão que aquilo que irei proferir é desprovido de ironia, mas quero agradecer ao Dr. António Costa pelo que concretizou no Parlamento no passado dia 10 de Novembro. Todos sabem que a minha maior aspiração de regime (e de cariz não partidário) é restituir o Trono de Portugal a quem de direito. Contudo, e como é amplamente sabido, não foi isso que aconteceu naquele dia. Aconteceu, porém, a minha segunda maior aspiração: o fim do centro político em Portugal e a definição clara para o futuro entre a esquerda e a direita. Quis a história que fosse António Costa o responsável por esse ‘upgrade’ democrático, o mesmo que deverá gerar, pela postura assumida perante todos, novas forças de direita que há tanto careciam de existir para que se estabelecesse um verdadeiro equilíbrio democrático em Portugal.
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WEEK SOUNDZZZzzz!


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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

007 Spectre


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Aquele que é/será Portugal

«Olhamos para este período de incertezas na democracia republicana, através do olhar da monarquia. Há 20 anos, Portugal assistiu a um casamento digno de um rei, ou, de um pretendente a rei. Do enlace de Duarte Pio e Isabel de Herédia nasceu a família que podia ser real. No Perdidos e Achados, os duques de Bragança falam da sua vida, do país e da atual situação política.»

SIC

Nota - Apesar da reportagem ter sido boa, o respectivo título e a rubrica é que ficaram aquém para alguém com a respeitabilidade do Senhor Duque de Bragança.

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Cella Bar | Pico


Bar e Restaurante de tapas, Madalena, ilha do Pico, Açores.

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Ferramentas

«Os homens transformaram-se nas ferramentas das suas ferramentas.»

Henry David Thoreau

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Responsabilização

Se quanto à eleição dos governos Sócrates podia ser dito, democraticamente, que o povo teve responsabilidades, contrariamente, no caso de Costa, o povo está absolutamente alheio ao que pode vir a acontecer.

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WEEK SOUNDZZZzzz!


Made in Portugal.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!