Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

FCP

Para ganhar em Roma, aos romanos, recomendo, vivamente, um produto que no passado se revelou eficaz: poção mágica dos gauleses!

Parece-me a hipótese mais viável.

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terça-feira, 8 de março de 2016

Gravelines e o FCP

Existe um aspecto que aproxima Filipe II de Espanha (I de Portugal) a Pinto da Costa:

O primeiro recrutou portugueses para a composição da Invencível Armada para tentar vencer a Batalha Naval de Gravelines, enquanto o segundo recrutou espanhóis para, com as devidas adaptações, tentar ganhar as competições em que o FCP estava envolvido.

Em suma: o resultado foi igual nos dois casos...um desastre.
 
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sexta-feira, 17 de julho de 2015

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Bichos e Panteras

Os nossos rivais tiveram "bichos" e "panteras", mas nunca um "Samurai".
O Sporting é, de facto, um clube diferente.

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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Espanholizar

Até à presente época 2014/2015, nuestros hermanos eram os espanhóis ...agora é o plantel do FCP!

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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Este meu Sporting está verde!

O que me apraz dizer sobre o jogo do dérbi é que o FCP sabia que era fundamental ganhar o Sporting e fê-lo

O Sporting devia ter sabido que, naquele jogo, contra o FCP, era fulcral não perder. Mas não o fez.

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domingo, 19 de maio de 2013

Do Sporting, mas...

O Futebol Clube do Porto, enquanto equipa, porta o azul e branco e foi hoje campeão nacional. 

Neste contexto, estou como o João Távora: se fosse portista saberia qual a bandeira que usaria para festejar o tri. 

Parabéns ao FCP, mas em especial ao Vítor Pereira que provou que, afinal, não é qualquer um que ganha em (dose dupla) situações tão difíceis. Merece admiração.
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sábado, 11 de maio de 2013

Azul e branco Vs Vermelho

Sendo do Sporting, queria, contudo, felicitar especialmente aqueles portistas que, à semelhança do seu fundador, António Nicolau d'Almeida, são azuis e brancos - azuis e brancos e não tanto aqueles que hoje são azuis brancos - vermelhos ou afins. 

Sendo do Sporting fiquei, todavia, contente por ver uma grande mancha do País feliz (novamente) de azul e branco...devem ter sido, para aí, uns 4 milhões.
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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

De pernas para o ar

Excelente artigo de alguém que considero pragmático e de muita qualidade e valia naquilo que faz!

Pela clara e sempre objectiva posição do portuense e portista Rui Moreira.

Visto aqui, primeiro.

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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Aos rivais mas amigos portistas:

«O nome do país provém da sua segunda maior cidade, Porto, cujo nome latino era Portus Cale.» 
in Wiki.

Porto, Portugal, origem e azul e branco...aí já faz tudo sentido. 
Não foi à toa que o fundador do FCP, António Nicolau d´Almeida, quis, mesmo fragilizada, que as cores do seu clube, o primeiro, fossem as da Monarquia, as de Portugal! 
Foi de homem! Registado para a História!
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quinta-feira, 22 de março de 2012

Monarquia + Porto + Açores = Bandeira Azul e Branca

Embora sendo do Sporting confesso que, sem saber bem porquê, não me importava de ver as cores do Futebol Clube do Porto na minha bandeira Nacional, aliás como já acontece (correctamente) na dos Açores.
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

As origens, a lealdade e o descaminho…

Muitos referem-se ao Futebol Clube do Porto como uma “Naçon”…e de facto são! São uma nação (hoje) à parte, uma nação fundada na nossa verdadeira origem: o azul e o branco. São os que sustentam (como os Açores noutro contexto) o Azul e Branco verdadeiramente pátrio! São, no presente, a continuidade do que fomos há 100 e durante 767 anos. Foi este cunho, esta matriz, que o seu fundador António Nicolau de Almeida quis introduzir e conseguiu! Conforme nos é dito pela História, quando ele traz, de Inglaterra, o futebol para o Porto, ele quis, desde logo, marcar a diferença colocando as cores de Portugal, e da Monarquia Constitucional, nas cores do equipamento do Clube que ia fundar, marcando posição (e oposição) às “novidades” que os ventos traziam e com as quais não concordava. Ele, sendo um próspero comerciante, liberal, viajado e progressista, era leal, como português, ao seu Rei (por mais atacado que ele fosse) e a Portugal. “São nos momentos difíceis que devo mostrar quanto vale a minha determinação e convicção”…penso eu (de) que terá sido isto que motivou Nicolau de Almeida.
Os portistas por serem azuis e brancos, reflectem um Portugal maior que nós, um Portugal de vitórias que nós não conhecemos: o da Monarquia! Está-lhes, literalmente, incrustado nas suas peles por intermédio das cores que transportam nas suas camisolas. É tradição, é fundação, é progresso e presentemente são resultados…é indesmentível! 
Outro reflexo disso mesmo foi a coragem de terem conservado uma coroa no seu emblema, aliás, à semelhança daquilo que prolifera nos países desenvolvidos (monárquicos) da Europa . É o único dos três grandes…nunca repudiaram a sua origem nem a deste País. Antes conservaram-na!
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Dedicado aos que não esqueceram o significado azul e branco...

«(…) o juiz e deputado José Gerardo Villas-Boas (1863-1914), bisavô de André, que teve em comum com o bisneto a devoção ao desporto: era um apaixonado pelo ténis, ajudou a fundar o Lawn Tennis Club da Foz (no Porto) e organizou torneios nacionais em Caminha. O título de Visconde de Guilhomil foi-lhe atribuído pelo Rei D. Carlos.»

Fonte - Revista Sábado, n.º 348, de 29/12/2010, pág. 37.


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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Homenagem ao grande ANTÓNIO NICOLAU d'ALMEIDA

Embora sejamos sportinguistas, não seria honesto abstermo-nos de prestar uma sentida homenagem a este grande homem, à sua visão, à sua convicção e caminhada e ao grande legado que deixou.



(Clicar nos textos para ampliar)

Fonte - Revista Única, contida no Expresso #1937, de 12 de Dezembro de 2009, página 70 a 72.


Foto do fundador do Futebol Clube do Porto, António Nicolau d'Almeida.
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Homenagem ao FUTEBOL CLUBE DO PORTO...também azuis e brancos

A Acção 288 b presta a sua homenagem ao Futebol Clube do Porto, na pessoa do seu Presidente, o Sr. Jorge Nuno Pinto da Costa, pela elegância da iniciativa provada, porquanto S.A. o Infante D. Dinis de Bragança, baptizado na cidade invicta do Porto, foi inscrito como associado por este centenário Clube Foi referido em entrevista que este se tornou um «portista fanático».

Ainda neste sadio contexto futebolístico, de salientar que S.A. a Infanta D. Maria Francisca de Bragança é do SPORTING CLUBE DE PORTUGAL.

Relativamente ao Príncipe da Beira, S.A.R. o Senhor D. Afonso de Bragança, não tem clube. O Seu "clube" é a Selecção Nacional.

Por fim, em sintonia com Seu filho mais velho, S.A.R. o Senhor D. Duarte Pio é, igualmente, da Selecção Nacional. Porém colocou, como todos os portugueses, seus concidadãos, uma bandeira na janela...mas foi a azul e branca, a da Monarquia.

Para maiores desenvolvimentos:
Fonte - Revista Visão, nº 716, 23 de Novembro de 2006.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!