Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

quinta-feira, 31 de março de 2011

Não é o Düss...

...mas são aparentados: Gnomeu e Julieta!
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terça-feira, 29 de março de 2011

Pritzker

Duas casas unifamiliares, em Ponte de Lima.
Arq. Eduardo Souto Moura, 2001.
Fonte - RTP

Foto - Vivercidades
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domingo, 27 de março de 2011

D. Miguel I, o último Rei aclamado directamente pelo povo!

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"Quo Vadis" (1951) I

Pede o, até então, incrédulo: «Christ, Christ give him strength!»
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Aloe Blacc . "I Need A Dollar" (2010)

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Gang Gang Dance . "Glass Jar" (2011)

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Braids . "Lemonade (Green Go Remix)" (2011)

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Solar Bears . "Cub (Keep Shelly in Athens Remix)" (2010)

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Steffi . "You Own My Mind" (2011)

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IDP

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Air . "Mer Du Japon" (2007)

Japão, porque ainda estão em mente aqueles 180 bravos...!
Air - Mer Du Japon por EMI_Music
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Dinah Washington (feat. Max Richter) . "This bitter earth" (1960)

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Yann Tiersen . "Dust Lane" (2010)

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Gerry Mulligan . "Morning Of The Carnival From Black Orpheus" (1963)

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Rádio Macau . "Hoje é a Brincar" (1984)

Isso quando ainda havia Macau...
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David Bowie . "I'm Deranged" (1997)

"Lost Highway" soundtrack. Great two Davids...!
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sexta-feira, 25 de março de 2011

Ao nosso Príncipe da Beira!

Ao 12.º Príncipe da Beira e 16.º Duque de Barcelos, futuro Rei de Portugal e dos Algarves, desejo um feliz dia de aniversário, felicidade, prosperidade e parabéns!

Quero também aproveitar a ocasião, usando para o efeito a minha qualidade de cidadão, para lhe agradecer o extraordinário esforço que, enquanto jovem moço, com apenas 15 anos de idade, faz por permanecer em Inglaterra para se preparar convenientemente para servir Portugal e o seu povo (que somos todos nós). Uma missão digna de um homem mas executada por um jovem rapaz, que é a de estar longe de seus pais, longe de sua família e, sobretudo, longe do seu País...tudo em prol de uma missão superior. Eu vivi, embora com mais idade, em território nacional e com desígnio, felizmente, inferior, uma experiência similar. Por isso, sei dar o valor a esta inigualável empresa.
Este já é, efectivamente, o seu primeiro contributo, entre muitos futuros, para que o nosso estimado País venha a tornar-se melhor e mais positivo!
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quinta-feira, 24 de março de 2011

quarta-feira, 23 de março de 2011

Elizabeth Taylor

By Richard Avedon 1964
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Short note...

Os portugueses devem deixar-se, de uma vez por todas, de gastar as suas sinergias em questões acessórias. Devem deixar-se de seguir linhas "fracturantes" (como a lei da exterminação fetal, o casamento homossexual, a eutanásia, etc) e seguir sim a resolução em linhas congregantes (pobreza, emprego, produção, educação, saúde, combate à violência doméstica, ambiente, habitação,etc).
Só assim voltaremos a ser nós mesmos!
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Mais Monarquia, mais tudo...

Mais monárquico, mais desprendido; mais monárquico mais independente; mais monárquico, mais livre; mais monárquico mais próximo do povo.
Como é possível?
R: Com o nosso exemplo que vem de cima, o descendente dos Reis de Portugal e dos Algarves.
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«Crise – Quando um Rei pode ser muito mais do que o Presidente da República com o PEC»

«Durante um ano e meio assistimos primeiro a uma guerra de ping-pong entre o Governo e o Presidente Cavaco Silva, se inicialmente com Manuela Ferreira Leite era mais uma frente aberta contra o Governo acabou rapidamente a Primavera do PSD as coisas começaram a ficar piores depois da apresentação do PEC III já com Passos Coelho como presidente do PSD.

Assistimos a um infindável leque de escândalos de um dos lados como Freeport, Face Oculta, Canudos e do outro lado BPN’s, Escutas a Belém, vimos uma convergência institucional virada de costas para o Povo e para o País.

Agora com a forma como o PEC IV surgiu nos radares da política nacional viu-se o mais podre a vir ao de cima de ambas as trincheiras, Cavaco Silva não foi informado do PEC IV e mais um ping pongue diário entre direções do PS e PSD … e em Belém um silêncio profundo.

Sim Cavaco Silva perante uma crise profunda, catastrófica o que diz ? o que faz ? Onde está o papel de mediador da figura de Presidente da República ? Perante tudo Cavaco Silva está calado ? Onde está o supremo interesse nacional ?

Claro que todos nós sabemos que estaria sempre calado Cavaco Silva, ex-Ministro das Finanças do Governo PSD de Sá Carneiro, ex-líder do PSD de 1985 a 1995, ex-candidato à Presidência da República apoiado pelo PSD e pelo CDS. Sabíamos que o cargo de Presidente da República de imparcial não tem nada, agora com o risco de irmos para eleições corremos o risco de não haver um governo com maioria absoluta e perguntamos como ficará o País ? Será que a sede de vingança do despedimento de Santana Lopes por Sampaio é mais importante do que o País ? O poder a todo o custo ?

Na Bélgica o Rei não tem condicionantes partidárias, não tem telhados de vidro por causa do passado político, não está refém de eleições. Na Bélgica a pesar da Crise política que já dura à bastante tempo é o Rei que procura consensos, é o Rei que luta pela unidade nacional … temos visto isto da parte do Presidente da República Portuguesa ? Com um Rei, Portugal teria garantias de uma maior imparcialidade institucional da parte da Chefia de Estado, teríamos a certeza de o Chefe de Estado não seria uma das partes. No fim quem fica a perder é o Povo, não se admirem que a abstenção bata recordes nas próximas eleições.

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«Ética republicana / Ética monárquica»

Li o excerto aqui!
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terça-feira, 22 de março de 2011

1920 - 2011

Homenagem a um grande comunicador, a um português positivo e a um grande Sportinguista!


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Água

Foto – Aloa’s blog.
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«Declarações de S.M. Dom Carlos I ao Jornal “Le Temps” em 11 de Novembro de 1907»

«(…)

«Precisava de uma vontade sem vacilação para conseguir realizar as minhas ideias»

VISITA A PORTUGAL

Declarações de S. M. Dom Carlos I
Lisboa, 11 de Novembro

É evidente que o Sr. João Franco1 só permanece no poder por vontade do Rei. Até quando e em que medida é que esta confiança se manterá? Tenho ouvido muitas vezes dizer em Lisboa que Dom Carlos I tinha mostrado o seu cansaço e o desejo de acabar com a ditadura. Concluindo-se que daqui a pouco tempo o novo dirigente dos regeneradores, o Sr. Júlio de Vilhena2, – escolhido em 12 de Novembro para substituir o falecido Sr. Hintze Ribeiro –, seria chamado a formar um Gabinete.

Certamente, no círculo próximo do Rei, na própria Família Real, o Sr. João Franco conta, se não com inimigos, pelo menos com adversários declarados. A Rainha-Mãe Dona Maria Pia, por exemplo, segundo se diz, não perdoa ao Primeiro-Ministro ter humilhado a Casa de Bragança na questão dos adiantamentos3 e de a ter colocado, a Mãe do Rei, numa situação financeira difícil. O Rei partilhará os sentimentos da Senhora Dona Maria Pia?

Só Ele pode responder a esta pergunta. Mas, como colocá-la? Como é que alguém se pode permitir pensar que, numa audiência com o Rei, os grandes problemas não serão interditos? Quando soube que Dom Carlos estava disposto a receber-me4, tentei encontrar maneira de passar das fórmulas de gentileza e cortesia para a questão política. Não descobri nenhuma maneira, e quando apanhei de novo o comboio para Cascais, confiei o meu destino aos caprichosos deuses do acaso.

A Cidadela5, a residência da corte, é um conjunto de prédios baixos, alojamentos, depósitos, casa do Rei6, cercadas por uma parede que lembra as construções maciças de Windsor. A casa do Rei não é nada majestosa e é baixa, as salas de tecto baixo. Levado por um camareiro, fui levado ao primeiro andar, a um quarto grande e luminoso, com vista para o mar. O centro está ocupado por uma grande mesa, cheia de livros e de papéis. Painéis de madeira e de azulejos cobrem as paredes, uma lareira em madeira clara esculpida está colocada entre duas janelas amplas com vista para a baía de Cascais. O Rei, diante da mesa, recebe-me com simplicidade e um sorriso. Vem ter comigo e leva-me para uma das grandes janelas.


Calçado com botins amarelos e polainas curtas de couro, veste calças verdes, como “épinards à la creme”, e um casaco azul-escuro. É o traje para abrir um parlamento de caçadores ou de atiradores aos pombos. A gravata roxa tem um alfinete com uma pedra-da-lua rodeada de brilhantes. Dom Carlos fuma um enorme charuto. Fala o francês sem sotaque e com uma facilidade notável.

Estava a tentar encontrar uma maneira de fazer a mudança de assunto. O Rei encontrou-a, suprimindo-a. Desde as primeiras palavras, senti que Sua Majestade queria entrar no tema cadente da actualidade. Não há dúvida que quis, intencionalmente, prestar declarações ao Le Temps7 que considera úteis ao país. Eu relato-as exactamente de acordo com a sua concisão e importância.

«Sei que o senhor já viu muita gente. E que teve muitas conversas. Conhece o problema. Tem de perceber que tudo está calmo em Lisboa, como no País. Só os políticos estão agitados, e têm razão para estar, de acordo com o seu ponto de vista, acrescentou o Rei, sorrindo. Discute-se muito, fazem muito barulho, assim como na Câmara.»

“Nos últimos dias da Legislatura, a situação tornou-se impossível. Era necessário que a «bagunça», não há outra palavra, acabasse. Não podia durar. Não sei para onde íamos. Foi então que dei ao Sr. Franco meios de governar.
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segunda-feira, 21 de março de 2011

Dias mundiais: da poesia e das florestas

No 1.º dia de Primavera, aqui vai um 2 em 1...

«Um renque de árvores lá longe...

Um renque de árvores lá longe, lá para a encosta.
Mas o que é um renque de árvores? Há árvores apenas.
Renque e o plural árvores não são coisas, são nomes.

Tristes das almas humanas, que põem tudo em ordem,
Que traçam linhas de coisa a coisa,
Que põem letreiros com nomes nas árvores absolutamente reais,
E desenham paralelos de latitude e longitude
Sobre a própria terra inocente e mais verde e florida do que isso!

Alberto Caeiro»
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domingo, 20 de março de 2011

A Senhora Merceeira de Guimarães

Um Rei de volta para Portugal

Eu e a Sra. Merceeira nascemos depois do dia 5 de Outubro de 1910, mas ambos queremos um Rei. Eu e a Sra. Merceeira temos idades diferentes, mas ambos queremos um Rei. Eu e a Sra. Merceeira nascemos em locais muito diferentes e distantes, mas ambos queremos um Rei. Eu e a Sra. Merceeira temos experiências da vida diferentes, mas ambos queremos um Rei. Eu e a Sra. Merceeira tivemos educações diferentes, mas ambos queremos um Rei. Eu e a Sra. Merceeira vivemos do nosso trabalho em profissões diferentes, mas ambos queremos um Rei. Eu e a Sra. Merceeira fomos, como todos os portugueses, alvos do branqueamento da História e da propaganda que conduz o rebanho há já 100 anos, mas ambos nos mantivemos leais aos Reis de Portugal e dos Algarves.
Mas há uma coisa em que eu e a Sra. Merceeira fomos diferentes. Eu para ter a certeza absoluta que um Regime Monárquico é o certo para Portugal e para o seu desenvolvimento tive, desde de miúdo, de estudar, ler e aprender isso mesmo. A Sra. Merceeira chegou à mesma conclusão fazendo um percurso muito mais estreito, captando um aspecto objectivamente mais simples: os valores da instituição monárquica são ancestrais e não pairam apenas nos livros. Estão ligados aos costumes e tradições mais profundos do nosso povo (que somos todos nós) e são com estes que o futuro se alcança...que se alcança o progresso. Acreditando em nós novamente e no azul e branco que é a nossa verdadeira identidade. Não é toa que foram duas repúblicas a tombarem perante o FMI e a 3.ª que se aproxima da queda é a portuguesa. No Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e no Índice de Democracia, os respectivos tops 10 são liderados por Monarquias. Na crise do Médio Oriente estão a cair as repúblicas e não as Monarquias. A república Norte Americana está falida.
Foi tudo isto que a Sra. Merceeira percebeu de uma forma muito mais intuitiva que eu, por isso, e com saudável desprendimento, ergueu a verdadeira bandeira de Portugal na entrada da sua mercearia para felicitar o herdeiro ao trono de Portugal e descendente dos Reis de Portugal, a quem lhe reconhece, como eu, legitimidade para lhe representar enquanto portuguesa.

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O Império do prestígio

Muitos afirmam que o Império Inglês assenta hoje numa ligação meramente simbólica e não territorialmente efectiva.
Contudo, os mesmo que pensam assim esquecem-se que, à luz dos tempos que hoje correm, qualquer Nação da Commonwealth se pode autonomizar ao nível da chefia de Estado, a qualquer altura, para isso bastando que assim o queira. Mas, em vez disso, têm preferido manter-se sobre a alçada representativa da Rainha de Inglaterra, o que é, no mínimo, surpreendente!
Em plena democracia é incomparavelmente mais relevante, países autodeterminados, quererem, de plena vontade, como chefe de Estado, a Rainha Isabel II. Isto acontece unicamente pela força do reconhecimento e pela escolha do que acham melhor para eles, resultando numa palavra: prestígio. Acima de uma conquista territorial pela força musculada das armas ou outras vias similares contra vontade, o prestígio alcança, nos nossos tempos, de forma diferente, o mesmo resultado por uma via muitíssimo mais surpreendente e plenamente consentida.
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Antonio Carlos Jobim & Frank Sinatra . "The Girl From Ipanema" (1967)

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Suede


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sábado, 19 de março de 2011

Um feliz dia do pai!

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"Não era bonito Portugal ter um rei?"

Eugénia Carvalho
100 anos

«DELICADA. Nunca perde de mão o lencinho com que seca o suor nervoso de falar com a jornalista. Ri-se muito entre o solta e o tímida. Mulher de fé, era uma operária (...). Não passa sem o seu copo de água morna com limão em jejum e assume-se monárquica: "Não era bonito Portugal ter um rei?"
(...)
Eugénia Carvalho também encontrou o seu porto seguro na casa acolhedora que divide com a filha, septuagenária. Tem cem anos e quatro meses e diz a rir que está "cada vez mais nova!" Amigas, mãe e filha tratam-se por tu. Nasceu em Celorico de Bastos, perdeu o pai tinha 18 meses. A mãe morreu com 89 anos. "Muito caprichosa com o trabalho doméstico", recorda que cantava quando tratava de tudo. Em menina, não lembra de brincar, mas "de aprender a costura". Namorou por carta e garante que nunca discutiu com o marido. Teve três filhos, em casa, um já faleceu. Tem 10 netos e 15 bisnetos, o mais pequenino com sete meses.
Trabalhou como costureira, fazia roupa de homem para as lojas. Sempre comeu de tudo, nunca fez nenhum exercício especial, para além da lida doméstica e da luta da vida. Os filhos nasceram em casa. Nunca foi ao médico, quando era nova. Comeu sempre muito arroz porque o marido gostava. Também nunca faltou "a sopinha de legumes". Dorme no primeiro andar e sobe as escadas sozinha. Só não vai à igreja todos os dias porque não tem boleia. Assume-se monárquica, embora tenha nascido no dia da implantação da República. E diz: "Estou feliz, não tenho queixas. Vivi sempre satisfeita."»

in Revista Única, 12/03/2011, págs. 55-56 (artigo: Eles estão para lá dos 100!).
Texto de Christiana Martins
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The B-52's . "Deadbeat Club" (1989)

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Giacomo Puccini . "Madame Butterfly" (1904 no Scala de Milão)

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Madonna . "Like a Virgin" (1984)

Gosto deste vídeo por uma razão simples...aparece um Leão!
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R.E.M. . "Beat a Drum" (2001)

Rubrica: "Comércio Tradicional"
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quinta-feira, 17 de março de 2011

Mahatma Gandhi


Aproveitei, entretanto, o tempo que tive disponível para ver alguma cinematografia atrasada. Neste âmbito, o último que vi, naquele período excepcional, foi sobre a vida deste senhor, numa realização de Richard Attenborough, contando com Ben Kingsley no papel principal.
Concluí em substância do filme: A vida de um homem que procurou a perfeição e que, nesse caminho, andou efectivamente mais perto dela que os demais comuns deste planeta. Mais…! Que é possível estabelecer governo num país sendo de “esquerda” (revolucionário) e de “direita” (tradicionalista) simultaneamente!
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sexta-feira, 11 de março de 2011

Solidário com o Japão e com o seu povo!

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Romeu e Julieta...

...era dantes. Agora, pelo menos por uns tempos, são definitivamente estes...!
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Brad Mehldau . "Teardrop" (2010)

'Jazz á Vienne 2010'. 
Tenho alguns trabalhos dele, mas só hoje, através do Mezzo, conheci esta brilhante cover e outras...
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Isabel Silvestre . "A gente não lê" (1996)

Possuo dois tesouros desta Senhora: "A Portuguesa" (1996) e "Eu" (2000). Ela, para mim, significa a pureza de Portugal, um sentimento maior residente no povo (que somos todos nós).

Comove-me sempre ouvir o que ela me diz, em especial, neste tema e, em geral, nos seus álbuns. 
Dedico este tema ao meu povo e aos 767 anos de tradições criadas que nunca serão terminadas!
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The Stone Roses . "Waterfall" (1989)

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Oasis


«(…)
Maybe I will never be all the things that I want to be
But now is not the time to cry now's the time to find out why
I think you're the same as me we see things they'll never see you and I
We're gonna live forever
(…)
Gonna live forever
(…)»

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quinta-feira, 10 de março de 2011

quarta-feira, 9 de março de 2011

terça-feira, 8 de março de 2011

Edith Piaf (feat. Charles Dumont) . "Non, je ne regrette rien" (1960)

Aqui está uma mulher que, depois, não precisou que nenhum homem lhe desse dia e quotas...
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Dois duques e um destino.


Ainda a propósito do filme “O Discurso do Rei”, a história de um príncipe gago que não estava na primeira linha para ser chefe de Estado, mas que, por razões muito particulares, teve de o ser e assim ter o infortúnio da contemporaneidade em funções, nada mais, nada menos, com o período da II Guerra Mundial.
O grande ensinamento a extrair da película é a prevalência da substância sobre a forma. Alguém que tinha as suas limitações e as suas dificuldades, como qualquer um de nós, mas que por desígnio da obrigatoriedade e do compromisso com a Nação teve de avançar e resolvê-las. E resolveu!
Face ao contexto, são inevitáveis as comparações do ex Duque de York, futuro Jorge VI e o Duque de Bragança que há-de ser o futuro Duarte III de Portugal e dos Algarves.
Ora, para aqueles que, infelizmente, ainda medrosamente se deixam ir na propaganda republicana novecentista, especializada na forma e no estilo, mas sempre desagregada do mundo real, do povo e dos seus costumes, mantêm-se surdos para ouvir um homem apenas porque possui uma maneira peculiar de falar…que pessoalmente gosto. Gozo, normalmente é o tónico usado, o tónico dos fracos. A esses eu lhes digo que não existe hoje pessoa mais habilitada para a chefia de Estado, num contexto reformulado e actualizado do regime português, do que S.A.R. o Senhor Duque de Bragança herdeiro (e não pretendente) ao Trono de Portugal e dos Algarves. Foi emigrante (pelas infelizes razões que sabemos) e ninguém ama e sabe mais sobre o seu País do que um emigrante. Ele sente tudo de forma muito chegada às suas raízes.
Na única e feliz oportunidade que tive de trocar algumas palavras com S.A.R., pude aperceber-me de um homem que gosta mais do seu País e do seu povo do que de si próprio. Até pela sua formação militar, não tenho muitas dúvidas que poria literalmente a sua vida em prol do País.
Homem de trato simples, mas nobre na postura. É a antítese da vaidade. Sabem o carro que conduz? É melhor nem saberem… Mas sobretudo apercebi-me de um homem que sabia mais da minha terra que eu próprio. Apaixonado pela biodiversidade, pela natureza, pela ecologia, pela agricultura, uma visão estratégica sobre o património arquitectónico português, homem de apurado sentido sobre as necessidades dos mais pobres, não fosse ele da mais distinta família portuguesa mas que viveu as provações que um príncipe não vive. Mas ele viveu-as. Dá valor à poupança, pois precisou dela…muitas vezes. Um homem que fala objectivamente da economia portuguesa e sobre o que ela realmente precisa. Profundo conhecedor das ancestrais tradições, folclores e costumes das maiores às mais pequenas regiões de todo o Portugal.  Apreciador dos produtos que são feitos pelas diferentes zonas do nosso País. Falou de Timor antes de todos e usa uma pedagógica e natural postura de unificador dos países de expressão portuguesa. Defensor acérrimo da cultura portuguesa. Em nome da liberdade enfrentou  corajosamente Salazar e pagou um preço por isso. Fala com verdade e coragem sobre o que pensa e actua com a equidistância partidária que só um Rei consegue.
Mas apesar disso tudo, de poucos assessores iria precisar para lidar, com a categoria necessária, em situações de representatividade de Estado, pois postura, educação e modos vêm do berço e não ensinados com fórmulas mágicas para não se fazer má figura durante 5 anos.

Foto - D. Duarte de Bragança - Expresso.
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Muito bem dito por um caríssimo amigo...

...no contexto do "The King's Speech".


«Parece que é uma historia que demonstra que, em Monarquia, as dificuldades se podem superar.
O que tem de mais interessante a instituição Real é a sua Humanidade íntrinseca. Ora, como toda a gente sabe, as limitações do ser humano constituem uma das suas principais características.
O Rei é, por isto, um dos maiores representantes da Humanidade da Pátria. É a sua personificação. Nasce, é criança, cresce e, se tudo correr bem, há-de morrer velho como nós.
Não precisa de ser eleito porque, tudo o que referi não depende eleição!
Já reparaste que as coisas que funcionam melhor não são eleitas: a Pátria; a Família; os Tribunais, etc, etc. A maioria das pessoas aceita e gosta destas instituições e nunca as escolheu.»
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Comentários ao "Discurso do Rei"

1.º Comentário – Magnífico filme. Confirmei e confirmo as minhas fontes.

2.º Comentário – O Colin Firth devia ganhar o Óscar em 2012, de melhor actor, pelo “Discurso do Rei” (novamente).

3.º Comentário – Mega realização de Tom Hooper.

4.º Comentário – Esplêndidas interpretações de Geoffrey Rush e de Helena Bonham Carter. 

5.º Comentário – O Rei, um homem como todos os outros, é o elo mais sólido de uma Nação. Preparação, preparação, preparação para um compromisso de responsabilidade absoluta com o seu povo, in casu, num momento particularmente difícil. Achei interessante a dicotomia criada pelo realizador entre o Rei gago e o republicano Hitler…o orador de excelência. 


Conclusão – O Rei é o elo humano de uma Família que também é uma Nação. É o cidadão que assume o papel mais ingrato, mas, devido a isso mesmo, é o mais respeitado pelos outros concidadãos…ainda hoje. Depois de um português ver este filme e sabendo que já teve 767 anos de um regime igual…como pode querer manter-se, no seu perfeito juízo histórico, em república?! Complexos…?! Deixem-se deles e abram-se para a verdadeira Razão (de Estado)…de uma vez por todas.
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Nicolo Paganini (feat. Wynton Marsalis and John Williams) . "Carnival of Venice" (1829)

Desejo um bom mas moderado Carnaval a todos...!
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The real King's Speech - King George VI - September 3, 1939

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Pale Saints . "Fine Friend" (1994)

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Ludwig van Beethoven (Herbert von Karajan conductor) . "Symphony N.º 7, II" (1812)

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segunda-feira, 7 de março de 2011

A eterna dúvida...

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Richard Wagner . "Die Walküre - The Ride of the Valkyries" (1854-1856)

Da tetralogia de quatro óperas da obra: "O Anel do Nibelungo".
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Johann Strauss II (Herbert von Karajan conductor) . "The Blue Danube Waltz" (1867)

Para a minha muito estimada e única Júlia!
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Carl Orff . "Carmina Burana" (1935-1936)

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Maurice Ravel . "Bolero" (1928)

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PREC 2

Ao ver o final, em "direto", do Festival da Canção pensei que estava no PREC. Mas não estou. Estou sim em 2011. Parabéns aos "Homens da Luta" pela sua vitória! Com este 'achievement' demonstraram que a república, de facto, até não está mal...está já moribunda!
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Short note...

Faço a seguinte leitura: para Salazar a 'reinstauração' da Monarquia, com D. Duarte Nuno de Bragança, após a sua vinda do exílio, era sinónimo de liberdade e democracia, a mesma que Portugal só tinha conhecido até 4-10-1910. Chegou mesmo a haver reunião do Conselho sobre a matéria. Em suma: mantivemo-nos em república até hoje...
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quinta-feira, 3 de março de 2011

Feliz dia de Aniversário...

...à menina Infanta Dona Maria Francisca, a princesa de Portugal!
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Chelsea on the Rocks

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Joseph Haydn . "Sinfonia n.º 6 'Le Matin'. Adagio-allegro" (1761)

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Tweet . "You" (2005)

Este foi adquirido em Nova Iorque e julgo que, na data, o nome da autora nada tinha que ver com a "rede social".
Aqui vai aquela frase...feita: quem não se render a esta voz e a este tema tem um "coração de pedra".
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quarta-feira, 2 de março de 2011

Jane Russell

in memoriam...
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Luísa Todi


Fica a reconhecida homenagem a Luísa Todi (1753-1833), a Callas do seu tempo.

Nota biográfica - «Convidada, parte com o marido e filhos para a corte de Catarina II da Rússia, em São Petersburgo (1784 a 1788), que a presenteou com jóias fabulosas. Em agradecimento o casal Todi escreveu para a imperatriz a opera "Pollinia". Berlim aplaudiu-a quando ia a caminho da Rússia e no regresso, Luísa Todi foi convidada por Frederico Guilherme II da Prússia, que lhe deu aposentos no palácio real, carruagem e os seus próprios cozinheiros, sem falar do principesco contrato, tendo ali permanecido de 1787 a 1789.» 

in Wikipédia
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Georg Friedrich Händel (Por Anne Sofie von Otter) . "Il pianto di Maria" (1735 ?)

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terça-feira, 1 de março de 2011

NuSpirit Helsinki . "Subzero" (2002)

Quando comprei este álbum não ia com grandes expectativas. Depois surpreendeu...


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The Cardigans . "Rise and Shine" (1994)

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New Order

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!