Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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quinta-feira, 26 de março de 2020

Republicanismo no seu esplendor máximo, em questões de saúde e de união, a politizar, separar e a injetar ideologia!

Este "projeto", o qual foi, oportunamente, já cancelado, tinha o seu quê de positivo. Se virmos bem, e da forma que já escacharam com este (bonito) tema do Zeca, com tantas repetições abusivas e incessantes feitas, só porque alguns entendem que é assim que é e deve ser, eles conseguiram banaliza-la, torna-la chata e quase inaudível. Dessa perspetiva,... quiçá, o vírus, ao ouvi-los a cantar o dito tema, assusta-se e desaparece. Vejo fortes probabilidades nesse cenário. Cantar numa concentração de pessoas, que é o que se pede agora, ainda por cima a cantar a Grândola Vila Morena...NÃO HÁ VÍRUS QUE RESISTISSE. Quem a cantar estará a salvo, potencialmente.

O problema coloca-se, como sempre, para aqueles pobres coitados minoritários que não são de esquerda. Não estão protegidos e sempre em risco de serem contaminados...

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sexta-feira, 30 de maio de 2014

Palma morena, Portugal!

Já está mais que na hora deste País deixar-se da "Vila Morena" e focar-se em "Portugal, Portugal" do Palma!

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quinta-feira, 25 de abril de 2013

Singelamente uma contra-revolução

Foi a revolução que nos calhou. Era preciso uma revolução contra o Estado Novo, sem dúvida. Mas não foram os factos de 25 Abril de 74 que a trouxeram a Portugal. Rural, sectária, ideológica, etc, etc.
Na gravidade do desfecho a que hoje chegamos, muitos são levados a questionarem-se se estamos melhor, imaginem! Se estamos melhor que no tempo do Estado Novo!? E porquê?! Porque isso começa agora a surgir?! Porque a revolução não foi a necessária. Porque não foi uma revolução sequer...foi uma contra-revolução. 
Precisamos de uma revolução a sério que refunde o País e transforme a Constituição num organismo Fundamental realmente plural e universal... transversal a todos. Precisamos de uma nova Constituição, escrita ou não, e não de mais revisões. Revisões são um engano. Revisões são uma mentira. Revisões é continuar a adiar o problema. 
Por fim, apelo à V. imaginação e tentem, comparativamente, a situar um tema destes, que foi uma "senha revolucionária", em pleno século XX (1974), em plena Europa, num País que já tem avançado constitucionalismo desde 1822, a ser tocado numa Suécia, Dinamarca, Canadá, EUA, Inglaterra, Noruega, Alemanha, etc, etc. Pois...não era possível de ser tocado.
Irremediavelmente atrasados ficamos desde 1910, mais atrasados ficamos e muitos insistem em continuarmos assim...é demogicamente consentâneo e pseudo democrático!
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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Será um indicativo do Miguelismo de esquerda...?

Sabendo que um Rei não é de direita nem de esquerda, que é do povo, mas que pode ser admirado pela direita como pela esquerda, será que o Zeca Afonso, com "As sete mulheres do Minho" (hino indesmentível à Maria da Fonte), nos quis dar o mote (ou o toque se preferirem a expressão musical) para uma variante de esquerda do Miguelismo, enquanto congénere ideológica do Carlismo esquerdista espanhol, curiosamente tendo sido este último menos antigo?
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quinta-feira, 1 de março de 2012

Dito por um homem bem intencionado

Actual e visionário:
Vi e ouvi no passado dia 24 de Fevereiro, o Zeca Afonso dizer, na RTP1, na primeira pessoa, aquando de uma entrevista dada pelos 10 anos do 25 de Abril (1984), que estava muito preocupado com os jovens e com os problemas que iriam atravessar, bastantes maiores que aqueles que os jovens do tempo dele atravessaram. 
Não podia estar mais de acordo.
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Zeca Afonso . "As sete mulheres do Minho" (1979)

Hoje fazem 25 anos da morte do homem que cantou este tema...um hino ao Miguelismo Popular!
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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Zeca Afonso . "As sete mulheres do Minho" (1979)


"Viva a Maria da Fonte, viva a Maria da Fonte!". 
Esta interpretação do Zeca relembra-me sempre o porquê da nossa Monarquia... Rei-Povo...este era o elo durante 8 séculos. Por isso acreditávamos e éramos, de facto, melhores que hoje.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)