Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sexta-feira, 3 de abril de 2015

A real e verdadeira

Seria assim, até porque o hino foi pensado em D.Miguel II, avô do actual Duque de Bragança.

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sexta-feira, 13 de junho de 2014

Selecção de azul e branco

Quando vejo a selecção nacional jogar, finalmente, com as cores de Portugal (i.e. de azul e branco), não existe a menor dúvida que aquelas traduzem um conjunto mais bonito e harmonioso.
 
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terça-feira, 10 de junho de 2014

Por ocasião de mais um 10 de Junho


Independentemente de serem republicanos ou monárquicos, estas são AS CORES DA NOSSA BANDEIRA. Estas são as cores da nossa Fundação, dos princípios estruturantes deste País e até mesmo para os fervorosos republicanos Guerra Junqueiro, António Arroio ou mesmo António M. Sousa essas cores não eram questionáveis. O mais grave é que foram. O vermelho e o verde representam hoje, infeliz e objectivamente, o que não somos e, talvez por isso, também os piores e menores momentos da nossa História.

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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Tão bom...

"Monárquicos hastearam em Guimarães a bandeira monárquica assinalando o primeiro dia da Restauração da Independência sem feriado."

Fonte - Manuel Beninger


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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Motivo? Nenhum!

Dizem os republicanos mais conscientes que, apesar de saberem que o estandarte de Portugal é realmente azul e branco, a introdução do vermelho e verde foi um método de rotura com o passado e, assim, promover o progresso.

Ora, como a rotura não resultou, nem tão pouco o progresso se vê…antes pelo contrário, então, por que motivo manter um sistema que, durante 103 anos, já evidenciou que não funciona, não gera progresso e elimina tudo aquilo que ainda tínhamos de bom e que era o nosso prestígio na comunidade internacional e a nossa História?

Motivo? Nenhum!

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quinta-feira, 6 de junho de 2013

Pelo azul e branco: unidos em liberdade e progresso

Foto - PPA

Pelas 17h30m estava, em ponto, no jardim Sena Freitas em Ponta Delgada, comummente conhecido por jardim da Zenite.

No local, e àquela hora, havia um grupo de cidadãos preparando-se para evocar o dia 6-6-1975. Alguns defendem que este é que deveria ser o dia dos Açores. Opiniões.

Relativamente a bandeiras, encontrei a que a fotografia revela no púlpito. No entanto, mesmo essa bandeira, a da Frente de Libertação dos Açores (FLA), é azul e branca…gostaria de (começar por) frisar esse facto. Ainda a propósito de dias oficiais, evocativos e de bandeiras, é indesmentível o paulatino aumento de açorianos que, no 6 de Junho, começam a colocar bandeiras azuis e brancas nas suas viaturas, motos, escritórios, estabelecimentos e moradias à boa moda monárquica, ou seja, evocativa de momentos importantes do nosso passado…e à semelhança, por exemplo, daquilo que muito se pratica no Reino Unido.

O movimento do 6 de Junho de 1975 foi, efectivamente, o último grande movimento azul e branco neste País…quiçá até o mais determinado, na sua essência, contra as cores da carbonária estrangeira que foram sobrepostas na bandeira de Portugal, sob o epíteto de “bandeira da república portuguesa” (conforme refere a Constituição).
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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Bandeiradas

Enquanto as pessoas não perceberem isto e não for corrigido o âmbito que lhe está subjacente, este País nunca caminhará para o desenvolvimento que outrora, em Monarquia, ou seja, quando éramos mesmo Portugal, já tivemos.
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segunda-feira, 4 de março de 2013

"A restauração da monarquia na manifestação"

«Às 18h10h, na SIC N, um manifestante no Porto, com uma bonita bandeira azul e branca, afirma perante as câmaras que a república é a grande responsável pelo estado a que chegámos, e que a recuperação do país passa pela restauração da monarquia.»


«Onde está o Povo está esta bandeira» 
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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Foi a 5 de Outubro 2010

Bandeira monárquica hasteada no consulado de Portugal em Macau.
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Portugal e Brasil

«Desfile primeiras bandeira a ser entrada são as bandeira real e a nossa ilustre digna bandeira imperial do Império Brasil.»

Foto e texto -  No espaço do facebook de Rafael Alves de Almeida.
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domingo, 26 de agosto de 2012

Estima, consideração e respeito daqui para o Mestre Quim Zé!

Quando vejo isto...só posso ter um sentimento: felicidade.
Foto: António Manuel Ventura.

«O Mestre QUIM ZÉ, à direita, navegando na sua canoa do Tejo "Quim Zé" em direcção a Cascais para o Encontro de Barcos Tradicionais, 18 de Agosto de 2012»

Sophia Filippe - Página do facebook.

Viva o Povo, viva Portugal e viva a Monarquia!
Há muitos de nós, deste povo tão especial, que não esquecem quem fomos e quem somos.
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sexta-feira, 29 de junho de 2012

A Verdadeira!


Cada vez mais elas, as verdadeiras, aparecem...!
É como diz o nosso mais nobre povo: "A verdade vem sempre à tona."
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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Autonomia em tons de Azul e Branco

(Pintura de Henrique Tigo)

El-Rei D. Carlos,
Aquele que, compreendendo, reconheceu formalmente a Autonomia Açoriana, ratificando a Carta de Lei de 14 de Fevereiro de 1896 (processo iniciado pelo Decreto de 1895).
Felizmente conservamos, correctamente, as reais e verdadeiras cores da bandeira azul e branca pátria, fundacional, unificadora e progressista.

PORQUE HOJE CELEBRA-SE A ÚNICA E RESISTENTE BANDEIRA AZUL E BRANCA (R.A. dos AÇORES)

«É um gesto para que a República se consciencialize de que há gente que não gosta dela.
(...)
Do ponto de vista estético, (...) o céu de Lisboa ficou infinitamente mais bonito.
(...)
É termos uma pessoa que encarna o espírito do povo, ama o povo e é amado pelo povo ao contrário da república que está sempre em dissidência (...)»
António Homem Cardoso, fotógrafo da Casa Real Portuguesa, à Radio Renascença.
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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Até na Áustria...

...ela começa, cada vez mais, a reaparecer.
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quinta-feira, 1 de março de 2012

Providencial ou Premonitório? É escolher a palavra...

Fica a curiosidade: porque tinha de ser logo Aquela? Foi a 25-2-2012.
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Uma certeza

Em termos do tecido psicológico colectivo nacional, seria eventual e presentemente muitíssimo mais difícil mudar o Azul e Branco da bandeira dos Açores do que as infundadas cores da república.
Essa é hoje uma realidade bastante natural e até razoavelmente consensual…
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Terceira Coligação

Na sequência da leitura deste artigo, saliento para o enquadramento que a Wikipédia dá às bandeiras (coluna da direita), bem como para leitura, ao menos, do último parágrafo.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!