Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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domingo, 5 de setembro de 2021

Ordem Vs Libertinagem

Hoje vendem-nos a liberdade plena, por outras palavras, a libertinagem, para a qual, já não paulatinamente, caminhamos.

A nossa sociedade está, efetivamente, pior que outrora. São prova os diversos desabafos inter geracionais que recebo ou que muitos recebemos.

Enquanto não entendermos que a própria e verdadeira satisfação/realização advém de um sacrifício, de uma regra, enfim de uma construção que tem exigências, todos nós estaremos a caminhar para um abismo societário.

Termino com um exemplo simples: o desporto. Este tem limites, linhas, condutas e regras, uns são individuais, outros são em equipa, sendo que nestes últimos o ego, por assim dizer, deve ser o do grupo. Contudo, e no geral, apesar de todos os sacrifícios, por vezes extremos, que são impostos para mergulhar neste mistério que é o desporto, bem como apesar das vitórias nuns dias, e das derrotas noutros, o prazer de quem se apaixona verdadeiramente por qualquer modalidade, no final, é sempre incomensurável e indestrutível.

Na vida acontece exatamente o mesmo.


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O homem no Desporto

«O homem olímpico não ignora o seu contrário, não foge à sua dor: utiliza-a como instrumento de perfeição.»

Prof. Agostinho da Silva, filósofo português (1906-1994).

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sexta-feira, 10 de julho de 2020

O N.º 9 - AS IMAGENS NÃO ENGANAM: NÃO HÁ CORES DE PELES, HÁ SENTIMENTOS.

Hoje fazem quatro anos que isto aconteceu.

Em 1966, ‘Os Magriços’ alcançaram, na época do “terror” salazarista, o terceiro lugar no respetivo Mundial na Inglaterra, formando uma das poucas equipas, se não mesmo a única europeia, que tinha vários pretos (…sim porque se sou branco, negro é discriminatório na minha opinião*). A Inglaterra, por exemplo, essa muito antiga democracia, apenas tinha brancos no plantel, mas aquele terrível regime salazarista, tão negativamente adjetivado, que tudo, mas tudo fez de mal, tinha vários portugueses de cor de pele escura, dita preta, na equipa, como hoje continuam, e muito bem, a existir como exemplos vivos de sã igualdade.

A amizade entre eles, aqueles jogadores de diferentes raças e etnias que venceram, em 2016, o Europeu de Futebol, devia servir de exemplo para muito preconceituosos e verdadeiros racistas, porquanto são exemplos práticos e vivos de que esse aspeto fulcral suplanta a cor da pele, sendo um enorme orgulho que em Portugal assim seja e tenha sido.

A forma como a MAIORIA dos portugueses receberam a Seleção Nacional em 1966 e em 2016, em especial o Eusébio e o Éder, demonstra bem o racismo estrutural que temos há muitos anos por cá em Portugal, fazendo de nós, perante uns EUA, uns horrendos monstros…

Obrigado Éder, Eusébio, Mário Coluna, Eliseu, Danilo, João Mário, William Carvalho, Renato Sanches, Nani, Quaresma e muitos e muitos outros que defenderam, durante anos, a essência do nosso especial Portugal, sendo eles seres humanos com exata e igual dignidade à minha, apenas de raça, cor ou etnia diferentes.

Por fim, e para aqueles que, em particular, criticaram o Éder à data por ser o “patinho feio” do grupo, porquanto não tinha a “qualidade” dos seus restantes colegas convocados em 2016, o Homem Lá De Cima, respondeu-lhes dando-lhe, merecidamente, a eternidade terrena na consciência dos portugueses de hoje e do futuro…e se repararem na forma milimétrica como foi decidido o encontro não andarei muito longe da alegada frase metafísica que aludi.

Há uma diferença entre nós portugueses em geral para o #blacklivesmatter, é que o segundo quer fazer à força, mesmo que seja um criminoso (…embora ilegítima e barbaramente morto por um assassino), uma pessoa fulcral e exemplar; enquanto em Portugal um rapaz que foi viver para o orfanato porque o pai matou a mãe (…como também acontece com muitos brancos no nosso País há anos) não precisou de ser criminoso, nem tão pouco de ajudas para se impor na vida. Fez por si. Hoje esse rapaz do orfanato, que certamente fez amigos brancos na mesma instituição que o formou e o formou bem, através de técnicos competentes e esmerados, sem pai nem mãe de sexos diferentes... ou de sexos iguais, é reconhecido por todos, é um símbolo de Portugal um pouco como o Eusébio também fora antes dele e nós gostamos muito deste rapaz e o prestigiamos. Essa é, essencialmente, a diferença.

* No inglês preto significa “black” e «“nigger” é um insulto racial, geralmente direcionado a pessoas negras. O insulto provavelmente surgiu no século XVIII como uma derivação da palavra negro da língua espanhola e da língua portuguesa, descendendo do adjetivo em latim niger, que significa negro».

In Pilgrim, David (setembro de 2001). «Nigger and Caricatures». Ferris State University. Consultado em 15 de janeiro de 2019.


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quarta-feira, 6 de maio de 2020

O NOVO SISTEMA DE SAÚDE PORTUGUÊS

Mens sana in corpore sano

Portugal deve adotar um sistema de política de Saúde completamente inovador, absolutamente diferente do atual. Esta é uma mudança de paradigma que, necessariamente, carecerá de coragem, de um período de transição e, sobretudo, de determinação política para enfrentar os poderosos lóbis das farmacêuticas.

Assim, o Primeiro Ministro português que reunir aquelas características e tomar essa histórica decisão, saberá que esse novo Sistema assentará em 3 pilares de investimento público e privado:

1.º) Política maximizada de Desporto/atividades físicas;

2.º) Apoio digno e igualitário às medicinas alternativas, integrativas e complementares (que na Inglaterra, in casu, a homeopatia, começou a ser comparticipada, tendo sido iniciada e usada pela mulher mais poderosa do planeta à data, a própria Rainha Vitória...);

3.º) A medicina convencional ter um cariz mais preventivo, especial e nomeadamente do prisma alimentar e do apoio psicológico.

O que este Novo Sistema nunca poderá descurar é em faltar com cuidados médicos para com aqueles que têm muito fracos recursos económicos. Mas isso é fácil resolver com os mesmos pilares já referidos, bastando ver, seriamente, as folhas de IRS dos utentes requerentes. Quanto aos demais, os que têm recursos, preconizo uma estruturação bem definida para eles, tendo-a, oportunamente, expressa, mas que neste contexto revela-se secundário falar novamente.

O atual SNS (que a Ministra já declarou insuficiente para o pós surto), que inicialmente começou por ser um sistema giro, criado pelo advogado António Arnaut, porquanto era limitado ao essencial e aos recursos financeiros existentes. Contudo, pouco durou para que o predito Sistema, por conveniência política e votos fáceis, engordasse a tal ponto de se tornar inexequível, pois hoje, com ele, tanto é possível, às custas dos meus impostos, exterminar um feto, como retirar uma ceratose de 3mm da ponta do nariz.

Por fim, e curiosamente, para sustentar os aludidos lóbis farmacêuticos, o nosso atual Regime de esquerda (incluindo BE e PCP), não sei se propositadamente ou por absoluta ignorância... acabam por contribuir, e muito, para a sustentação, neste formato, para a rebustez do ultra capitalismo que suga milhões do povo português para, através de empréstimos, ir aguentando, tapando buracos aqui e acolá, do colapsado SNS.


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domingo, 12 de abril de 2020

DESPORTO COMO MEIO DE PROTEÇÃO

Republico o artigo que escrevi, a 3/4/2020, quando a França, em situação bem pior que a nossa, na sua renovação do seu estado de emergência, manteve a atividade física como fulcral, à semelhança de Portugal Continental na 1.ª prorrogação. A médio ou a longo prazo, o confinamento pode trazer outras doenças ainda piores que a COVID. Tenham a certeza disso.

O Governo Regional tem de cumprir a lei nacional e introduzir, nas eventuais novas medidas de contingência, a atividade física nos termos do Decreto de execução do Decreto do PR.

Além disso, os agentes de autoridade, que pertencem à Administração Central, devem obedecer a um Decreto de Execução Presidencial, "aplicável a todo o território nacional" OU a uma Resolução do Conselho do Governo Regional? Quem está ilegal: aquele que que corre, pela sua saúde, em São Miguel OU antes os agentes que não estão aplicar uma lei que devem cumprir primeiramente? 

«DESPORTO COMO MEIO DE PROTEÇÃO 

No conjunto das medidas de contingência que o Governo Regional tomou, por via de uma Resolução do Conselho do Governo (a n.º 94/2020, publicada hoje), considero, genericamente, corretas e consentâneas.

Porém, há um aspeto que peca pela sua inexistência e, assim, por contrariar uma lógica de reforço do próprio princípio de defesa da comunidade e, em particular, do organismo de cada um, as ditas resistências, contra "o" ou "qualquer" vírus: a actividade física/desporto, em especial a/o cardio.

Além disso, o Decreto n.º 2-B/2020, de 2 de abril, que regulamenta a prorrogação do estado de emergência decretado pelo Presidente da República, "aplicável a todo o território nacional" (artigo 2.º), refere expressamente que "os cidadãos (...) podem circular em espaços e vias públicas (...)" para deslocações "(...) de curta duração para efeitos de atividade física, sendo proibido o exercício de atividade física coletiva" (vide alínea d) do n.º 2 do artigo 4.º do mesmo diploma). Acresce, que no rol de saídas é mais abrangente e amplamente mais pro Economia. 

Em França, com um caso muito mais preocupante que o nosso da doença COVID-19, na reavaliação do seu respetivo estado de emergência, esse aspeto foi salvaguardado e mantido como algo importante pelos especialistas, destacando os da medicina, e conselheiros do Presidente Macron. 

Entendo, salvo outra opinião, que todos os desportos e atividades físicas ao ar livre, em zonas arborizadas (aspeto que felizmente ainda abunda em São Miguel), que respeitem as distâncias uns dos outros e não excedam uma hora de prática diária, devem ser retomado(a)s urgentemente a bem da saúde dos açorianos e, em especial, dos micaelenses.»

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segunda-feira, 14 de maio de 2018

Inspiração na derrota


Os dois jogos mais inspiradores e motivadores para mim até hoje foram, curiosamente, duas derrotas, duas derrotas daqueles que queria que ganhassem.

1.ª) Final de Wimbledon de 1990 – Edberg vs Becker 6/2, 6/2, 3/6, 3/6 e 6/4;

2.ª) 4.ª ronda de Wimbledon 2017 – Muller vs Nadal 6/3, 6/4, 3/6, 4/6, 15/13.

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sábado, 4 de novembro de 2017

Política de Saúde

Com uma verdadeira política de Saúde, mui provavelmente de antecipação e inserida numa cultura de boas práticas, evitava-se o gasto de milhões do Orçamento do Estado, da respetiva pasta, em agentes de pressão como os do domínio dos fármacos, dos fornecedores do setor hospitalar, etc, bem como invertia-se a generalizada consciencialização que aqueles, erradamente, consubstanciam o tal conceito de um (esgotado) direito adquirido...

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sexta-feira, 23 de junho de 2017

Ganhar onde nos dizem que não tens hipóteses sequer de imaginar ganhar

Nesta fase atual do ténis sempre gostei mais do Nadal por um motivo simples:

--» Não sendo perfeito, ganhou mais àquele que é considerado perfeito.
Não sendo um virtuoso, foi buscar forças e armas onde elas não existiam de modo a ganhar mais vezes ao virtuoso dos virtuosos.

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terça-feira, 5 de abril de 2016

Retive esta frase de Cruijff

«O maior legado é o estilo.»

In "E - Revista do Expresso", edição 2265, de 25-3-2016, página 48.
 
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domingo, 10 de janeiro de 2016

Recuperações

O Sporting recuperou, recente e brilhantemente, o ciclismo. Depois de Setúbal, arrisca-se a recuperar também o ténis (6-0).

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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Serenamente

Iniciou-se esta semana, em N.Y., o US Open 2015.

Eis a grande questão que se coloca: conseguirá a Srta. Williams, de forma SERENA, o tão desejado Grand Slam?

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segunda-feira, 8 de junho de 2015

10

Afinal a perfeição existe...?

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sábado, 18 de abril de 2015

Sempre ao colo

Não era precisa a campanha, pois toda a gente sabia que ia ser ao "colinho".

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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Às armas

Começo a achar que este Sporting já possui a arma mais poderosa que se pode ter em jogo: alegria!

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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

15 - Love

"To a tennis player, love means nothing".

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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Também o desporto um cimeiro exemplo


Filipe VI foi proclamado Rei de Espanha, numa cerimónia discreta, no passado mês de Junho, na casa da democracia - o Parlamento espanhol. Iniciou funções com o seu País envolto num processo complexo em diversos domínios. Não obstante isso, arregaçou as mangas e, num controlo apertado sobre o exercício dos cargos públicos e privados da própria Família Real, e de modo a que não subsistam quaisquer dúvidas de favorecimento àquela, não tem parado de implementar medidas para que a transparência seja o mote do exemplo, nomeadamente determinando uma auditoria externa e pública às contas da Zarzuela no próximo ano. Em Dezembro, serão anunciadas outras medidas. É, assim, neste trilho, que o exemplo já alcançou os próprios espanhóis e até a comunidade internacional, que recebeu com agrado tais decisões.
O preparado Rei de hoje foi, outrora, também, um príncipe que, desde a nascença, esteve em constante preparo e formação. Um desses elementos de preparo foi precisamente o desporto. Apoiante e adepto do desporto, sempre esteve próximo dos atletas espanhóis nos momentos chave das suas carreiras, conforme é exemplo a sua presença na final de Wimbledon de 2008, aquando do primeiro título de Nadal nos Campeonatos ingleses. Também Filipe de Bourbon foi membro da equipa olímpica de Vela na classe Soling, tendo o ponto alto dessa sua valência, e também de exemplo à juventude espanhola, ocorrido quando foi porta-bandeira de Espanha nos Jogos Olímpicos de Barcelona em 1992, terminando em sexto lugar. 
Todavia, antes de Filipe VI, em Portugal, D. Carlos I, um monarca completíssimo, também foi responsável, entre algumas modalidades desportivas, mormente o futebol, pelo incentivo à prática e desenvolvimento do ténis no nosso País. 
Ficou para a memória da modalidade a visita régia, em 1901, de D. Carlos I à Ilha da Madeira, especificamente à Quinta do Palheiro, onde o ténis foi muito praticado. Também no ‘Sporting Club de Cascaes’, era habitual a distribuição de prémios pelo Rei aos vencedores de torneios organizados naquele clube.
Tal como D. Carlos, também seu filho e sucessor, D. Manuel II, era um interessado na modalidade, havendo inúmeros registos da sua ida a eventos de ténis, mesmo aquando do seu exílio forçado em Inglaterra. Curiosamente existem vídeos que evidenciam isso mesmo. D. Manuel foi também um exemplar praticante de esgrima, esse desporto tão interessante e que ainda tem muito por onde crescer no nosso País.
Como se demonstra, a polivalência era mote na Casa Real Portuguesa, sendo que o desporto, tal como outras áreas, entre as quais a pintura, a ciência, a literatura, a estratégia, etc, eram cultivadas para assim comporem o estatuto e a qualidade de um Chefe de Estado mas, acima de tudo, servirem de (bom) exemplo aos portugueses num tipo de filosofia que se formava no ponto mais cimeiro das instituições.

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Espanholizar

Até à presente época 2014/2015, nuestros hermanos eram os espanhóis ...agora é o plantel do FCP!

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sábado, 9 de agosto de 2014

Putos e muita TV

Eu - Ouvi dizer que gostas muito de boxe.

Puto - Sim.

Eu - Qual é o teu boxeur favorito, Muhammad Ali, Sugar Ray Robinson, Joe Louis, Joe Frazier, George Foreman, Lennox Lewis, Evander Holyfield, Mike Tyson?

Puto - O Rocky!

Eu - O Marciano?

Puto - Não, o Balboa!

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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Sporting com jazz

No primeiro dia emissão da Sporting TV, na 'Gala Honoris Sporting', vi um momento musical com Jazz. Somos de facto diferentes.

Que bom que é ser deste Clube.

Post Scriptum: Até ver a transmissão é gratuita nos cabos, o que me parece correcto. Entretanto, e mutatis mutandis, mantenho integralmente isto.

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segunda-feira, 7 de julho de 2014

A ler...

...sobre Paulo Bento e sem descurar disto.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)