Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

domingo, 28 de fevereiro de 2010

editor 69



Post Scriptum: Apenas um senão, é do SLB...
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Os melhores comerciais do momento são...

...da Compal pela defesa das Quintas das Ameixas ( a Fresca, da D. Maria, e a Doce).
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Reflexão-Síntese: A incongruência dos católicos "republicanos"...

É de respeitar e compreender que um seguidor da esquerda (comunista ou socialista), da maçonaria, do jacobinismo, do ateísmo ou do agnosticismo defenda o republicanismo, e que não aceite ou compreenda a Monarquia como sistema. Porém já não se compreende a mesma razão e conclusão para os que se dizem cristãos e católicos, atendendo aos seguintes aspectos:

1.º) Se acreditam que Cristo é divino e Filho de Deus, descendente terreno directo do Rei David por via de São José, sendo Soberano de todos nós, e Sua Mãe Rainha de Portugal e do mundo, então está-lhes subjacente, inconsciente ou conscientemente, o seguimento efectivo de um principio hierárquico não electivo, tal qual ao da Monarquia;

2.º) Em coerência não deveriam seguir o modelo republicano português, pois o mesmo é de base maçónica e jacobina (de cariz francês), aliás conforme é sobejamente sabido, sendo que a sua origem basilar, i.e. a I república, onde ele se manifestou no seu estado mais puro (ou verdadeiro se preferirem...), era anti clerical e contra qualquer credo, sendo facto que a Igreja Católica, entre 1910 e 1926, foi ferozmente perseguida pela republicanismo. Ao contrário disso, a Monarquia Constitucional portuguesa, sempre mostrou abertura à liberdade em geral e de crença de cada um em especial.

Ser monárquico é ser católico, e ser católico é ser coerentemente monárquico!
Foto - Ela demonstra a numeração que, no período originário da nossa república (a mesma que comemora 100 anos em 2010), era concretizada nos sacerdotes católicos, in casu foi atribuído o número 33, bem como a famosa "medição de cabeças clericais" para provar as semelhanças fisionómicas entre os padres e os criminosos de delito comum.
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

«Sabre, a predilecção de D. Carlos...»

«E foi por essa altura que o Tiro e Sport traçou assim retrato ao rei que por lá passava, amiúde, no seu frenesim de "sportman": "Sua Majestade El-Rei D. Carlos cultiva desde os sete anos a esgrima, tendo sido seus professores, primeiro o célebre professor francês Henri Petit, seguindo-se-lhe Luís Monteiro e António Martins. Tem sido com este último professor com quem durante maior lapso de tempo tem trabalhado Sua Majestade e o mestre não se cansa de tecer elogios às excelentes qualidades que Sua Majestade possui como esgrimista.


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The Ghost Writer

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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Dito por Ricardo Araújo Pereira à Visão…


Comentário – Resposta: Existe! É o futuro Rei de Portugal.

Fonte - Visão
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Artur Santos Silva e os interesses de família...

Artur Santos Silva (ASS), presidente da Comissão para as Comemorações do Centenário da República, bisneto, neto e filho de republicanos e, ainda, Presidente (não-executivo) do BPI, afirmou ontem isto:


Comentário – Senhor ASS, quando se refere aos interesses de uma família, julgo referir-se Àquela que pôs a vida (literalmente) ao serviço de Portugal. Quando se refere à Dita família, deve referir-se Àquela que durante 8 séculos manteve Portugal, factual, comparativa e objectivamente melhor que no pós 5/10/1910?!

Quando se refere à Monarquia, não se deve estar a referir a países como a Noruega, o Canadá, a Austrália, os Países Baixos, a Suécia, o Japão, a Dinamarca, a Inglaterra, a Espanha (…são precisos mais ?), que por sinal estão nos lugares cimeiros dos países mais desenvolvidos em Índice de Desenvolvimento Humano (dados anuais das Nações Unidas) e que, por coincidência, estão todos circunscritos aos “interesses de uma família”, mas que para azar deles…são menos “evoluídos” que o nosso Portugal republicano.

E os interesses dos portugueses…? Quais interesses ?! Os interesses de quando iam às urnas, na democracia constitucional em Monarquia, e votavam maioritariamente nos partidos assentes nela (93% contra 7% do partido republicano) contribuindo para um sistema estável ?! Estabilidade essa que, por incapacidade democrática sufragada, levou um grupo (restrito) de assassinos, rebeldes e revolucionários, nos interesses da maçonaria (e do ‘seu’ Positivismo), e contra os interesses maioritários dos cidadãos (ainda hoje não referendáveis), a imporem-nos uma república ? São esses os interesses senhor ASS…?!

Sabe, embora açoriano, não tenho orgulho em Teófilo Braga, tenho mesmo vergonha por um aspecto simples: que o seu nome seja indissociável da implantação da república. Açorianos de relevo (e «exemplos» para os meus filhos) foram um Ernesto Rodolpho Hintze Ribeiro, a quem se devem importantes reformas, algumas das quais ainda perduram, tais como as autonomias insulares (1895) ou um Gil Mont'Alverne de Sequeira, um dos mais influentes paladinos do “Primeiro Movimento Autonómico dos Açores”, do qual resultou a primeira Autonomia dos Açores. Para eles o Azul e Branco era sinónimo de Portugal e de Autonomia Insular (daí a bandeira dos Açores, e bem, se manter fiel à real bandeira portuguesa).

Previamente ao período de 1910 a 1974, a nossa Monarquia havia trazido mais progresso que a (sempre) impreparada república e o seu centralismo. Sabia que ainda hoje não há um Tribunal da Relação nos Açores, mas no reinado de D. Miguel I (…imagine-se) houve e que o mesmo acabou com a entrada da I república?! Sabia disso?!

Mas Autonomia dos arquipélagos foi apenas um exemplo. Quem diz este, diz muitos outros: primeiro País a abolir a pena de morte (D. Maria II – D. Luís I); oposição à escravidão; uma maior amplitude do direito de voto (reduzida na I república), etc. Estes eram estruturados e valorados progressos civilizacionais, exemplos reconhecidos no estrangeiro (foram os republicanos franceses que, em manchete, disseram sobre D. Carlos no dia 02/02/1908: «Morreu o Rei mais culto da Europa») e não os “assassinatos às 10 semanas”, ou os “casamentos gays”, etc, que são bandeiras na nossa república, mas que na realidade são questões menores e areia atirada para os olhos dos portugueses para esconder os verdadeiros problemas da Nação (economia, emprego, etc). Mas sabe qual é o maior problema de todos eles? É que nós “compramos” toda essa "música", o que nos torna co-responsáveis pelo afundar de Portugal…

A título de conclusão, se calhar os tais interesses, da Tal família, afinal eram dedicar-se aos portugueses, como outras “famílias” por cá hoje não fazem…

Fonte - ionline
Foto - Pedro Granadeiro
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

100 anos de república: comemorações. Mas...comemorar o quê ?!

Mas para que servem todas estas iniciativas das comemorações dos 100 anos da república, em especial, ou particularizando, as exposições de fotografia ? Que fazemos nessas exposições? Ver os portugueses que foram levados para as trincheiras para morrer, apenas para que a embrionária república de Afonso Costa se pudesse mostrar e pavonear perante o Mundo? Ver fotos de um Portugal novamente empobrecido, contrariando o trabalho de recuperação encetado por D. Carlos a partir de 1891, e que, com a ida para a guerra, aproveitou para matar (literalmente) as "angústias" de muitos concidadãos nossos? Coitados dos “joguetes” às mãos daqueles revolucionários assassinos…

Festejamos 100 anos de quê ? 16 anos de I república fratricida, de caos e labregos nas proximidades do poder? 48 de Ditadura, falta de liberdade, atraso, etc ? Ou serão 36 anos de Casas Pias, Freeports, Faces Ocultas, de uma péssima Justiça, de uma péssima economia, etc...?

À parte do bom Portugal constitucional que tivemos antes de 1910, particularmente sinónimo de progresso em direitos humanos (reinados de D. Maria II, de D. Luís I, etc), à parte do prestígio de um D. Carlos, à parte dos países mais desenvolvidos do mundo em Índice de Desenvolvimento Humano serem monarquias, digam o que temos a festejar (de 100 anos à escolha), para que possamos ir à exposições que são recomendadas...?!


Nota - O presente post foi adaptado, mediante autorização prévia, de um texto/comentário elaborado por um amigo aqui do Incúria. 
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

domingo, 21 de fevereiro de 2010

2000 visitantes...!


O blogue A Incúria da Loja agradece, reconhecidamente, a todos aqueles que ao longo destes 7  meses o têm visitado e, sobretudo, participado nele, sendo que o n.º 1000 foi atingido há, sensivelmente, 3 meses atrás. Tão elevado número em tão escasso tempo de existência, o significado é motivo de honra, regozijo e de motivação para aperfeiçoamento. 
O Incúria espera ter tido, até ao presente momento, uma prestação útil para revisitar a democracia e, assim, consequentemente, contribuir para o aprofundamento do seu conceito em Portugal.

Bem-hajam todos aqueles que querem um futuro melhor.
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1891: Caso resolvido e encerrado!

Face à actual crise, e de acordo com alguns dos maiores especialistas em Economia, o FMI não é um cenário improvável para Portugal.

De acordo com o caderno “Economia & Negócios” do semanário Sol: «A última vez que o país entrou em bancarrota foi em 1891. Endividado, falhou pagamentos ao exterior e ficou uma década sem financiamento.»*

Porém, e já naquela altura, operativamente, foi o Governo que, incumbido de resolver o problema, assim o fez e…resolveu-o. Apenas uma diferença para hoje. À data, e dentro das suas limitações constitucionais, e não menos avisado da ferocidade das reacções republicanas, a iniciativa parte do chefe de Estado que, ciente dos problemas (e dos [seus] riscos), não perdeu tempo em ajudar o seu povo…e conseguiu. Consegui resolver o problema (externo) do endividamento. Para que fique bem claro: resolveu-o e foi exactamente assim! Devemos isso a D. Carlos I.

Como curiosidade, dois membros fundamentais nessa resolução, com os inerentes sacrifícios para os portugueses, dizendo a bem da verdade, foram, respectivamente, o bisavô de Manuela Ferreira Leite (PSD) e de Dias Ferreira (Advogado e Presidente da AG do SCP) – José Dias Ferreira enquanto Chefe do Governo empossado por El-Rey – e o tio-bisavô de Guilherme d’Oliveira Martins (PS) – Oliveira Martins enquanto Ministro da Fazenda. Com estes Homens, o País, por si só, com esforço, consegui recuperar a sua credibilidade financeira com o mundo. Não havia União Europeia, nem fundos internacionais como hoje existem. O que houve foi uma I república assassina que estragou todo o esforço conseguido pelo Rei, que atirou famílias inteiras de portugueses para o ambiente de morte, com a irresponsável e desnecessária incursão da I Grande Guerra, apenas para o recém instalado regime se mostrar internacionalmente. O corolário dessas políticas foi o surgimento da Ditadura (II república) que, em prejuízo da liberdade, teve de proteger, numa primeira fase, os portugueses das “desavenças fratricidas” dos revolucionários da I república e, numa segunda, recuperar as contas novamente.

Concluindo, o pior é saber que até hoje vivemos na “descendência” daqueles aberrantes regimes republicanos e não há um Presidente da actual república que abra democraticamente as portas ao referendo sobre o sistema de chefia de Estado, como em qualquer Estado desenvolvido, e, assim, reconcilie, dentro do possível, a Historia. Este homem, pela coragem e pelo discernimento hitórico-político ganharia lugar de elevadíssimo relevo na memória colectiva de todos e para todo o sempre português. Seu nome será Nobre

* Semanário Sol, de 12 de Fevereiro, Economia & Negócios, páginas 2 – 3.
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Monarquia portuguesa: 100 anos também vantajosos

A propaganda do século XX foi a pior arma alguma vez usada contra as Monarquias. Algumas foram feridas de morte, outras vão sendo de forma paulatina, metódica e sincopada como um abutre que vai mordiscando uma vítima que vagueia com dificuldades num deserto árido.

A Monarquia portuguesa não passou (tirando uns escassos 10 anos) pelo século XX.

A Família Real Portuguesa era equilibrada e respeitada… interna e externamente. Prova disso eram os sobrenomes que, à parte do portuguesíssimo Bragança, transportavam, por exemplo, um Rei D. Pedro V, um Rei D. Carlos ou um Rei D. Manuel II: Bourbon, Saxe Coburg Gotha, Sabóia, etc. Todos os Estados, aquando da Monarquia, gostavam de "casar" com Portugal, o que depois se reflectia, por mera inerência, nos sobrenomes aludidos. Saliente-se que não está em causa a pompa daqueles, mas sim os laços de confiança entre Estados que eles traduziam…

Por isso, pode ser dito, de certa forma, que este processo cariz destrutivo, nascido no século XX, que vai atingindo, especialmente e ainda hoje, as famílias Reais Inglesa e Espanhola, não atingiu a portuguesa…e ainda bem.

Por isso, e de certo modo, este período de interregno (ou de suspensão se preferirem), é vantajoso e de valia à presente Casa Real Portuguesa, pois estes últimos cem anos de distorção regimental em Portugal, foram da maior importância para sedimentar, perceber e rejuvenescer o enquadramento a dar ao modus operandi que deve seguir a futura Monarquia lusa. A nossa Família Real por não ter passado pelo século XX, foi salvaguardada e levada a perceber, com a tranquilidade que outras (provavelmente) não tiveram, como são os novos tempos e o querem e precisam hoje os portugueses de um chefe de Estado.
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Düss El Dwarf já estiveste em Düsseldorf ?

Konigsallee em Düsseldorf, Alemanha
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«Com que Direito»

«As perguntas que o povo nunca faz…
Com que direito uma geração (a de 1910), propôs para todo o sempre um regime político, sem nunca perguntar ao povo?

Com que direito e legitimidade é que promoveram e tornaram com carácter de perpetuidade a República?
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Mas porquê aquele quadro ainda ?!

Estavam a fechar os trabalhos da Comissão de Ética, na Assembleia da república (AR), sobre o alegado plano do Governo para controlar a comunicação social, quando o Canal Parlamento, por intermédio do seu realizador, decide fazer uns (interessantes) planos de pormenores escultóricos e alguns pictóricos constantes daquele local de democracia. Numa dessas passagens de realização, aparece um grande plano do Escudo Real de Portugal, em talha dourada, no cimo da moldura do enorme quadro de El-Rey D. Luís I, pintado por José Rodrigues, numa das zonas mais nobres do Parlamento.

Entretanto, veio isto à memória (ver especialmente de 4m36s a 6m03s):

Neste contexto, e por maioria de razão (pura lógica...portanto), formulam-se as questões: Mas então qual o porquê daquele quadro ainda se encontrar num ponto nobre da AR? Porquê os símbolos alusivos à Monarquia? Mas hoje não é um todo republicano?! Porque não recorrem aos seus próprios símbolos...se os têm? Não foi a Assembleia submetida a obras profundas, após 1910, para "limpar" todo o passado que, ao contrário dos últimos 100 anos, nada deu a Portugal?! 
Porquê, porquê?! Porquê manter o quadro de D. Luís em destaque? Para lembrar a coesão entre os portugueses?  Segundo o pensamento republicano, não será certamente... 
Coerência é o que tem vindo a faltar a Portugal...



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Terra Nova

Pela Dom Quixote


















Anthony de Sá - «A voz de uma comunidade silenciosa»
Artigo Ípsilon, de12/02/2010, por Alexandra Prado Coelho, páginas 12-13.

Nota - Diz que alguém com dinheiro pondera produzir o filme...
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New Release: Soviet Funk (Volume Two)



Source - Secret Stash Records
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António Sardinha - «Referência incontornável para os monárquicos que recusaram condescender com o salazarismo»


Comentário - Um homem que, apesar de tudo, percebeu o problema...logo após 05/10/1910. Mas acima de tudo um anti-salazarista e anti-iberista.

FonteWikipédia
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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Ella Fitzgerald . "It don't mean a thing" (1974)

Em dia de Carnaval um pouco de descrição...e génio.

Nota - Este post é dedicado ao ZB!
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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Top 5 (and 36) Chefes de Estado no Incúria...

1.º) D. João II

2.º) D. Afonso I

3.º) D. João I

4.º) D. Pedro V

5.º) D. Miguel I

(...)

36.º) Ramalho Eanes (1.º presidente da república a constar desta lista)


(...)

Nota: Votem neste post, via comentário, no V. chefe de Estado português preferido.
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domingo, 7 de fevereiro de 2010

"Ultimatum Futurista" | Mutatis mutandis ao século XXI

«(...) É preciso criar a pátria portuguesa do século XX.
Para criar a pátria portuguesa do séc. XX 
não são necessárias fórmulas nem teorias;
Se sois homens sede Homens,
Se sois mulheres sede Mulheres da vossa época.
Vós, ó portugueses da minha geração,
que, como eu, não tendes culpa nenhuma
de serdes portugueses (...)
Gritai nas razões das vossas experiências 
que tendes direito a uma pátria civilizada.
O povo completo será aquele que tiver reunido
no seu máximo todas as qualidades
e todos os defeitos.
Coragem, Portugueses,
só vos faltam as qualidades.»

José de Almada Negreiros, "Ultimatum Futurista", Lisboa, Dezembro de 1917.
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sábado, 6 de fevereiro de 2010

Nunca esquecer que em 99/00 a força vitoriosa veio das "redes"...


Após 18 anos fomos campeões com o ânimo, a força, a determinação inspiradora e a liderança de Peter Schmeichel. Naquela época ficou demonstrado que um guarda-redes não é o elo menos determinante do 11, e antes um elemento muitíssimo importante na/para equipe.

Nessa lógica, não seria altura de este senhor ir "ao banco" por uns tempos ? Senão vejamos:

Por outro lado, não estará na altura de começar a ponderar dar, para o ano, uma oportunidade a este jogador do SCP?
 
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iPad


Apple
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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Fotografia: gare 3 | escadas | Reichstag 2 por Luisa Jácome Corrêa

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"O Cérebro e a Vontade - Actualizações em Dependências"

A Unidade de Desabituação de Coimbra promoveu, no Auditório da Fundação Bissaya Barreto, um encontro científico contextualizado numa melhor e mais aprofundada compreensão das estruturas que sustentam os mecanismos das adições, quer ao nível neurobiológico, quer sócio-cultural.

Comentário - Para quem nasceu no ano da revolução de Abril e vem assistindo, em seu redor, ao sincopado e crescente impregnar deste malefício no tecido juvenil, é de relevante importância o conteúdo desta oportuna iniciativa no (cada vez mais desditoso) contexto sócio familiar português.

Fonte - Córtex Frontal
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Só de pensar que este homem podia ter ligações à Família Real...


Sinopse - "Joaquim Teófilo Braga nasceu em Ponta Delgada, a 24 de Fevereiro de 1843, filho de Joaquim Manuel Fernandes Braga, provavelmente bisneto de um dos "meninos de Palhavã", (os célebres três filhos bastardos do rei D. João V, cada um de sua mãe, que o monarca viria a perfilhar e educar) e de Maria José da Câmara e Albuquerque, da ilha de Santa Maria, também descendente das mais nobres linhagens portuguesas, que o genealogista Ferreira Serpa faz retroceder a D. Urraca do início da nacionalidade. É uma ironia do destino este republicano, laico e anti-monárquico ter uma tal descendência, que muitos aristocratas não enjeitariam poder ostentar." (sombreado nosso)

Fonte - O Leme

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Reflexão-Síntese: o empréstimo monárquico à república

A mentalidade regimental monárquica que predominou até 05-10-1910, era tão mais sadia e aberta (colectivamente) que, mesmo após implantada a I república (1910 – 1926), ainda prevaleceu para além da aludida data. Os quase 800 anos de abertura colectiva alicerçada no Rei, e das enumeras partilhas intra e inter nacionais, ainda transpuseram algumas fagulhas, dessa anterior chama, para a embrionária república, tendo se materializado, objectivamente, na eleição de dois açorianos na alta chefia do Estado. Concretamente na eleição do 1.º Presidente Manuel de Arriaga (oriundo de famílias aristocráticas) e do 2.º Teófilo Braga (também descendente das mais nobres linhagens portuguesas).
Hoje, passados quase 100 anos, e desde de 1926, não há memória de sequer um PR do Norte (e mesmo um PM ?!)…quanto mais originário dos arquipélagos…!

E, entretanto, o abismo continua mais fundo…
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Solidariedade urbano - minimalista...

...em plena rua ?
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Invictus

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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Comentário espirituoso do dia...

A Amália d' ontem é melhor que a de hoje.
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2010: And the nominees are...

Watch live streaming video from academyawards at livestream.com
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Comunicado de S.A.R. Dom Duarte de Bragança acerca da petição sobre uma Convenção Monárquica

Sua Alteza Real ajuizou bem a matéria.
Confirmou-se o que foi dito, via comentário, por um (verdadeiro) monárquico...dos maiores conhecidos neste blogue.

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Avaliado por historiadores e especialistas…

«República não é essencial à Autonomia»
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Pelo menos algum decoro...

Alguém alerte o "secretariado" do SLB para a "bandeirada"!

1 - Hulk (FCP)

2 - Sapunaru (FCP)



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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

01/02/2010: Prédica pelo Prof. Ary Portocarrero de Almada

Publicação por Maria Augusta Menezes:

«(...)
1. Introdução. Começa o ano civil com a comemoração do Dia Mundial da Paz,
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Fotografia: Hidden Girls | Real and Ephemeral por Filipe Franco

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Jean Simmons (1929-2010)

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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Afinal a origem da nossa república foi mesmo uma "farra" e contou com a intervenção de "camelos"...

...e descobriu-se que não era em sentido figurado!
A sociedade secreta dos makavenkos

Curiosidades:

«Os makavenkos (...), reuniam-se numa cave (a fazer sabe-se lá o quê*) para transformar as noites numa farra, ao mesmo tempo que contribuíam com prazer para a centenária revolução republicana.» (sombreado nosso)

«Na casa da metrópole, os trabalhos revolucionários - assim se lia nas convocatórias escritas pelo punho do advogado e gão-mestre adjunto da Maçonaria (...uff nome comprido este!*) José de Castro - nunca se devem ter realizado numa sexta-feira, dia reservado às makavenkadas, nem tão-pouco à terças, em que as noites talvez ainda estivem ocupadas pela Academia Real dos Camelos, uma subdivisão do clube presidida pelo ex-padre e republicano João Bonança, transformando-se uma das salas a preceito, com panos de Arraz a tapar as paredes e, nos lambrins, desenhos alusivos a caravanas no deserto, para que os discursos pós-refeição estivessem bem enquadrados.» (sombreado nosso)


Fonte - Idem, páginas 58 - 62. 
*Notas - Acrescentos nossos.
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Concluído pela "aristocracia" republicana...

Artur Santos Silva (ASS), presidente da Comissão para as Comemorações do Centenário da República, bisneto, neto e filho de republicanos e, ainda, Presidente (não-executivo) do BPI, que votou um vez em Ramalho Eanes, duas em Soares e duas em Jorge Sampaio, afirmou que: «Temos estado muito bem servidos de PR». Para logo de seguida concluir: «O que falhou muitas vezes foi uma maior estabilidade governativa, não termos tido governos que cumprissem mandatos, em contraponto com a Espanha»

Comentário - Pois a culpa é dos governos! Em primeiro lugar, e para quem não souber, Espanha é uma Monarquia Constitucional. Lá, por princípio, o Chefe de Estado não interfere com a governação. Além disso, e em segundo lugar, tirando a colossal resistência que o Prof. Cavaco Silva teve de exercer relativamente à pressão soarista (não fossem as suas maiorias absolutas os pilares últimos), destes três Presidentes da república, agraciados pelos votos de ASS, houve algum que não desse uma (ligeira) ajuda à "falha" na estabilidade governativa com dissoluções da Assembleia?

Fonte - Revista Única de 30 de Janeiro de 2010, páginas 22 a 30.
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"Take 2" (4...perfection)

E-x-c-e-l-ê-n-c-i-a:

«Silêncio (Take 2)

"Gostava de parar de pensar, para não pensar em ti. De ser incapaz de desejar, para não te desejar; de não querer, para não querer ter-te. Gostava de parar em ti, para me sentir - como sentia, quando parava em ti. Em vez disso, sinto o silêncio que toma o espaço entre nós. Já devias conhecer-me: respeito todos os silêncios, até o nosso, se é já só isso o que sobra de nós." Adormecerei sem ti.»

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1 de Fevereiro: Para sempre na memória…

Hoje passam 102 anos sobre o acontecimento mais triste da História de Portugal, que sob uma veste cobarde tirou a vida a um pai e um filho. Naquela altura já se vivia em plena democracia, uma das mais estruturadas da Europa e o povo revia-se e gostava do seu Chefe de Estado. Votava-se maioritariamente nos partidos daquele sistema político…os monárquicos.

Contudo, isso não foi suficiente e impeditivo para que os republicanos, de forma criminosa e cruel, acabassem, pela força das armas, por impor um regime que ainda hoje perdura e não é dado à pronúncia dos cidadãos. Haja vergonha para tanta incongruência…

Nestas imagens, as que possuem mais de cem anos (que não foi há muito tempo diga-se), vemos os dois membros da Família Real Portuguesa que haviam de ser barbaramente mortos. Nas fotos mais recentes vêm-se os seus (exactos) congéneres do nosso país vizinho. Apesar daqueles citados anos de intervalo, estruturalmente vêem alguma diferença? Francamente não vemos! Sinta-se, pois, o que aconteceu (com as necessárias adaptações) naquele malfadado dia 1 de Fevereiro…

Fica a eterna homenagem a D. Carlos, o Rei mais culto da Europa naquela altura, e ao distinto e mui nobre Príncipe Real D. Luís Filipe, que jurou por a sua vida à defesa de seu pai e...não traiu o seu juramento.

Vivam os Reis de Portugal e uma nova e moderna Monarquia para reeditar o ânimo do País!
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!