sexta-feira, 22 de novembro de 2019
Aqueles que tornam Portugal um País parolo
quarta-feira, 1 de maio de 2019
Produtividade / Hora
Natalidade e coexistència
sexta-feira, 12 de outubro de 2018
Ainda o legado da Monarquia
sábado, 4 de novembro de 2017
Desconhecer as comodidades...
sábado, 4 de março de 2017
Indiscutível
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017
Focagem
sábado, 3 de dezembro de 2016
Sempre pensei que terrorismo derivava de terror…
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
Alguma esperança
No caso do nacional socialismo alemão foi mesmo assim
sábado, 1 de outubro de 2016
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
Pseudo Melhorias
sábado, 6 de agosto de 2016
Isso num País em que as vacas voam e os cravos bem como os subsídios caiem do céu…
terça-feira, 8 de março de 2016
Feia
Resposta: “Matou. Agora só com autorização prévia e assinatura reconhecida. Criminalizar é uma idiotice de gente feia, às vezes mesmo muito feia”.
Jaime Milheiro, um dos mais reconhecidos psicanalistas do País, em entrevista a Inês Maria Meneses para a ‘E - A Revista do Expresso’, edição 2257, de 30 de janeiro de 2016, pág. 105.
Pontos de Vista
Resposta: «Ter a sorte de chegar a casa dela e vê-la a procurar uma conta do terço castanho no chão castanho…encontrar a conta e consertar-lhe o terço.»
Ivo Canelas, actor, em entrevista a Inês Maria Meneses para a ‘E - A Revista do Expresso’, edição 2258, de 6 de Fevereiro de 2016, pág. 105.
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
Onde foram desencantar que ele era monárquico
domingo, 21 de fevereiro de 2016
sábado, 12 de setembro de 2015
Abstracções e intangibilidades
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Lido no Expresso de 15-8-2015
domingo, 16 de agosto de 2015
Let's start thinking on something new!
«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)
«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)
Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)
Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)
«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)
«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)
«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)
«Pergunta: Queres ser rei?
Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)
Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)
«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)
«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)
«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)



