Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sexta-feira, 23 de junho de 2017

sábado, 15 de abril de 2017

Na Vigília:

«Povo de reis (...)

Nós Te cantamos, Messias esperado pelos pobres.
Nós Te louvamos, ó Cristo nosso Rei e Príncipe da Paz.
(...)»

L. Deiss

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sábado, 12 de setembro de 2015

Reis e Rainhas...precisamos deles

Muitas vezes emerge a teoria de que o sucesso dos países monárquicos não está relacionado com o tipo de regime vigente, nem tão pouco pelo facto de existirem reis e rainhas. Em grande parte essa corrente sedimenta-se e resume-se à suposta existência de questões culturais muito mais profundas. Contudo, é preciso explicar a origem dessas questões culturais muito mais profundas.

É preciso notar que existem muitas repúblicas e essas são, em regra, menos desenvolvidas que os países monárquicos e cujas debilidades tudo têm que ver com Presidentes e "Presidentas". Neste contexto, nada melhor do que verificar/confirmar os índices de referência: Desenvolvimento Humano, Democracia, Alegria, Corrupção, etc. Há coincidências a mais.

A explicação reside no facto da sociedade ocidental ter começado num formato de antiga república, na Grécia curiosamente. Qualquer um sabe que os romanos foram lá beber e que foram superiores enquanto civilização. Porquê? Porque evoluíram da velhinha república para o modelo centralizado no Imperador. A partir daí o progresso aconteceu. Os reinos na Europa foram a continuidade desse modelo durante séculos, e o velho Continente era a referência e inspiração para o mundo.

Entretanto a moda voltou e as velhas repúblicas também. No caso caso (português) regredimos e a França também, bem como outros. Agora existem muitas repúblicas e é notório o retrocesso comparativo.

Além disso, as maiores barbaridades que a humanidade conheceu foram cometidas por políticos em repúblicas, casos da Alemanha Nacional Socialista e das Repúblicas Socialistas Soviéticas.

Em suma, tudo tem que ver com Reis e Rainhas...precisamos deles.

Parafraseando Alexandre Herculano: "Se mandarem os Reis embora, hão de tornar a chamá-los".

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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

"The World's Sovereigns"

«A photomontage made in Europe in 1889 with the main heads of state in the world. From left to right: Yohannes IV of Ethiopia, Tewfik Pasha of Egypt, Sultan Abdülhamit II of Turkey, Naser al-Din Shah Qajar of Persia, Christian IX of Denmark, Luís I of Portugal, William III of the Netherlands, Pedro II of Brazil, Milan Obrenović IV of Serbia, Leopold II of Belgium, Alexander III of Russia, Wilhelm I, German Emperor, Franz Joseph I of Austria, Victoria of the United Kingdom, Jules Grévy of France, Pope Leo XIII, Emperor Meiji of Japan, Guangxu Emperor of China, Umberto I of Italy, Alfonso XII of Spain, Oscar II of Sweden and Chester A. Arthur of the United States.»

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terça-feira, 12 de junho de 2012

Respeito Vs Seguidismo

Antes havia respeito e admiração pelos nossos Reis.
Hoje existem seguidismos tentaculares para poderem viver como “reis”…
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sábado, 5 de maio de 2012

D. Juan Carlos e Franco | D. Duarte Nuno e Salazar

D. Juan Carlos de Espanha recebeu todos os poderes do ditador Franco, mas devolveu-os ao seu legítimo proprietário: o povo de Espanha.
A partir daí, teve um exímio reinado de 36 anos consolidando a Democracia, exercendo o seu papel de verdadeiro árbitro e moderador com governos de direita e de esquerda. É o maior representante de Espanha e todos o conhecem pelo mundo. É o prestígio da Nação.
Apesar do suposto erro (Botswana), e com fortes reservas minhas que tenha sido aconselhado por supostos assessores, pelas mesmas razões que não houveram assessores com Hugo Chavez, ele disse sincero: «Sinto muito, cometi um erro e não vai acontecer novamente». 
Feita a sondagem, 70% dos cidadãos entrevistados concordaram em perdoar o velho rei. Terá sido só pelo seu prestigio acumulado? Terá sido pela antiguidade da Monarquia por aquelas bandas? Não me parece que tenha sido só por esses (e outros) justificativos positivos. O maior parece-me que foi este: Os reis também se enganam e Juan Carlos não só admitiu o erro como pediu desculpa por ele ao seu povo.

Em Portugal há quem diga que a II república se preparava para fazer o mesmo com D. Duarte Nuno (pai do actual duque de Bragança). Terá sido precisamente neste domínio que o ditador Salazar, realmente, errou? Não! A ditadura falou mais alto e era preciso manter um nível médio baixo/fraco de democracia e como tal a Monarquia Portuguesa era sinónimo de elevação daquele índice. Hoje tenho a certeza: com D. Duarte Nuno, descendente directo de D. Miguel I, o Popular, o povo estaria sempre em primeiro lugar e à frente de qualquer regime republicano despótico. Hoje continuamos em república, um pouco melhores, é certo, em status médio/baixo ou, usando o termo definidor do Índice anual de Democracia: de ”democracia imperfeita”.
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quinta-feira, 22 de março de 2012

The Queen's speech...

...e mais um excelente e combustivo artigo de Miguel Castelo-Branco, aqui.
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Reinados mais longos da Europa

Homens
Rei Luís XIV (Rei Sol) – 72 anos
Príncipe Soberano do Liechtenstein, Johann II – 70 anos
Imperador Francisco José I da Áustria – 68 anos
Rei D. João I – 48 anos (Em Portugal)

Mulheres
Rainha Vitória – 64 anos
Rainha Isabel II – 60 anos
Rainha Isabel I – 45 anos
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

"Sem dar mais cavaco"

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"Os Reis"

Ouvido através do blogue Família Real Portuguesa.
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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Comentário espirituoso do dia...

A sairmos da União Monetária, comummente conhecida por Euro, devíamos ir directa e novamente para os “Reis”…sem passar pelo “escudo”!
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Para 'atualizar-me' às modas, pá…!

Em sintonia com a inovação introduzida pelo Acordo Ortográfico, devemos 'atualizar-nos' para contar histórias às nossas crianças de modo a proporcionar-lhes, à parte da realidade, um ambiente interessante, bonito e próspero da vida.
Assim, passaremos contar histórias "de encantar" de uma ou de outra forma:
a) “Era uma vez um presidente de república…”; ou
b) “Era uma vez uma filha de um presidente da república, que se chamava Isabel (dos Santos) e vivia num palácio muito luxuoso num país distante. Ela era muito, muito rica…”.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)