sexta-feira, 21 de abril de 2017
Mantenham-se atentos
sábado, 23 de julho de 2016
Aspetos do Domínio Feminino, Só Pode
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Cá começou desde 1910...
terça-feira, 12 de junho de 2012
Respeito Vs Seguidismo
quinta-feira, 7 de junho de 2012
É simples!
quinta-feira, 29 de março de 2012
A agonia do semipresidencialismo
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
O debate vai continuar e aumentar em 2010...
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Em crescendo um Rei para Portugal...
Foto - António Homem Cardoso para Prisma.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
A propósito de Sílvio...
Porquê a república portuguesa não toma a iniciativa de referendar a mudança do actual regime ? Realidade: já começam a ser demais os que querem isso. Tal iniciativa foi tomada democraticamente, por exemplo, no Brasil e na Itália, países, que nesta matéria e pelas razões sobejamente conhecidas, possuem legitimidades históricas menos gritantes do que no caso português-carbonário.
Post Scriptum: Hoje, pelo que cada vez mais se ouve e lê, seria mais Presidencialismo (puro) Vs Monarquia. Semi-Presidencialismo ?! Quem ainda quer saber disso…?
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Já paira Novo Regime...
O regime, na forma em que está, sobretudo com os insustentáveis contornos na Justiça e na Economia, irá sofrer, a bem ou a mal (esperemos que a bem) uma alteração. Parece-nos medianamente claro. Neste sentido, também o Dr. Medina Carreira e Miguel Sousa Tavares já anteviram, recentemente, tal cenário. Porém, que nunca seja a alternativa um sistema Presidencialista puro. Com a "malta" que anda por aí a fazer-se ao lugar, seria pior a emenda que o soneto. Ainda se nos falassem do Prof. Cavaco Silva...até se entendia. Mas esse, coitado, não deve alcançar sequer um segundo mandato. Agora... quem é que já está na calha, e digam-nos se um sistema Presidencialista funcionaria, ou dito de outro modo, se seria melhor "remédio" que o actual Semi-Presidencialista ? Querem o socialista-católico* António Guterres como Presidente ? Até houve quem dissesse, uns tempos atrás, sobre este senhor, no programa “Eixo do Mal”, que ele seria o segundo pior português de sempre atrás de Afonso Costa… Facto: deixou o País como está agora, bastante mal. Isso nós não queremos. Querem o poeta Manuel alegre? Pessoa maior da nossa cultura, de apurada formação, convicto naquilo que acredita e de forte carácter…sem dúvida. Merece o nosso respeito. Mas...acham-no adequado e queriam-no no dito lugar, nos tempos difíceis que hoje vivemos? Nós não queríamos. Querem o Eng. Sócrates...? Não vão por aí…seria voltar ao mesmo, talvez ainda pior dada a nossa cultura. Os mesmos, os lobbies, as redes, os “compromissos”, etc.
Nós queremos um Rei! Face ao cenário descrito para uma alternativa de regime Presidencialista, apenas um monarca não destabilizaria a forma sistémica e dual portuguesa, cujos contornos são constitucionalmente seculares, que nem a república se despojou deles. O soberano, este sim, enquanto pessoa estruturalmente idónea, mas bem assessorada (e muitos são os intelectuais, os artistas, os executivos da alta finança que dariam a cara depois de instaurado um moderno regime monárquico), é que poderia nomear, democraticamente, um Governo de pleno poderes, apartidário, composto por servidores públicos, de modo a colocar Portugal no caminho do progresso, como são as monarquias enquanto os países mais desenvolvidos do planeta. A chave para absoluta idoneidade na chefia de Estado advém não dos votos, mas da democrática, transparente, incorruptível e preparada posição constitucional de um Rei.quinta-feira, 24 de setembro de 2009
O Presidencialismo Americano e o Semi-Presidencialismo Português
Os Estados Unidos da América (EUA), constituídos ex novo, aquando da sua independência do Império Britânico, criaram o seu próprio modelo constitucional, republicano e presidencialista, com base maçónica e jacobina, é verdade (veja-se, por exemplo, o verso da nota de um dollar, quem foi Jorge Washington e outros…) não menos “dinástico” dado o relevo de algumas “casas” como as dos Clinton, dos Bush, dos Kennedy, etc, que não tardarão estar, dentro de alguns anos, novamente no “trono”. É talvez a este propósito que o politólogo e sociólogo francês Maurice Duverger de esquerda refere que os EUA é última monarquia que subsistia, enquanto sistema presidencialista puro, por se equiparar e ser seu sucedâneo do sistema monárquico tradicional. De salientar que, desde há muito, Portugal, em Monarquia, havia evoluído de um sistema tradicional para um liberal. Apesar de tudo isto, temos de admitir, que dadas as circunstâncias históricas, a época e a geografia onde se inserem os EUA, o seu modelo de Estado apresenta alguma coerência.Em Portugal é algo completa e absolutamente distinto. Em 1910, e com quase 800 anos de história, nós vivíamos num modelo de Estado dual (Rei e Governo), em que o Rei era O garante neutro da Democracia. Vivendo, pois, já naquela altura, em democracia, a nossa Monarquia foi, por intermédio de crimes e actos terroristas, operados em Lisboa por uma minoria, e contra a vontade expressa dos cidadãos, deposta e instaurada uma república (a 1.ª) maçónica, jacobina, desconjuntada e ilegal. Hoje a III república, embora distinta da primeira, é sua herdeira. Ora, a realidade é que as três repúblicas tentaram sempre ajustar/adaptar o modelo dualista, que tão bem funciona em Monarquia, aos seus parâmetros que, em génese, são completamente diferentes. Deram-lhe a designação de Semi-Presidencialismo (não fosse tudo hoje em Portugal “Semi”, é a dita cultura da falta de assunção de responsabilidades). Além disso, existe a vincada agravante de este modelo, dados os seus indissociáveis compósitos político-partidários, não assegurar aos cidadãos uma indesmentível neutralidade como aquela que um Rei garante.
É pois por causa deste modelo constitucional, (in)adaptado da Monarquia portuguesa, que o sistema republicano actual não funciona, nem nunca irá funcionar de forma optimizada, como era antes de 05/10/1910. Foi uma tentativa gorada de impor um modelo que na Europa já se demonstrou não funcionar tão bem, comparativamente às muitas monarquias existentes. Ideológica e filosoficamente até podia ser interessante, à semelhança de um Comunismo. Contudo, este caiu e as repúblicas, mais tarde ou mais cedo, também terão o mesmo destino.
Em conclusão do que foi aqui dito, resulta claro que os países europeus que conservaram o seu molde constitucional monárquico (dual), especial destaque para o Reino Unido, enquanto uma das mais antigas democracias do mundo, (já não falando do Reino da Noruega, da Dinamarca, da Suécia, da Bélgica, etc), evoluíram muito mais e melhor que, infelizmente, Portugal. Daí que quanto mais estudamos o regime monárquico tal como já tivemos (enquanto um dos Estados mais antigos da Europa) e como poderíamos vir a ter havendo o referendo, é com enorme tristeza e (quase) vergonha que nos sentimos aquando das breves deslocações a países europeus que, felizardos, possuem monarquias, agregando direita e esquerda, aliás, conforme os nossos emigrantes bem sabem…
«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)
«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)
Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)
Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)
«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)
«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)
«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)
«Pergunta: Queres ser rei?
Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)
Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)
«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)
«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)
«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)