Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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terça-feira, 31 de maio de 2022

Finalmente: uma análise séria

O Dr. Mário Soares faz aqui uma mui rigorosa análise política, científica e ideológica sobre o Prof. Salazar vs o Prof. Marcello Caetano.

De facto Caetano tinha uma ligeira índole fascista, fascismo que, de acordo com estudos mais recentes e independentes (do calor dos tempos idos), vem demonstrar uma base muitíssimo mais próxima da esquerda na sua verdadeira índole do que da direita pura, por ser de base proletária (aliás como o nacional socialismo também) tal como nascida com Mussolini.

Não é por menos que ministros de Caetano acabaram em governos socialistas (de Salazar nenhum), isso apesar do nível técnico e da categoria política daqueles ser, inconfundivelmente, superior que a generalidade dos quadros socialistas.

Salazar, por outro lado, não fascista, o grande responsável pela não consagração do fascismo na Constituição de 1933, embora fortemente pressionado internamente para o consagrar, i.e., na gíria, quiçá, o maior anti fascista que tivemos, era um homem que pensou Portugal para os portugueses, adotando um sistema de Cooperações (capitalista mas não liberal), embora assente numa ditadura, porquanto era necessária, primeiro para poder corrigir o erro que foi a 1.ª república e, segundo, para conter o bloco de Leste e a U.R.S.S. no auge e o seu KGB.


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sábado, 3 de julho de 2021

FP-25

Estado Novo = 41 anos de vigência. Mortes (pela PIDE) diretas por uso de arma = 3. Justiça = Até hoje é julgado, sem sequer avaliarem, ponderada e equilibradamente, os benefícios que esse Regime objetivamente também teve.

FP-25 = 7 anos de vigência. Mortes diretas por uso de arma = 19 (incluindo um bebé de 4 meses). Justiça = Foram aministiadas pelo Dr. Mário Soares, enquanto movimento terrorista...algo similiar a 1910 após o arquivamento (ou melhor desaparecimento) do Processo do Regicídio...

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sábado, 27 de maio de 2017

Quando a partícula "rei" chega ao Presidente

O verdadeiro cognominado "Presidente-Rei" foi Sidónio Pais.

Contudo, Mário Soares e, presentemente, Marcelo Rebelo de Sousa, também têm sido apelidados de "presidente-rei", em especial por muita comunicação social.

Como todos sabemos, e em contraste com um Cavaco Silva, estes dois presidentes caíram nas boas graças do mainstream e, consequentemente, são elevados à menção de "presidente-rei".

Ou seja, quando os mandatos correm bem, quando há o agrado de muitos sobre um determinado presidente, a partícula "rei" surge imediatamente próxima à de presidente.

Disto se concluiu, mesmo face à inconsciência coletiva proliferante, que quando necessitam de exaltar um determinado presidente que gostam, quando procuram superlativar o cargo de presidente da república para algo mais, algo no patamar cimeiro, surge o hífen e o "rei"...sendo motivo para questionar se o cargo de presidente da república, que devia ser a mais alta magistratura, o mais elevado estatuto do País, se o é efetivamente. O status de Rei esse sim parece (ainda) ser.

Porém, mesmo admitindo que, no atual caso de Marcelo, não seja um artificialismo da comunicação social elevar-lhe ao estatuto de "presidente-rei", a verdade, realmente inegável, é que Rebelo de Sousa tem sido um agente próximo do povo e muitíssimo atuante, tem a cada dia aproximado a representação da Nação aos cidadãos e essas são características, inquestionavelmente, inerentes ao reinado de um Rei constitucional. 

Pelo que será motivo para colocar a questão: se podemos ter o original, então porquê ficar com as imitações?


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sábado, 21 de janeiro de 2017

"A floresta dos disparates"

Um clarificador 'inside job' do Miguel:

«O Senhor Dom Duarte foi convidado para o funeral de Estado do ex-presidente Mário Soares. Acorreu à cerimónia dos Jerónimos na sua condição de Chefe da Casa Real, mas também por retribuição ao amável gesto de Soares que em Maio de 1995, por ocasião do casamento do Duque de Bragança, fizera questão em estar presente.

A participação do então presidente da república Mário Soares foi a todos os títulos excepcional, sem precedentes na Europa republicana no reconhecimento explícito pelo Estado da importância simbólica da Família Real e do seu único pretendente. SAR foi, pois, ao funeral de Estado e tê-lo-ia feito se fosse outro o ex-presidente falecido, pelo que não vejo razão para alguns escritos menores, atabalhoados e privados de siso que ontem percorreram algumas páginas.

É tempo de alguns monárquicos - felizmente muito poucos e infelizmente muito pouco instruídos - compreenderem que o Chefe da Casa Real tem um lugar e um papel na vida do país, não lhe cabendo fazer política politiqueira, tomar bandeiras partidárias, participar em fogos de ódio ou em enlevos ideológicos.

O Senhor Dom Duarte tem sido, talvez, a única voz a marcar a diferença na clara, ponderada mas firme denúncia dos erros e desastres desta III República, pelo que seria injusto insinuar que está a servir o regime e o sistema. Nada de mais errado. Os exaltados que levem a mão à consciência, tenham presente as permanentes críticas construtivas que SAR tem feito ao longo de décadas e se envergonhem por tanto disparate.»

Miguel Castelo-Branco

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sábado, 7 de janeiro de 2017

Regime

I República - Afonso Costa
II República - Salazar
III República - Mário Soares
?

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sábado, 23 de julho de 2016

Gonzalez e os Outros

Felipe Gonzalez, antigo líder do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) e primeiro-ministro de Espanha entre 1982 e 1996, homem da congregação democrática em Espanha, monárquico e amigo pessoal do anterior Rei, continua a sua intrépida luta pela união do Reino. Quando muitos afirmam o seu patriotismo, ou seja colocarem a Nação à frente de qualquer interesse, e não o fazem, Gonzalez não só o pratica como reforça certezas acerca da sua inquestionável categoria como político sério e que, também à semelhança de Guterres em Portugal, confirma que é um dos escassíssimos socialistas de referência na Europa e no mundo.

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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

sábado, 14 de novembro de 2015

Luminoso

«A Fonte Luminosa foi-se ou foice?»

M.A.A.

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domingo, 18 de janeiro de 2015

Do indulto

Depois das considerações que o Dr. Soares teceu acerca das prisões de Isaltino Morais e José Sócrates, ainda bem que ele já não tem o poder do indulto...!

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sábado, 26 de abril de 2014

Gavetas

Desde do 'gavetismo' de Soares que acho isso e desde de Sócrates que apregoo:


Como refere muita imprensa, estaremos perante o "socialista de direita"...?

Uma certeza contudo...o regime há muito que está obsoleto e, com ele, o sistema partidário.

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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

“Eusébio, és o nosso rei!”

Esta era a frase entoada por milhares de pessoas ao mais ilustre desportista português do século XX, aquando das suas cerimónias fúnebres.
Além daquela expressão, aliavam-se as televisões, rádios e demais meios de comunicação social abrindo os seus noticiários, curiosamente em dia de Reis (6-1-2014), com frases tais como: «A última viagem do “rei”»; «As pessoas prestam a sua homenagem ao “rei”»; etc. Ou seja, foi rotineiro e abundante, mesmo na voz de jornalistas conhecidos, como por exemplo José Alberto Carvalho da TVi, falar-se do “rei” para lá, do “rei” para cá. Sinceramente…até não achei mal.
Ademais, outras das palavras que se ouviram generalizadamente naqueles dois dias (5 e 6 de Janeiro) foram: consenso, união, grandeza, humildade e outras contextualmente similares… i.e. palavras que definem (ou devem definir), de facto, um Rei. Aquilo a que nós, portugueses, já não estamos habituados (ou sequer já conhecemos…), nem formalmente possuímos desde 5-10-1910.
Durante dois dias, curiosamente, criava-se a ilusão, à nossa volta, que tínhamos um Rei e que viveríamos numa (espécie de) Monarquia. O Povo clamava pelo “rei”, bem como entristecia-se, unificado, pela sua perda e aí estaria o novo regime de dois dias. Um povo, o meu, que se apresentou conciliado e unido em torno de um jogador de futebol… de um “rei”. Tal como um Rei, humano, Eusébio, gerava consenso entre partes opostas. Humano (e não tratando-se duma “divindade” com dizia Ricardo Araújo Pereira [e demais dizeres bacocos similares também ditos por outras “personalidades”]), Eusébio, na consciência colectiva, acaba por gerar aquela manta bastante cozida de um enormíssimo conjunto que o respeitava, admirava e sabia da sua importância para Portugal, bem como da sua entrega a este País. Todos sabem que o “rei”, à frente de qualquer interesse pessoal, punha sempre os interesses do colectivo.
Como sportinguista, e apesar de ter manifestado o meu profundo desacordo correlação a uma entrevista que Eusébio deu, em 2011, à revista Única (antiga edição do Expresso), contudo, é me fácil transpor alguma mágoa clubista e reconhecer no benfiquista o seu melhor. E porquê? Porque as suas qualidades e demonstrações ao longo da vida são enormemente superiores a qualquer entrevista ou parcela de vida. Isso também sucede porque interpreto a vida de Eusébio como sendo sempre mais de Portugal do que de um clube…por maior que ele seja. Diria mesmo, como sportinguista, que lhe reconheço o estatuto popular/futebolístico de “king”.
Mas importa ressalvar, talvez como o mais importante, no contexto do triste falecimento precoce de Eusébio que, apesar da melancolia que muitos submergiram, aquando da notícia, cravados num sentimento de perda de uma parte daquilo que era o melhor em nós, por outro lado, emergiu uma esperança, uma estreita esperança num povo que, afinal, pode estar todo unido e dar as mãos e isso é, enormemente, bom.
Eusébio, o jogador da bola (para usar uma expressão vilã), era de facto alguém maior em Portugal e no mundo. Estando nos meus late thirties, fiquei estupefacto com as repercussões mediáticas da sua morte no mundo e como os mais prestigiados meios de comunicação social cobriram com interesse o assunto, quando Portugal é um País que, supostamente, para alguns, não tem interesse. Errado! Mais uma vez se constata que, onde a política e a república não estão envolvidas, Portugal volta a crescer. A muitos custa-lhes que um jogador da bola seja, probatória e objectivamente, maior do que eles, revelando-se aqueles, simultaneamente, e com tais posições, quem são. Uns que não conseguem tolerar que, no País, exista alguém com estatuto popular bastante maior. Outros, de tão habituados que estão a dimensões diminutas, nem sabem como agir perante um fenómeno “imperial” desta envergadura com é o caso de Eusébio. Para que fique claro, estes senhores não gostam de “reis”, não o são, não querem, nem nunca haverão de ser “reis” em Portugal…mas é o povo português que lhes dita ou ditará isso. Esses são os senhores que representam a república…os “reis”, o Reino, são outra realidade: o nosso Portugal!
Por isso para mim é clarividente, Panteão o quanto antes para o campeão Eusébio. Era herói, pois deu enormes alegrias aos portugueses sem ter pedido em troca. Merece, tal como Amália. O dia, a quente e não racionalizado, de 6 de Janeiro de 2014, fala por si. Nunca, em vida, havia visto algo similar àquilo. Não há dinheiro ou logística que devam impedir a trasladação. Se houver falta de espaço no Panteão, tire-se Aquilino Ribeiro, que não merece lá estar, e solve-se a questão. Talvez, quiçá, a logística fique mais em conta.
Em ambiência final, de ressalvar que no estádio da Luz, no dia da morte do supercraque, populares colocaram uma coroa na cabeça da estátua de Eusébio. O povo, à sua maneira, sabe como honrar os seus mais estimados e nobres. Há algo inexplicavelmente nos portugueses que clama por um Rei. Já não é só o vaticínio de Alexandre Herculano, diria mesmo que tal fenómeno é intrínseco ao povo português. Ouvia-se nas ruas de Lisboa: «Eusébio, és o nosso “rei”!»
Na segunda-feira, no dia do seu funeral, foi o povo que disse que aquele homem era o seu "rei", não um homem importante, não um ministro, não um presidente, não um chairman, eles identificaram-no com o melhor que sabiam, com a pureza habitual de um povo: “rei”!
O Eusébio, para ser “rei” não o foi apenas por ser um dos melhores jogadores de futebol que o planeta conheceu. Era preciso mais do que isso. Para todo um País e para uma parte do mundo, o Eusébio era algo mais...um conjunto que todos sabem: homem nobre de sentimentos, homem humilde, homem afável, homem cativante, homem respeitador, homem trabalhador e outros tantos pergaminhos raros hoje num ser humano. 
Quando um Rei morre, todos, mas todos mesmo, entristecem-se e prestam-lhe respeito em união. Foi o que aconteceu com o nosso “rei” Eusébio da Silva Ferreira.

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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Esquerda!? Que esquerda?

Se Soares* fosse mesmo da esquerda que apregoa, nunca, mas nunca mesmo, teria sido o amigo predilecto do republicano Frank Carlucci.

* Sócrates e afins.

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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Esta república tem mesmo de acabar e dar lugar a quem nos colocou cimeiros!

"Em Portugal não sustentamos um rei, sustentamos quatro"

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Arbitragens caseiras...

Usando uma linguagem futebolística: são antigos árbitros que agora vêm criticar o jogo e o actual árbitro.

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quinta-feira, 4 de julho de 2013

O Fungágá da Bicharada

Soares e a descolonização; Cavaco e o betão; Guterres e o novo riquismo rosa impagável; Barroso e o seu patriotismo Maoista; Sócrates e as PPP's, Freeport's e a afins; e Coelho, Portas e Seguro a brincar aos rapazes...esta é a democracia que temos, este é o estado da Nação. 

Ao ponto que nos levou esta república ...absolutamente decadente.

1910 até hoje? É preciso fazer o desenho?
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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Poço de cultura – Graça Franco, fixem esta personificação enciclopédica

Valeu, para salvar o programa, Pedro Santos Guerreiro. 

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Do aviso à concretização...

«Por muitos menos crimes do que os cometidos por D. Carlos I, rolou no cadafalso, em França, a cabeça de Luís XVI ! »
Afonso Costa, em 1906.

«Por muito menos que isto foi morto o Rei D. Carlos»
Mário Soares, em Abril de 2013.

Bom…ao menos não preciso estar mais a justificar o injustificável. É visível o que é a nossa república e porque nos estamos a afundar.

A Justiça é destes senhores. Aqui ao lado, na vizinha Espanha, há cerca de um ano, o Rei disse que “a justiça é para todos” e cumpriu-se. Este ano a sua filha foi constituída arguida para clarificação da verdade no caso “Nóos”.

Somos de facto atrasados e, pior, mesquinhos com um circunscrito complexo de inferioridade desde 1910. Não quero fazer parte desse credo. Sou português, não português republicano. Embora o meu cartão de cidadão me queira assim qualificar, eu não me considero como tal, nem nunca me considerarei. Sou livre de pensar e perceber o embuste a que fomos sujeitos naquele início do século XX.

Há sempre o clímax de um republicano verdadeiro, e esse manifesta-se na célebre frase capitular e distintiva que ele profere: "Por muito menos (...)".

Se fosse a Cavaco punha-me em guarda (com diz o Godinho), com tal aviso do "pai da Nação", não vá acontecer-lhe o mesmo que a El-Rei.
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"Democracia, segundo Soares"

«A minoria que se apoderou do país em 1910 estabeleceu um regime exclusivo para republicanos, restringindo parte das liberdades de que ela própria gozara durante a monarquia constitucional. À bandalheira seguiram-se 48 anos de partido único e de ditadura, só terminados em 1974. 

Talvez apoiado numa Constituição que nos obriga a todos a caminhar para o socialismo, Mário Soares considera que só os socialistas têm legitimidade para liderar órgãos de poder político. Tal qual como Afonso Costa e Salazar em relação aos respectivos correligionários. Não há nada a fazer. Parece ser intrínseco aos republicanos. 

O que já não pode ser tolerado no Estado de Direito do século XXI é este tipo de discurso com ameaças sicilianas. Mesmo tratando-se de uma afirmação cretina, espero que o Ministério Público esteja atento e actue se houver matéria criminal.»

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"Inimputável"

«A personagem que anda por aí a dizer este tipo de barbaridades, de seu nome Mário Soares, é uma vergonha para Portugal. Imagine-se que alguém nos Estados Unidos, referindo-se ao Presidente Obama, tinha dito que por muito menos tinham assassinado o Presidente Kennedy. Haveria tal tempestade mediática, e bem, que tal personalidade estaria automaticamente banida da opinião pública. Aqui em Portugal, além de algumas reações, como a que podemos ler aqui do João Ferreira do Amaral, parece que nada de grave foi dito. A esquerda hipócrita, que se fosse alguém da direita a dizer o mesmo de um Presidente de esquerda, reagira em fúria, permanece num silêncio ensurdecedor. Isto é um verdadeiro escândalo que deveria envergonhar qualquer democrata, de esquerda ou de direita. Este tipo de afirmações não podem ter lugar no debate público.»

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)