Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sexta-feira, 3 de abril de 2020

D. Afonso, o Puro de Coração

Acima da sua saúde, o Príncipe da Beira, Afonso de Bragança, que também se formou bombeiro, coloca-se, primeiramente, em nome de seu pai, o Sr. Duque de Bragança, o herdeiro dos Reis de Portugal e dos Algarves, ao serviço de todos nós, em especial dos mais carenciados, apoiando aqueles que são os nossos maiores heróis, os agentes de saúde.

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quarta-feira, 25 de março de 2020

Parabéns, ao Príncipe D. Afonso

Sim, porque no dia em que o (futuro) Rei faz anos, neste caso o Príncipe D. Afonso, é motivo de alegria e de união muito fortes, tão fortes que nos ajudam a enfrentar bastante melhor e confiantes todas as dificuldades.

No dia em que o Rei faz anos, é dia de pensar positivo e lembrar, através da nossa História que ele personifica, o quanto fomos bravos e ultrapassamos momentos muitíssimo mais difíceis do que este.

No dia em que o Rei faz anos, significa a união de todos os portugueses, independentemente de raças, credos ou estatutos. O Rei é o primeiro dos portugueses e nós iguais perante ele, que nos defende, agrega e até protege, em sentido literal, se for necessário à semelhança de D. Pedro V e muitos outros.

Alegrem-se, o Rei faz anos! Viva o Rei!

Green Windows . "No dia em que o Rei fez anos" (1974)~

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sábado, 27 de outubro de 2018

Pronto a Servir Portugal e os Portugueses

O descendente do primeiro Rei, quem elevou Portugal a País e, assim, criou o nosso Povo, a nossa História e as nossas tradições, ao lado dos seus para proteger e enfrentar uma dificuldade que assola tantos compatriotas. Arriscar a vida? Muito provavelmente. Poderia, como muitos políticos, ir confortavelmente fazer visitas aos locais atingidos depois do mal estar feito. Podia. Mas não faz.

O exemplo dá-se, não se apregoa.

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quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Disposto a enfrentar o fogo

Enquanto uns estão a tirar fotos nos seus confortáveis gabinetes ou a brincarem, por breves minutos, aos "limpa matas", outros, com o seu exemplo, preferem aliar-se aos seus concidadãos que arriscam a vida, na linha da frente, de modo a salvarem, de facto, portugueses, bens e o ecossistema.
Por pessoas como esta, vale ir à luta e procurar restaurar um Portugal melhor.

Sobre o mesmo assunto, ler aqui o texto do MCB.

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sábado, 25 de março de 2017

#PortugalTemFuturo

Felicitações ao Príncipe da Beira.


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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Um Rei é isto!

Um Rei é isto, um representante é isto, um ser humano é isto.
Viva o Rei, Viva a Monarquia, Viva Portugal!

Visitem o site da Refood!

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segunda-feira, 25 de março de 2013

17.º

Parabéns S.A.R., O Príncipe da Beira, Dom Afonso de Santa Maria de Herédia de Bragança, pelo seu 17º aniversário. Desejo-lhe saúde, sagacidade, felicidade e determinação na vida.
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domingo, 25 de março de 2012

Príncipe da Beira

Envio os meus parabéns ao nosso jovem Príncipe da Beira e futuro Rei! 
Tudo de bom para ele: saúde, conhecimento e sabedoria.
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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O nosso jovem princípe

"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto."
Anónimo (recebido via e-mail)
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sexta-feira, 13 de maio de 2011

O legado...

Com larga probabilidade será, o nosso Príncipe da Beira, Afonso VII, Rei de Portugal e dos Algarves, D'Aquém e D'Além Mar Atlântico, se herdar, de seu distinto pai, o mais nobre e mais importante para o seu exercício público: a sua simplicidade, a sua humildade, o seu amor a Portugal e ao povo português, a sua dignidade, o seu desprendimento material e a sua entrega incansável às causas portuguesas.
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sexta-feira, 25 de março de 2011

Ao nosso Príncipe da Beira!

Ao 12.º Príncipe da Beira e 16.º Duque de Barcelos, futuro Rei de Portugal e dos Algarves, desejo um feliz dia de aniversário, felicidade, prosperidade e parabéns!

Quero também aproveitar a ocasião, usando para o efeito a minha qualidade de cidadão, para lhe agradecer o extraordinário esforço que, enquanto jovem moço, com apenas 15 anos de idade, faz por permanecer em Inglaterra para se preparar convenientemente para servir Portugal e o seu povo (que somos todos nós). Uma missão digna de um homem mas executada por um jovem rapaz, que é a de estar longe de seus pais, longe de sua família e, sobretudo, longe do seu País...tudo em prol de uma missão superior. Eu vivi, embora com mais idade, em território nacional e com desígnio, felizmente, inferior, uma experiência similar. Por isso, sei dar o valor a esta inigualável empresa.
Este já é, efectivamente, o seu primeiro contributo, entre muitos futuros, para que o nosso estimado País venha a tornar-se melhor e mais positivo!
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terça-feira, 16 de novembro de 2010

O Rei para o futuro...

O epíteto de “Grandes” atribuído aos Reis de Portugal, convenhamos, não foi alcançado por obra e graça divina. Em 767 anos de Monarquia, apenas um leque muitíssimo restrito de monarcas, os quais cabem na contabilidade dos dedos de uma mão, podem ser, eventualmente, considerados menos competentes. Porém, a enorme maioria, aquela que fez Portugal um País enorme, deve o seu sucesso à preparação. Essa preparação veio pelas fundamentais contribuições dos seus excelentes preceptores. Sucintamente recordo, entre muitos especialistas: Alexandre Herculano no caso do Saudoso D. Pedro V; o grupo dos “Vencidos da Vida” que influenciou D. Carlos I; Alexandre Rey Colaço e Mouzinho de Albuquerque no caso do Rei D. Manuel II e de seu irmão, o Príncipe Real D. Luís Filipe.

A preparação, a formação, a técnica e o conhecimento no decurso enumeros anos, projectados no nosso representante, desde a sua nascença, enquanto instrumentos para uma função, formam a chave do sucesso dos nossos Reis e, hoje, das actuais monarquias constitucionais progressistas e modernas.

Neste contexto, não pode deixar de ser sublinhado o excelente papel que D. Duarte de Bragança tem desempenhado ao trilhar, para seu filho Afonso, o Príncipe da Beira, uma imediata e difícil separação do seio familiar para benefício de todos nós no futuro, de modo a termos alguém estruturalmente preparado para colocar Portugal novamente no bom trilho.

Enumeras vezes S.A.R. o Senhor D. Duarte de Bragança tem referido que seu filho possui uma forte inclinação para área cientifica da Biologia, mais especificamente no domínio marítimo. Melhor…! O mar é o futuro, a Monarquia é futuro! Mas se me permitem, e todos concordarão, não basta, para as crescentes esperanças de uma reinstalação monárquica em Portugal, uma área determinada…por melhor que ela seja apreendida. Hoje é preciso mais. Conhecimentos, primordialmente, em Direito, em Economia, em componentes militares (não para fins bélicos, mas para a criação de estruturas de personalidade organizadas e vincadas). Julgo que estes compósitos são fulcrais para os nossos dias, para que o nosso futuro Monarca saiba, desde já, como lidar com assuntos políticos, assuntos de uma economia cada vez mais globalizada e ter o carácter, a organização e a determinação para decidir em prol dos Portugueses.

Terminaria dizendo que a sua preparação religiosa, requisito que foi guardado para o fim, não é menos importante. Esta tem a mais difícil das tarefas e que pode tornar um Rei amado pelo seu povo, pelos seus concidadãos. A tarefa é a de seguir o caminho da humildade, humildade que lhe permitirá ajuizar sempre de forma acertada sobre todos os domínios políticos e credos e que o tornará nobre na dimensão universal do termo e não apenas no título que já possui ou naquele que ainda venha a possuir.
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Homenagem ao FUTEBOL CLUBE DO PORTO...também azuis e brancos

A Acção 288 b presta a sua homenagem ao Futebol Clube do Porto, na pessoa do seu Presidente, o Sr. Jorge Nuno Pinto da Costa, pela elegância da iniciativa provada, porquanto S.A. o Infante D. Dinis de Bragança, baptizado na cidade invicta do Porto, foi inscrito como associado por este centenário Clube Foi referido em entrevista que este se tornou um «portista fanático».

Ainda neste sadio contexto futebolístico, de salientar que S.A. a Infanta D. Maria Francisca de Bragança é do SPORTING CLUBE DE PORTUGAL.

Relativamente ao Príncipe da Beira, S.A.R. o Senhor D. Afonso de Bragança, não tem clube. O Seu "clube" é a Selecção Nacional.

Por fim, em sintonia com Seu filho mais velho, S.A.R. o Senhor D. Duarte Pio é, igualmente, da Selecção Nacional. Porém colocou, como todos os portugueses, seus concidadãos, uma bandeira na janela...mas foi a azul e branca, a da Monarquia.

Para maiores desenvolvimentos:
Fonte - Revista Visão, nº 716, 23 de Novembro de 2006.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)