Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

Rei e povo não se separaram com balas

7 mil e tal likes. Algo está diferente. Há sempre esperança. Rei e povo não se separaram com balas.

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domingo, 17 de agosto de 2025

O (verdadeiro) Presidente Rei, não o Sidónio

Sou monárquico sempre e para sempre.

Abomino apenas um alegado rei português: "D. Pedro IV". Por outro lado, não gostei/gosto de quase todos os Presidentes da República desde 1910. A excepção, como sempre disse, é este senhor porquanto, precisamente, atuou sempre próximo do verdadeiro perfil que se espera e só está ao alcance de um Rei.

Mantenho viva a esperança de ainda ver um Rei no Trono de Portugal e dos Algarves. Caso não seja possível, posso afirmar, com satisfação, que fui contemporâneo do Sr. General António Ramalho Eanes, o único homem a quem reconheço total respeito pela forma como exerceu a mais alta esfera pública representiva em Portugal.

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domingo, 4 de dezembro de 2022

Viv'á D.Amélia

Um interessante e muito antigo canto popular, pós implantação da república:

"Ó Laurentina
Laranj'amarela
Fora co'a república
Viv'á D.Amélia"


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domingo, 12 de dezembro de 2021

Felipe Gonzàlez

Quando se consegue alcançar, pelo conhecimento, o patamar da destrinça entre um regime e uma ideologia político partidária, rápida e inteligentemente se conclui o que é melhor para os cidadãos...mesmo nas adversidades.

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domingo, 31 de outubro de 2021

Há quem ache...

- Há quem ache que o Rei tem sangue azul e só privilégios, não existindo responsabilidades no exercício do reinado.
- Há quem ache que a Monarquia é algo do passado, esquecendo países como a Espanha, a Bélgica, a Suécia, a Noruega, a Dinamarca, o Japão, etc, etc.
- Há quem ache que Monarquia é antónimo de democracia.
- Há quem ache que não foram as Monarquias os primeiros pilares do grande avanço civilizacional ocidental, quer por via da criação do Império Romano, quer, posteriormente, por terem instituído as primeiras democracias.

Em suma, esses que acham tudo aquilo têm um nome: republicanos.

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domingo, 5 de setembro de 2021

Monarquia = Bem | República = Mal

Ainda restam dúvidas sobre o sentido prejudicial republicano? Desenho? Nos Continentes onde existem Monarquias, normalmente são os países mais desenvolvidos num conjunto de vetores.

«Mohammed Zahir Shah (1914-2007), último rei do Afeganistão de 1933 a 1973. Símbolo de unidade e paz. Recebeu o título de Pai da Nação, que manteve até a sua morte.»



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sábado, 3 de julho de 2021

A Monarquia Zulu


Como se vê, mesmo antes das discutíveis e antiquíssimas repúblicas gregas, é um fenómeno antropológico.


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De caos em caos

Já não bastou o erro quase irrecuperável de termos feito um downgrade regimental, de Monarquia para república (como demonstram hoje os países mais desenvolvidos em IDH serem Monarquias), tivemos ainda a “besta”, Afonso Costa, que transforma Portugal numa ditadura terrífica, a I república torna-se um caos ingovernável, com consequências graves económicas e de segurança para os portugueses. Salvador?
Obviamente só é legitimado por aquela frase do povo à data e face aos factos: “Queremos Salazar”!

Não tendo a Carbonária, movimento italiano que deu o vermelho e o verde à bandeira da republica portuguesa, morto Portugal no dia 1/2/1908, hoje não teríamos tido, potencialmente, a horrenda I república, o Estado Novo, a III república de elevada corrupção, de boys e anti meritocracia, uma descolonização vergonhosa e maldosa para brancos e pretos e, eventualmente, teríamos, presentemente, uma “Commonwealth” portuguesa, sob chefia de Estados Independentes com o Rei de Portugal.

Enfim…hoje somos uma miséria de povo, sem orgulho nos nossos governantes e pedintes da UE.

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Mais Rei, menos roque

«Aqueles que imaginam os políticos como melhores Chefes de Estado, em relação a um monarca hereditário, deveriam conhecer mais políticos.»

Margaret Thatcher (1925-2013).


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sábado, 19 de junho de 2021

Imagens de um reino desaparecido

Este é um muito interessante trabalho da penúltima Revista Sábado sobre espaços nas redes sociais que procuram divulgar a Monarquia.

De certo modo é um artigo que vem reconhecer o trabalho, o mérito e o esforço de muitos portugueses monárquicos que preconizam um melhor regime para o seu País, mais equitativo, mais justo, sobretudo mais imparcial, unificador e menos político-partidário.

Embora a presente publicação da Sábado seja um excerto para assinantes, recomendo vivamente que adquiram este exemplar pois, através dos depósitos dos fornecedores dos quiosques, ainda deve ser possível comprar esta revista.

O João Távora deu o seu bom contributo nesta aludida peça jornalística, com vista a aclarar um fenómeno que começa a ser cada vez maior, precisamente derivado àqueles que estão genuinamente determinados a melhorar Portugal pela sua Monarquia, a qual que lhe criou e que gerou este magnífico povo e cultura.

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domingo, 2 de maio de 2021

Repúblicas, de uma em outra

Já não bastou o erro quase irrecuperável de termos feito um downgrade regimental, de Monarquia para república (como demonstram hoje os países mais desenvolvidos em IDH serem Monarquias), tivemos ainda a “besta”, Afonso Costa, que transforma Portugal numa ditadura terrífica, a I república torna-se um caos ingovernável, com consequências graves económicas e de segurança para os portugueses. Salvador? Obviamente só é legitimado por aquela frase do povo à data e face aos factos: “Queremos Salazar”!

Não tendo a Carbonária, movimento italiano que deu o vermelho e o verde à bandeira da republica portuguesa, morto Portugal no dia 1/2/1908, hoje não teríamos tido, potencialmente, a horrenda I república, o Estado Novo, a III república de elevada corrupção, de boys e anti meritocracia, uma descolonização vergonhosa e maldosa para brancos e pretos e, eventualmente, teríamos, presentemente, uma “Commonwealth” portuguesa, sob chefia de Estados Independentes com o Rei de Portugal.

Enfim…hoje somos uma miséria de povo, sem orgulho nos nossos governantes e pedintes da UE.


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terça-feira, 21 de julho de 2020

MONARQUIA = SUPRA-PARTIDÁRIA

Felipe González e Olof Palme eram convictos monárquicos e socialistas.

Só num País que se atrasou como o nosso é que as elites brojessas dominantes, para se governarem e para enganarem o povo, fizeram querer que a Monarquia só existe à direita. Falso. Vamos acordar!

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quarta-feira, 1 de julho de 2020

Democracia: maiorias e liberdade

A Democracia é um conceito que envolve dois pilares: maiorias e liberdade.

Através do segundo pilar é necessário o primeiro não desrespeitar as minorias.

Porém, será desvirtuar a Democracia quando o inverso acontece, ou seja, as minorias imporem-se às maiorias, controlarem-nas e subjugarem-nas. Aí, quando chegamos a esse ponto, já não estamos em Democracia.

No ocidente todas as Monarquias são Democracias, as segundas nasceram nas primeiras e hoje estão no seu estado mais puro e evoluído nos regimes monárquicos.


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sexta-feira, 14 de junho de 2019

Símbolos?

Símbolos? Mas a ré_pública tem símbolos (verdadeiros sem ser no papel)!?

Neste artigo, só vejo "furtos" de simbologia à nossa Monarquia.

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sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Lido no facebook:

"A inveja impede os portugueses de um raciocínio lógico sobre a monarquia."

André Pereira.

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sábado, 4 de agosto de 2018

Como eram coroados os Reis de Aragão

Sem prejuízo de outros princípios, sou monárquico em especial por este:

«De acordo com os Foros Aragoneses, o Justiça-Mor lia nesse acto a seguinte declaração:

"Nós, que valemos cada um tanto quanto vós e que, juntos, valemos mais do que vós, vos fazemos nosso Rei e Senhor, com a condição de que conserveis nossos foros e liberdades, ou se não, não!"»

Fonte - Aqui.

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sábado, 27 de maio de 2017

Curso da História

E se alguém tivesse conseguido demover D. Carlos de ir naquele landau…?


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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Mon e Min

Uns querem a Monarquia e outros a Minarquia, isso sem prejuízo de serem conceções diferentes embora conciliáveis.

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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Em França

Sempre existiu um forte foco lá:

Apoio à Monarquia cresce em França.

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sábado, 23 de julho de 2016

Fernando Pessoa, Apontamentos à sua Nota Biográfica


Fernando António Nogueira Pessoa foi, eventualmente, o maior intelectual português. “Nasceu em Lisboa, freguesia dos Mártires, no prédio n.º 4 do Largo de S. Carlos (hoje do Directório) em 13 de Junho de 1888”. Era filho de Joaquim de Seabra Pessoa e de D. Maria Madalena Pinheiro Nogueira, sendo seu avô paterno o general Joaquim António de Araújo Pessoa, combatente das campanhas liberais.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)