Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

sábado, 24 de dezembro de 2016

King's College Choir | Christmas Carols

O King's College de Nossa Senhora e São Nicolau, em Cambridge, fundado em 1441 pelo Rei Henrique VI.
Ao fundo a ‘Adoração dos Magos’, obra de Peter Paul Rubens.
Data - 1633-1634
Técnica - Óleo sobre tela
Dimensões - 328 × 247 cm


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segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Silence


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Movimento

«A história da humanidade é, essencialmente, a história de humanos em movimento.»

Patrick Kingsley, autor de 'The New Odyssey: The Story of Europe's Refugee Crisis'.

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Progresso finalmente


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França: esquerda sem 'aValls'

Relativamente à França o esquerdismo deposita as suas esperanças em Valls, ou seja o lado mais direitista que o socialismo já viu nos últimos tempos na Europa.

Em suma, ganhe quem ganhar, a direita sairá sempre vencedora.

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Mais um

Ainda hoje, quando me lembro, Rio-me do imposto para a redução da dívida pública.

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O Rei Poeta



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D. Fernando II | Bicentenário do nascimento


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WEEK SOUNDZZZzzz!


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domingo, 18 de dezembro de 2016

MANIFESTO DE CIDADANIA I

Incineradora | São Miguel | Ponta Delgada
Manifesto de Cidadania

Esta notícia reporta-se a 2004, repito 2004, cerca de 12 anos atrás. De salientar que, neste processo (em Coimbra), é a própria Provedora do Ambiente da Câmara Municipal de Coimbra que, já naquela altura, se manifestou contra a incineradora, tendo proposto medidas alternativas, concretamente tratamento mecânico e biológico. Acrescentou que a incineradora é “uma opção cara e desrespeitadora dos compromissos comunitários ambientais”.

Relativamente ao processo da incineradora a ser instalada em São Miguel, potencialmente em Ponta Delgada (Azores Parque), pouco mais recente que o de Coimbra, pois o seu início data de 2008, apenas tivemos conhecimento, no que concerne a algo similar à predita provedoria conimbricense, das suscitações de Alexandre Gaudêncio (edil da Câmara Municipal da Ribeira Grande). Porém, atendendo às mais recentes notícias, que falam em “unanimidade” quanto à continuação do processo, aquele parece ter capitulado.

Este é um assunto mal comunicado às populações conforme vários intervenientes têm vindo a alertar na comunicação social e, consequentemente, demasiado grave face aos contornos que poderão assumir para a saúde, turismo e para o ambiente em geral.

Desafio qualquer um dos agentes políticos identificados e responsáveis no procedimento a esclarecerem acerca do grau de malefício para saúde que a incineração pode gerar, uma vez que os gases expelidos, por terem uma complexa composição química, poderão importar consequências diretas para a saúde pública, por via do ar que respiramos. 

Têm de ser reapreciadas as consequências deste equipamento, em geral, para São Miguel e, em especial, caso se confirme a localização, para os cidadãos e munícipes de Ponta Delgada, sem descurar da saúde das nossas crianças, as futuras gerações.

Se a construção vier a ser concretizada no Azores Parque e, como tal, tornar a cidade de Ponta Delgada o ESCAPE da incineradora na ilha, cujos gases e efeitos vão atingir diretamente, num vasto perímetro, os ponta-delgadenses e também os ribeira-grandenses, gostaria de afirmar que não se votou no Dr. Bolieiro para isto, muito menos num organismo como a Associação de Municípios, este sem voto popular de todo. Não me recordo de ver esta matéria no seu Programa eleitoral. Solicito-lhe, pois, enquanto Presidente da edilidade visada, a minha edilidade, uma ação/movimentação concreta e contrária no sentido de por termo a este projeto ou perderá a minha confiança enquanto eleitor e munícipe. Neste domínio há reverso (quanto se sabe ainda não existe adjudicação). 

Culmino afirmando que o meu voto, nas próximas eleições, irá para o candidato que, expressa e inequivocamente, demonstrar que não irá construir a incineradora e que apresentar medidas alternativas conforme se verificou em Coimbra.

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sábado, 3 de dezembro de 2016

Arrival


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Restauração sempre!

Como é diferente quando todos os portugueses se encontram do mesmo lado. Este é um feriado de todos.
Acabemos com feriados ideológicos que colocaram/colocam portugueses contra portugueses.
Restauração sempre!

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Como deviam ser os feriados

O dia 5 de outubro, reportado ao Tratado de Zamora, devia ser o dia de Portugal e da Independência.
O passado dia 1 devia ser o da Liberdade.

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Ode à organização

Focando-me, por exemplo, em Kant e Hegel, devo confessar que acho quase ignóbil aquela distorcida, embora estabelecida, opinião de relacionar a inteligência a uma certa desordem, a uma postura pouco organizada, normalmente aqueles comuns argumentos de que é "louco embora genial", "vive no caos mas possui um cérebro brilhante", "desorganizado externamente, mas organizado internamente". Nada mais ardil. 
Curiosamente, as mentes mais brilhantes que conheci, inequivocamente superiores às comuns, revelavam pessoas extremamente organizadas em sentido amplo. 
Não sendo aqui trazida à colação a emoção humana, muitas vezes equilibrante, tão somente invocando-se o domínio da pura razão e lógica, estas estão inequivocamente conexas a comportamentos de tal modo sistematizados que acabam por aglomerar, rápida e distribuidamente, informação e conhecimento, operando de forma mais apurada que o outro entendimento aqui em contraste.
Talvez por isso é hoje frequente ver-se muita "loucura e caos" e pouca "organização e ordem" e, consequentemente, menos progresso que aquilo que devíamos alcançar, acrescendo que estamos a perder, também por isso, a disputa com as máquinas.


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Sempre pensei que terrorismo derivava de terror…

A capa da “E – A Revista do Expresso” de 12-11-2016 falava do “terror do regime de Assad e da violência do Daesh”.
Ou seja, segundo o Expresso e segundo o responsável pela matéria em questão (“A menina de Alepo – Nujeen”), ficamos a saber, atendendo aos substantivos empregues, que o regime de Assad significa terror e que o Daesh é (apenas) violento. Por outras palavras, o governo de Assad, que há poucos anos nem se ouvia falar, uma vez que era dado consumado a tranquilidade existente na Síria, atualmente, vai-se lá saber porquê…, passou a ser muitíssimo pior que o Daesh…que é uma organização tão-somente violenta comparativamente ao governo sírio que personifica o terror.

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Geraldine Page

Geraldine Page, atriz norte-americana, nascida a 22 de novembro de 1924, Kirksville, Missouri, EUA.


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Schäuble

Wolfgang Schäuble tomou posse a 22 de novembro de 2005 como Ministro das Finanças da Alemanha do Primeiro Gabinete Angela Merkel, esta sendo, naquela data, a primeira mulher a ocupar o cargo de chanceler da Alemanha.
Ficou confinado a uma cadeira de rodas após ter sido vítima de atentado em outubro de 1990. A tentativa de assassinato aconteceu numa ação de campanha eleitoral no Estado Federal de Baden-Württemberg, tendo levado um tiro na coluna vertebral.


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She's the best man for the job

«Os Tories escolherem, ainda nos anos 70 (quando não havia esta angústia de mostrar diversidade) a Margaret Thatcher para o cargo afirmando "she's the best man for the job". »

S. Jofre.

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Sinais dos tempos

Marcelo reúne uma circunstância única na História, pois é o primeiro Chefe de Estado português que, em vez de ter uma Rainha Consorte, Primeira-Dama, mulher ou companheira, tem uma namorada.

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Vergüenza


Essa gente envergonha qualquer português. Como não bastasse o desrespeito, foram mesmo ao patamar da provocação ao usar uma camiseta com a bandeira republicana espanhola.

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(In)coerências

Há quem não aplauda um Rei duplamente legitimado democraticamente (Constituição e Referendo), mas aprove votos de pesar a Fidel Castro...

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Multidão e Reis, é sempre assim


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Visita de Filipe VI

Ouvido de uma pessoa que nada liga às questões república vs monarquia:

«Tinha tanta gente no Norte para ver os Reis, com um referendo…não sei, não sei…»


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Isabel de Bourbon

Nascida em «(…) Fontainebleau, 22 de novembro de 1602 – Madrid, 6 de outubro de 1644) foi a primeira esposa do rei Filipe IV e Rainha Consorte da Espanha de 1621 até sua morte, e também Rainha Consorte de Portugal e Algarves entre 1621 e 1640. Era a filha mais velha do rei Henrique IV da França e sua segunda esposa Maria de Médici.»

In Wk.


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Saladino, O Grande

"Tornou-se célebre entre os cronistas cristãos da época pela sua conduta cavalheiresca" e, apesar de ter sido o maior adversário dos cruzados, "conquistou o respeito de muitos deles, incluindo Ricardo Coração de Leão". Nunca foi uma figura odiada na Europa, antes um exemplo relativamente aos "princípios da cavalaria medieval".
Conquistando Jerusalém, soube ocupar a cidade com a mestria árabe que outrora tanto mérito deu à respetiva cultura. Respeitando as crenças religiosas de todos, os seus símbolos, nunca deixou de ser uma referência no seio da sua própria religião...ainda hoje. Ele foi, por assim dizer, um imperador árabe, porquanto unificou várias fações e tribos.
Um homem poderoso que honrou um islão que era muito mais próximo do verdadeiro do que aquele que, infelizmente, muito ouvimos hoje falar. Saladino, eventualmente, o último rosto de um universo árabe de progresso e avanço que acabaria por estagnar pouco tempo depois do seu desaparecimento.

Fonte complementar - Wk.


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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

American Pastoral

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Marcelo e a Rainha


Uma postura de amabilidade que não esconde a ausência de paridade.


Foto - Presidência da república.


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Abolição da escravatura, nós e os outros

Esta famosa fotografia de Olivier Douliery, para a Getty Images, espelha de uma forma especial o que é o progresso civilizacional. Tirada na Sala Oval da Casa Branca, reproduz, por um lado, a imagem pintada de Abraham Lincoln (1861-1865), eleito pelo partido republicano, aquele que foi o responsável pela Declaração de Emancipação. Do outro lado, o esquerdo, temos a imagem fotografada de Barack Obama o 44.º Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), eleito pelo partido democrático.

O progresso aqui é interpretado de uma forma muito clara, ou seja foi por ter havido a presidência Lincoln que houve a presidência Obama. Os dois acabam por estar, neste aspeto, intimamente ligados, não fosse Barack Obama o primeiro Presidente negro eleito pelos norte-americanos.

Abraham Lincoln foi o 16.º Presidente e o primeiro pelo partido republicano, derrotando oponentes democratas. Ora, foi um Lincoln que, apesar de pertencer a um partido aparentemente mais conservador que o dos seus adversários à esquerda, e também supostamente mais liberais, objetivamente mostrou repúdio presidencial pela escravidão então praticada legalmente no Sul. A sua ação traduziu, de facto, um momento assinalável para a História da América, com repercussões a nível mundial dada a importância do respetivo exercício prático, em toda a sua amplitude, bem como, subsequentemente, à luz dos direitos universais do Homem.

Contudo, é com alguma tristeza que, de certo modo, vejo desvalorizada uma outra realidade não menos importante e não menos exemplificativa para o mundo. Portugal, por intermédio do reinado de S.M.F. D. José I (séc. XVIII), foi pioneiro precisamente na abolição da escravatura. Foi o primeiro dos primeiros. Posteriormente, e de forma plena e prática, no reinado de S.M.F. D. Luís I (séc. XIX), a abolição da escravatura era concretizada em todo o Império Português. Estávamos numa fase em que tínhamos, apesar de tudo, uma elite pensante bastante mais robustecida que aquela que temos presentemente, em que defendíamos os valores da humanidade por uma ótica da vida e da igualdade. Hoje é incompreensível, ou talvez não…, que não se celebre, de forma vincada, este avanço trazido por Portugal à civilidade universal, o qual nos devia encher de orgulho enquanto nação e que, estranhamente, pouco ou nada se faz nesse sentido. Será, eventualmente, para não recordar aos portugueses de hoje quem realmente fomos antes e o quanto eramos melhores que aquilo somos? Talvez.


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As origens não se mudam

Pelos mesmos fundamentos que entendo que o melhor sistema para Portugal e para alguns países da Europa seria o (regresso ao) monárquico, na mesma proporção entendo que os EUA devem ser uma república. Tem que ver com o modo de funcionamento e com a origem das respetivas formações enquanto estados. São sedimentações de várias naturezas e de muitas gerações políticas que não podem ser desacreditas e destruídas em rutura. Veja-se, por exemplo a este propósito, o que a república portuguesa fez a um dos símbolos maiores de Portugal, a sua bandeira, alterando radicalmente as suas cores de origem, tratando de as substituir por outras que nada nos dizem e apregoando, assim, uma nova ordem que fez tábua rasa a mais de 700 anos de história.

Sem prejuízo daquilo que fizeram, nesta matéria, Napoleão I e Napoleão III, hoje seria de todo impensável que, por hipótese, uns insanos dessem uns tiros e quisessem alterar o regime norte-americano de uma república para uma Monarquia. Seria um absurdo. Isso não seria bom, desacreditaria aquela nação, geravam-se muitíssimas mais fações, desuniões e, acima de tudo, creio que os EUA definhariam, tal como um pássaro selvagem engaiolado. Porém, foi isso mesmo que, mutatis mutandis, aconteceu, na realidade, e infelizmente, em Portugal e em outros países da Europa. Um rudíssimo golpe histórico que nunca mais nos/os tornou os mesmos.

Outrora, em Portugal, fomos o que os EUA são hoje, mas hoje somos aquilo que somos…e não gostamos daquilo que somos. Isso explica-se pois estamos dominados por políticos…até ao topo da pirâmide. Somos excessivamente autocríticos, precisamente porque não temos rumo, nem tão pouco um verdadeiro símbolo que nos una como nos uniu. Estamos demasiado espartilhados para uma parcela tão pequena, mas com tanto potencial. Sim potencial, pois ainda acredito em Portugal. Num Portugal diferente.


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150 anos

Um homem amado, não pelas elites, mas apenas pelo povo.

Quis o bem de Portugal acima de tudo.

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Origem da palavra

Talvez poucos saberão isto mas, verificando, rapidamente concluirão que o nome “Espanha” é, em si só, uma afronta a Portugal.

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Não é para justificar/defender D. Sebastião, mas...

Joana de Áustria, Princesa de Portugal

«Enviuvando em 2 de janeiro de 1554, deu à luz o filho dezoito dias depois, na meia noite do dia 19 para o dia 20 de janeiro, tendo regressado a Espanha a pedido do seu pai, que tencionava abdicar, confiando a educação do filho, com apenas três meses, à sua sogra Catarina de Áustria (que era também sua tia).»

In Wk.


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Alguma esperança

Nem tudo está perdido neste País quando compramos o Expresso e vem esta coleção, em especial com aquela expressão no canto superior esquerdo:


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É a história que se adultera

«No nosso viver habitual, vão desaparecendo as nossas seculares tradições. É a história que se adultera. São os hábitos e costumes que vão.
Atravessamos uma época de verdadeira confusão social.
(…) As falências das actividades comerciais e industriais, e particularmente da própria banca, são uma constante, e normalmente arrastam para a miséria não poucas famílias.
Com a “importação” de certas modernices estranhas ao nosso viver substituído por certos sistemas sem significado, é toda uma vida ancestral que se modifica sem proveito para ninguém.»

Ermelindo Ávila, escritor e historiador, in Diário dos Açores, 13 e novembro de 2016, pág. 8.

Post Scriptum – Recomendo vivamente a leitura integral deste artigo.


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No caso do nacional socialismo alemão foi mesmo assim

«Que os deuses protejam os povos da sua loucura!

Que nos protejam da democracia.»

Miguel Sousa Tavares, in Expresso, Primeiro Caderno, 5/11/2016, pág. 9.

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Stefan Wyszyński

João Paulo II, na sua espontânea humildade, cumprimentando, em reconhecimento, um homem santo o qual foi sua referência enquanto sacerdote, o Cardeal-Primaz da Polónia Stefan Wyszyński.

Em Varsóvia, em 26 de maio de 2006 por ocasião da sua visita à Polónia, Bento XVI na homília da missa naquele dia disse:

«No início do seu Pontificado, João Paulo II escreveu ao Cardeal Wyszynski: "Na Sé de Pedro não haveria este Papa polaco, que hoje repleto de temor de Deus mas também de confiança começa o novo Pontificado, se não houvesse a tua fé, que não cedeu diante da prisão e do sofrimento, a tua esperança heróica e a tua confiança incondicionada na Mãe da Igreja; se não houvesse a Jasna Góra e todo este período de história da Igreja na nossa Pátria, ligado ao teu serviço de Bispo e de Primaz" (Carta de João Paulo II aos Polacos, 23 de outubro de 1978).»

In Wk.


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Papado do fortalecimento

Muitos acharam que o Papa João Paulo II devia ter abdicado nos últimos tempos do seu papado, dadas as suas condições de saúde. Alguns chegaram mesmo a afirmar que o Papa dava uma imagem decadente e, como tal, devia dar o lugar a um substituto.

No meu modesto testemunho, relativamente ao exemplo de S. João Paulo naquele período, e naquilo que ele me inspirava, devo referir que se tratava essencialmente de uma transmissão de força, uma força para continuar, uma força por via do exemplo, aquela que a ele, fisicamente, faltava mas que, porém, expressava-a pela sua vontade indómita de nos indicar o/um caminho. O exemplo e a tamanha determinação do Santo Padre revelavam, comparativamente, o quanto podem ser pequenos os nossos desígnios quando estamos acomodados. Como tal, o exemplo e a sua imagem não podiam ser mais inspiradores. Ainda hoje agradeço-lhe por isso. O papado para ele era uma missão ativa até ao último suspiro.

Acresce que o Papa João Paulo II era, mesmo na fase final da sua caminhada, uma inesgotável fonte de fortalecimento para os outros, aspeto que muitos e muitos líderes mundiais, nas suas plenas faculdades, nunca conseguiram.


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Werner Herzog e as galinhas

The legendary film director Werner Herzog lets us know where we can find the most pure stupidity.

Directed by Siri Bunford, shot by Tom Streithorst.

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Presidência Imperial

Estou cada vez mais convencido que Maurice Duverger é que tinha razão, quando afirmava que os EUA eram/são a última monarquia tradicional no mundo ocidental

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Let's make Portugal Great Again! ;-)

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Reaberturas...

Trump vai reabrir a prisão de Guantánamo. Ups…esqueço-me…esteve sempre aberta.


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Blue Wall

Acusam Donald Trump de só erguer muros. Não é verdade. Ele derrubou o ‘Blue Wall’*

*Os 18 estados do partido democrata tradicionalmente inexpugnáveis.

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Posturas

Donald Trump não se coíbe de exibir rendimentos, a Trump Tower, o recheio da casa, os carros, o avião, etc, etc.

Os administradores da CGD nem aos juízes do TC querem revelar o que têm…

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Tramps and Trump

The tramps problem will be resolved by Trump.

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Green Trump

Gostaria apenas de precisar um aspeto relativamente à vitória de Trump. Face ao que expôs em campanha, existe um domínio que me torna cético quanto ao seu mandato: o ecológico.

Neste contexto específico, por sua vez, também não me refiro ao “global warming”, que entendo não estar demonstrado. Refiro-me, tão-somente, à defesa do ambiente num sentido simples e concreto: redução da poluição. Veremos o que a sua administração irá fazer neste âmbito…

No resto, deposito esperança que Trump venha a ser melhor em tudo que os seus recentes antecessores (até Regan inclusive).


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Visão otimista

A melhor parte disto tudo é que o mundo vai ter, como Primeira-dama dos EUA, a Melania Trump.

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Ronald rima com Donald


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Os Presidentes

O nível do discurso político subiu muito após o dia 9/11. Quer Trump, quer Obama, quer Hillary estão a demonstrar ao mundo o que significa colocar os EUA acima dos interesses partidários ou pessoais, bem como de aceitarem a decisão soberana do povo...coisa que em Portugal seria impensável, a Geringonça é a prova disso mesmo.

"A very good man", disse Trump de Obama no passado dia 10 do corrente mês.


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O Presidente



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WEEK SOUNDZZZzzz!


In memoriam.
Hoje partiu. Diz Cohen neste tema: "I'm ready, my Lord".


Made in Portugal.

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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Animais Noturnos


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O Povo: "Merci Sire"

Espanha e Bélgica foram as democracias europeias onde se registaram os fenómenos recentes de inúmeros meses sem governação. Duas monarquias, curiosamente. Será assim tão curioso? Julgo que não há coincidências, o que houve foi unidade, uma unidade extra partidária, extra governativa que assegurou os cidadãos.
Houve, naqueles dois casos, Parlamento e houve, acima de tudo, Rei. 

Duvido que haja alguma margem de interpretação além daquela que nos remete diretamente para um novo papel de intervenção do Chefe de Estado. Não a chefia de Estado republicana que é, normalmente, exercida/ocupada por um político de carreira em ascensão e que, amplas vezes, incendeia em vez de criar pontes institucionais. Antes sim em Monarquia: pelo Rei. 

Se existem, em democracia, repúblicas presidencialistas (França, EUA, etc), porque razão, também em democracia, não haveriam de existir monarquias com equivalente funcionalismo?

Em suma, julgo que há espaço para um novo papel interventivo dos Reis em Monarquia constitucional, pontencialmente com a introdução de novos poderes constitucionais. Não é por mero acaso que, no espectro ocidental, as repúblicas são mais antigas que as monarquias...é uma questão, cíclica, de maior e melhor progresso. Preparação e moderação, são a respetiva base para remodelar.


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Sabia que Madrid chegou a ser ocupada pelos portugueses?


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Supra geringonça

A questão da submissão de rendimentos ao TC por António Domingues está a gerar um efeito de consenso nos partidos da AR como já não se via desde o tempo da União Nacional...

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Quanto ao futuro

«Sinto-me deveras optimista quanto ao futuro do pessimismo.»

Biólogo, filósofo e historiador francês Jean Rostand.

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A experiência ensinou-me

Os verdadeiros amigos nem sempre são aqueles com quem está e sempre esteve tudo bem, nem tão pouco aqueles com quem, por discórdia de posições ou incompreensão, deixam de te falar.

Os verdadeiros amigos são aqueles que se revelam estruturalmente coerentes consigo e contigo e, muitas vezes, após discórdias e até separações, retomam a amizade...porquanto aquela é inequivocamente sentida e verdadeira.

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Ouvido na fila do quiosque

«Convinha mais à Michelle, para 2024, que o Trump ganhasse agora.»

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Faltam os EUA...

«Se os EUA e a Rússia se juntassem, o Estado Islâmico não durava um mês.»

Patriarca Gregório III, da Síria.

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Axioma

Pura lógica...

Se o G.W. Bush não apoia o Trump, logo devemos apoiar o Trump.

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She's a goddamn monster

Quando existem consultas mensais a mães grávidas, quando já existem prematuros de 24 semanas a sobreviver, etc, etc, ainda quer exterminar uma criança de nove meses?!

Os “fetos não têm direitos”, diz Hillary. Pois não, mas os animaizinhos têm. É o mundo inumano que a senhora e as V. forças criaram.

Nem os socialistas nazis, em termos de política, foram tão longe, eles que cometeram atrocidades contra seres humanos. A diferença está que no primeiro caso é absolutamente nula qualquer hipótese de defesa…mata-se literalmente um ser incapaz de se defender.

Trump tem razão, é “inadmissível”. Cabe ao Estado a defesa dos inocentes. Simple as that.

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"Trump n' est pas un clown"

André Bercoff, eventualmente o maior nome do jornalismo político francês.

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WEEK SOUNDZZZzzz!


Nada de especial. Tema apenas razoavelmente giro.

Made in Portugal.

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sábado, 22 de outubro de 2016

Hacksaw Ridge


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Rainha Cristina da Suécia (séc. XVII) - Abdicando do Poder

Mulher de uma só palavra, estudiosa, controversa, pouco feminina sem ser desinteressante mas, acima de tudo, livre na sua consciência e atuação.

Sendo estimada pelo seu povo abdicou do poder com um pedido de desculpa aos suecos.

Posteriormente convertia-se ao catolicismo.



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Não mudam as modas em Portugal

Tempos antes e depois do 25 de abril era irreverente, moderno e, sobretudo, especial ser esquerda.

Percebe-se, vínhamos de um regímen conservador de 40 anos.

Presentemente, passados 40 anos de abril, é ao contrário. Surge uma direita mais moderna, fala-se em mudança de regímen e as massas são de esquerda...constata-se pela geringonça. Hoje a maioria é de esquerda, tudo é de esquerda...a mesma esquerda, as mesmas ideias, tudo idêntico. Já não tem graça nenhuma.

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Reservas

A reserva de uma mulher é, por vezes, tão grande, profunda e subtil, que não se chega a saber e entender nada.

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Aclaramentos

Prefiro infinitamente a (específica) obra poética de Dylan a toda a panóplia da obra de Saramago.

Quanto a níveis de popularidade mundial, restam-me poucas dúvidas da menor expressão do segundo em relação ao primeiro.


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Linha interpretativa

Uma das maiores riquezas da Sagrada Escritura é a profundidade interpretativa que até a mais pequena das palavras pode ter.

Cristo quando, muitas vezes, falou de pobres, não se referia estritamente àqueles que não têm dinheiro e que viviam literalmente em pobreza. Referia-se a algo mais complexo: a pobreza de espírito. A prova cabal disso mesmo foram as suas inúmeras e descritas tentativas de salvar ricos.

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Reconhecimento

Não sendo do PPM quero, contudo, no uso da minha cidadania, congratular o Dr. Paulo Estêvão pela sua reeleição. Merecida por mérito e desempenho. O Dr. Paulo Estevão representa hoje bastante mais do que aquilo que abrange o seu partido. Muitos, inclusive de outros partidos, veem nele a grande e real força de oposição. 

Na minha opinião, mas igualmente de muitos outros fora da sua esfera partidária, o melhor e mais produtivo deputado na Assembleia Regional dos Açores.

Ganhou o Corvo mas, sobretudo, os Açores e os açorianos com a sua presença na casa da democracia açoriana.

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Costumes abrandados (II)

«Não sei se o regime democrático autonómico hoje, ontem, nas ilhas dos Açores e da Madeira, é de facto um grande vencedor no sistema nacional da pluralidade?»

Elias Pereira, Presidente do Conselho Regional dos Açores da Ordem dos Advogados, em comentário à RTP-A, 16-10-2016.

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Costumes abrandados (I)

«20 para 24 anos é demasiado para o regime democrático e para as gerações e para o contrapoder e para o enriquecimento da vida cívica.»

Elias Pereira, Presidente do Conselho Regional dos Açores da Ordem dos Advogados, em comentário à RTP-A, 16-10-2016.

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Democracia sem votos

Regime de sanções para quem não exerce o dever cívico de votação, aquele que é o dever basilar de sustento da democracia. 

Com os índices inqualificáveis de abstenção (ex. São Miguel 63,1%), não há que esperar mais. Os partidos devem concertar no sentido de efetivar essa proteção do sistema eleitoral.
Obrigatoriedade, enquanto forma de responsabilização na cidadania. Pago impostos, devo votar.

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Indubitavelmente

«Nenhuma sociedade poderá florescer e ser feliz, se a maior parte dos seus membros for pobre e miserável.»

Adam Smith

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A importância de cada ser humano

Um caminho estreito para obter evidências quanto à indimensionável importância da humanidade no seu estado individual é, em si só, através dos nossos filhos. 

Quando numa inexplicável e exata paridade de amor ante os pais, sendo infinitamente específicos, nenhum suplanta o outro, sendo cada um insubstituível.

Resta estender esta formulação ao outro que não é nosso ente, ao próximo.

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‘HILLARYous’

Aquele que não gosta de muros, que seja o primeiro a derrubar os seus…

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Terceiro debate


Confirmado e verdadeiro, apenas voltou atrás, ao contrário de Bernie Sanders, na posição assumida, já em 2008, quando concorria com Obama…

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WEEK SOUNDZZZzzz!


Made in Portugal


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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Cinema 2016


Como sempre as férias foram aproveitadas para colocar em dia alguns filmes.

Deixo aqui a seleção deste ano:

“O Estranho Caso de Angélica”, de Manoel de Oliveira

“Tomorrowland”, de Brad Bird‎

“Marguerite”, de Xavier Giannoli

“Vício Intrínseco”, de Paul Thomas Anderson

“O Gebo e a Sombra”, de Manoel de Oliveira

“Mr. Turner”, de Mike Leigh

“Sniper Americano”, de Clint Eastwood

“Mad Max – Estrada da Fúria”, de George Miller

“Homem Irracional”, de Woody Allen

“Divertida-mente”, de Pete Docter e Ronnie Del Carmen

“Life”, de Anton Corbijn

“O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”, de Peter Jackson

“Perdido em Marte”, de Ridley Scott

“Batman vs Superman: O Despertar da Justiça”, de Zack Snyder

“Mulher de Ouro”, de Simon Curtis


Destacaria e recomendaria, considerando o respetivo género de cada filme, estes sete:

“O Estranho Caso de Angélica”

“Mr. Turner”

“Mad Max – Estrada da Fúria”

“Homem Irracional”

“Divertida-mente”

“Perdido em Marte” e

“Mulher de Ouro”
 
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António Guterres, Secretário-geral da ONU


873 anos após o dia em que Portugal, a 5 de outubro de 1143, tornava-se, pelo Tratado de Zamora, formalmente um país independente, a eleição de António Guterres à liderança da “Sociedade das Nações”, aquela que Immanuel Kant prognosticara como a futura e atual Organização das Nações Unidas (ONU), deixou-me satisfeito enquanto português, satisfação essa advinda de uma circunscrita conjugação de fundamentos:
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Nobel da Literatura

Pelos variados excertos de letras de músicas que, frequentemente, tenho aqui partilhado, facilmente se concluiu da minha especial atenção à verdadeira poética cantada. Neste âmbito, o Nobel de Dylan, é uma ótima notícia.

Finalmente, e em vez de muitos comprarem só livros, vão dar o devido destaque à música.


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‘Woman in Gold’ (2015)

No passado fim-de-semana, ainda numa extensão das férias, vi este filme de Simon Curtis, com a excelente Helen Mirren e com Ryan Reynolds. O argumento reporta-se a um caso ocorrido na vida real.

Maria Altmann, a personagem central do filme e interpretada por Mirren, foi obrigada a fugir do seu País - a Áustria, para não ser capturada pelos nazis, pois era de uma família judia – os Bloch-Bauer.

Vendo a sua família ser roubada e desfeita pelos partidários nacionais-socialistas, restava-lhe as memórias no país de acolhimento – os Estados Unidos da América. É, pois, em nome desse objetivo que trata de procurar uma forma legal para recuperar parte daquilo que era seu por direito e que foi ilegalmente apropriado pelo Estado austríaco à sua família.

O legado material que mais lhe recordava a família era um quadro de sua tia Adele, de quem era sobrinha predileta. Esse quadro, nada mais, nada menos, era uma famosa obra de Gustav Klimt – O ‘Retrato de Adele Bloch-Bauer I’.

Neste contexto, e acerca deste filme, nada mais direi a não ser que o recomendo ver.

Por fim, não posso deixar de estabelecer um paralelo entre os crimes contra o património privado que os socialistas nazis praticaram, com a expropriação que foi feita aos bens da Casa de Bragança, concretizada através da famigerada criação republicana designada por “Fundação Casa de Bragança”. Colocando num linguagem muito simplista, se num caso houve roubo, no outro houve furto.


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Cara ou Coroa?


Com o João Távora.

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In memoriam



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Consulta popular

«Digo com tanto mais à vontade quando sendo republicano assumido, há 20 anos aceitei que a revisão constitucional pudesse levantar a interdição a consulta popular sobre a matéria.»

Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da república portuguesa, no discurso do 5 de outubro de 2016.

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Agradecimentos

«A maioria dos portugueses, creio firmemente, agradece a séculos de Monarquia o que ela fez de único por Portugal.»

Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da república portuguesa, no discurso do 5 de outubro de 2016.


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Desequilíbrios

Hoje é mais fácil ser-se pobre do que rico em Portugal.

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Chegamos a onde chegamos

É mais como pode uma pessoa, que ascendeu tanto, ser tão iluminada ao ponto de fazer proezas como estas que são de um refinamento estonteante:

1.ª) “cartas anónimas alegadamente enviadas por Ana Abrunhosa, com ajuda do ex-marido Luís Filipe Borrego, a vários titulares de altos cargos de responsabilidade, entre os quais o então primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, o procurador-geral da República e o diretor da Polícia Judiciária, onde lançava intencionalmente acusações falsas sobre Pedro Saraiva”. O procurador-geral da República e o diretor da Polícia Judiciária!? Bom, o mesmo seria pegar num Ferrari, dar 300 p/h em direção a um penhasco e pensar que aquilo ia correr bem.

2.ª) “os investigadores seguiram o rasto aos emails e descobriram que o documento tinha sido enviado a partir do Departamento de Engenharia Mecânica (DEM) do ISEC, onde o ex-marido de Ana Abrunhosa foi presidente. Mais: o software em questão encontra-se instalado nos computadores afetos ao presidente do instituto. Estas duas pistas permitiram às autoridades descobrir, posteriormente, a origem das missivas”; “A investigação posterior concluiu que os arguidos acederam a este segundo email a partir da “casa de morada de família” dos dois. Para a investigação, já não restavam grandes dúvidas sobre a origem das acusações.”

Hello!?

Se pessoas iluminadas como estas ocuparam/ocupam cargos de chefia e de importância, pouco mais há para dizer sobre como chegou o nosso estimado País ao estado a que chegou.

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Second Presidential Debate 2016: Donald Trump vs Hillary Clinton

Tal como sucede na Suécia, na Noruega, no Canadá, no Japão ou na Espanha é nestas alturas que é tão bom e melhor ser monárquico.

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Mulheres

Donald Trump foi mais conversa. O Bill Clinton foi mais ação.

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Frações

Portugal: pequeno demais para estar tão fracionado.

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Óticas

«Se não há dinheiro para filmar a carruagem, filme apenas a roda, mas filme bem a roda.»

João Botelho recordando algumas das explicações de cinema que aprendeu com Manoel de Oliveira.

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A mais!

Em Portugal há ‘burrocracia’ a mais.

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Arborização

«Salvar o planeta com uma tecnologia com 500 milhões de anos: as árvores»

Kees Hoogendijk

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A Educação cá e as outras educações...

Carla Rodrigues, 40 anos, micaelense, natural das Capelas, é professora na Pensilvânia e foi premiada pelo seu trabalho educativo nos Estados Unidos da América (EUA), com o 'Grande Prémio de Excelência Pedagógica', pelo ‘Da Vinci Science Center’.

Carla vive nos EUA desde 2001, tendo feito todo o processo escolar e académico em Portugal. Fez a licenciatura de Design de Comunicação em Lisboa e viveu, ainda, antes de emigrar, um ano na Itália.


Neste contexto, a professora Carla respondeu às perguntas formuladas pelo Atlântico Expresso, de 15 de agosto de 2016 (vide pág. 12) - «Como pode descrever o ensino americano face ao português? Considera que há situações muito discrepantes entre ambos os sistemas?», nos seguintes termos:

- «Não tenho acompanhado o ensino português nos últimos quinze anos. Penso que tenha sofrido alterações e adoptado um sistema mais rigoroso de avaliação de professores, mas não muito mais.
Por isso não posso identificar, com certeza, situações discrepantes entre os sistemas de ensino português e americano. O que vejo, à distância, tem mais a ver com a diferença cultural de ensinar e aprender. Nos Estados Unidos, penso que a educação faz-se no sentido do futuro, enquanto que em Portugal se faz mais no passado. Isto poderá dever-se simplesmente ao facto dos Estados Unidos serem um país mais recente, com menos história do que Portugal, ou a diferentes objectivos a longo prazo de educar os seus respectivos cidadãos. Nos Estados Unidos educa-se para que se criem experiências, enquanto em Portugal ainda talvez se eduque para que se prestem serviços.

Mas esta é só uma avaliação superficial com base no que tenho observado à distância e no trabalho que tenho desenvolvido nos Estados Unidos.»

Posto isto, resta-me expressar o seguinte:

1.º) Talvez tenha sido uma educação “no sentido do passado”, que lhe deu a si (e aos EUA) futuro.

2.º) Além disso, fiquei com uma dúvida enorme. Então não são EUA um dos maiores prestadores de serviços no mundo? “Experiencias”?! Sempre pensei que tínhamos, em Portugal, um ensino demasiado teórico, pouco apropriado à prática, muito menos habilitado a prestar serviços de imediato…

3.º) Fiquei a saber que ter mais história não é um aspeto necessariamente bom para o processo educativo. Experiência que te foste!

4.º) É lamentável o que aqui foi dito, relativamente a todos os professores, jovens, adultos e idosos que lecionaram e fizeram estudos no nosso País e que muitos, muitos mesmo, foram/são brilhantes dentro e FORA de portas. São enumeras as vezes que somos, felizmente, brindados com notícias de cientistas e outros profissionais portugueses que progridem na ciência a nível mundial, nas mais variadas áreas.

5.º) Por fim, e na sequência do que a própria acaba por afirmar – “superficial”, quando não se sabe, não se fala…muito menos se dá entrevistas.


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Ouvido num filme

«Áustria?! Um dia quero viajar para lá com os meus filhos…eles gostam muito de cangurus.»

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WEEK SOUNDZZZzzz!


Made in Portugal.

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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Taxi Uber Allez

Hoje, se fosse um estrangeiro/turista e chegasse à zona das saídas do aeroporto de Lisboa, provavelmente ia ter aquela sensação que o Charlton Heston teve quando chegou ao ‘Planeta dos Macacos’.

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sábado, 1 de outubro de 2016

Elizabeth III

Afigura-se que, após respeitado o intervalo de aproximadamente 10 em 10 anos, que Shekhar Kapur parece determinar para estes filmes, teremos o Elizabeth (III): The Dark Age.
Eventualmente iremos ver a Casa Stuart (Jaime I) a ascender ao trono.


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Essencial

Música para ouvir? Não, para respirar.

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"Some may say I can't sing, but no one can ever say I didn't sing”*

Aqueles que me conhecem melhor sabem da minha cinefilia e que tenho o hábito de selecionar/concentrar nas férias, por razões de maior disponibilidade e adequação, os filmes que quero ver.

Nas férias deste verão um dos que vi foi Marguerite, um filme franco-belga-checo, realizado por Xavier Giannoli e escrito por Giannoli e Marcia Romano.

Mais recentemente, tive conhecimento da última longa-metragem de Stephen Frears, com Meryl Streep e Hugh Grant. Foi inevitável a comparação entre esse seu novo filme e o que vi em férias, pois ambos reportam-se a uma personagem do canto lírico…com componentes vocais impossíveis de serem esquecidas. Embora em Marguerite houvesse aquela menção inicial de que o filme “era baseado numa história verídica”, o de Stephen Frears é mesmo uma biografia cujo o título é o nome da biografada, todavia o contexto não indicava haver um paralelo claro entre ambos. Passam-se em países diferentes – França e Estados Unidos e os argumentos não são exatamente coincidentes. Seriam duas mulheres? Talvez.

Contudo a resposta é esta: ambos os filmes inspiraram-se na mesma pessoa, em Florence Foster Jenkins*.

Não posso dizer que Marguerite se trate de uma obra-prima, longe disso. Contudo é um filme a ver, uma boa comédia dramática, servindo, sobretudo, para entender o quanto é precioso nunca descurar de um sonho e de fortificar a vontade, mesmo que para isso se enfrente o mais difícil e terrível dos obstáculos: o limite do ridículo.

Mesmo sabendo que, comparativamente, o canto de Jenkins fazia da nossa estimadíssima Natália de Andrade uma soberba cantora lírica, todavia, e por outro lado, a fama de Lady Florence ainda hoje perdura, bastante mais vigorosa que muitos excelentes cantores da sua época e que tal não aconteceu, como todos sabemos e concluímos, pela sua (bela) voz.


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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!