Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

Mostrar mensagens com a etiqueta Açores. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Açores. Mostrar todas as mensagens

sábado, 13 de junho de 2026

"15:17 - Paris" (2018)

Quando Clint Eastwood veio anunciar, muito infelizmente, o fim da sua carreira cinematográfica, fica aqui um registo da sua multifacetada arte, num filme que julgo (até prova em contrário) ser único na história do cinema, em que os três protagonistas principais do filme foram, efetivamente, os protagonistas do caso na vida real e que motivou a realização desta película pelo Mestre.

    

Share |

sábado, 3 de setembro de 2022

sexta-feira, 20 de março de 2015

Estratégicos novamente

Cheira-me que os Açores, afinal, poderão ser estratégicos ...

Share |

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

O chumbo de uma Oportunidade

Paulo Estevão, Artur Lima, Félix Rodrigues e Ana Espínola estes foram os quatro deputados da Assembleia Legislativa Regional dos Açores (ALRA) que, em consciência, e sem precedentes históricos, votaram favoravelmente uma (simples mas sintomática) proposta de Recomendação à Assembleia da república de modo a possibilitar aos portugueses um referendo para, finalmente, de forma livre e democrática, poderem se pronunciar sobre o tipo de regime que verdadeiramente querem…à semelhança daquilo que se fez na Grécia, Itália, Espanha e até no Brasil, com monarquias bastante mais recentes e curtas que a nossa.

Share |

sábado, 17 de maio de 2014

Aqui o azul e branco vale mais

Como é bom ver, no Eurosport, e aos olhos da Europa, esse magnífico mar e tantas bandeiras azuis e brancas espalhadas pelo nosso verde.

Share |

sexta-feira, 21 de março de 2014

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Pela nossa segunda e última Chefe de Estado


O meu eterno reconhecimento e respeito por quem, de facto e de direito, sempre reconheceu a valia e, assim, respeitou a autonomia do seu povo.
Viva a Senhora D. Maria II de Portugal e dos Algarves.
Um interessante elemento histórico.

Share |

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Ouvido pela consoada

"Saber o que é a insularidade, é saber, por exemplo, da realidade, quanto ao nascimento de gémeos, e como já aconteceu, de um nascer numa ilha e o outro noutra."

Share |

quinta-feira, 4 de julho de 2013

2 de Julho de 1873, por carta, ao seu dilecto confidente Oliveira Martins:

«O pior que nos podia acontecer é sermos amanhã república.»

Antero de Quental (1842-1891)
Share |

quinta-feira, 13 de junho de 2013

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Inauguração da Sede Regional dos Açores da Ordem de Malta

Foto - Edgardo Costa Madeira. 

O acto solene de inauguração da sede Regional da Ordem de Malta ocorreu no passado dia 9 de Junho, na Ermida da Senhora Sant'Anna. Foi interpretada uma magnífica cantata na Capela do Coro Alto. 

Após aquele momento solene, deu-se o hastear oficial da bandeira da Ordem. 
Share |

sábado, 8 de junho de 2013

Ouvido hoje de um Bispo:

"Ter fé é acreditar mesmo quando não há luz ao fundo do túnel."
Share |

Ordem de Malta, 900 anos festejados nos Açores de azul e branco

Fotos - PPA

Dois dias após o 6 de Junho e dois dias antes do Dia de Portugal e das Comunidades, realizou-se, hoje, a investidura de cavaleiros da Graça Magistral da Ordem Soberana e Militar de Malta, em cerimónia que decorreu na Igreja de São José, em Ponta Delgada, presidida por Sua Exa. Reverendíssima, o Bispo de Angra e Ilhas dos Açores. Esta é uma Ordem católica e monárquica. Esta Ordem é mais antiga que Portugal. 

Na cerimónia estiveram presentes as autoridades da Ordem Soberana e Militar de Malta, acreditadas diplomaticamente em Portugal. 

Entre os convidados estiveram presentes, na cerimónia litúrgica, membros das Casas Reais Portuguesa e Francesa, nomeadamente: Suas Altezas, D. Miguel - Duque de Viseu e Suas Altezas Reais - Os Príncipes Charles-Philippe Marie Louis d’Orléans - Duque de Anjou e D. Diana de Cadaval d’Orléans – Duquesa de Anjou e Duquesa de Cadaval. 

Estiveram também presentes as autoridades militares, civis e religiosas dos Açores, bem como diversos convidados da sociedade civil.
Share |

sexta-feira, 19 de abril de 2013

O antepassado de um amigo | João Soares de Albergaria

«João Soares (c. 1415 — 1499) foi o 2.º capitão do donatário nas ilhas de Santa Maria e de São Miguel, sucedendo no cargo a Gonçalo Velho Cabral, seu tio materno. Após a confirmação da doação da capitania de São Miguel a Rui Gonçalves da Câmara (1474), continuou capitão apenas da de Santa Maria. Nas genealogias tardias e alguma historiografia é por vezes referido como João Soares de Albergaria[1] ou como João Soares Velho, mas coevamente, de fato, apenas se documenta como João Soares. Não pertencia à família Soares de Albergaria, como se comprova pela carta de armas que o seu filho João Soares de Sousa obteve a 18 de junho de 1527, a saber um escudo esquartelado de Velho e Sousa (Arronches), com uma flor-de-lis de ouro por diferença. Nesta carta de armas, João Soares de Sousa diz-se filho de João Soares Velho, "que herdou esta Capitania [da ilha de Santa Maria] de Gonçalo Velho capitão da dita ilha e comendador de Almourol por ser seu parente mais chegado", e de sua esposa, Branca de Sousa, filha de João de Sousa Falcão. Se Fernão Soares, pai deste João Soares (Velho), fosse Soares de Albergaria, o neto não deixaria nunca de ter as armas desta família.»
Share |

quinta-feira, 7 de março de 2013

Cabo Verde

É um pouco abusivo dizer que a bandeira da república portuguesa parece uma bandeira africana. Não será tanto assim. Torna-se um tanto abusivo por dois motivos: um porque nem todos os países africanos têm aquelas cores e, outro, porque as cores não se circunscrevem a um território, in casu o africano, mas antes a ideologias que factualmente também foram implantadas em países africanos (como em Portugal), embora em sustentado número.

Oportunamente já tinha desenvolvido a parte “cromática” do assunto, para onde remeto. 

Todavia, a parte geográfica é clara: nem todos os países africanos foram por aí, também nem todos os países africanos de expressão portuguesa seguiram tal caminho. 

Cabo Verde, à semelhança dos Açores, conservou, e bem, as cores do Reino: o azul e o branco. Independentemente das razões históricas e até ideológicas que possam ser subsumidas à bandeira nacional daquele novo país, é contudo um facto indesmentível que foram apelativamente (e até de maior bom gosto, digo eu) a escolha das suas cores nacionais. 

No fundo, e independentemente das cores que escolheram, é outro indesmentível facto que o distinto povo de Cabo Verde é alegre e transmite aos outros povos uma abertura interessante no seu modo colectivo de pensar. Em Cabo Verde as transformações recentes foram bastante mais razoáveis que noutros países vizinhos. 

Confesso que neste assunto, e à semelhança do Dr. Martin Luther King, também tenho um sonho e esse sonho passa por uma nova união de antigas parcelas do Império, não numa lógica republicana de Império Colonial, mas sim numa lógica ultramarina de coesão económica e cultural sob égide de um Reino novo e progressista que acolhesse todos aqueles países e lhes desse uma forte e só voz: a do Rei! Algo como ainda acontece na Inglaterra em maior escala.
Share |

A consciência activa e mais alta

Os Açores, conforme a História indica, foram (e ainda podem ser novamente) uma consciência activa e mais alta, correctiva e exemplar, para chamar à colação as borradas que se praticaram no Continente. Uma voz que sempre elevou ao cimo o azul e branco pátrio e fundacional, fosse contra os Filipes, contra os desentendimentos entre Pedro e Miguel ou contra a república vermelha já, mais recentemente, pelo 6 de Junho. 

Mas fossem as correntes que fossem, e formas de pensamento, uma coisa sempre imperou nos Açores: a coerência azul e branca da nossa real identidade.
Share |

A Bandeira da Autonomia

O mais forte e sensível elo, bem como as reais e verdadeiras cores de Portugal e dos Açores. Coerente unidade, Autonomia e Progresso. 


Share |

O último reduto

Tal como foi na Terceira o último reduto de resistência contra os Filipes de Espanha; Tal como foi dos Açores que, melhor ou pior, se decidiram as Guerras Liberais, também pode ser, novamente, deste arquipélago que renasça a consciencialização para recuperar a nossa auto-estima nacional, a nossa dignidade e, acima de tudo, a nossa verdadeira identidade: o azul e branco!

Share |

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)