Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Consulta popular

«Digo com tanto mais à vontade quando sendo republicano assumido, há 20 anos aceitei que a revisão constitucional pudesse levantar a interdição a consulta popular sobre a matéria.»

Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da república portuguesa, no discurso do 5 de outubro de 2016.

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sábado, 23 de julho de 2016

Machadadas

Muitos pensaram que o Ted Cruz fosse “enterrar o machado de guerra” na Convenção.
Isso de certo modo aconteceu, só que fê-lo nas costas de Trump.

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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Onde foram desencantar que ele era monárquico

«Sou liberal porque entendo que o Estado se deve meter naquilo que é necessário, e o que é mais necessário são os fundamentos da República, entre os quais a redistribuição da riqueza.»

Rui Moreira, Presidente da Câmara do Porto, em entrevista ao Expresso, publicada na edição n.º 2256, da ‘E - A Revista do Expresso’, de 22 de Janeiro de 2016, pág. 60.

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sábado, 12 de setembro de 2015

Abstracções e intangibilidades

Nunca pensei que estaria tão de acordo com um socialista e republicano:

"Ao contrário do regime monárquico, a 'república é uma ideia abstrata, intangível'."

Nuno Severiano Teixeira

In A Revista do Expresso, 29-8-2015, pág. 61.
No contexto do lançamento do seu recente livro Heróis do Mar, pela A Esfera dos Livros.

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segunda-feira, 8 de junho de 2015

Uno e não partes

O Chefe de Estado é a antítese (ou o antídoto conforme preferirem) da partidarização. O Chefe de Estado deve ser o patamar onde acabam as partes e começa o todo/conjunto dos portugueses. O Chefe de Estado deveria representar todos os portugueses…é tão simples quanto isso.

Neste contexto, eis porque não posso, não posso e não posso ser, alguma vez, republicano:

«Sampaio da Nóvoa marca presença na Convenção do PS».

In Público, 1.ª página, de 5-6-2015.

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sábado, 18 de abril de 2015

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

"Desrepública"

Existe aquela conceptualização, do republicanismo, de que, pelo mero facto de nascer, "qualquer um pode chegar a chefe de Estado" (entenda-se PR).

Não seria mal de todo... ... ... não fosse a verdade dos factos ainda mais preocupante à luz da realidade político partidária que se revela em república.

A prática corrente daqueles que nos governam (ou se governam...) diz que não chegam apenas a PR, antes ainda são líderes das "jotas", deputados, eurodeputados e PMs! Só depois, quando alcançam o topo da pirâmide/cadeia alimentar política, é que se "dedicam" a representar (todos?) os portugueses...

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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Da varanda da Câmara

Há 104 anos pouco povo havia no acto público de proclamação da república.

Em 2014 mantém-se a pergunta: onde está o povo, que normalmente estava próximo dos seus Reis?

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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Monarquia e Sidonismo alvos da mesma

Por isso não admira que os mesmos (cujos sucedâneos ainda por aí andam...) lhe tenham feito o mesmo que fizeram a El-Rei!

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sexta-feira, 6 de junho de 2014

Constatações de facto

Vejam bem a tipologia (…para não dizerem que recorri a epítetos como “laia”) das pessoas que vagueiam pelas ruas de Espanha a pedir república… Asseguro-vos que elas têm um perfil e objectivo paralelo com as que derrubaram, em 1910, a nossa Monarquia.

O mais estranho é que aquela minoria que, há 103 anos, de Lisboa, passou a mandar na maioria, deixa até hoje um evidente e irrefutável legado de descrença e desmotivação nacional, sendo que ainda existem uns tontos que criticam o nosso País por ele ser como é hoje e por estar como está sem, aparentemente, saberem porquê.

Despertem e raciocinem!

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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Motivo? Nenhum!

Dizem os republicanos mais conscientes que, apesar de saberem que o estandarte de Portugal é realmente azul e branco, a introdução do vermelho e verde foi um método de rotura com o passado e, assim, promover o progresso.

Ora, como a rotura não resultou, nem tão pouco o progresso se vê…antes pelo contrário, então, por que motivo manter um sistema que, durante 103 anos, já evidenciou que não funciona, não gera progresso e elimina tudo aquilo que ainda tínhamos de bom e que era o nosso prestígio na comunidade internacional e a nossa História?

Motivo? Nenhum!

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quinta-feira, 27 de junho de 2013

Isto tem de acabar e depressa!

Estamos a desvanecer. Este País está vazio de patriotismo, como um desportista está vazio de vontade para vencer.
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sexta-feira, 22 de março de 2013

O pensamento e o agir de um monárquico

«Um só monárquico faz mais do que muitos republicanos»


Esta é uma frase que para um monárquico não consubstancia uma mera construção retórica. Esta é uma frase sentida e objectivamente verdadeira e cujo cristalino quilate da sua beleza, simbólico e reconfortante, só é superado pela sagacidade da autora que a proferiu.

O pensamento e o agir de um cidadão monárquico são, indesmentível e diametralmente, opostos ao de um cidadão republicano ou de um cidadão que não conhece sequer o que é ser monárquico em Portugal (a maioria). Há um refinamento distintivo. Traduzem trilhos diferentes. Os 870 anos de História são dados, os quais podem ser consultados e tiradas as devidas ilações.

De facto um cidadão monárquico, ou seja, muitos portugueses antes de 1910 e poucos assumidos após aquela data, mas hoje também um norueguês, um sueco, um holandês, um dinamarquês, um inglês, um canadiano, um japonês, etc, não pensam realmente como um português republicano, um venezuelano, um congolês, um iraniano, um etíope, etc. Há de facto diferenças e, cada vez mais, face ao actual cenário de crise, importa considerar essas diferenças bem como as realidades de todas essas nacionalidades. Essa consideração deve refletir os resultados de excelência que as Monarquias Constitucionais têm ao nível do desenvolvimento humano, na percepção de corrupção, da liberdade de imprensa e da democracia. Temos de questionar se queremos continuar a pertencer ao grupo das repúblicas e, assim, continuar a afundar-nos ou, em alternativa, pertencer ao grupo das Monarquias enquanto modelo dos países mais desenvolvidos do mundo, precisamente, por aqueles motivos enunciados. Sempre há uma alternativa e importa reter isto.

Presentemente, enquanto muitos ainda se envergonham de assumir o seu gosto pela Monarquia portuguesa, os poucos que se assumem destemidamente, traduzem uma realidade de um contra muitos (estes últimos os ditos republicanos). Por isso, quando eram muitos (monárquicos) contra muitos mais, fossem quem fossem, éramos quase imbatíveis. Fomos um Império, por mais de 500 anos, pois tínhamos uma forma de pensar e de agir colectiva completamente diferente daquela que nos foi sendo impingida pelo republicanismo, ou seja, pelo caos e corrupção de 1910 a 1926, pela ditadura de 1926 a 1974 e pela apatia e corrupção de 1974 a 2013. Por isso é que, no final da tarde de 14 de Agosto de 1385, vencemos (com cerca de 7.300 homens), no Campo de S. Jorge, em Aljubarrota, unidos enquanto povo em torno do Rei dos Portugueses, os castelhanos (com cerca de 29.500 homens) numa cifra de 1 para 4; Ou aguentámos as ofensivas, entre 1640 e 1668, 28 anos portanto, do Império Espanhol na Guerra da Restauração. Uma vez mais o povo português soube estar firmemente ao lado do seu Rei, o Rei de Portugal, unidos e destemidos em prol da sua autodeterminação e liberdade.

Por isso preocupo-me especialmente perante esta crise, que é grave, mas não mais grave que outras por que passamos. Preocupo-me especialmente por ainda estarmos em república, ou seja, num contexto de liderança completamente diferente daquele de quando tínhamos Reis que se colocavam à frente para proteger Portugal e os portugueses e não políticos que, complicadamente, enredados em teias complexas de interesses económicos, não nos dão garantia, absolutamente nenhuma, de bom agoiro. Neste formato não vislumbro um bom cenário ou, na melhor hipótese, apenas a repousante retoma na enfastiante mediania dos últimos anos. Enquanto monárquico não é isso que quero para o meu (grande) País.

Vivemos um problema de paradigma e nesse contexto não se pedem pseudo reformas de circunstância conjuntural, pedem-se sim roturas de regime e alterações de formato estrutural. Pede-se que se tire proveito das circunstâncias adversas, para repensar um regime que é dominado por políticos, por interesses económicos, por lóbis e não por magistraturas.

Referendo ao regime, pelo bem da Democracia e dos portugueses!
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quarta-feira, 20 de março de 2013

Conceito infundado

É-me impossível reconhecer um "patriota republicano"... impossível mesmo. 

Os últimos 102 anos são a prova concreta que esse conceito inexiste ou, no mínimo, é infundado por parte de alguns republicanos que inconscientemente ainda o possam venerar.
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quinta-feira, 14 de março de 2013

Republicanização celestial

Ontem, num debate, na tvi 24, ouvi o dr. Oliveira Martins falar na “republicanização” em matéria de Vaticano/Igreja. 

Posta a afirmação, é de concluir que já faltou mais para se dizer que Jesus Cristo, em vez de Rei, era Presidente (dos Judeus).

Também seria interessante saber o que os católicos republicanos têm a dizer sobre essa “republicanização”…
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Um só

«Um só monárquico faz mais do que muitos republicanos» 

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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

A velha confusão e desinformação

“Como os monárquicos defendendo uma monarquia, vivem e até trabalham para o regime republicano?”

- Face à ignorante confusão contida na questão, e procurando a melhor forma de a aclarar, importa referir: -

Nenhum monárquico, que conheça, trabalha para o actual regime.

Havia ou não havia republicanos no poder, enquanto decorria a Monarquia Constitucional? Na democracia monárquica era perfeitamente legítima e assegurada, a todos os republicanos, a defesa da república. Se não houvesse recurso a meios ilegais para defender essa corrente, nenhum republicano era impedido, em Monarquia, de se manifestar. No entanto, e apesar do que defendiam, estavam a produzir o seu ganha-pão, obviamente, num regime com o qual não concordavam. Mas ninguém os importunou por isso, se não enveredassem pela via ilegal e pusessem em risco os bens essências de terceiros. Recorde-se que a injúria e a difamação foram instrumentos enumeras vezes tolerados pela Monarquia Constitucional, inclusive contra o próprio Rei. 

A enorme diferença dos monárquicos de hoje e d’ontem (e restantes cidadãos portugueses que nunca se deixaram enganar pela república) relativamente àqueles republicanos que aludi, é que os primeiros sempre sustentaram a democracia, defendem o referendo enquanto instrumento do povo e, sobretudo, entregam-se à missão de informar...nunca recorrerão à força das armas sobre uma democracia, aquelas que mataram cobardemente um pai e um filho.

Por fim, não confundir Regime (Monarquia ou república) com governo executado pelo órgão Governo. Normalmente os monárquicos defendem o sistema republicano para o Governo, i.e., por recurso a eleição, mas não para a representação de Estado. Muitos sabem que o melhor garante da 'res publica' é o Rei dada a sua componente apartidária pura. A nomenclatura do regime apenas é atribuída conforme for a sua representatividade de Estado, abaixo disso atrever-me-ia a dizer que a governação pouco ou nada muda na sua forma constitucional.

Coisa bem distinta é trabalhar numa república, sabendo que para recuperar o País seria muitíssimo mais simples em Monarquia. Sempre foram 102 anos a criarem-se barreiras ao desenvolvimento colectivo.

Em suma: Isso de ser monárquico nesta república é como as regras da estrada. Sei que o meu automóvel pode andar a 200km/h (neste caso entenda-se o desenvolvimento do País), e que em segurança fazia a estrada pelo menos a 100km/h. 
Porém, há um sinal proibição de excesso de velocidade (entenda-se a república) que diz que, naquela estrada, só posso andar a 50km/h, embora sabendo que podia andar, pelo menos, seguro, no dobro daquilo que me delimitam. Todavia respeito as regras rodoviárias, pois foram formuladas democraticamente, embora possa não concordar com elas.
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Por experiência

Existem sempre aqueles republicanos mais doutrinários (mas não menos mal informados) que ao saberem que sois monárquicos, exclamam: 
"Eu nunca que entregaria a representação de Estado a uma só família, como que por 'direito divino'!"

A esses proponho que iniciem a V. exposição clarificadora com uma pergunta: "Você gosta de Coca-Cola*?"

*Nota - Onde se lê "Coca-Cola", também pode ser substituído por: Ferrari, Apple, etc, etc.


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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

3

Na passagem por 3 repúblicas ainda vão subsistindo 3 grandes grupos de republicanos:

a) Os democratas patriotas; 
b) Os nacionalistas; 
c) Os democratas não patriotas/nacionalistas. 

Contudo, aqueles 3 grupos têm 3 aspectos em comum: 

1.º) São objectivamente responsáveis, nos últimos 102 anos, pela miséria e pelo empobrecimento do País, quer seja do prisma cultural ou do económico; 
2.º) Contribuíram objectivamente para a perda daquilo que Portugal angariou durante 767 anos em prestígio; 
3.º) Julgam que conhecem e gostam de Portugal, das suas regiões, suas tradições e do seu Povo…mas estão, triangularmente, equivocados.
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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!