Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

Mostrar mensagens com a etiqueta Regicídio. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Regicídio. Mostrar todas as mensagens

sábado, 22 de junho de 2024

(in)Justiça de longa data

A propósito de processos longos, em que a verdade nunca se sabe e, sobretudo, os criminosos saem impunes...neste caso, quiçá, alguns jazem pomposamente no Panteão.
Atual.

Imagem/artigo - Sol.


Share |

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

1908

A profunda e inimaginável dor que extravasa do rosto desta Senhora é mais do que demonstrativa, por si só, e já sem descurar, sequer, que nunca houve Justiça sobre o crime hediondo cometido sobre o seu jovem filho e o seu marido, para constatar aquilo que todos nós sabemos: a ré_pública não presta para nada aos portugueses, é vil, é corrupta e engana os mais desfavorecidos e incultos para enriquecer quem a controla.

Repúblicas, no geral, são para países menos civilizados, de cúpulas, de povo pouco instruído e, infelizmente, cravado inveja.

Share |

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Tentativas e concretizações

As habituais práticas “democráticas” dos republicanos, as mesmas usadas sempre, por exemplo, como a 1-2-1908 em Portugal.

Share |

domingo, 3 de fevereiro de 2019

Acima de tudo o seu Rei

O Príncipe Real D. Luiz Filippe que jurou proteger e dar a vida pelo seu Rei (e pai), que só não conseguiu porque D. Carlos foi morto à sua frente pelas costas.

Contudo, a sua intervenção imediata, antes de ser também assassinado, foi fulcral para proteger sua mãe e seu irmão futuro Rei D. Manuel II.
Share |

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Evocando o Regicídio

"Infames, infames!"
SMS a Rainha D. Amélia de Bragança 

Regicídio - A 1/2/1908

O dia em que mataram Portugal e abriram caminho à república que temos hoje.
Fica para sempre, no meio de muitos hipócritas, ambiciosos, obstinados, vira casacas, a imagem daquela mulher que se ergue corajosamente e com um simples ramo de flores procura defender a sua família que está a ser vilmente abatida por armas de fogo cobardemente vindas da confusão instalada.


Share |

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Mais periféricos, mais encurralados, mais expostos à tirania dos grupos

«Não esquecer, nunca, quem entre nós instaurou a lei da bomba e do revólver. Com D. Carlos morreu o que de melhor tinha Portugal. Com a sua morte entrou o país no turbilhão de que ainda não conseguiu sair: balbúrdia seguida de ditatura, ditadura seguida de balbúrdia. Com a morte de D. Carlos ficámos mais periféricos, mais encurralados, mais expostos à tirania dos grupos, dos clubes e das curibecas do dinheiro e da ambição.»


Share |

Lisboa, 1-2-1908

"Infames, infames!"

Share |

sábado, 27 de maio de 2017

Curso da História

E se alguém tivesse conseguido demover D. Carlos de ir naquele landau…?


Share |

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

1 de Fevereiro de 1908

A evocar o mais triste dia da História de Portugal, aquele fatídico momento que mudou, para muito pior, os nossos destinos. Enquanto Portugal não se refizer, por via referendária, daquele hediondo facto, será sempre um País mal resolvido com o seu presente e, consequentemente, manchado de sangue, mal com o seu futuro.

Enquanto não formos absolvidos do parricídio pátrio, por via de uma democracia plena, perguntando o que nunca nos foi perguntado, i.e. que caminho regimental queremos seguir, continuaremos reféns dos mesmos que aqui nos conduziram e a deambular na mediocridade enquanto Nação face ao que já fomos.


Share |

sábado, 4 de julho de 2015

O Panteão - Eusébio e o bandido

O Panteão é um lugar para heróis, um lugar para aqueles que colocaram o nome de Portugal acima de tudo, daqueles que nunca foram fratricidas.

Aos que desprezam a ida de Eusébio para o Panteão, por não ser um intelectual, digo-lhes, na qualidade de sportinguista, que o "King" merece lá estar, incomparavelmente mais legítimo que o bandido regicida do Aquilino Ribeiro...esse intelectual.

O Eusébio, no seu ofício, fazia arte.

Share |

sexta-feira, 12 de junho de 2015

O Assassinato do Rei Alexandre I

Os mesmos do costume, i.e. assassinos republicanos, in casu um interventor búlgaro, em solo francês, consumou, em 1934, com uma metralhadora, o regicídio do Rei Alexandre I da Jugoslávia.

Neste vídeo raro, ficam as imagens de morte, morte daqueles que, normalmente, pagam com a vida pela Pátria: os Reis. 

Deixa-se o alerta para aqueles que forem mais impressionáveis, porquanto as imagens têm um teor violento e dramático.

Share |

sábado, 23 de maio de 2015

O testamento das oligarquias

Relativamente ao episódio da tvi, por intermédio do seu jornalista José Alberto Carvalho, importa realçar que existem muitas perspectivas sobre o acto hediondo cometido no dia 1/2/1908, acto esse que, inevitavelmente, é a maior explicação para o actual (mau) estado do nosso País.
Contudo, na minha perspectiva, e não descurando as outras, sobressai-me sempre, incisivamente, esta:

▶ Uma mulher que, de um momento para o outro, vê o seu marido e os seus dois filhos a serem alvos de tiros, provenientes de diversas frentes e querendo defende-los, ergue-se imediatamente, expondo-se ao fogo e, usando um ramo de flores, carinhosamente oferecido, momentos antes, por um(a) português(a) à sua Rainha, tenta defender a família que estava a ser vil e cobardemente chacinada.

Há quem veja nesta mortandade um acto positivo. Um acto de libertação. Um acto de progresso. Um acto necessário naquela, então, democracia constitucional. Eu não! Actos terroristas condeno-os, tal como condeno o Estado Islâmico, a Al Qaeda, etc. A diferença entre o primeiro e os segundos, é que o primeiro estabeleceu-se como regime, enquanto os segundos, por ora, ainda não.

Share |

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Monarquia e Sidonismo alvos da mesma

Por isso não admira que os mesmos (cujos sucedâneos ainda por aí andam...) lhe tenham feito o mesmo que fizeram a El-Rei!

Share |

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Secrets d'histoire: La reine Amélie

São os próprios franceses a perceber o nosso valor.

Um brilhante documentário da France 2 sobre a nossa grande Rainha D. Amélia de Portugal.

Share |

O chumbo de uma Oportunidade

Paulo Estevão, Artur Lima, Félix Rodrigues e Ana Espínola estes foram os quatro deputados da Assembleia Legislativa Regional dos Açores (ALRA) que, em consciência, e sem precedentes históricos, votaram favoravelmente uma (simples mas sintomática) proposta de Recomendação à Assembleia da república de modo a possibilitar aos portugueses um referendo para, finalmente, de forma livre e democrática, poderem se pronunciar sobre o tipo de regime que verdadeiramente querem…à semelhança daquilo que se fez na Grécia, Itália, Espanha e até no Brasil, com monarquias bastante mais recentes e curtas que a nossa.

Share |

sábado, 28 de junho de 2014

"Cumpro o meu dever. Os outros que cumpram o seu"

D. Carlos I não desconhecia, nem tão pouco ignorava, os riscos que corria. Contudo, sempre entendeu não fugir deles, «(…) como ficou patente no seu desabafo ao seu ajudante de campo, tenente-coronel José Lobo de Vasconcelos, alguns meses antes:

“Tu julgas que eu ignoro o perigo em que ando? No estado de excitação em que se acham os ânimos, qualquer dia matam-me à esquina de uma rua. Mas, que queres tu que eu faça? Se me metesse em casa, se não saísse, provocaria um grande descalabro. Seria a bancarrota. E que ideia fariam de mim os estrangeiros, se vissem o rei impedido de sair? Seria o descrédito. Eu, fazendo o que faço, mostro que há sossego no País e que têm respeito pela minha pessoa. Cumpro o meu dever. Os outros que cumpram o seu.”*»

El-Rei D. Carlos I, de Portugal e dos Algarves.

*Wiki

Share |

sábado, 1 de fevereiro de 2014

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)