Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

100 anos de exemplo

Quero, por este meio, desejar os meus votos sinceros de saúde e felicidade à aniversariante centenária, Sua Alteza Sereníssima Dona Maria Adelaide de Bragança van Uden. A última neta viva de um Rei de Portugal e dos Algarves, in casu de El-Rei D. Miguel I, aquela que, na zona de conflito, podendo optar por uma confortável posição de neutralidade, optou por um caminho mais simples: participar activamente na resistência contra os nazis. Por isso foi presa e condenada à morte por fuzilamento…que só não se concretizou porque o Estado português interveio a tempo. Agora, noutros tempos, o mesmo Estado condecora tardiamente um exemplo de força e de patriotismo.

É o que andamos a perder com esta república, pois com os Bragança é assim.
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Vão por mim!

Embora não seja votante do PPM…aqui fica esta importante nota.

Quanto julgo saber o Lux-Fragil é um cenário nunca antes recorrido para discutir, e muito bem, o regime. Excelente escolha! Parabéns aos organizadores. Somando-se a presumível vitória democrática sobre a queda do 5 de Outubro de 1910, há hoje motivos objectivos para dizer que a Causa nunca conheceu melhores tempos e começa a aquecer… Agora é que vai, literalmente, acelerar.

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Comentário espirituoso do dia...

Não há dia que não veja os quiosques a lucrarem com as revistas cor-de-rosa, à custa das Monarquias dos outros…
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«O Rei é o princípio libertador»

«O Rei é o princípio libertador» (Francisco Sousa Tavares)

«Se dividirmos os Estados democráticos em estáveis e instáveis, de acordo com o critério da continuação ininterrupta de democracia política desde a I Grande guerra, chegaremos à curiosa conclusão de das 12 ou 13 democracias estáveis do mundo 10 são monarquias.
Esta constatação de Seymour Martin Lipset, conhecido cientista político, a nível mundial, é a prova irrefutável da necessidade e urgência da monarquia nos dias de hoje, mais ainda, se pensarmos que 8 destas monarquias representam os países mais desenvolvidos da Europa ocidental. Esta ideia da democracia associada à monarquia, embora antiga de séculos, é ainda hoje olhada de soslaio por muitas pessoas que consideram existir nesta associação ma contradição profunda. Esquecem-se porém que, exceptuando a ocupação durante a II Guerra Mundial, nunca um regime autoritário vingou nos Países monárquicos europeus, neste século.
O mesmo não podemos dizer relativamente às repúblicas, em que os casos alemão, espanhol, português, grego, italiano, francês, e russo são exemplos por demais evidentes. Vamos ainda mais longe ao afirmar que a origem destes regimes autoritários está precisamente na queda das monarquias nesses países e na consequente instabilidade política, financeira, económica e social que se lhe seguiram. Tudo isto acontece porque "o desenvolvimento natural da democracia exige a presença de um poder não nascido das contingências políticas. Em república, os partidos e os grupos de pressão tendem a actuar como correntes a um poder absoluto. Em monarquia pelo contrário, a autoridade independente que cabe ao Rei torna possível o confronto leal e aberto entre as mais diversas forças sociais, políticas e ideológicas. O Rei é o princípio libertador, como o disse Francisco Sousa Tavares. Por isto tudo, a monarquia e democracia antes de se hostilizarem, complementam-se. Hoje a Europa ocidental está em paz e não se temem ocupações. No entanto nunca o receio pela perda de soberania e identidade nacional foram tão profundas como agora. O "sonho europeu" é cada vez mais uma realidade. A integração faz-se a um ritmo avassalador e os estados europeus interrogam-se sobre o futuro enquanto nação. Mais uma vez aqui os países monárquicos encontram-se em vantagem. a figura unificadora do Rei é o garante de uma identidade histórica que não se quer perdida. Quem como o Rei pode assegurar a integridade do seu País apesar das vontades autonómicas e regionalistas, das diferenças étnicas, da diversidade social, política e cultural como acontece com a Bélgica, a Espanha, a Holanda, o Reino Unido e tantas outras monarquias? Ninguém.
O Rei encarna a história e assume-a inteiramente, porque simboliza a unidade do povo no respeito por todas as suas diferenças e para além dos seus conflitos. É pois, em torno da Instituição Real que o povo se une, porque nela se reconhece. A Monarquia estabelece com a Nação um laço permanente, sempre visível e legítimo, que funciona como pólo aglutinador a que se recorre sempre que necessário. Como disse Ivam Illitch: "na hora do desastre só o enraizamento na história pode dar a confiança necessária para transformar o presente".Por tudo isto e por ser também, no dizer de Henrique Barrilaro Ruas, "uma afirmação ética, cultural e até estética, um exemplo vivo e próximo" a Monarquia é necessariamente moderna. Urge pois restaurá-la. Quem com o Rei?

Autor: João Morais, Universidade de Coimbra»

Li aqui.
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Ser Rei

Ser Rei e representante de todos não é fácil…disso se capacitem. Uma vida toda de preparação e serviço…menos fácil é! Para mim não queria tal vida. Mas é essa absoluta distinção dos comuns que torna os Monarcas aptos, absolutamente aptos, para o cargo. Não são em escassos 5 ou 10 anos que, partidariamente, se consegue um timoneiro da Nação. Apenas com toda a vida de dedicação a Portugal, aos portugueses e à sua cultura se consegue, aproximadamente, esse objectivo. Por isso fomos melhor no passado, como hoje as Monarquias são as melhores. O exemplo!
Se ser Rei fosse fácil, o 8.º Duque de Bragança (futuro D. João IV) não teria sequer pensado, quando foi chamado. Mas porque foi desejado e escolhido por quem sabia do seu carácter e patriotismo, assim aconteceu para o nosso bem; Se ser Rei fosse fácil, D. Pedro IV não teria abdicado de ser Rei de Portugal e de Imperador do Brasil…mas também não era apto diga-se a bem da verdade. Este só prejudicou o País, com sequelas ainda hoje prevalecentes; Se ser Rei fosse fácil, D. Carlos I não teria sido brutalmente assassinado pela corja republicana da fundacional Carbonária…!
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É preciso dizer mais alguma coisa ou ainda querem o desenho para esta nossa ré pública…?

No Primeiro Caderno, Expresso, de 21 de Janeiro de 2012, pág. 6, li uma coluna sob o título:
«Maçonaria perde guerra do 5 de Outubro»
Rezava o seguinte:
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Até nisso foi às 3 pancadas…

Só pelo facto do nosso (eterno) vizinho, o Reino de Espanha, ter vermelho em abundância na sua bandeira é completamente ilógico nós termos a mesma cor na da república portuguesa.
O azul e branco fundacional e realmente português, nunca foi por mero acaso…
Restitua-se Portugal ao progresso, restitua-se Portugal ao seu verdadeiro estatuto de Reino, o Reino de Portugal e dos Algarves.
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«Continuem assim e verão (I)»

Li este artigo através do blogue FRP.
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O apelo à (des)união

Ouvia no Domingo passado o Prof. Marcelo muito preocupado a apelar, em tom sério e em declaração de excepção política (conforme ele próprio definiu), para o seio do seu partido (o mesmo de Cavaco Silva) para não transmitirem uma imagem externa de ruptura entre o Primeiro-ministro e o Presidente da república, referindo da fundamental importância em unirmo-nos em torno do Presidente para ultrapassarmos os momentos difíceis. Mais palavra menos palavra, foi isso que o comentador nos contou.
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O quisto

Cá está ele o velho quisto anti-progresso de 101 anos…
De uma vez por todas e de forma objectiva: MAS QUE RAIO SE ESTÁ A FESTEJAR NO 5 DE OUTUBRO?! Será o aniversário da Kate Winslet?
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Não afiancem!

Importante e sensível matéria para todos os monárquicos aqui tratada, em dois artigos, pelo Nuno Castelo-Branco.
Confesso que já tinha pensado no mesmo…mas agora fico ainda mais absorto.
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O Rei Leónidas por Frank Miller

Quando a república Grega arrisca-se a perder a soberania orçamental...revia este filme.
Filme composto a partir da novela gráfica épica do enorme Frank Miller!

Diz o soldado Espartano ao seu Líder:
«Meu rei. É uma honra morrer ao teu lado.»
Responde-lhe o Rei: «Foi uma honra ter vivido ao teu lado.»
E o monarca guarda as suas últimas palavras para o seu amor e sua força, a mulher.

300 unidos em honra e respeito pelo seu Rei, em bloco e não precisando de muito mais, mostraram o seu entendimento, com a vida, de Liberdade de um povo, das suas tradições ancestrais e da sua Cultura!
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4hero

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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

As nomeações 2012...

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Inéditos de Fernando Pessoa sobre sebastianismo e Quinto Império

Editado pela Babel.
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Um interessante artigo. A ler!

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A Infanta Dona Adelaide

(Clicar na imagem)
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"Tornando-se pública, perde a sua influência"...

Lido na Atual de 21-1-2012, na página 34, acerca do lançamento de um livro de António Ventura “Os Constituintes de 1911 e a Maçonaria”:
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«O acessório (ou apêndice)»

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«Cavaquinhos»

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«Danos colaterais»

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Phoenix . "Lasso" (2009)

Do álbum Wolfgang Amadeus Phoenix!
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Floating Points . "Love Me Like This" (2009)

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Marc Copland . "Into The Silence" (2009)

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Kavinsky . "Nightcall" (2011)

Produced by Kavinsky; Guy-Manuel de Homem-Christo (Daft Punk)
Drive Original Movie Soundtrack.
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Bent . "Memories" (2000)

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The Cure

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domingo, 22 de janeiro de 2012

Os nossos melhores representantes: Os Reis Constitucionais!

Os nossos Reis constitucionais foram sem dúvida, absolutamente nenhuma, os nossos melhores representantes de Estado de sempre e, quiçá, na Europa e no mundo daquele tempo. Eram de uma preparação extrema. Sem palavras e adjectivos suficientes para qualificar, ainda hoje, a qualidade que perdemos.
Com a ré pública quebramos vergonhosamente essa vantagem…e perdemos tempo.
Se tratarmos de recuperar a nossa Monarquia Constitucional que, entretanto aprendeu, melhorou e adequou-se, em duas gerações teremos recuperado do erro.
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Os "reis presidenciais" e os verdadeiros Reis

Diz ainda hoje o senso comum e a maioria dos portugueses: “O melhor presidente que tivemos foi o Soares. O Rei Soares. Portou-se como um. Teria feito mais um mandato e outro ainda quem sabe.”
Comentário - Não concordo que se tenha parecido com um Rei. Ficou ainda aquém da preparação de um Rei…mas entendo a frase.

Diz na presente data o senso comum e a maioria dos portugueses: “O Cavaco foi o pior Presidente que tivemos até hoje. Já devia ter saído há muito.”
Comentário - Entenda-se que ele não foi mais do que é um modelo puro de PR, ou seja um PR na verdadeira acepção da palavra: “Um de nós”!

Em suma: estamos à espera de quê?! Preparemos o caminho, enquanto portugueses e europeus modernos, para avançar para a equiparação ao modelo que norteia civilizações como a sueca, a holandesa, a dinamarquesa, a japonesa e até o que fomos na maioria da nossa História profícua. Quanto mais cedo melhor! Não tenhamos medo de ser os primeiros a inverter essa situação e a corrigir um erro histórico…democraticamente. Referendo precisa-se!
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Saudade

Vou ter saudades do Dr. Cavaco, nunca nenhum Presidente ajudou tanto a compreender as vantagens da Monarquia Constitucional. Ele é o exemplo vivo daquilo que é o desastre de “um de nós” chegar ao topo da hierarquia de Estado…sem preparação especifica para aquele cargo! Somamos 101 anos e eis a razão porque estamos onde estamos…!
A Causa agradece!
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O dia da viragem…

É sintomático, se calhar mais do que isso: O princípio do fim… Não tenho memória de um representante de Estado ser vaiado. Pior: num segundo mandato. É indiscutivelmente o toque no fundo: a mais preocupante e grave das ausências de referências nacionais. Estamos mal mesmo, é a confirmação. Mas atente-se, o PR não foi vaiado num local qualquer…estava muito menos próximo do Terreiro do Paço que, em tempos, ditou a morte de Reis e do nosso regime estrutural para o povo durante 767 anos: a Monarquia.
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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

14.000

Agradeço as visitas!
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

J. Edgar

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19 de Janeiro de 1919 - Monarquia do Norte

Celebro hoje, com veemência, o último dia de verdadeira esperança…aquela que ainda tivemos em 19 de Janeiro de 1919: A Monarquia do Norte!
A todos os bravos, patriotas e visionários que depositaram tudo o que tinham naquele dia, presto a minha humilde mas honrosa homenagem na pessoa DO Herói e comandante daqueles homens... Paiva Couceiro
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Azul e Branco ou "Vermelhos" e Verde?

Será que Ré pública vai abater a última bandeira azul e branca que ainda representa Portugal na real acepção da palavra…o Portugal Atlântico, desde 1143, com o azul da nossa vastidão marítima e do branco da transparência e da neutralidade?
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O Jubileu Dinamarquês

Isto sim...é um(a) Chefe de Estado!
O pormenor que sinceramente mais me agrada: o cabelo da Rainha da Dinamarca! Diz tudo sobre o carácter de uma pessoa!
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Ainda sofisticado

Não sendo designer gráfico, julgo, porém, que os técnicos na matéria deviam se debruçar sobre a análise da bandeira de Portugal entre 1185 e 1248 (D. Sancho I – Afonso II – D. Sancho II) e reflectir sobre a sofisticação actual daquela bandeira. Na minha opinião, do prisma gráfico, ainda hoje, está muito à frente!
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A última aquisição para a biblioteca...

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Elis Regina . "Carinhoso" (1966)

Faz hoje 30 anos da sua partida...
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Pink Floyd . "The Great Gig In The Sky" (1973)

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Atlas Sound . "Te Amo" (2011)

4AD product...
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sábado, 14 de janeiro de 2012

Joana D' Arc

Ainda existirão idiotas que acham que as mulheres não têm idêntica força (quiçá mais) que os homens...!?
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Tirania da normalidade

Ouvi hoje a Ana Zanatti dizer algo que concordo, falou na:
«Tirania da normalidade.»
Tratando-se de um conceito genérico, e adaptando ao regime republicano e demais rebanho, digo:
Sê diferente! Sejamos diferentes!
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

The Iron Lady

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Há que emergir...!

Não entendo esta tendência depressiva de não aceitar, à semelhança da Noruega, da Holanda, da Inglaterra, da Dinamarca, do Japão, etc, etc, a alegria e a ambiência positiva bem como propulsionadora de uma estrutura nacional realmente unificadora, assente na família…a Família Real enquanto base fundacional representativa, eleita pela nossa própria História. Ao invés, continuamos numa sub-reptícia ilusão que constitui a grande falácia de que a colorida chefia de Estado republicana, “universalmente electiva”, representa-nos a todos…quando todos sabemos que não é verdade. Continuamos mergulhados nesta depressão incessante, colectiva e separatista que há 101 anos tem contribuindo para a nossa submersão contínua enquanto colectividade.
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Short note...

«Há duas maneiras de viver a vida: uma como se nada fosse um milagre e outra como se tudo fosse um milagre»
Albert Einstein
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Short note...

«As mentes grandes discutem ideias; as médias, coisas; e as pequenas, pessoas.»
Kalil Gibran Kalil
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Quem tratou do assunto...

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A ré pública | a Monarquia | Os hipócritas

Soares dos Santos é um anti-patriota e dá inúmeros empregos aos seus concidadãos; Soares dos Santos é um traidor e assegura bons produtos ‘made in Portugal’ para consumo interno nacional; Soares dos Santos é um desertor e consegue fornecer, em momento de crise, para muitas famílias portuguesas, bens de qualidade a baixo custo.
Termino dizendo que não existem muitos mais patriotas que eu, mas no lugar de Soares dos Santos teria feito a mesma coisa. Para assegurar o que é seu, bem como assegurar tudo aquilo que acima foi referido…é mais que óbvio que havia necessidade de sair desta ré pública decrépita, amorfa, assombrosa e triste e “emigrar” para um dos mais desenvolvidos e progressistas países dos mundo, onde condições de mercado e fiscais são asseguradas: O Reino dos Países Baixos.
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Childhood Foundation

- Pela protecção da infância -
Uma obra da Rainha "brasileira".
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Índice de Democracia 2011

Saíram os dados relativos ao Índice de Democracia 2011.
À semelhança do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), e como sempre, as Monarquias continuam no top 10 a prevalecer.

As monarquias são hoje O escudo contra as crises especulativas, de índole republicana.
Via Causa Real
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A comprar em Portugal...

«É muito fácil ao Presidente da República chegar à televisão e dizer: 'Compre português'. Mas depois é preciso perguntar: como?»

Alexandre Soares dos Santos in Expresso (7-1-2012), Caderno de Economia, pág. 10.

Nota: Meu caro isso deve ir perguntar ao Senhor Duque de Bragança que, desde que o conheço, explica como!
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Maçonaria = Ré pública

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A todos os jornalistas que honram a sua cédula

Bem hajam, pelos altos serviços prestados à Nação, os jornalistas que despoletaram o caso que agora se generaliza e informa os cidadãos sobre organizações secretas. Nem sabem o bem que podem ter alcançado e que, não havendo memória nos últimos 200 anos, tão possante arma democrática podem ter construído. Quiçá abriram o caminho para um progresso estruturado na competência portuguesa. Finalmente o que realmente faltava...
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Em prol de uma melhor Democracia

Com melhor democracia, mais oportunidades. Com mais oportunidades, mais competência será criada neste Estado.

Há muito a fazer! Aproveitemos a fase e refundemos todo o sistema. Comecemos uma nova sociedade, um novo Portugal. De entre outros aspectos fulcrais a serem alterados, foquemo-nos em três:

1- Uma nova Constituição, centrada e neutral, nunca mais a descair para a direita (como na II república), nem para a esquerda (como na III).

2- Dar o direito de opção ao povo, por referendo, para rever o regime...se quer república ou antes monarquia como na maior parte dos países mais desenvolvidos e progressistas do mundo.

3- Mas sobretudo legislar no sentido de fazer um rigoroso levantamento dos ocupantes de cargos públicos, em que natureza for, sabendo, designadamente, mediante declaração expressa, a ligação formal daqueles a organizações de influência. Este novo regime devia ser proibitivo a tipologias associativas ilegais, especialmente na AR, sendo cominativo, em caso de falsas declarações, com a exclusão do exercício de cargos públicos (sem prejuízo dos artigos 37.º, 41.º e 46.º da Constituição existente).
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Claudio Monteverdi . "L'Orfeo: Act 1 Prologue 'Dal mi permesso' " (1607)

Conducted by Jordi Savall (Gran Teatre del Liceu, Barcelona, Spain)
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Jean-Baptiste de Lully . "Isis" (1650-60)

- Le Roi Danse -
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Jean-Baptiste de Lully . "Ballet de la nuit" (1653)

- Le Roi Danse -
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The Cure . "Boys Don't Cry" (1980)

Não é uma piada na reincidente conjuntura política...
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M83.

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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Le Gamin au Vélo

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Rodrigo Moita de Deus em pack de 3:

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Fórmula castradora

Eu sou português e não, conforme diz o B.I., de forma centralizadora e castradora, cidadão da república portuguesa…
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Congregação de esforços

Atendendo à actual situação do nosso quase milenar País, resta-nos apenas, como resposta, uma forte entrega às nossas raízes, às nossas tradições, mas sobretudo à nossa cultura. Assim talvez possamos recuperar a nossa auto-estima e quiçá a nossa soberania. Esta pode ser a nossa única via. Acreditar em nós próprios novamente...unidos num único pilar Portugal-Rei. Mas para isso acontecer, apenas a médio ou longo prazo, capacitem-se que só em Monarquia.

Apenas uma nova e moderna monarquia constitucional conseguirá hoje dar uma hipótese de regenerar Portugal, disso não haja a menor dúvida. Apenas em Monarquia conseguiremos, unidos, atingir democraticamente aquilo que, por exemplo, os chineses, infelizmente, conseguem ditatorialmente.
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Os homens, o poder e o carácter

«Quase todos os homens suportam a adversidade; para testar o carácter de um homem, é dar-lhe poder.»

Abraham Lincoln (1809-1865), 16.º Presidente norte-americano.
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«Ser Monárquico no Séc. XXI»

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Retive este post no Estado Sentido...

Outro insuspeito, in casu Daniel Oliveira, destacado pelo Nuno Castelo-Branco no Estado Sentido:

«"Nunca devemos desprezar a importância de nos sentirmos importantes. E há tanta gente que se leva tão a sério... Já a razão porque carreiristas e traficantes se sentem bem neste tipo de organizações é bem mais fácil de compreender: mesmo que não tenham nascido para isso, elas são o lugar ideal para construir carreiras a medíocres e fazer negócios menos claros.

Mas a coisa fica bem mais grave quando percebemos que naqueles espaços se traficam, em segredo, os segredos do Estado. Ou seja, que estas organizações se apoderam, usando da sua obscuridade, de funções que a democracia reservou ao Estado."

Daniel Oliveira, no Expresso e no Arrastão»
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«As comemorações do centenário da I República começaram agora»

Um interessante apontamento da Helena Matos, no insuspeito Blasfémias.
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Short note...

Registem o momento pois encontram-se a viver um novo ciclo na História europeia e mundial…aquele que substitui a democracia política: bem vindos à "tecnocracia pseudo política"!
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Nem tudo o que vem da Alemanha é mau...

Die Azoren | euromaxx

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A grande verdade

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.»

Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio.

Vi e li aqui!
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«Aos 5 dias do mês de Março de 1641»

Tomei conhecimento para este interessante artigo no “i”, através do post do João Távora no “Corta-fitas”!
É interessante como a causa monárquica está revigorada e, realmente, corrente…ainda bem! É A solução democrática para Portugal…disso não haja dúvida!
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"Subsidiário"

Quando o Chefe de Estado é político...é este o desfecho: apregoa-se, ilude-se mas mais nada se faz!
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New Order . "True Faith" (1987)

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Johan Strauss (Feat. Vienna Philharmonic) . "Thunder and Lightning Polka" (2009)

Desejo um feliz 2013*!

*Não se trata de um lapso!
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ABBA . "Happy New Year" (1980)

Como teremos, potencialmente, um ano novo ‘kitsch’, ou seja, de regresso aos 70’s, entendi que este tema era o mais adequado para V. desejar boas entradas e feliz 2012, com saúde (e não me refiro à do copo)!
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!