sábado, 30 de maio de 2026
A Magnífica
sábado, 3 de setembro de 2022
Paizinho
domingo, 14 de fevereiro de 2021
Dignificar separadamente o ensino Regular do Profissional
sábado, 13 de fevereiro de 2021
Touros, um símbolo
terça-feira, 8 de dezembro de 2020
Fecha-se o circulo
sexta-feira, 3 de julho de 2020
segunda-feira, 1 de junho de 2020
DIA DOS AÇORES
sexta-feira, 21 de dezembro de 2018
Gauleses e terceirenses
O verdadeiro Estatuto
sexta-feira, 12 de outubro de 2018
João Caupers
domingo, 10 de junho de 2018
10 de Junho Festejado no Arquiélago dos Açores
Ora, na presente data será festejado o dia de Portugal, das Comunidades e de Camões, nos Açores. Peca por tardio, apesar de muito válido. Mérito, contudo, a prestar ao Prof. Marcelo Rebelo de Sousa, cujo mandato forjou a iniciativa.
Evocar este dia no Arquipélago, mais do que merecido, é absolutamente legítimo, sendo lastimável que só em 2018 o tenham feito. Porquê!? Pela simples razão que este mesmo Arquipélago, com enfoque especial para o respetivo contexto da ilha Terceira, já foi tão somente: Portugal.
Quando o Império Habsburgo de Filipe II de Espanha (filho do Imperador Carlos V e de Isabel de Portugal) tomou os territórios portugueses, tendo o Império Luso claudicado de Aquém e Além Mar, os Açores, com centro primeiro e último em Angra do Heroísmo, aliás, conforme atestam os touros do aludido brasão, não capitularam e ousando opor-se, ao lado do seu Rei, D. António de Avis, enfrentaram destemidamente aquele gigantesco oponente, personificado no então poderosíssimo monarca da Casa de Áustria.
sábado, 28 de outubro de 2017
"Um sentimento de união dos portugueses em volta de Marcelo"
sábado, 14 de outubro de 2017
Perspetivas
domingo, 27 de agosto de 2017
Duque de Bragança - Açoriano Oriental
sábado, 26 de agosto de 2017
O Rei está entre nós, connosco e nós com ele
sábado, 27 de maio de 2017
Gorreana
sexta-feira, 7 de abril de 2017
MANIFESTO DE CIDADANIA III
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
MANIFESTO DE CIDADANIA II
domingo, 18 de dezembro de 2016
MANIFESTO DE CIDADANIA I
sábado, 22 de outubro de 2016
Costumes abrandados (II)
«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)
«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)
Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)
Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)
«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)
«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)
«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)
«Pergunta: Queres ser rei?
Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)
Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)
«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)
«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)
«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)














