Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 22 de junho de 2024

Da não possibilidade de mudar um PR

Em Monarquia, na primeira Dinastia, D. Sancho II foi substituído por D. Afonso III. Na quarta Dinastia D. Afonso VI foi substituído por D. Pedro II. Além deste mecanismo legal que já datava da Idade Média, acresce o da figura jurídica da Regência, concretamente em casos de menoridade do futuro Rei ou Rainha ou, ainda, por incapacidade de saúde como foi o caso de D. Maria I, cuja Regência do Reino foi assumida pelo príncipe herdeiro D. João, futuro D. João VI.
Na Constituição em Monarquia era igualmente possível o Rei perder o reinado em caso de atentar contra território português.
Presentemente, com tanta democracia, com tanto alegado progresso, com tanta alegada liberdade, além de nunca ter havido sequer uma mulher Chefe de Estado, como nos livramos de um Presidente que não esteja em condições para presidir aos nossos destinos? Como se faz isso com a mesma imediatez que se fazia no tempo dos nossos reis?
Os únicos Presidentes da História que saíram antes do tempo ou pediram para sair ou sairam por assassinato como foi o caso de Sidónio Pais.
Em suma, democracia e República mas estamos presos.


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sábado, 13 de fevereiro de 2021

Aprendizagem pela Experiência | Basta de Ilusões | República é república e é mesmo má

Depois de 2020, e passando a conhecer melhor o regime político - partidário que, no geral, nos circunda, interna e externamente, fico objetiva e realmente convicto da urgência em reformá-lo ou, até mesmo, refundá-lo, sedimentando-o na experiência, no conhecimento, no mérito, na convicção plena em ideais e, sobretudo, na emergência contundente em restaurar a Monarquia Portuguesa, porquanto já se trata de uma questão de proteção do povo e, assim, de inteligência, em, ao menos, retirar um lugar a um político (partidário), concretamente o lugar mais cimeiro num Estado e que, curiosamente, foi instituído por um Rei.


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domingo, 10 de fevereiro de 2019

De todos

"Um Rei é o Presidente de todos os Cidadãos. Um Presidente é o Rei de todos os seus Correligionários."

Ramalho Ortigão

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sábado, 23 de dezembro de 2017

Gonçalo Ribeiro Telles

Muito, muito MERECIDO.
Muito, muito tardio.

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sexta-feira, 17 de março de 2017

Marcelfie

"Marcelo é um selfie made man."

Joaquim Vieira (Jornalista)

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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Marcelo e a Rainha


Uma postura de amabilidade que não esconde a ausência de paridade.


Foto - Presidência da república.


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sábado, 6 de agosto de 2016

Barrigas de Aluguer

Tendo o Presidente da República católico aprovado o diploma, o BLOCO DE ESQUERDA conseguiu:

--» Produzir mais negócios em Portugal e o Capitalismo agradecer.

Business dynamics!

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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Efeito ardósia

Para um monárquico ouvir falar do candidato (presidencial) "da direita" e "da esquerda", ou aquele que "vai angariar mais votos à direita ou à esquerda", faz-lhe tanta impressão como escorrer as unhas dos dedos da mão num quadro de ardósia.

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sábado, 14 de novembro de 2015

PM e não solução de governo

O Primeiro-Ministro é nomeado pelo Presidente da República, ouvidos os partidos representados na Assembleia da República e tendo em conta os resultados eleitorais (vide n.º 1 do artigo 187.º da Lei Fundamental). É isto o que diz a Constituição. O PR nomeia um PM e não uma "solução de governo apoiada na AR".

Posto isto, Cavaco irá nomear Costa, o perdedor das eleições, sem um programa de governo consistente e duradoiro conforme o próprio líder socialista reconhece?

As Presidenciais são já em Janeiro, por isso: gestão por aqueles que já têm a confiança dos credores.

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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Repensar

Ontem ficou claro que o Chefe de Estado não é, afinal, uma figura alegórica. É ainda garante de muito.

Daí a importância de repensar essa magistratura, porquanto a fragilidade que hoje foi conhecida ao PR, mormente a acusação, mesmo que injusta, de ter sido partidário (na sua declaração), num Rei isso nunca aconteceria.

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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

'Descomplicativo'

Está mais que na altura de descomplicar algumas coisas em Portugal.

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Putativamente

O potencial vencedor das Presidenciais 2016 é um político muito corajoso, habituado a lidar com momentos problemáticos e preparadíssimo para decisões difíceis...

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sábado, 10 de outubro de 2015

Lucidez constitucional

O PR ao votar está dizendo que escolhe uma parte.

Uma lei constitucional lúcida devia ter esse aspecto sob consideração.

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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

(In)Dignidade!

Os candidatos já fazem uma equipa de futebol!

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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Júlio Pereira

Será eventualmente de esquerda, mas a sua música não é. É portuguesa! Dos compositores que mais investe na evolução da música tradicional portuguesa e dos mais honestos com aquilo que produz.

Tem o reconhecimento da direita à esquerda, mas só agora recebeu esta mais que merecida distinção ... ... ... curiosamente por um PR supostamente à direita.

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sexta-feira, 12 de junho de 2015

Para memória futura

A república, por intermédio do seu presidente, Aníbal Cavaco Silva, condecora Teixeira dos Santos.

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segunda-feira, 8 de junho de 2015

As perguntas que se impõem...de diversos quadrantes:


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Uno e não partes

O Chefe de Estado é a antítese (ou o antídoto conforme preferirem) da partidarização. O Chefe de Estado deve ser o patamar onde acabam as partes e começa o todo/conjunto dos portugueses. O Chefe de Estado deveria representar todos os portugueses…é tão simples quanto isso.

Neste contexto, eis porque não posso, não posso e não posso ser, alguma vez, republicano:

«Sampaio da Nóvoa marca presença na Convenção do PS».

In Público, 1.ª página, de 5-6-2015.

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sábado, 18 de abril de 2015

Para fazer um ponto de ordem na algazarra

Não, não serei candidato à presidência da república.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)