Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 27 de maio de 2017

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Novo presidente

Estou com a profunda convicção que Lisboa e os lisboetas estão de parabéns, saiu Costa e entrou um portuense.

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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

"How The Sun Sees You"

Sol e pele

Um famoso dermatologista do Porto tinha esta emblemática frase:


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sábado, 1 de março de 2014

WEEK SOUNDZZZzzz!

31 de Março próximo na Sala Suggia da Casa da Música (21h). Quem puder…que vá! 
Fica um tema do álbum que conheço e tenho de Wim Mertens.


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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Resta saber se fará alguma coisa pela Causa...ou será mais um

Os efeitos de um monárquico no prestígio de um país são generalizadamente imediatos.
Um homem que pensa sempre livre, numa óptica de união pelo país e sem influência de PARTidos...tem outra amplitude e margem de progresso.
Imagine-se se mais verdadeiros monárquicos assumissem o controlo do País!?

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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

PORTOgal

"Pela primeira vez, o partido que venceu na cidade foi o Porto"


Já se começa a poder dizer isto com alguma propriedade:

A Invicta começa a criar uma (verdadeira) elite que demonstra maior garantia para poder trazer este País a bom Porto...de forma produtiva, empreendedora, sabendo do seu passado e sobretudo INDEPENDENTE!

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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Acordei hoje com este paradigma:

Se existem 3 auto-estradas entre Lisboa e Porto, porque não a Mota-Engil empreender 1 ligação, em betão, entre Lisboa e Açores?

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Produtividade industrial

Se o poder saísse, definitivamente, do Terreiro do Paço e voltasse ao originário Porto, talvez as coisas melhorassem a sério.

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segunda-feira, 4 de março de 2013

"A restauração da monarquia na manifestação"

«Às 18h10h, na SIC N, um manifestante no Porto, com uma bonita bandeira azul e branca, afirma perante as câmaras que a república é a grande responsável pelo estado a que chegámos, e que a recuperação do país passa pela restauração da monarquia.»


«Onde está o Povo está esta bandeira» 
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sábado, 19 de janeiro de 2013

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

De pernas para o ar

Excelente artigo de alguém que considero pragmático e de muita qualidade e valia naquilo que faz!

Pela clara e sempre objectiva posição do portuense e portista Rui Moreira.

Visto aqui, primeiro.

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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Aos rivais mas amigos portistas:

«O nome do país provém da sua segunda maior cidade, Porto, cujo nome latino era Portus Cale.» 
in Wiki.

Porto, Portugal, origem e azul e branco...aí já faz tudo sentido. 
Não foi à toa que o fundador do FCP, António Nicolau d´Almeida, quis, mesmo fragilizada, que as cores do seu clube, o primeiro, fossem as da Monarquia, as de Portugal! 
Foi de homem! Registado para a História!
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quinta-feira, 31 de maio de 2012

No 'Porto Canal' onde se vê Portugal!

(Um brilhante separador do 'Porto Canal')
Os portuenses, bem como o povo fundador do Norte em geral, sempre souberam, descomplexados e com paixão empreendedora sobre este País, quem os representava melhor...ainda hoje. Eternamente fiéis ao Rei, como eu e muitos outros.

Vendo estas imagens, como é possível acreditar, por algum momento, que o povo era republicano? Isso tem de ser desmascarado de uma vez por todas: É uma grande mentira!
A república foi uma imposição de meia dúzia, feita em Lisboa, e o resto do País soube por telégrafo. E é nisso que se resume o 5 de Outubro de 1910 e a república. É isso que temos até hoje e que nos mata como Nação.
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quinta-feira, 1 de março de 2012

“Juntos partilham experiencias e histórias de vida”

Ouvi no Jornal das 8 da tvi, no contexto do ‘Programa Aconchego’, da Câmara Municipal do Porto, aquele que põe jovens a fazer companhia a idosos (e vice-versa digo eu), um jovem dizer, satisfeito, sobre a sua interacção com a senhora idosa que acompanha, o seguinte:

«(…) É uma experiencia nova. (…) está a ser uma experiência bastante agradável. A Dna. Elmina é uma senhora muiiiiiiiiiito culta apesar da idade. Ela é muito culta. Tem um vasto conhecimento em História e temos muitas conversas sobre História, aliás, ela relembra-me muitas vezes os Reis de Portugal que eu nem sei metade deles.»

Face a isto, resta-me dizer-lhe, Dna. Elmina, que estou grato a si e, de certo modo, amparado (em similar lide) com a sua força, por divulgar aos jovens, que são o nosso futuro, usando o seu conhecimento e cultura, mesmo nas adversas circunstâncias, o que mais importa para eles enquanto cidadãos: reencontrarem-se com a sua história, perceber como aqui chegados e, em análise comparativa, lhes seja permitido concluir pelo melhor…por aqueles que valem a pena (re)lembrar para o bem do futuro do nosso País.

Dna. Elmina provavelmente o Tiago, mesmo sendo só um, ficou a entender um pouco além da metade… Pobres são aqueles que menos de metade sabem e, pior, nem querem saber…preferem manter-se na ignorância contribuindo para o suposta e “inexplicável” decadência da nossa Nação.

Ver a partir do minuto 34’23”.
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

As origens, a lealdade e o descaminho…

Muitos referem-se ao Futebol Clube do Porto como uma “Naçon”…e de facto são! São uma nação (hoje) à parte, uma nação fundada na nossa verdadeira origem: o azul e o branco. São os que sustentam (como os Açores noutro contexto) o Azul e Branco verdadeiramente pátrio! São, no presente, a continuidade do que fomos há 100 e durante 767 anos. Foi este cunho, esta matriz, que o seu fundador António Nicolau de Almeida quis introduzir e conseguiu! Conforme nos é dito pela História, quando ele traz, de Inglaterra, o futebol para o Porto, ele quis, desde logo, marcar a diferença colocando as cores de Portugal, e da Monarquia Constitucional, nas cores do equipamento do Clube que ia fundar, marcando posição (e oposição) às “novidades” que os ventos traziam e com as quais não concordava. Ele, sendo um próspero comerciante, liberal, viajado e progressista, era leal, como português, ao seu Rei (por mais atacado que ele fosse) e a Portugal. “São nos momentos difíceis que devo mostrar quanto vale a minha determinação e convicção”…penso eu (de) que terá sido isto que motivou Nicolau de Almeida.
Os portistas por serem azuis e brancos, reflectem um Portugal maior que nós, um Portugal de vitórias que nós não conhecemos: o da Monarquia! Está-lhes, literalmente, incrustado nas suas peles por intermédio das cores que transportam nas suas camisolas. É tradição, é fundação, é progresso e presentemente são resultados…é indesmentível! 
Outro reflexo disso mesmo foi a coragem de terem conservado uma coroa no seu emblema, aliás, à semelhança daquilo que prolifera nos países desenvolvidos (monárquicos) da Europa . É o único dos três grandes…nunca repudiaram a sua origem nem a deste País. Antes conservaram-na!
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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Fazem hoje 92 anos que a Monarquia foi interrompida em Portugal

Do Norte de Portugal: começou, subsistiu e (antevejo que) regressará...!
Foi precisamente no seu polo mais produtivo!
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!