Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

sábado, 27 de maio de 2017

Les Fausses Confidences


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Quando a partícula "rei" chega ao Presidente

O verdadeiro cognominado "Presidente-Rei" foi Sidónio Pais.

Contudo, Mário Soares e, presentemente, Marcelo Rebelo de Sousa, também têm sido apelidados de "presidente-rei", em especial por muita comunicação social.

Como todos sabemos, e em contraste com um Cavaco Silva, estes dois presidentes caíram nas boas graças do mainstream e, consequentemente, são elevados à menção de "presidente-rei".

Ou seja, quando os mandatos correm bem, quando há o agrado de muitos sobre um determinado presidente, a partícula "rei" surge imediatamente próxima à de presidente.

Disto se concluiu, mesmo face à inconsciência coletiva proliferante, que quando necessitam de exaltar um determinado presidente que gostam, quando procuram superlativar o cargo de presidente da república para algo mais, algo no patamar cimeiro, surge o hífen e o "rei"...sendo motivo para questionar se o cargo de presidente da república, que devia ser a mais alta magistratura, o mais elevado estatuto do País, se o é efetivamente. O status de Rei esse sim parece (ainda) ser.

Porém, mesmo admitindo que, no atual caso de Marcelo, não seja um artificialismo da comunicação social elevar-lhe ao estatuto de "presidente-rei", a verdade, realmente inegável, é que Rebelo de Sousa tem sido um agente próximo do povo e muitíssimo atuante, tem a cada dia aproximado a representação da Nação aos cidadãos e essas são características, inquestionavelmente, inerentes ao reinado de um Rei constitucional. 

Pelo que será motivo para colocar a questão: se podemos ter o original, então porquê ficar com as imitações?


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Gonçalo Ribeiro Telles | 95.º aniversário


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Palacete Pinto Leite | Porto

Convínhamos, este Palacete até não estava num valor exacerbado. Truly.


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Curso da História

E se alguém tivesse conseguido demover D. Carlos de ir naquele landau…?


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Este Povo merece um Rei

Podia estar num lugar confortável, mas está ao lado dos seus: dos portugueses.

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Nunca fui pro francês, mas...

...não dava para termos uma "Geringonça" à francesa?

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Reagan


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O necessário

«É inútil dizer ‘estamos a fazer o possível’. Precisamos, sim, de fazer o que é necessário.»

Winston Churchill


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Gorreana

Um orgulho empresarial micaelense. Uma empresa que, criada em Monarquia, enfrentou dificuldades no decurso da sua história, em especial, e já em república, com as nacionalizações do 25 de abril de 74. 
Todavia, subsiste, ergue-se forte e coesa em torno da mesma família que a gere, de geração em geração, exemplarmente: focada na organização.

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The closer I get

«The more you ignore me
The closer I get
You're wasting your time»

In “The More You Ignore Me the Closer I Get”.
Written by Steven Morrissey, Martin James Boorer • Copyright ©Warner/Chappell Music, Inc, Universal Music Publishing Group.

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WEEK SOUNDZZZzzz!


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terça-feira, 23 de maio de 2017

Sir Roger Moore

Foi com ele que começou a saga para mim.
(Londres, 14 de outubro de 1927 - 23 de maio de 2017)


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quinta-feira, 18 de maio de 2017

Está tudo dito

Ouvido de manhã na Antena 1 (em relação a Trump):

“Não existem homens fortes em democracia”.

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Dia Internacional dos Museus

A visitar:

Museu do Mar-Rei D. Carlos

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segunda-feira, 15 de maio de 2017

Votos de aniversário

Parabéns, felicidades e saúde a S.A.R. o Senhor Duque de Bragança, Chefe da Sereníssima Casa Real Portuguesa.

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domingo, 14 de maio de 2017

'Fireworks'

Existe um aspecto que julgo relevante na vitória portuguesa em Kiev. O Salvador Sobral apresentou-se sozinho em palco, sem imagem retocada ou estudada, sem coreografias, sem bailarinas, espetáculo ou 'fireworks'.
A sua única arma era cantar uma música, com cerca de 3 minutos, em português.


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53 anos


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sexta-feira, 12 de maio de 2017

A Escolha do Rei


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Existem

Existem palavras que valem mais que mil imagens.

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Sintomático

Sintomático na forma como, especialmente, destrataram El-Rei D. Carlos.

«A permanência da autoridade requer que as pessoas ou a sua função seja respeitada.
O maior inimigo da autoridade é o desprezo e o mais seguro de a minar é o riso.»

Hannah Arendt


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D. João V | Pintura de Giorgio Domenico Duprá | "Batalha de Matapão"


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Monárquico como cristal

Disse Macron.

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Arte | D. Maria Pia


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Transparência

Excelentes notícias - Vídeo-arbitro. Progresso.

Será motivo para dizer: finalmente!

Resta saber como decorrerá a regulamentação e a operacionalização.

Pioneiros com a Holanda. Até parece que estou em Monarquia outra vez, quando realmente éramos inovadores naquilo que interessava: abolição da escravatura, da pena de morte, etc.

Oportunamente venho defendendo uma solução assim.

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Em atenta obervação

O Sr. Trump está paulatinamente a desiludir-me, eventualmente na exata proporção que tem vindo a agradar os seus ex detratores na campanha presidencial.

Esperemos que estanque o curso que segue e quiçá até retome.

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Sem calendário

«A ética, a equidade e os princípios de justiça não mudam com o calendário.»

D.H. Lawrence

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Foi no Porto


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Minarquismo

Como se chamariam os habitantes de um “Estado Minimalista”, mínimos?

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WEEK SOUNDZZZzzz!


Made in Porfugal.

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terça-feira, 25 de abril de 2017

25/4/1828

Sem grupos e facções. Advindo genuinamente do Povo.

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A prevalência do conjuntural sobre o estrutural

O golpe, e referir-me-ei única e especificamente ao golpe, de 25 de abril de 1974, foi essencialmente potenciado por revolucionários. Com determinada legitimidade derrubaram um grupo bafiento de senhores que, já muito distantes da capacidade daquele que desenhara e controlara o Estado Novo, levavam Portugal para uma encruzilhada e, ainda por cima, eram objetivos responsáveis pelo não florescimento pleno da Primavera Marcelista e, depois, do Marcelismo que supostamente poderia, ou não, nos conduzir à democracia.

Com mais ou menos oscilações de tendências políticas durante o PREC, e talvez por mero antagonismo com o anterior regime, o cenário que temos hoje acabou por desembocar num sistema tendencialmente de esquerda. Hoje, para o bem de uns e para o mal de outros, temos uma cultura de regime de esquerda e, em prova disso, se formos rigorosos, em especial com os estatutos partidários, nem um partido robustamente de direita temos no Parlamento. Inversamente, de esquerda, temos quase todos…sem descurar dos extremistas. Falta pois equilíbrio, eventualmente derivado de quatro décadas desta Constituição.

Porém, o que importa aqui ressalvar é que aquele dia é até hoje consagrado como o “dia da liberdade”. Foi assim instituído. Mas liberdade para quem? Resposta: para aqueles que, no seu direito, se reveem no golpe. Contudo, e sem questionar aqui as motivações do golpe, aquele dia causa inequivocamente uma rutura, a rutura entre a esquerda e a direita, daqueles que se revem nos ideais de abril e daqueles que não se revem naqueles ideais. Ou seja, o suposto e atual dia da liberdade é um dia de rutura e não de união.

Em contraste, os Estados Unidos da América celebram, por exemplo, o dia da Independência como um dia de todos, um dia em que os itens alusivos à data são orgulhosamente adquiridos, sem exceção e sem questionar. O 4 de julho celebra o dia em que os norte-americanos se declararam independentes do jugo da Grã-Bretanha.

Por cá, se muitos compram cravos vermelhos como símbolo de referência, muitos também não vem isso com bons olhos, porquanto não se reveem nos respetivos ideais subjacentes. Numa democracia mais avançada isso é claro e seria respeitado. Mas infelizmente não é isso que acontece por cá, muitos ainda hoje são apelidados de fascistas por não serem de esquerda.

Nunca nos esqueçamos que, se à luz da História, o 25 de abril significou liberdade, também, à data, o 28 de maio significou o mesmo.

Em suma, e por mais que queiramos ser coerentes, o 25 de abril não é apropriadamente o dia da liberdade, porquanto estamos a ver a data de um prisma estrito e curto, muito afastado da extensão dos vários séculos que Portugal regista. Mais seria o 25 de novembro, que teve como grande arauto Jaime Neves, aquele que sedimentou o trilho para a III república e que o regime não recorda. Contudo, quer um, quer outro, são maus referenciais para o fluxo histórico de um País. Se mantivermos condutas como estas, seremos sempre uma Nação mal resolvida. Existirá muito desequilíbrio e o desequilíbrio é necessariamente mau. Enquanto, historicamente, continuarmos a dar prevalência a contornos sectários e sobretudo conjunturais, em desfavor de contornos estruturais, enquanto escolhermos datas que nos põem uns contra os outros em detrimento de datas que nos unem, os portugueses caminharão para um definhamento, definhamento esse que já se regista em diversos sectores, como o civilizacional, cultural e económico.

Pelo que volto a reafirmar a necessidade de se reverem os feriados, instituindo-se, conforme defendo há muito, o dia 1 de dezembro como dia da liberdade, pois foi nesse dia que, unidos, conseguimos a liberdade sobre um opressor estrangeiro realmente comum a todos.


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sexta-feira, 21 de abril de 2017

The Circle


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91.º Aniversário


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Nós e os nossos

A educação, a cortesia e as boas maneiras são aspetos bem mais importantes do que muitas vezes possamos supor: por um lado revelam quem somos e, por outro, podem comprometer quem nos antecedeu e formou.

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Qual a pior:

“Dividir para reinar” OU “manter para reinar” ?

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8


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Retive esta frase

«Direito ao Ambiente como Direito à Vida»

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Ser conservador

Conservadorismo não é antítese de progresso.
Ser conservador é também poder integrar um modo de progressismo, embora num fluxo moderado e paulatino.

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Stupid tricks

«(…)
I'm not the one, the one for you
Can't change it, baby
(…)
You lost my love but someone found it
Now when the rain falls upon my head
I don't think of you that much at all
(…)
You get your kicks playing stupid tricks
But I've found another crush
(…)»

"Cloud 9", Jamiroquai, produzido por Matthew Johnson e Jay Kay. Albúm 'Automaton' (2017).

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YAMATSUKA EYE

- O Instrumento Musical Humanizado/Vivo -

…o John Zorn que o diga!


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Mantenham-se atentos

Numa amalgama de abraços, afetuosidades, selfies, comentários e tv show diário, Marcelo, umas vezes dentro e outras fora dos limites da Constituição, está a praticar o Presidencialismo.


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WEEK SOUNDZZZzzz! (Part II)


Made in Portugal.

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WEEK SOUNDZZZzzz! (Part I)


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sábado, 15 de abril de 2017

Na Vigília:

«Povo de reis (...)

Nós Te cantamos, Messias esperado pelos pobres.
Nós Te louvamos, ó Cristo nosso Rei e Príncipe da Paz.
(...)»

L. Deiss

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sábado, 8 de abril de 2017

Acima de todos

«Por isso Deus O exaltou e Lhe deu o nome que está acima de todos os nomes (...)»

São Paulo aos Filipenses 2,6-11.

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sexta-feira, 7 de abril de 2017

MANIFESTO DE CIDADANIA III

«Na capa da edição de hoje, o destaque é para a posição tomada pela secretária regional da Energia, Ambiente e Turismo que esclarece que a valorização energética de resíduos não passa necessariamente pela incineração, enquanto que o presidente da Associação de Municípios da Ilha de São Miguel insiste que o Plano Regional de Resíduos impõe a construção de uma incineradora na ilha»

In Açoriano Oriental online de 04/04/2017.

|- Afinal, e conforme escrevi oportunamente, havia competência! -|

Embora não a conhecendo pessoalmente, tenho a Sra. Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo em boa consideração. Formulo acerca dela um juízo de ser uma pessoa sagaz, hodierna e sensível às causas do ambiente, bem como defensora de um crescimento sustentado para a Região Autónoma dos Açores e, consequentemente, para as gerações vindouras.

Aquilo que o Governo Regional dos Açores (GRA) está agora e aqui a defender, através da Sra. Secretária Regional, está absolutamente correto. Aliás, o GRA estará, quanto a esta matéria, objetivamente a proteger os interesses dos açorianos se mantiver esta matriz que traçou, seja contra quem for. Repensar e melhorar o ora defensado pela Associação de Municípios da Ilha de São Miguel (AMISM), i.e. uma “Incineradora” desproporcionada, será sempre uma atitude politicamente correta.

Em relação às afirmações do Sr. Presidente da AMISM, parece-nos que as mesmas traduzem, predominantemente, a legislação que foi publicada em março de 2016 (v. Decreto Legislativo Regional n.º 6/2016/A, de 29 de março, que aprova o Plano Estratégico de Prevenção e Gestão de Resíduos dos Açores [PEPGRA]). Importa, pois, aqui não descurar que o atual processo, relativo à contratação pública, é iniciado em 2014.

Conhecida a nossa posição relativamente ao assunto, especificamente quanto às unidades tecnológicas a criar por tipologia de resíduos a gerir por ilha, o Decreto Legislativo Regional n.º 6/2016/A é um diploma que, indesmentível e inequivocamente, regrediu em relação àquele que estranhamente revogou, concretamente o Plano Estratégico de Gestão de Resíduos dos Açores (PEGRA), aprovado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 10/2008/A, de 12 de maio, alterado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 29/2011/A, de 16 de novembro.

Tendo sido publicado, de um dia para o outro, é de facto uma realidade que o Decreto Legislativo Regional n.º 6/2016/A prevê, expressamente como regra, um Centro de Valorização Energética (CVE) para São Miguel (ver tabela 2.1 - pág. 988 da publicação em Diário da República), aquilo que comummente se tem vindo também a designar por “Incineradora” e que alterou a regra anterior – ex. Centro de Valorização por Compostagem (CVOC), prevista no ora revogado PEGRA.

Chegados aqui, facilmente se compreende que essa mesma realidade revela outra que carece ser salientada: o atual processo para a criação de uma “Incineradora”, virada para a combustão de até 70 mil toneladas por ano, não vai ao encontro da regra base prevista no Plano Estratégico de Resíduos à data do Aviso de Procedimento n.º 6178/2014, de 4 de novembro, cuja entidade adjudicante é a MUSAMI – Operações Municipais do Ambiente, E.I.M., S.A., Plano aquele, como sabemos, essencial para a instrução do processo sob discussão (vide Tabela 6.13 – págs. 2586-2587, do Anexo II do predito Decreto Legislativo Regional n.º 10/2008/A).

Importa referir que era o próprio PEGRA (só revogado em 2016) que, clara e expressamente, elencava quais eram as unidades tecnológicas a criar por tipologia de resíduos a gerir na Ilha de São Miguel, nunca se reportando, naquele rol, a uma “Incineradora”. Antes privilegiava, explicitamente como regra, enquanto Centro de Valorização, a Compostagem (CVOC). Além disso, mais referia, a título unicamente excecional, que: «Em S. Miguel, no enquadramento e pelas razões já apontadas neste documento, o Centro de Valorização a jusante do CTM poderá ser, se justificado, um Centro de Valorização Energética» (vide pág. 2587 do respetivo Diário da República).

Pelo exposto, e salvo outra interpretação, entende-se, face ao contexto e conhecimento processual possível, que, num óbvio modo de macro apreciação, este processo seguiu um rumo desconforme com a regra prevista e em vigor à data do seu início. Por outras palavras, o CVE não era a regra à data do Aviso, nem tão pouco se conhece uma justificação que fundamente aquele meio conforme a lei exceciona e, cujo teor justificativo, tenha sido, em princípio, deferido pelo órgão competente. Tal justificação fica ainda mais difícil de aceitar se atendermos àquilo que refere muito convenientemente a Sra. Secretária Regional, ou seja que a “valorização energética de resíduos não passa necessariamente pela incineração”, pois em rigor aquela não é sinónimo de “Incineradora”.

Ora, mesmo admitindo não faltar a mencionada e necessária justificação, cuja ausência seria motivo aberto de impugnação contenciosa, com base na nulidade do procedimento por incumprimento e desconformidade legal, contudo, e dada a importância deste assunto, impõe-se saber, dado o manifesto interesse coletivo aqui em causa, se alguém conhece a mesma? Quem garante/garantiu que aquela tem fundamento excecional? Quem assegurou/autorizou isso? O legislador? A AMISM? A MUSAMI? O GRA? Que entidade foi?!

Acredito que o GRA, para o bem dos açorianos, em especial dos micaelenses e dos terceirenses, vá manter a sua atual posição e firmar aquilo que se impõe: o ambiente, a saúde e o turismo nos Açores.

O investimento numa unidade de Tratamento Mecânico e Biológico (TMB) de última geração e de dimensões razoáveis (inequivocamente em valor superior aos € 7 milhões referidos na comunicação social), seria uma boa solução a vários níveis, inclusive para o emprego. Com uma robusta e eficaz TMB, os excedentes seriam certamente numa proporção reduzida e os quais poderiam:

a) Dispensar de todo uma “Incineradora”;

b) Serem expedidos para o equipamento já existente na Ilha Terceira, caso se justificasse;

c) Levar, em último recurso, à construção de uma “Incineradora” de pequenas dimensões no caso do referido na alínea anterior não ser meio suficiente.

Esta solução ficaria, no global, sempre abaixo dos € 68 milhões que o concurso público da MUSAMI + AMISM leva a cabo para a construção da “Incineradora”, muitíssimo mais rentável ao erário público. Existe, neste momento, uma desproporção nos dois equipamentos em discussão (TMB vs “Incineradora”), sendo ilógico que o de maior dimensão seja a “Incineradora”, quando esta devia ser uma solução de último recurso na cadeia da gestão de resíduos e, por tal, mais contida.

Termino questionando: quando cada vez mais se percebe que a grande solução dos Açores é o turismo, que futuro para a Região no cenário de um ‘green tourist’ a aproximar-se de avião à ilha, chamar-lhe à atenção uma enorme infraestrutura, com laivos de indústria, potencialmente a deitar uma apelativa mancha de fumo derivante de inceneração? É isso que queremos para a nossa Ilha Verde?

Pintura – ‘Cows On Garbage 2’ - 24x13 - © 2004 - Don Simon - Environmental.

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sábado, 25 de março de 2017

#PortugalTemFuturo

Felicitações ao Príncipe da Beira.


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sexta-feira, 24 de março de 2017

Logan


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Dois Homens, Duas Tomas Diferentes


Tomás Moro foi Chanceler no reinado de Henrique VIII da Inglaterra. Muito haveria para dizer sobre este grande Humanista, até por Erasmo reconhecido. Homem com sentido de humor refinado, por vezes irónico no tradicional formato inglês, solidamente católico, inteligente, muito culto, absolutamente integro e, acima de tudo, coerente. Nunca desleal ao seu rei, todavia colidindo com a decisão de Reforma daquele - Anglicanismo, pelos motivos sobejamente conhecidos, e embora se considerasse amigo de Henrique de Inglaterra, o ex homem de confiança optou por dar prevalência ao Rei dos Reis. Isso afere-se no momento da sua execução, quando apelou aos presentes que orassem pelo monarca, terminado a dizer que "morria como bom servidor do rei, mas de Deus primeiro."

Foi canonizado, em 19 de maio de 1935, pelo Papa Pio XI.

Em contraste,

Tomás Cranmer foi um dos condutores da Reforma da comunhão Anglicana e ascendeu a Arcebispo de Cantuária (criado no séc. VI com Santo Agostinho de Cantuária). Ocupou o cargo durante os reinados de Henrique VIII, Eduardo VI e, por pouco tempo, de Maria I. Foi um dos concretizadores da anulação do casamento do rei inglês com Catarina de Aragão, base da cisão com a Igreja Católica. A partir da separação, o rei era considerado o soberano da igreja - o princípio da Supremacia Real, o que não deixava de ser, especialmente hoje, um retrocesso sobre a separação de domínios (religioso vs civil).

Manifestando o seu apoio à Dama Jane Grey para suceder a Eduardo VI como Rainha, e após a ascensão ao trono de Maria I, foi preso sob heresia (e não por traição) sendo, assim, poupado de uma morte imediata e próxima de sumária.

Quando Maria I iniciou o processo de reversão religiosa, de modo a que a Inglaterra retomasse oficialmente a fé católica, Cranmer foi deposto, substituído e mantido preso.

No decurso da prisão – dois anos, formalizou vários arrependimentos, foi apostata, tendo mesmo reafirmado “a sua crença na transubstanciação e na supremacia papal”. Fontes relatam “que o fez a fim de evitar sua execução”.

No momento da sua execução, «Cranmer retirou sua declaração anterior de arrependimento e denunciou a doutrina da Igreja Católica e o Papa, dizendo: "E sobre o Papa, eu o recuso, como inimigo de Cristo e Anticristo, com toda sua falsa doutrina.» Após isso, Cranmer foi levado à fogueira».

É evocado, por anglicanos, como suposto mártir do processo de Reforma.

Fonte complementar – Wiki.
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Sem dúvida alguma!


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Ética e a supervisão

«A ética e a supervisão são o que se elimina quando se deseja o poder absoluto.»

DaShanne Stokes

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Clivagens vs. Igualdades

Devo admitir que, hodiernamente, estou a ter dificuldades em compreender o feminismo.

Será que, nos nossos dias, o conceito passou a ser o antónimo de machismo?

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WEEK SOUNDZZZzzz!


Sir, thank you!

Só há um pequeníssimo detalhe que me desagrada no curriculum da Rainha Isabel II, que se confina em nunca ter agraciado o Shaun Ryder. Provavelmente ele não aceitaria ou pouco ligaria. Mas, na mesma, ficava bem tentar. Merece pelo legado.


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sexta-feira, 17 de março de 2017

Da mais elementar justiça histórica



Abel Baptista - Deputado (CDS-PP, até 2016) 
Adalberto Neiva de Oliveira - Empresário 
António Carmona Rodrigues - Ministro (até 2004), Presidente Câmara Lisboa (até 2007) 
António Ferreira dos Santos - Fundador e dirigente Partido PAN 
António Lobo Xavier - Deputado (CDS-PP, até 1995) 
António Sousa Cardoso - Presidente da Causa Real 
Arlindo Cunha - Ministro (até 2004) 
Augusto Ferreira do Amaral - Deputado e Ministro (até 1981) 
Augusto Oliveira Domingues - Presidente Câmara Monção 
Cristiano Van Zeller - Empresário 
Diogo Feio - Deputado (CDS-PP, até 2009), deputado europeu (até 2014) 
Eduardo Cintra Torres - Professor Universitário, jornalista 
Emídio Sousa - Presidente Câmara Feira 
Filipe Anacoreta Correia - Deputado (CDS-PP) 
Francisco Calheiros - Dirigente Associativo 
Francisco Rodrigues dos Santos - Presidente da Juventude Popular 
Helder Esménio - Presidente Câmara Salvaterra de Magos 
Hélio Loureiro - Chefe de Cozinha 
Henrique Raposo - Escritor 
Ilda Araújo Novo - Deputada (CDS-PP) 
Jaime Nogueira Pinto - Jornalista, escritor 
João Rocha Páris - Embaixador 
José Adelino Maltez - Professor Universitário 
José Alarcão Troni - Secretário de Estado (até 1992), Professor Universitário 
José Luís Nogueira de Brito - Deputado (CDS-PP, até 1995) 
José Manuel Cardoso da Costa - Presidente do Tribunal Constitucional (até 2003) 
José Manuel Carpinteira - Deputado (PS) 
José Mendes Bota - Deputado (até 2015), ex-deputado europeu 
José Ribau Esteves - Presidente Câmara Aveiro 
Katty Xiomara - Estilista de moda 
Leonor Ribeiro da Silva - Porta-voz do presidente da Comissão Europeia (até 2014) 
Luís Ceia - Dirigente Associativo 
Luís Valente de Oliveira - Ministro (até 2013), Presidente da Casa da Música 
Manuel Braga da Cruz - Reitor de Universidade (até 2012) 
Manuel Serrão - Jornalista, empresário 
Miguel Alves - Presidente Câmara Caminha 
Miguel Esteves Cardoso - Jornalista, escritor 
Nuno Melo - Deputado ao Parlamento Europeu 
Paulo Azevedo - Empresário 
Paulo Teixeira Pinto - Secretário de Estado (até 1992), empresário 
Pedro Ferraz da Costa - Presidente do Forum para a Competitividade 
Pedro Mota Soares - Deputado (CDS-PP), Ministro (até 2015) 
Pedro Quartin Graça - Deputado (PSD, até 2009), Presidente Partido da Terra (até 2011) 
Ricardo Figueiredo - Presidente Câmara São João da Madeira 
Rui Medinas Duarte - Presidente Câmara Golegã 
Rui Moreira - Presidente Câmara Porto 
Rui Zink - Professor Universitário, escritor 
Salvador Guedes - Empresário 
Salvador Malheiro - Presidente Câmara Ovar 
Telmo Correia - Deputado (CDS-PP)»

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Lealdade inabalável

Não querendo ser injusto com alguns liberais mas, contrariamente ao ramo pedrista, julgo que aqueles que eram leais a D. Miguel I, presentemente representados pelos seus descendentes, ainda hoje lhe continuam leais.

Existem monárquicos liberais, obviamente. Mas muita da ex-mancha liberal está presentemente convertida à república. Quero frisar, pois, que a lealdade não foi tão sólida de um lado, como foi do outro. Isso parece-me inequívoco.

Eu próprio seria hoje mais liberal que miguelista, mas tenho componentes conservadoras e tenho, além disso, uma elevadíssima consideração e respeito por D. Miguel. Porém, tenho igualmente admiração por alguns reis liberais e um dos meus prediletos é mesmo D. Pedro V.


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Pergunta | Resposta

"O que têm em comum Katty Xiomara, Paulo Azevedo, Rui Moreira e Rui Zink?”

Questão colocada pelo João Gomes de Almeida e respondida aqui.

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Ouvido na fila para o quiosque

«São homens como Sócrates que dão argumento às ditaduras».

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O 1.o dos Portugueses

Sempre no constante trabalho silencioso e discreto, longe dos focos da comunicação social formatada à república, porém próximo daqueles que acolhe, protege e quer bem.

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Preso

«Beleza atrai o olhar, mas personalidade prende o coração»

R.P.C.C.

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Marcelo diário

Ainda registarei o dia em que Marcelo não comentará seja o que for.

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Títulos nobiliárquicos e registo civil

Nem a 1.ª República, nem a 2.ª, nem Mário Soares ou Guterres o fizeram. Tinha de ser mais uma "socratice". De facto aquele sujeito foi devastador para este País.

Professor Doutor António Menezes Cordeiro:
Títulos nobiliárquicos e registo civil - A insconstitucionalidade da reforma de 2007



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Marcelfie

"Marcelo é um selfie made man."

Joaquim Vieira (Jornalista)

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I.A.

«Sem dúvida que o maior perigo da Inteligência Artificial será o de as pessoas concluírem, cedo demais, que a conseguem compreender.»

Eliezer Yudkowsky

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Amazing

«Don’t speak cause your mind is amazing»

In “The Bomb” (2006), New Young Pony Club.

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Aos Araújos

«O Bispo de Malaca, D.João Ribeiro Gaio, dedicou aos "Araújos", esta quintilha:

Através de Bitorinho

tem sepulcros já gastados

Araújos afamados

na terra que rega o Minho,

antigos, abalisados.


De autor desconhecido disse :Lá de Lobios de Galliza

Vieram para Lindoso

Os de gremio valoroso

de Araújo por guiza

Que foi cá mui poderoso.»

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Administração Pública, pós 25 de abril, em 4 pinceladas rápidas

1.ª) De 1974 a 1985, pouco se fez.

2.ª) A modernização administrativa, a grande dignificação das carreiras e o seu emagrecimento operou-se com a reforma legislativa, de 1989, do Governo Cavaco Silva.

3.ª) O Governo Guterres, com a legislação de integração dos precários, aproveitou os bons eixos da reforma de 89 e engordou-a desmesuradamente.

4.ª) A reforma de 2008, pelo Governo Sócrates, literalmente desintegrou as carreiras (era então Secretário de Estado João Figueiredo), manteve a engorda, aplicou congelamentos, os salários baixaram e, em suma, retirou a dignidade e a qualidade que, de certo modo, procurou-se angariar anos antes. Ficou a herança para os Governos vindouros.

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Espinafres

Macron é tão socialista, republicano e de esquerda como o Popeye não gostar de espinafres.

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Esquemas

O esquema ardiloso daqueles que querem a eutanásia, assenta, em suposto contraste, na distanasia.

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WEEK SOUNDZZZzzz! (Part II)


Made in Portugal


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WEEK SOUNDZZZzzz! (Part I)


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quarta-feira, 8 de março de 2017

Feminismo, já não | Mulher, já sim

A Inglaterra é dominada por mulheres, a Dinamarca tem uma Rainha, a Alemanha e, consequentemente, a Europa são lideradas por uma mulher.

O mundo estudantil e laboral que conheci (e conheço) sempre foram predominantemente das mulheres.

Nunca vi impedimentos, de natureza alguma, à contração de mulheres.

Então, porque se insiste, ainda hoje, em arranjar um dia internacional para a mulher, tal como existe para o Café (a 14 de abril) ou para a Cerveja (na primeira sexta-feira de agosto)?

Sem detrimento das óbvias diferenças, considero as mulheres da mesma forma que considero os do meu sexo. Basta isso numa sociedade hodierna, ocidental e atual.

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sábado, 4 de março de 2017

Manchester By the Sea


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Ups...



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A Família, o que prepondera é isso…a Família

“A família de Vitória e Alberto em 1846 por Franz Xaver Winterhalter. Da esquerda para a direita: o príncipe Alfredo e o Príncipe de Gales; a rainha Vitória e o príncipe Alberto; as princesas Alice e Helena e a Princesa Real.”


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Aníbal Augusto Milhais

Constatei recentemente, numa fonte estrangeira, que este caso poderia estar num dos 7 casos raros de homens que, sozinhos, enfrentaram exércitos/coletivos. Outro caso remontava, por exemplo, ao séc. XI.

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Confianças

«A confiança é o que transforma um grupo de pessoas numa equipa.»

Stephen R. Covey

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Gaffes

Depois da monumental gaffe nos Oscars 2017, qualquer ‘twittada’ de Trump sobre Hollywood passa a ser assunto sério.

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Chegado por consciência amiga

«(...) aves de rapina das revoluções, cujo olhar se sente ferido por todo o esplendor, como de seus irmãos, os pássaros noturnos, se sente ferido pela luz. O orgulho dos que não podem construir é destruir.»

Excerto metafórico - Tumbas de Saint-Denis.

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Igualdade laboral

O sueco Stefan Edberg, tenista com o jogo mais elegante da história da modalidade, proferiu, em 1989, estas duras e polémicas declarações.

Sobretudo subjacente estava o facto dos homens, que jogam mais sets nos Torneios do Grand Slam, receberem prémios idênticos aos das mulheres.

Sabendo-se que o sueco nunca foi conotado, inclusive pelas suas colegas de profissão, como um machista irracional, sendo sempre respeitado por todos, afável, filantropo, conhecido mundialmente pela sua educação e cavalheirismo, importa, pois, à luz das crescentes discussões em torno das igualdades de direitos, de ambos os sexos, no mundo laboral, trazer à discussão e ouvir a opinião daqueles que determinadamente a queiram aqui expressar.


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Indiscutível

«Gosto dos animais porque não discutem a existência de Deus».

Walt Whitman, verso, citado por António Lobo Antunes (in Revista do Expresso, edição, 2311, de 11-02-2017, pág. 34), em entrevista, a propósito da sua crença em Deus.


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WEEK SOUNDZZZzzz! (Part II)


Made in Portugal

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WEEK SOUNDZZZzzz! (Part I)


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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

La La Land


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“IN HOC SIGNO VINCES”


Pintura - ‘O Milagre de Ourique‘
Autor - Domingos Sequeira
Ano - 1793

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Monarquia, sim...sempre


Embora emane de uma apreciação generalizada, contudo não deixa de consubstanciar uma verdade quando constatamos que temos muito para nos orgulharmos enquanto fomos Monarquia e pouco enquanto somos república.

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A capitulação neerlandesa

A Batalha de Ourique, de Aljubarrota e outras são mais conhecidas. Mas esta fase não tem menos valor. Portugal e os portugueses eram, em Monarquia, de facto, diferentes.

Os Habsburgo, vulgo Filipes de Espanha e Portugal, não foram capazes de ajudar os portugueses que honrosamente procuravam recuperar o território perdido. Existiam outros interesses… A partir de 1640, com El-Rei D. João IV, tudo mudou. A força da revolta popular e genuinamente patriótica foi imbatível, fosse para quem fosse, viesse quem viesse.

Contrariamente às revoluções de 1910, 1926 e 1974, onde, basicamente, os golpes foram instaurados em Lisboa e o telégrafo fez o resto, no séc. XVII houve mesmo a necessidade, casuística e militar, de recuperar ponto por ponto o Império perdido.

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1889

Sou tão supersticioso como o primeiro-ministro do XVII e do XVIII Governo Constitucional era uma pessoa séria.

Contudo, este ano infra é, no mínimo, curioso…para não chamar-lhe intrigante: 1889.

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A cumprir o seu desígnio: ajudar, defender, proteger


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Sem dúvida, mecânico!

Eis a prova como os sistemas mecânicos são, de longe, quando bem executados, melhores que os computorizados…ganhando a intemporalidade.

Brilhante!



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“L'apres midi d'un Faune”

Interpretado por Rudolph Nureyev, sob coreografia do grande Vaslav Nijinski este o antecessor de Nureyev enquanto primeira grande estrela mundial do bailado masculino.


Original interpretado, em 1912, pelo próprio Nijinski:


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Cisnes

Tive a Fortuna de ver este bailado interpretado por uma das melhores companhias do mundo: a da Ucrânia. Foi em Braga.

Contudo, ainda sendo das melhores, muito longe fica sempre desta interpretação:


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Perfect!

«(…)
You're so funny, you're so fine. 
You're so perfect, you're so mine.
(…)»

Suspicion - Written by Peter Buck, Michael Mills, Michael Stipe • Copyright © Warner/Chappell Music, Inc, Universal Music Publishing Group.

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Focagem


«A única ameaça que existe sobre a Europa é o islamismo, mesmo que agora toda a gente tenha medo de Trump.»

Gérard Depardieu, in Revista do Expresso, edição 2309, 28 de janeiro de 2017, pág. 33.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!