Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Monarquia, o Sonho…

Não é por mero acaso que as três repúblicas por que passamos, não têm forma de nos fazer evoluir, antes são antónimo disso mesmo: regredimos e perdemos…de dia para dia. 

Nunca esqueçamos que os tiques mais retrógrados, limitativos e estanques deste formato regimental residem num aspecto: o Positivismo. A república é sinónima de Positivismo. Uma corrente? Uma filosofia? Um modo de vida? Um modo de pensar? Um modo de agir? Veja-se a tão severamente criticada República Federal da Alemanha… 

O positivismo corta a razão do sonho e o sonho faz-nos acreditar. O sonho que nos une. O sonho que nos permite inovar. O sonho que nos permite quebrar barreiras…que pelo menos nos permitiu em Monarquia várias vezes. 

Enfim, o sonho que, em Monarquia, comandou as nossas vidas mas que no dia 5-10-1910 positivamente dilacerou-o. De ano para ano estamos a murchar…a minguar em pesadelo.
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20.000

Ficam os meus agradecimentos aos sempre fieis visitantes do Incúria. Este foi o último post sobre "visitas". 

A partir de hoje, e por simples opção na gestão deste blogue, será removido o contador de visitas...bastando-se pelo gestor oficial que foi introduzido recentemente pelo blogger.com o qual, internamente, vai dando indicações sem coincidências (por excesso em mais de 10.000) com o até agora contador público. 

 Uma vez mais os meus agradecimentos.
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Bandeiras republicanas que dizem: "Portugal"

Acho engraçadas aquelas bandeiras da república presas nas varandas por ocasião deste Euro que dizem, em amarelo e em letras garrafais, no canto inferior direito: “Portugal”!
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O regime começa a ser questionado

Bate leve e levemente, mas finalmente os portugueses e os analistas começam a entender onde está a verdadeira origem do nosso problema: o regime! Já se começa a falar do regime com propriedade, objectividade e firmeza (ver a partir do minuto 25).
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A Maria, o Miguel e o republicanismo tosco

No passado Sábado (24/6/2012), a ver o canal Panda, fiquei indignado com um episódio daquela dupla de miúdos animados, a Maria e o Miguel, da "ZON Kids - Story Box".

A história era simplesmente deplorável:
Eles, dois miúdos da república portuguesa, viajavam num portal e iam para um país que era um Reino. Lá convenceram o Rei a tornar-se presidente da república...pois era melhor assim. Literalmente como vos digo.

Moral da história: A lavagem cerebral "der Propaganda" continua e com o nosso dinheiro. Pondero apresentar uma reclamação à Zon e assim que localize esse vídeo coloco-o aqui para verem. Atroz...não queria acreditar naquilo que via e ouvia, sendo cidadão de uma suposta democracia. Isto anda mesmo mal...continua a III, seguinte à do Estado Novo, no seu melhor e é com isto que nos vamos amanhando...
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O Ramo Saxe-Coburgo-Gota...e o desfecho português


Uma singela e sumária árvore genealógica

Fonte rápida de apoio: Wikipedia.

 
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Viagem Real a Londres

Créditos: Portugal Rex

1904, Dezembro, viagem real a Londres. S.M. El-Rei segurando um cavalo desenfreado em Regent Street.

Nunca foi homem de se esconder dos problemas e de faltar à resolução deles.
A prova disso mesmo foi dada no dia 1-2-1908.
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Diamond Jubilee Tribute Vídeo


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A Verdadeira!


Cada vez mais elas, as verdadeiras, aparecem...!
É como diz o nosso mais nobre povo: "A verdade vem sempre à tona."
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quinta-feira, 28 de junho de 2012

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Um País que gera tanta força...


Tinha um feeling que o carinho especial que Ele sempre teve por Portugal vinha ao de cima. 
É como diz o Mourinho e o Seleccionador da Alemanha "um País tão pequeno..." mas que gera tanta força. 
Qual Golias da Europa, nós pequenos sempre fomos especiais...capazes das mais audazes empresas e proezas, sempre além das nossas dimensões populacionais e geográficas. 
Devotos fomos desde 1143 a 1910. Voltemos a ser e os resultados aparecem.
De certo modo saímos sempre vencedores.
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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Moonrise Kingdom

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Descubram a diferenças...


Esta foto ilustra bem o que fomos e o que somos… o caminho que seguimos. Hoje somos, genericamente, para o bem e para o mal, uns “soaristas republicanos”.
É comparar o actual Portugal “tuga”, com o Portugal “Bragança Sabóia Bourbon Saxe-Coburgo-Gotha” que realmente fomos e que foi exterminado pelo republicanismo português de minorias.
É comparar esta foto…
...com esta:
Fotos: Créditos a Rui Ochôa e Portugal Rex


Não sei perceberam...mas há diferenças, nem que seja ao nível do protocolo. 
Na época da nossa Monarquia Constitucional, não tínhamos, ao nível da representação, vergonha dos países mais desenvolvidos do mundo como a Inglaterra, a Rússia, a Noruega, a Suécia, a Dinamarca, etc (ainda hoje muitos destes os mais desenvolvidos e em Monarquia), antes pelo contrário. D. Carlos além de um grande homem de Estado, diplomata, cientista, pintor, etc, foi designado, pela idónea imprensa republicana francesa, como “o Rei mais culto da Europa”, aquando das manchetes sobre o seu assassinato. Mais palavras para quê?! Protocolo e preparação são as respostas.
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Pena encantada


"Palácio da Pena, Sintra, envolto na bruma da serra."
Foto: Créditos a P. Alexandre. 
Viva a Monarquia Constitucional, que foi capaz de gerar belezas destas e investimentos que ainda são o nosso melhor património.
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Bora malta!


Malta o que perdemos. Não vejo prestigio hoje comparado com isto.
Malta bora lá mudar isto, vamos crescer novamente!
Foto: Créditos Portugal Rex
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Bobby Womack . "The Bravest Man In The Universe" (2012)

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Big K.R.I.T. . "Free My Soul" (2011)

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The Divine Comedy . "Diva Lady" (2006)

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segunda-feira, 18 de junho de 2012

A (ir)Responsabilidade quanto a África

A nova chefe de Angola, Isabel dos Santos, a qual controla investimentos decisivos na república portuguesa por intermédio do Bpi, da Zon e até eventualmente da Sonae, fora outros, é a personificação, hoje, do quão foi um erro, de contornos aberrantes, o caminho para onde fomos evacuados, à pressa e à força, pela república. 

A república não tem apenas a culpa e a ilegitimidade histórica pelo atentado à democracia que a faz perdurar até hoje. Tem, acima de tudo, culpa objectiva (e de certo modo quantificável) no percurso completamente errado que deu ao Ultramar. Em armas, em força, em insensibilidade, em descolonização irresponsável, da I à III, de ré em república, culminamos hoje num absoluto descrédito com o povo irmão de África. Estamos fragilizados e sem prestígio nesta comunidade PALOP. 

Em Monarquia, e pelos crimes republicanos mais acentuados de 1908 a 1910, não foi dado o devido tempo para abordar a resolução, pausada e estruturada, que estava em curso e que, na minha modesta opinião, teria hoje um muitíssimo melhor desfecho. É só lembrar que em 1907 o Príncipe Real Dom Luís Filipe tinha ido em missão de reconhecimento e sensibilização àquele Continente, como futuro Monarca que iria ser. O regime de então sabia que o nosso futuro era África, mas África em Monarquia…unidos por laços de absoluto respeito, abertura e autonomia. Membro tão importante da Família Real em África, só mesmo na ida para Alcácer Quibir de D. Sebastião… 

Uma verdadeira Commonwealth portuguesa morreu no dia 5-10-1910. And I rest my case.
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A alegria na tristeza...

José Cutileiro no “In Memoriam” (Expresso 9/6/2012 – Primeiro Caderno), escreveu acerca do seu amigo João de Sá Coutinho Rebelo Sotto Mayor, 4.º conde de Aurora, católico e monárquico, que vivia e foi sepultado em Ponte de Lima local de berço onde voltou a habitar após reformado do serviço diplomático, tendo sido embaixador de Portugal durante vários anos. Chegou a trabalhar num Governo de Soares e lhe valeu o epíteto de “Conde Vermelho”. Faleceu no passado dia 25 de Maio, no Hospital de Viana do Castelo. 

Acerca dele disse Cutileiro, na sua crónica, algo muito interessante e que, inevitavelmente, passo a transcrever porque me revejo: «O seu sentido de humor, santo e senha para uns, barbacã para outros, faz amigos e amigas rirem em vez de chorarem quando agora nos lembramos dele». 

Ora, neste exacto contexto, apenas conheci um caso assim em toda a minha vida: um primo afim. Foi uma perda recente. No velório todos estavam a recordar o quanto o dom da graça habitava nele e a saudade era manifestada pelo riso e não pelo choro. 

Muitas vezes o riso é uma forma sentida de lembramos a perda de uma pessoa querida. Gostava de partir neste patamar…não é para todos, mas não me considero uma pessoa “triste”.
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A ré pública e os "filhos pródigos"

A queda da Monarquia em Portugal faz-me lembrar aqueles “filhos pródigos” de grandes famílias geracionalmente empresariais. Estas durante gerações e gerações deram o corpo às balas pelos seus trabalhadores e património e, depois, numa só geração, abastada e sem qualquer noção daquilo que custou chegar até ali, arruínam tudo em aspectos supérfluos, em má gestão e megalomanias, chutando, irresponsavelmente, para o primeiro gestor de falência que apareça e que liquida definitivamente o “império” empresarial antes edificado (in casu o regime republicano).
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ABC . "Poison Arrow" (1982)

«Hey girl I thought we were
the right combination
Who broke my heart?
You did you did
(…)»
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sexta-feira, 15 de junho de 2012

O nosso novo Rei a nossa nova Monarquia

Já sabem qual é a minha posição sobre o melhor regime, concretamente as Monarquias Constitucionais. Digo mesmo, com absoluta certeza, que conheço pouca (ou nenhuma) vantagem em república. 

Contudo é inegável que existem melhores Reis, melhores monarquias do que outros e outras. Isso, de certo modo, revela-se também nos índices de Democracia e de Desenvolvimento Humano. 

Não é menos verdade aquilo que em tempos escrevi: o regresso democrático da nossa Monarquia Constitucional traria um resultado ainda mais apurado daquilo que fomos até 1910. 

A nova e moderna Monarquia vinha ainda mais vitalizada, preparada e adaptada…sempre foram 101 anos a aprender com os seus e, sobretudo, com os erros da imposição já centenária da república. 

O meu (novo) Rei não mata elefantes, protege-os por via do apoio a associações protectoras. Julgo mesmo, sem fonte confirmada, que não é muito adepto de cavalgar…prefere dirigir motos, aviões e helicópteros. 

Sendo herdeiro legítimo dos reis de Portugal e dos Algarves, e apesar de furtado dos seus bens, os quais se encontram concentrados no “forte” chamado Fundação Casa de Bragança, vive, ao contrário de outras casas reinantes bem menos prestigiadas que a dele (a nossa!), num modesto palacete precisando de obras. 

Ao contrário de outros monarcas, não é homem de ficar refastelado e fechado nos muros da sua propriedade. Antes cumpre o pacto histórico e social com o seu povo, estando em constância com ele em diversas iniciativas conexas à nossa cultura. 

O nosso Rei, ao contrário de outros, não nasceu num berço de ouro. Nasceu no exílio e nele viveu com algumas dificuldades. Porém, sempre amou este País, como seu pai antes dele, com a máxima paixão como só um emigrante sabe amar. 

O nosso Rei é frequentemente agredido verbalmente e enxovalhado, mas sempre soube estar acima desses lacraus da ignorância. 

Ele, ao contrário de outros, nunca se pôs em bicos de pés…mas quem o segue e conhece só lhe tem admiração e respeito. 

Quando uma parcela que se fale português está fragilizada, veja-se o caso africano nos 70’s e de Timor nos 80’s, ele age de imediato e primeiramente em relação aos agentes da república. 

D. Duarte de Bragança, sendo ele descendente das mais antigas e prestigiadas casas reais do mundo, e ao contrário de outras aristocracias até reinantes, é o que é…ele é o que todos vêem: simplicidade e apego ao povo que somos.
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Contrariando o destino...

Gostava, enquanto português, que Portugal pregasse uma partida ao curso do "destino" e voltássemos a ser o que fomos e que somos: Monarquia. 
Era inovador e irreverente!
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Sinto prestígio, ordem, requinte...

Quando vejo fotos como esta, fica muito claro: A implantação da república foi um erro gravíssimo de dimensões ainda hoje incalculáveis (ainda para além da realidade já miserável que hoje vivemos)! 
Março de 1905, visita de S. M. a Rainha Alexandra de Inglaterra
Créditos: Portugal Rex
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Dave Brubeck . "Take The 'A' Train" (1966)

Vou apanhar o comboio do sonho...
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quinta-feira, 14 de junho de 2012

Prometheus


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Por ruas e ruelas...

É sobejamente sabido que nos impuseram, abundantemente, praças (precetas, rotundas, becos, ruas e ruelas) da república por todo o País...não fossemos esquecer o desastre em que vivemos. Por mais ilegítima, não questiono esta (continua tentativa de) lavagem cerebral aos portugueses. Não é isto que quero colocar em questão.

A minha pergunta é se conhecem uma Praça da Monarquia?
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Oportunidades

Em Maio escrevinhei isto.
Na terça-feira saiu isto na imprensa.


(Ver canto inferior esquerdo da edição impressa)
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Se é ela que o diz, quem somos nós…

«A Rainha de Inglaterra pode fazer o que quiser, mas eu vesti-la-ia de preto, porque ela é rock and roll. Não estou a brincar. E é a pessoa mais na moda do mundo.»

Donatella Versace, estilista italiana
Lido na Revista do Expresso de 9-6-2012
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O medo da Luz...

«"Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz." 
Platão»

Fui locupletar-me no mural do António Lemos Soares, com esta citação.
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Fred Astaire . "Puttin On The Ritz" (1946)

"This is how we all remember Mr. Astaire. From the movie "Blue Skies" (1946) also starring Bing Crosby."

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The Charlatans

Não era apenas uma questão musical, era sobretudo de atitude.
Este gang, os Oasis, os Blur, os Stone Roses e outros eram para seguir (ponto).
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Friends . "Friend Crush" (2011)

With Samantha Urbani.
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Elton John . "Rocket Man" (1972)

Gosto deste registo de Sir Elton John!
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Orelha Negra . "M.I.R.I.A.M. X Vhils" (2011)

Made in Portugal. 
Vi-os ao vivo no ano passado, julgo.
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The Walkmen . "Heaven" (2012)

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terça-feira, 12 de junho de 2012

Os dois caminhos opostos

Portugal vem assumindo uma curva descendente em relação ao paralelo que fomos em Monarquia, é uma realidade inequívoca e indesmentível.

Não venham os habituais e medianos analistas do quotidiano dizer que não se trata de um problema de regime com o argumento de que “o País é o mesmo”. Nada mais falso senhores “pacificados”! Em 5-10-1910 muito mudou, diria mesmo…tudo mudou! A realidade é que foram os próprios republicanos a criar a destrinça formal (e real) que deu azo a esta via republicana aos tropeções que ainda estamos inseridos. Tratam-se de dois regimes diferentes e os republicanos quiseram, inclusive, demarcar-se do passado instalando tons de origem francesa na sua bandeira em abundante vermelho.

Neste contexto vem, inevitavelmente, a referência ao meu escrito sobre as “formigas”, ou seja perante a crise perdurante: antes de qualquer remedeio às nossas finanças, à nossa economia, à nossa Justiça, à nossa política e aos seus agentes, etc, é preciso solucionar o regime! Este é que é o busílis do nosso Portugal a submergir. Este, o actual, de ré em república, já vai em três actos e nada de melhoras…bem pelo contrário.

A nossa indissociável Monarquia foi apenas uma, una, durante 767 anos e fomos aquilo que fomos…são os factos que o revelam.

Referendo impõe-se!
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Short note

A Monarquia britânica vem desde do século IX e havia uma Távola Redonda!
A república portuguesa vem desde de 5-10-1910 e ficamos todos “quadrados”!
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Respeito Vs Seguidismo

Antes havia respeito e admiração pelos nossos Reis.
Hoje existem seguidismos tentaculares para poderem viver como “reis”…
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Ao Rey

Um texto muito belo, escrito por uma mulher que sabe firmemente o que quer. Admirável.
Associo-me à autora e, como ela, também “assino em nome do povo e pelo povo”.
Retive este excerto:
«O meu país tem um Rei que nunca fugiu, nunca nos abandonou, nunca virou costas, nunca foi para outras bandas "tratar da vidinha". O meu país tem um Rei que nunca se escondeu, nunca se negou e nunca nos traiu.»
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A cegueira

A propósito do jacobinismo republicano, que muitos refastelada e desinteressadamente vão deixando passar, não consigo evitar de trazer à colação aquele velho ditado:
«Mais cego é aquele que não quer ver.»
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Portugal: O País pior resolvido na História mundial

Vi a última “Moeda de Troika” e gostei de se ter abordado o tema das Monarquias Constitucionais, por via do Jubileu de Isabel II de Inglaterra. 
Gostaria de dizer que estou (e sempre estive) sintonizado com a posição que expressou Rita Ferro em relação a Diana de Gales, que não era nenhuma plebeia…frise-se.
Refiro também que entendo plenamente o que disse Herman José quando afirmava que receber a comenda soube-lhe a pouco (ou algo próximo disso). Uma cerimónia abaixo das expectativas para algo tão importante numa carreira de vida, tendo ele comparado (novamente) com o caso inglês.
Em contexto, a Ana Mesquita focou o seu agrado na beleza dos ritos e do protocolo (monárquico) inglês.
Neste sentido, é importante dizer que Portugal padece de um problema degenerativo e ilegítimo chamado república. As únicas duas coisas que são necessárias é que se fale e se informe sobre o que foi a nossa Monarquia durante 767 anos e o que são hoje as mais modernas e progressistas sociedades humanas: Monarquias (ver os índices de desenvolvimento humano e o de democracia).
É importante que se veja qual é o real condicionador daqueles aspectos que todos os intervenientes referiram sobre este tema, no decurso do programa, pois ele tem um nome: república.
Portugal é sujeito na sua sociedade a tantos testes de medição de qualidade, inquéritos de procedimentos e boa conduta e não faz o mais importante de todos como fizeram (com monarquias bem mais recentes que a nossa) os brasileiros, os gregos, os italianos ou os espanhóis: um “inquérito” (referendo) sobre o regime que preferiam ver democraticamente instalado.
A república derrubou uma democracia e um regime quase oitocentista à força bruta e das armas e está tudo calado até hoje?! Portugal é o país mais mal resolvido que conheço na História mundial, pelos exactos motivos que referi e pelas razões que nos levaram ao estado em que chegamos de ré em república.
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Azul e branco em contas que são vermelhas e verdes...

Foi preciso o único representante do Grande, Fundacional, Genuíno e Atlântico Portugal azul e branco que fomos (e ainda podemos ser) mostrar o respeito pátrio e a lembrança por aqueles que, isolados das suas famílias, pela guerra no Ultramar, deram literalmente sua vida pela única coisa que tinham para se agarrar: um rectângulo verde e vermelho com uma esfera amarela ao meio.
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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Cada vez mais malta a escrever e a tocar no cerne do nosso mais central problema: o regime (II)
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Cada vez mais malta a escrever e a tocar no cerne do nosso mais central problema: o regime (I)
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domingo, 10 de junho de 2012

Short post (of the moment)

Foi a Grécia, a Irlanda e Portugal...tudo repúblicas a levarem com a austeridade.
Espanha leva 40 a 100 mil milhões, sem austeridade. 
Até nisto me sinto descriminado por ser uma república...o peso é outro.
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«Dia de Portugal?»

«O patriotismo está para a sociedade organizada em Estado como a devoção filial ou o amor estão para os indivíduos. (...) O grande drama português é o do eclipse do patriotismo. Dizemos eclipse e não desaparição. Como todos os sentimentos, tem de ser cultivado, inculcado e exercitado. Tem de ser exibido. O patriotismo é um mito político colectivo e deve estar acima dos regimes e das circunstâncias. A tragédia portuguesa dos últimos quarenta anos tem precisamente a ver com a destruição metódica e tudo quanto fazia o nós que não se questionava.

Miguel Castelo Branco na integra aqui»

Visto aqui.
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Ouvido hoje, dito pelo meu melhor Compincha:

«Se um reino se dividir contra si mesmo, tal reino não pode perdurar; 
e se uma família se dividir contra si mesma, essa família não pode subsistir.» 

Evangelho segundo S. Marcos 3,20-35. 

Com as necessárias adaptações em relação a Portugal, o Herói Henrique Paiva Couceiro dizia: 
«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)»
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sábado, 9 de junho de 2012

Em fase de Euro...

É isso que se pretende: a proeza filha do saudável patriotismo! Estes foram os últimos a surpreender o mundo.
"A portuguesa", concebida pelo monárquico Alfredo Keil em dedicatória a D. Miguel II de Portugal (e aproveitada pelo republicanismo). "A portuguesa" enquanto manifesto pátrio contra o Mapa Cor-de-Rosa, manifesto de insubmissão aos grandes...mostra da nossa coragem.
O único símbolo que mantinha em Monarquia: o Hino!
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sexta-feira, 8 de junho de 2012

Jubileu | 2012 | Isabel II de Inglaterra

Lá, no hino deles, cantam a Rainha pois para eles a Rainha é o País (como era para nós, quando éramos mais felizes e algo mais até 5-10-1910).
Por cá...é como diz o Nuno Castelo-Branco: “Por cá é o que se sabe”
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quinta-feira, 7 de junho de 2012

The Great Gatsby

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É simples!

Deixemo-nos de coisas confusas e complicadas, como p-r-e-s-i-d-e-n-t-e, que nos complicaram a vida e passemos a algo simples e objectivo que nos rendeu mais: rei.
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Referências? república | Selecção Nacional | Monarquia

Porque não há consenso dos portugueses em volta da república e do seu presidente, mas, ao contrário, há consenso generalizado em volta da Selecção Nacional gerando-se sinergias positivas?
É ver aquilo que somos enquanto Nação/Estado e aquilo que somos enquanto potência desportiva. 
Só avançamos unidos! Em república só nos afastamos cada vez mais desse propósito/objectivo. Sejamos progressistas e sejamos os 1.ºs na Europa a dar um exemplo de melhor democracia e mudemos para Monarquia.
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Provindo do riquíssimo mural do meu estimado amigo António Lemos Soares:

«"Cumpre ter sempre presente, que a Lusitânia é habitada pela mais poderosa das nações hispânicas; e que achando-se já subjugadas as outras, é esta a que se atreve ainda a deter as armas romanas.
Não provém a sua força do número dos seus habitantes, mas da sua resistência devida a um temperamento tenaz e incansável, a uma dignidade individual que antes prefere a morte a qualquer aparência de escravidão".

Carta do Pro-cônsul Caio Lellio ao Senado de Roma»
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'Pás' meninas!

Para quem aprecia estilo, dou-lhes uma fonte de inspiração nele...quando ele ainda existia no topo de referência portuguesa: a nossa representação.

Era para ser para o centenário... (acabou por se traduzir num lenço [a montanha republicana pariu ratos...ups...perdão...um rato]).

Mas como na necessidade de referências a essa parte (100 anos de ré pública em 3 actos - mormente "o Zé" e a Maria Cavaco e demais), Portugal perdeu a classe e o estilo. Neste contexto, o encruzilhado Tenente teve de ir buscar a referência, lógica e inequivocamente, à nossa Monarquia. Eh, eh, eh...esta é mesmo uma ré pública de loucos e, claro, without style!

Nota: No passado Maio, no mesmo Palácio Real da Ajuda, ainda lá estava um vestido do Tenente inspirado em S.M. a Rainha Dna. Maria Pia, conforme se pode confirmar nesta minha foto:



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Extraído d' "A Caixa", das melhores obras de Manoel de Oliveira

«Diálogo entre o Professor José Duarte Costa e Ruy de Carvalho na taberna sobre a guitarra clássica. Termina com a adaptação de José Duarte Costa do Avé Maria de Schubert para Guitarra
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The Beatles . "Yellow Submarine" (1966)

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Max Sedgley . "Slowly" (2007)

Via Alf.
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Tony Bennett . "Anything Goes" (1959)


From the "Strike Up the Band", that is a 1959 studio album by Tony Bennett with Count Basie and his Orchestra. 
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Memória de Peixe . "Fontana Park" (2010)

Made in Portugal.
Lembram-me os Dif Juz da 4AD.
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The Charlatans . "Sunset And Vine" (2006)

Num registo completamente diferente deles...e apenas instrumental.
Como só havia este vídeo nos tubes, vão ter de passar a vista por um rol de produtos de Leste..."potencialmente alcoólicos"!
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Thaís Gulin e Chico Buarque . "Se eu soubesse" (2011)

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Laurel Halo . "Light and Space" (2012)

Preview...
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Antonio Carlos Jobim . "So Danço Samba" (1963)

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quarta-feira, 6 de junho de 2012

6-6-1975

A propósito do 6/6/1975, aqui temos um claro e óptimo exemplo como era (éramos tratados) em Monarquia e como estão agora as Lombadas
Em república só levamos "lambadas"! Aqui somos azuis e brancos (tal qual era o estandarte de Afonso Henriques) e não vermelhos como a república!
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terça-feira, 5 de junho de 2012

Em Dia do Ambiente, fica o apontamento:

O Príncipe Alberto I do Mónaco, os Açores e a amizade com Carlos I de Portugal, face à paixão comum pela Oceanografia.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!