Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 6 de agosto de 2016

Só para Relembrar

No xadrez a Rainha protege sempre o Rei.

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domingo, 3 de maio de 2015

Já que são tão avançadas, actuais e modernas, então porque...!?

Para reflectir.

Alguém sabe quantas mulheres chefe de Estado existiram na história de alguns dos mais emblemáticos regimes republicanos do mundo, concretamente EUA, França, Alemanha e no nosso, não tão emblemático, Portugal?

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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Reinos

Ainda bem que as formigas e as abelhas são sempre leais às suas rainhas, não fosse alguma república desorganizar aquilo tudo e acabava-se, por exemplo, o que era doce!

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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Constatado e sentido em Espanha ...in loco

Pelo facto de saber-se que o País tem um Rei, uma Rainha tão respeitada e evocada em grandes monumentos e um príncipe estimado pelo povo, o cidadão comum espanhol, seja ele de que origem social for, exerça a profissão que execer, seja de que crença ou etnia for, sai sempre mais dignificado.
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quinta-feira, 22 de março de 2012

O valor...

As pessoas não devem ser valorizadas pelo que nascem, mas sim pelo que desenvolveram desse nascimento.
É precisamente por isso que prefiro um Rei/Rainha para chefe de Estado…toda a vida está a aprender e a desenvolver qualidades para nos servir.
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

É por estas e por outras que tenho mais é que defender uma Monarquia Constitucional!

(Vitória, pela Graça de Deus, Rainha do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e dos Seus Outros Reinos e Territórios, Chefe da Comunidade Britânica e Defensora da Fé e Imperatriz da Índia)
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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

As obreiras e a Rainha!

O problema de Portugal é que as “obreiras” trabalham cegamente com aquilo que lhes dão (ou com aquilo que lhes vendem), sem nunca questionarem a origem, os antecedentes e as finalidades nunca percebendo que não estão a “trabalhar” para a origem certa: “a Rainha”!
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domingo, 17 de abril de 2011

‎"Pau que nasce torto, morre torto"

Como diz o nosso amado povo: “pau que nasce torto, morre torto”. Ora, esta república com 100 anos encaixa-se precisamente nesse dizer. Manchada de sangue, imposta de uma forma antidemocrática, pela força das armas, sobre um regime então livre, liberal e democrático, só envergonha Portugal e os portugueses. Quatro falências económicas com recurso externo. Que legitimidade tem ela ainda hoje? Quando foram os portugueses ouvidos sobre se queriam este regime imposto por um partido em 1910?
A nossa Monarquia foi e seria algo diferente. Trazia (por via referendária), e em primeira instância, uma nova alegria…um novo começo. Um novo fulgor para as nossas gentes! Basta-nos saber que em Monarquia fomos outros, fomos grandes e médios…nunca pequenos. Nunca falimos. E quando tivemos dificuldades, porque as tivemos em Monarquia, soubemos as ultrapassar com o nosso próprio esforço e desembaraço. E porquê? Porque a mentalidade era outra! Uma mentalidade que nenhum de nós conheceu. Por isso se dê, ao menos, o benefício da dúvida, pois nem sempre fomos assim…república. Éramos objectivamente mais unidos, mais unidos em volta das figuras do Rei ou Rainha!
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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

A república | O «Carnaval» | E a «Liberdade de expressão»

Para que haja memória! Nunca houve uma reacção pública, pós 05/10/1910, contra os autores e ideólogos assassinos republicanos que mataram S.M. O Rei de Portugal D. Carlos I e seu filho o Príncipe Real no ano de 1908.
Porém, cem anos depois, em pleno ano de 2008, vejam-se estas as imagens...
Conforme um dos "iluminados" do vídeo afirma: «é Carnaval !»; «liberdade de expressão...». Perante o cenário que se vê, neste contexto do nosso Portugal republicano, o que dizer... É difícil...sabemos.
Como se torna complexo imaginar similar cenário, com tão distorcido contexto, em países como a Suécia, a Dinamarca, a Inglaterra, etc, etc.
Em suma, estas imagens revelam um absoluto, inegável e péssimo sintoma em democracia...

Post Scriptum: Porque acreditamos na Monarquia !? Por variadas razões... mas aqui fica apenas mais um distinto e elevado fundamento: «Quero bem a todos os Portugueses, mesmo àqueles que me fizeram mal (...)». Estas foram algumas das últimas palavras de S.M. a Rainha D. Amélia de Portugal em 1951.
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sexta-feira, 31 de julho de 2009

A Mulher e a chefia de Estado em Portugal

Quantas (mulheres) chefes de Estado existiram em Portugal após 1910 ? Resposta: 0. E antes de 1910 ? Resposta: 2.
D. Maria I
D.Maria II
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)