Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

sábado, 24 de agosto de 2019

O Último Beijo do Kaiser


Este é o título em português atribuído ao filme de David Leveaux, de 2016, baseado no livro de Alan Judd, “The Exception”, que remonta a 1940, um ano antes do falecimento de Guilherme II da Alemanha, e de uma súbita necessidade dos nazis enviarem um destacamento para uma alegada proteção ao ex-Monarca, fora do poder há 22 anos...

Para esse efeito, e para liderar aquele destacamento, incumbiram o Capitão Stefan Brandt, soldado integro e na prateleira, por ter esmurrado, na Polónia, uns oficiais da Schutzstaffel, comummente designada por SS, os quais trucidaram de metralhadora, implacavelmente, indo além da missão, um grupo de polacos e polacas...incluindo crianças. 

Inicialmente o soldado, habituado a frentes de batalha, parte para os Países Baixos, já tomados pelos exércitos de Hitler, pouco entusiasmado com a missão confiada, onde se encontrava Guilherme II, para reforçar a proteção do ex-Imperador da Alemanha e ex-Rei da Prússia, no palácio em que se encontrava exilado em Huis Doorn. A guarda principal de Guilherme da Prússia antes pertencia ao seu leal conselheiro e sempre próximo ajudante o Coronel Sigurd von Ilsemann, que seguia a tradição monárquica e as respetivas vestimentas militares da Alemanha Imperial e não aquelas desenhadas, por Hugo Boss, para os nacional socialistas.

Após a chegada de Brandt, e contrariamente à sua espetativa, acontecem uma série de desenvolvimentos que a missão, inicial e aparentemente enfadonha, tornou-se enormemente agitada com um rol de inúmeras peripécias de elevado risco.

Interpretado superiormente por Christopher Plummer, o papel do ex-Kaiser releva um homem idoso mas mais consciencioso, contrariamente ao impetuoso jovem Imperador que reinou o Império Alemão entre 1888 e 1918, com alguns erros, quiçá, como defendiam alguns especialistas médicos, alicerçados na sua infância arreigada à deficiência que transportava de nascença - braço esquerdo inválido com paralisia de Erb, sendo cerca de 15 centímetros mais curto do que o direito, curiosamente muitíssimo mais apto a reinar, inclusive, terminando a sua vida com a grande vitória de não se vergar e se misturar com os nazis, nem tão pouco, mesmo arriscando a sua vida, face aos novos poderes germânicos instituídos à data, mantendo a coerência perante o seu antigo inimigo, não aceitando um convite de asilo político, na Inglaterra, por parte do Primeiro Ministro, Winston Churchill, com a promessa que se os aliados fossem vencedores, seria restaurada a Monarquia na Alemanha.

Mas este filme surpreende por, acima de tudo, e agora, em férias, que é a única oportunidade que possuo para ir atualizando alguns filmes que seleciono durante o ano, ter podido ver, pela primeira vez, e através da personagem de Heinrich Himmler, sem quaisquer rodeios, a claríssima focagem, ao contrário das grandes produções americanas, pagas pelo lóbi dos judeus ricos de Nova Iorque, que se limitam a salientar a inequívoca maldade generalizada do regime nazi, o seu aparato bélico ou regimental, no espelho da verdadeira natureza política do partido, i.e. TRABALHISTA...ou seja, de esquerda e socialista extremista.

A grandiosidade do filme advém precisamente dos contrastes. Dos contrastes entre a Monarquia e a república, dos contrastes entre a antiga Alemanha cristã vs a Alemanha sem valores nacional socialista comandada pelos nazis, para quem a liberdade pouco interessava, apenas existindo a vontade regular, regulamentar tudo e governar a qualquer custo...e, em regra, com escassa categoria e polidez.

Em suma, este é um filme que, sendo parcialmente um romance, recomendo ver, terminando, este meu texto, reproduzindo abaixo o diálogo entre Brandt e Ilsemann (este último que no início via o primeiro com desconfiança e que no fim agradece-o), precisamente quando o capitão se apercebe que tipo de regime estava a servir, por comparação com aquele que representava a antiga Alemanha e o qual começa a preferir pelo diário e próximo contato com o Kaiser e pela sua postura.

Captião Stefan Brandt : Can an officer have a loyalty to anything greater than his country?
Coronel Sigurd von Ilsemann : First, he must answer the question "What is my country and does it even still exist?"

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#ParedesDeCoura2019


New Order

Muitas palavras existiriam para tentar transmitir como foi o concerto dos New Order em Paredes de Coura, contudo, estas são as poucas que consigo proferir:

A classe e a categoria que ‎Bernard Sumner, líder dos New Order, sempre me transmitiu veio, de facto, a comprovar-se no Concerto do passado dia 15 de agosto de 2019, em Paredes de Coura.

Sumner, em especial, e os New Order, em geral, tiveram sempre, ao longo do espetáculo, uma enorme generosidade. Essa manifestava-se de diversas formas, por exemplo, e apesar do seu longo e sustentado prestígio, ao deixarem as TVs gravarem as imagens, quando bandas como os Suede ou a Patty Smith, não deixaram.

Bernard esteve sempre em interação com o público, tendo chegado mesmo, em resposta a um fã, a pedir as baquetas do seu colega e amigo de longa data, ‎Stephen Morris, para entregar ao aludido fã.
Houve um fã que invadiu o palco para abraçar o vocalista e tirar uma selfie com ele, sem que Bernard Sumner, apesar do rapaz intruso ter sido rapidamente retirado do palco, nunca descurasse de ser afável, calmo e compreensível com toda a situação gerada.

Um aspeto que me deixou absolutamente fascinado, foi o facto de, genuinamente, e do princípio ao fim do concerto, assistir a várias gerações cantarem e dançarem os New Order naquele festival, aspeto que se deve à intemporalidade ou, no mínimo, ao efetivo progressismo da banda que, ainda hoje, recolhe frutos e está perfeitamente no seu tempo.

Por fim, e após o encore (uma vez mais revelando a enorme simpatia dos ingleses com as pessoas presentes), e quando a banda saía, o público todo cantava repetidamente: "Love, love will tear us apart again". Arrepiante!

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Na mão de Deus

Poema escrito pelo, mais que escritor, filósofo, Antero de Quental:

«Na Mão de Deus

Na mão de Deus, na sua mão direita, 
Descansou afinal meu coração. 
Do palácio encantado da Ilusão 
Desci a passo e passo a escada estreita.

Como as flores mortais, com que se enfeita 
A ignorância infantil, despojo vão, 
Depois do Ideal e da Paixão 
A forma transitória e imperfeita.

Como criança, em lôbrega jornada, 
Que a mãe leva ao colo agasalhada 
E atravessa, sorrindo vagamente,

Selvas, mares, areias do deserto... 
Dorme o teu sono, coração liberto, 
Dorme na mão de Deus eternamente!

Antero de Quental, in "Sonetos"»

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Defesa do legado do Ambiente


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Não são precisas palavras




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Retrocessos


Agora é ver aquilo como está como república...nada de estranho para nós portugueses...

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Recebido via Brasil - D. Pedro ll do Brasil (1840-1889)

«Quando D. Pedro II do Brasil subiu ao trono, em 1840, 92% da população brasileira era analfabeta. Em seu último ano de reinado, em 1889, essa percentagem era de 56%, devido ao seu grande incentivo a educação, a construção de faculdades e, principalmente, de inúmeras escolas que tinham como modelo o excelente Colégio Pedro II.

A Imperatriz Teresa Cristina cozinhava as próprias refeições diárias da família imperial apenas com a ajuda de uma empregada (paga com o salário de Pedro II).

(1880) O Brasil era a 4º economia do Mundo e o 9º maior Império da história.

(1860-1889) A média do crescimento econômico foi de 8,81% ao ano.

(1880) Eram 14 impostos, atualmente são 98.

(1850-1889) A média da inflação foi de 1,08% ao ano.

(1880) A moeda brasileira tinha o mesmo valor do dólar e da libra esterlina.

(1880) O Brasil tinha a segunda maior e melhor marinha do Mundo, perdendo apenas para a da Inglaterra.

(1860-1889) O Brasil foi o primeiro país da América Latina e o segundo no Mundo a ter ensino especial para deficientes auditivos e deficientes visuais.

(1880) O Brasil foi o maior construtor de estradas de ferro do Mundo, com mais de 26 mil km.

A imprensa era livre tanto para pregar o ideal republicano quanto para falar mal do nosso Imperador.
"Diplomatas europeus e outros observadores estranhavam a liberdade dos jornais brasileiros" conta o historiador José Murilo de Carvalho. Mesmo diante desses ataques, D. Pedro II se colocava contra a censura. "Imprensa se combate com imprensa", dizia.

O Maestro e Compositor Carlos Gomes, de “O Guarani” foi sustentado por Pedro II até atingir grande sucesso mundial.

Pedro II mandou acabar com a guarda chamada Dragões da Independência por achar desperdício de dinheiro público. Com a república a guarda voltou a existir.

Em 1887, Pedro II recebeu os diplomas honorários de Botânica e Astronomia pela Universidade de Cambridge.

D. Pedro II falava 23 idiomas, sendo que 17 era fluente.

A primeira tradução do clássico árabe “Mil e uma noites” foi feita por D. Pedro II, do árabe arcaico para o português do Brasil.

D. Pedro II doava 50% de sua dotação anual para instituições de caridade e incentivos para educação com ênfase nas ciências e artes.

Pedro II fez um empréstimo pessoal a um banco europeu para comprar a fazenda que abrange hoje o Parque Nacional da Tijuca. Em uma época que ninguém pensava em ecologia ou desmatamento, Pedro II mandou reflorestar toda a grande fazenda de café com mata atlântica nativa.

A mídia ridicularizava a figura de Pedro II por usar roupas extremamente simples, e o descaso no cuidado e manutenção dos palácios da Quinta da Boa Vista e Petrópolis. Pedro II não admitia tirar dinheiro do governo para tais futilidades. Alvo de charges quase diárias nos jornais, mantinha a total liberdade de expressão e nenhuma censura.

D. Pedro II andava pelas ruas de Paris em seu exílio sempre com um saco de veludo ao bolso com um pouco de areia da praia de Copacabana. Foi enterrado com ele.

Fonte: Biblioteca Nacional RJ, IMS RJ, Diário de Pedro II, Acervo Museu Imperial de Petrópolis RJ, IHGB, FGV, Museu Nacional RJ, Bibliografia de José Murilo de Carvalho.»

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A república nunca foi chefiada por mulheres

Sendo Portugal uma Nação pertencente à dita civilização ocidental, e tomando um determinado prisma, bem como nunca descurando que as mulheres, genericamente, no passado, foram vitimas da supressão de direitos essenciais que, erradamente, só abrangiam os homens (apenas relembrando que um dos direitos mais importantes - o de voto - curiosamente lhes foi atribuído pelo Estrado Novo), mas, igualmente, não deixando de trazer à colação alguns movimentos feministas civilizacionalmente desequilibrados, devo confessar a minha estranheza que, em pleno século XXI, e em 3 (três) repúblicas (1910 a 2019) que alguma mulher se reveja neste regime republicano instalado e altamente masculinizado, em que mulher alguma vez ocupou o cargo da chefia de Estado, apesar de ocuparem, cada vez mais, cargos de elevava importância no nosso País. Comparativamente, como é possível, nos séculos XVIII e XIX, termos tido duas mulheres - D. Maria I e II, que levaram muitos homens a se sacrificarem por elas, porquanto para eles as Rainhas personificam Portugal e, acima de tudo, um ideal, ao ponto de renunciarem à sua própria comodidade, à comodidade das suas famílias, serem levados ao exílio, perdendo muita coisa (material e espiritual), em muitos dos casos a própria vida orgulhosamente por uma(s) mulher(es).

Mais estranho se torna, quando em plena atualidade, temos muitos países monárquicos, onde de forma mais emblemática se destaca a Grã-Bretanha, em que várias são as mulheres chefe de Estado…e que muitos homens admiram e seguem com regozijo.

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Os ingleses


"Nisto e noutras coisas que vendo bem vêm sempre dar aqui".


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Após a formatação

Pelo que vemos no dia a dia no nosso Portugal, comparativamente àquilo que já fomos, e ainda tomando os exemplos de países como o Japão, a Noruega, a Suécia, a Dinamarca, a Holanda, a Espanha, a Inglaterra, o Canadá, a Austrália, etc, a república foi um efetivo downgrade que nos aconteceu.

Fazer agora um upgrade não será coisa fácil, face à classe política que em geral temos e pelo que se rege, bem como um povo que ainda carece de muita formação, instrução, educação ...como queiram designar...após 109 anos de formatação republicana.



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In Memoriam | Alexandre Soares dos Santos

“Partiu para a outra margem” um homem fulcral para Portugal, mesmo do alto dos seus 84 anos: um empreendedor.

Um homem que não tinha um pingo de medo de apontar a verdade ao nosso atual sistema e aos seus alimentadores, regime esse instalado há 45 anos, ou seja, viciado e sem renovação há mais tempo que, por exemplo, o Estado Novo. 

Precisamos, urgentemente, de um novo ciclo, de uma nova Constituição (ou deixar de a ter como o sistema inglês) e Alexandre Soares dos Santos há muito que tinha percebido isso e sempre nos alertou.

Grato.

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1989 - 2019

A qualidade do carácter, a coragem, a determinação, a bondade, a vontade indómita, o poder, são, nomeadamente, características vincadamente definidoras do Homem. 

Contudo, e apesar das preditas características, existem muito poucos de nós que vão para além disso tudo. Eis um dos raríssimos exemplos que situa num patamar superior.



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Feminismo doentio

Quando as mulheres ocupam já pontos de poder fulcrais no mundo, como a efetiva liderança da Europa (e da Alemanha e não só da União Europeia...), por Angela Merkel, do FMI, da Comissão Europeia, de vários países no planeta, de grandes grupos financeiros (em Portugal temos dois casos), etc, etc, e as coisas, curiosamente, até não estão a melhorar, sobretudo, ao nível da UE, estando mesmo a piorar, é com posts destes, como o da Sofia Vala Rocha, que como já disse, e repito, enumeras vezes, que isto não está a ir por bom caminho e poderá chegar a uma altura, até porque as mulheres estão em maioria, que, infeliz e desnecessariamente, podemos chegar ao cúmulo, abstratamente falando, desta personagem do "formador de machismo", interpretada por Tom Cruise, extraída do filme de Paul Thomas Anderson, Magnolia, se torne realidade.


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Cristalinamente factual



«A 13 de Julho de 1973, o Governo de Marcelo Caetano faz publicar no Diário da República a sua sentença de morte. Tratava-se de um simples decreto-lei, número 353/73, que permitia aos oficiais contratados pelo Exército para complementar o quadro de oficiais profissionais (Quadro Permanente, QP) aceder ao QP mediante um curso intensivo na Academia Militar.

O decreto-lei pretendia minorar a situação de falta de oficiais nas fileiras do Exército, a que havia conduzido a guerra colonial.»

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"Marqueçonaria"

O pai de vários aspetos péssimos para a Nação e que começaram com o Marquês de Pombal, sendo que o pior de todos perdura até hoje...

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Sacrifício pela descoberta

«Quantas naus foram ao fundo e eu fui mais além”

In ‘A Voz do Deserto’, Sétima Legião, álbum ‘O Fogo’, 1992.

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Frases tramadas de ler

«Adquirir mais educação e competências não irá oferecer, necessariamente, uma protecção eficaz contra a automação dos empregos»

Martin Ford, futurista, autor e especialista em Inteligência Artificial.

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Paz efetiva

«Não chega falar de paz. Há que acreditar. E não chega acreditar. Há que trabalhar para a alcançar.»

Eleanor Roosevelt.

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Belo

«Belo é tudo quanto agrada desinteressadamente.»

Kant.

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Repouso e relaxamento

«É muito importante reaprender a arte de repousar e relaxar»

Thích Nhất Hạnh, monge budista, pacifista, escritor e poeta vietnamita.


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Liberdade à força...ou à forca

«Liberdade, quantos crimes se cometem em teu nome.»

Madame Roland, 1 dos 40 mil guilhotinados na Revolução Francesa

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A Verdadeira Grandiosidade

«O mais grandioso não é que o homem tenha pisado a Lua, mas que Deus tenha pisado a Terra».

Prof. Dr. José Maria André citando um amigo.
In Correio dos Açores.

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O preço do pensamento livre

«Para se poder pensar, é necessário correr o risco de ser ofensivo.»

O professor de psicologia canadiano Jordan Peterson vai lançar o Thinkspot, um site “anti-censura” onde apenas será retirado conteúdo se um tribunal o ordenar.

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Confiança

«A confiança é o sistema imunitário da sociedade»

Rachel Kleinfeld.

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Excelência

«Não é a perseguição da excelência que conduz à realização pessoal, mas é a procura da realização pessoal que conduz à excelência».

Todd Rose

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Mais a partir do século XIX

«Somos uma praga na Terra.»

David Attenborough

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Ética

«A ética exige qualidade humana superior.»

Manuela Silva, nova Provedora de Ética da EDP, in VER.

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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part VI


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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part III


Em português


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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part II



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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part I


Made in Portugal


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sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Família Real Belga em S. Miguel


Primeiramente, boas vindas, a S. Miguel, à Família Real Belga.

Em segundo lugar, excelente notícia: reitero o ultimo parágrafo deste texto.

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terça-feira, 23 de julho de 2019

domingo, 7 de julho de 2019

In Memoriam

Obrigado João!

João Gilberto & Stan Getz (1963)


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domingo, 30 de junho de 2019

Transferência de Competências para as Autarquias Locais e Entidades Intermunicipais

Mais uma excelente exposição do meu caro, muito estimado e especial amigo (Prof. Dr.) António Lemos Soares, Professor do Estudo do Direito da Universidade do Minho.

Brilhante iniciativa e muitos parabéns aos promotores.


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quinta-feira, 20 de junho de 2019

Sábado

Interessa-me, sobretudo, a opinião do 1.º dos portugueses.

Quando anteriormente existia uma absoluta descriminação quanto ao ideal monárquico, agora, e aos poucos, começa a ser auscultado como em qualquer país que se quer de progresso.

Parabéns à Sábado!

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sexta-feira, 14 de junho de 2019

Símbolos?

Símbolos? Mas a ré_pública tem símbolos (verdadeiros sem ser no papel)!?

Neste artigo, só vejo "furtos" de simbologia à nossa Monarquia.

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segunda-feira, 10 de junho de 2019

Benjamim Clementine


O espetáculo foi ontem e, sobretudo, surpreendente.

Fui surpreendido, não estava espera. Conhecia, razoavelmente, os temas principais de Clementine, mas não são os melhores.

O quinteto de cordas é absolutamente fabuloso.

Este senhor é dono de uma voz inacreditável, ele faz o que quiser com ela.

Além de ser um grande performer, é um fabuloso escritor de música e um homem espiritual (benze-se no início dos espetáculos) e positivamente marcante na nossa memória e consciência...alguém que chegou a viver na rua e na profunda pobreza material.

Srs. e Sras...Benjamim Clementine!


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D. Pedro de Aviz






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Dia dos Açores e da Autonomia







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segunda-feira, 27 de maio de 2019

"El rey Juan Carlos se retira de la vida pública"

Ninguém é perfeito, mas há uma aspeto que é, indubitavelmente, factual: a Espanha e os espanhóis devem muito ao Rei Juan Carlos.

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segunda-feira, 20 de maio de 2019

Tentativas e concretizações

As habituais práticas “democráticas” dos republicanos, as mesmas usadas sempre, por exemplo, como a 1-2-1908 em Portugal.

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sábado, 18 de maio de 2019

O Hodierno Desafio por El-Rei D. Carlos

Independentemente de ser-se monárquico ou republicano, é com tristeza que verificamos a total ausência de uma referência, efectivamente marcante e pública, concretamente, de uma estátua por quem foi tão determinante para a Autonomia Açoriana, 'in casu', de El-Rei D. Carlos que a formalizou, já sem descurar da sua deslocação Institucional ao Arquipélago (sendo o primeiro monarca a fazê-lo) e do trabalho oceanográfico que desenvolveu nos mares dos Açores.

Existe pertinência histórica e cultural em homenagear, perante os açorianos, de modo a que eles nunca se esqueçam, quem lhes conferiu a sua Autonomia e, inerentemente, o maior respeito alguma vez dirigido, objectivamente, por um monarca, aos Açores.

Daí que o poder público talvez devesse ponderar sobre este assunto e, eventualmente, equacionar erigir uma estátua numa praça ou noutro lugar digno e central em São Miguel, com fundamento no facto de ter sido nesta Ilha que foi içada a primeira bandeira monárquica da Autonomia nos Açores.

À semelhança daquilo que os picarotos, e muito bem, fizeram, ao erguer uma estátua a D. Dinis (conforme artigo já publicado nesta página), ou ainda da enorme inscrição das Armas Reais na Igreja da Misericórdia na Ilha Terceira, que se julga justo, e à semelhança, fazer o mesmo a D. Carlos em São Miguel, podendo ser elaborada uma peça escultórica, adjudicada a um escultor preferencialmente açoriano, cujas dimensões seguissem, ao menos, aquelas concretizadas na citada imagem “d’O Lavrador” que, em estrito rigor, até teve menor ligação aos açorianos do que o cognominado “O Diplomata”, que para nós, açorianos, foi quem executou o acto determinante para sermos autónomos.

Pelo que, face ao exposto, aqui fica o desafio a todos os micaelenses, sejam monárquicos ou republicanos, que após reflectirem sobre este texto e se entenderem pertinente esta proposta de homenagem, podem sugerir ideias que encontrem uma via, quiçá, num futuro próximo, a ser institucionalmente apresentada às entidades competentes.

Fonte - RAISM.

Imagens - Direitos Reservados ao(s) seu(s) respectivo(s) autor(es) ©️.



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sábado, 11 de maio de 2019

Nova era!

Uma nova era, na minha opinião, para a civilização mais avançada do mundo e para o seu Imperador.

Aspetos positivos, outros a ultrapassar. Como milenarmente sempre souberam resolver os seus problemas, certamente os do presente serão, uma vez mais, ultrapassados.


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"Não são os pobres que fazem as revoluções em Portugal - são as elites"


A última revolução que foi promovida, genuína e unicamente, pelo povo, foi a da Maria Fonte, historicamente comprovada.

Muitos dizem que foi o último fôlego do Miguelismo, porquanto o Rei D. Miguel era amado pelo povo, mas não pela burguesia e outros...

Além disso, este artigo é insuspeito, porquanto foi, inclusive, estruturado no entendimento de um "Canhoto" (André - Historiador)!

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sexta-feira, 10 de maio de 2019

Maio de 68

Dito por um insuspeito homem de esquerda em relação ao Maio de 68:

"Eu se tiver de escolher entre os polícias e os estudantes, escolho os policias, porque eles é que são verdadeiramente os proletários e os estudantes são os burgueses."

José Manuel dos Santos, citando Pasolini escritor e cineasta, que chegou a estar filiado no PC Italiano.

In 'Prova Oral', hoje, Antena 3.

Moral da História - Não fossem os putos ricos e não havia Maio de 68.

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quarta-feira, 8 de maio de 2019

"Never give up”

Não é preciso ser filósofo para dizer coisas realmente importantes:

"Never give up”

Frase premonitória que o avançado do Liverpool Mo Salah tinha escrita na t-shirt durante o jogo com o Barcelona, em que os ingleses conseguiram o apuramento para a final da Champions, numa reviravolta histórica.

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segunda-feira, 6 de maio de 2019

Coroação do Rei da Tailândia

"Todos nos sentimos unidos."

Isto é verdade. É um sentimento inexplicável. Senti-o 2 vezes.


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quarta-feira, 1 de maio de 2019

“John McEnroe: O Domínio da Perfeição” | “Uma Nação, Um Rei”


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Notre-Dame | Jean-Marc Fournier

Independentemente de termos alguma religião ou sequer acreditarmos em algo superior, julgo ser consentâneo que todos têm, de uma forma generalizada, um objetivo ou foco que promove ou potencia o caminho que queremos seguir e que motiva a nossa vida, seja ele espiritual, ambiental, profissional, político, ideológico, ou outro.

Muitas vezes, esse caminho é alicerçado em materializações que nos ajudam a não desfocar do essencial, daquele caminho que entendemos ser o motor da nossa existência, de tal modo que, por vezes, se tornam fundamentais e mesmo essenciais, subjetivamente, a cada um.

Ora, Jean-Marc Fournier, capelão da Corporação de Bombeiros de Paris, entendeu que existiam determinados valores traduzidos em objetos que, sagrados para ele, importavam, no contexto que aludi, como sendo tão importantes enquanto referências, que a sua vida valia menos que aquelas expressões sagradas.

Pelo que, Jean-Marc Fournier, não hesitou, no meio das chamas, zeloso, procurar, com a sua própria vida, defender aquele património e, assim, salvá-lo.

Acima de tudo o que este Capelão nos deixa como exemplo, além da extraordinária coragem, é que, quando determinados valores de consciência imperam, a vida, em situações específicas, poderá vir em segundo lugar e as motivações (o predito caminho) ganham lugar primordial.

Foto - La Libre.be.

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Produtividade / Hora

Conforme se pode, inequivocamente, atestar, existe, de facto, um problema muito grave de organização em Portugal, que nos faz precisar de muitas mais horas para produzir muito menos (€/hora) que, por exemplo, um Luxemburgo, etc.
Curiosamente, os portugueses quando trabalham lá fora, nos ditos "países mais desenvolvidos", são considerados dos melhores trabalhadores.

In ‘E – Revista do Expresso', pág. 8, 26 de janeiro de 2019


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Asfixiante

Não sou um grande entusiasta da UE, sempre fui uma tipologia de eurocético.

Contudo, com a condução que tem vindo a ser dada à União, sem descurar do controlo alemão, a cada dia que passa, afasto-me, cada vez mais, deste conceito, em especial face à produção exacerbada de legislação extremamente burocratizada que vem de forma quase obsoleta e em sentido contrário àquilo que as sociedades ocidentais, nesta nova fase tecnológica em que vivemos, mais necessitam: simplificação e, porque não, alguma liberdade procedimental.

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#MeNoo

«O Me Too pode estar a trazer uma espécie de moralismo puritano.
É fácil resvalar para esse policiamento que só leva a uma valorização negativa de tudo. Como se só mulheres pudessem fazer filmes de mulheres, homens só filmes de homens, afro-americanos só de afro-americanos...»

Bette Gordon, nascida a 22 de junho de 1955, é uma cineasta norte americana e professora da Escola de Artes da Universidade de Columbia . Ela é mais conhecida por filmes seus como Variety (1983) e Handsome Harry (2009), ambos aclamados pela crítica na América do Norte e no exterior.

In ípsilon, pág. 29, 15 de março de 2019.

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Natalidade e coexistència

«"As mulheres não devem em caso algum renunciar ao poder da reprodução em nome da produção.
Um e outro podem - por entre mil dificuldades, claro - coexistir. 'Dar à luz' é a nossa especificidade de mulheres."

É uma das escritoras mais populares da atualidade e a mais misteriosa também. Não se lhe conhece a identidade. O rosto. Foi "Amiga Genial" que a deu a conhecer ao mundo. O livro foi entretanto adaptado para televisão e a série pode ser vista na HBO.

Assim começa a conversa, por escrito, entre uma professora de literatura da Universidade de Oxford e a autora que escreve em italiano.»

In 'E - Revista do Expresso', pág. 52 e 58, de 2 de março de 2019.

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Naruhito ascendeu ao Trono do Crisântemo, como o 126.º Imperador do Japão

Podia, mas não quis.


Eis a prova do sentido máximo de desapego ao lugar, colocando, acima de tudo, o superior interesse do seu povo por intermédio de um interveniente que esteja mais apto e já preparado para servir o Japão, in casu, um serviço bi milenar. A abdicação levou 10 minutos

2679 anos de Monarquia Imperial, num dos países mais desenvolvidos do mundo, e uma cerimónia, desta importância, leva 5 minutos.Quando comparo com o tempo (desperdiçado) que levam eventos como: os discursos sobre a tomada de posse do PR, todos os anos sobre a implantação da república, etc...está tudo dito sobre onde reside o progresso e a simplificação.

Foto do Ex-Imperador Akihito

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Miguelistas e Liberais - Guerra Civil Portuguesa | A Minha posição

Presentemente, e infelizmente, esta matéria ainda continua a ser muito dilacerante no meio monárquico.

Porém, e ao contrário de qualquer lógica de composição textual, começarei esta exposição e esclarecimento de posição pelo fim, ou seja, pela pessoa de SAR o Sr. D. Duarte Pio, Duque de Bragança e atual Chefe da Sereníssima Casa Real Portuguesa. Este assunto - Miguelistas vs Liberais - é hoje um não assunto, porquanto o Sr. D. Duarte Pio, literalmente, personifica, unifica e representa os dois ramos outrora desavindos, uma vez ser bisneto de El-Rei D. Miguel I por parte paterna e descendente, por parte materna, do ramo liberal de D. Pedro, enquanto filho de Maria Francisca de Orléans e Bragança, bisneta de D. Pedro II, último Imperador do Brasil (filho de D. Pedro de Portugal), e neta da última princesa imperial do Brasil, D. Isabel de Bragança e do príncipe imperial consorte, Gastão de Orléans, Conde d'Eu. Acresce referir que o Sr. D. Duarte Pio é ainda afilhado de batismo de SMF a Rainha D. Amélia e de SS o Papa Pio XII.

D. Miguel I, pela Graça de Deus, Rei de Portugal e dos Algarves, d'Aquém e d'Além-Mar em África, Senhor da Guiné e da Conquista, Navegação e Comércio da Etiópia, Arábia, Pérsia e Índia, etc, reinou Portugal entre 1828 e 1834, e na minha perspetiva jurídica é absolutamente transparente e claro que era ele, de facto e de direito, aquele que deveria ser Rei de Portugal e, sobretudo, os seus descendentes. De ideais católicos e tradicionalistas, os quais defendia com frontalidade, tornava-o pouco apreciado entre a burguesia, mais aberta à influência do ideário liberal, mas gozava de grande popularidade entre o povo, povo que o aclamaria vezes diversas por espontânea iniciativa. Curiosamente, a 25 de abril as Cortes de Lisboa proclamavam D. Miguel Rei absoluto e este convoca a reunião dos antigos três estados do Reino por Decreto de 6 de maio, os quais, em 23 de junho, o confirmam como Rei legítimo de Portugal.

Precisamente, por esse elo muito forte, entre o povo português e D. Miguel, cujo significado nominativo é "Quem é com Deus", que além de o cognome atribuído pelos seus seguidores – “O Tradicionalista”, sempre defendi que deveria ser ele o verdadeiro cognominado “O Popular” e não, tempos depois, o seu sobrinho neto D. Luís I.

Muita propaganda liberal conseguiu, curiosamente até hoje, transmitir a ideia, sobre D. Miguel, que este seria um Rei que traria pouco desenvolvimento a Portugal, por ser conservador e tradicionalista em demasia. Discordo. El-Rei D. Miguel I, contava também com muitos seguidores que, apesar de serem conservadores, eram abertos à cultura e às suas novas tendências, como por exemplo, e sem descurar do poderoso Ducado de Cadaval, Manuel Freitas do Amaral, um homem muito culto, visionário, moderno e refinado, responsável por um legado familiar multissecular que havia estado nos momentos cruciais da defesa do Reino de Portugal.

Além disso, D. Miguel I de Portugal tinha na Prússia (de Frederico Guilherme III) uma aliada, embora não muito assumida à data, podendo revelar-se uma pareceria de futuro que acabou por não se concretizar. A única certeza que temos é que o caminho seguido por Portugal, após o seu exílio, não acabou bem…acabou em república e perdemos, em especial, o prestígio que outrora tivemos, bastando verificar nos dias de hoje a prova. D. Miguel I era igualmente próximo ao Império Austro-húngaro, este sim o seu mais assumido aliado. Ou seja, nestes (novos e citados) aliados, Portugal teria aqueles a seu lado que, à data, eram os mais avançados cultural, tecnológica e filosoficamente. Nomes como Kant, Hegel, Bach, etc, provinham daquelas nações enunciadas…

Não querendo ser injusto com alguns liberais, mas contrariamente ao ramo pedrista, julgo que aqueles que eram leais a D. Miguel I, presentemente representados pelos seus descendentes, ainda hoje lhe continuam leais.

Por outro lado, existem monárquicos liberais…obviamente. Mas muita da ex-mancha liberal está, presentemente, convertida à república. Quero frisar, pois, salvo outra opinião, que a lealdade não foi tão sólida de um lado, como foi do outro. Isso parece-me inequívoco e importante referir.

É neste contexto, o da lealdade, que julgo oportuno referir o nome do Capitão Manuel Francisco de Resendes, que no Faial da Terra, tinha sido Tenente “(...) de milícias e comandante do forte daquele lugar (...)”, “(...) era a figura principal e o mais expressivo símbolo da fidelidade ao Rei D. Miguel” e de quem descendo. Maiores detalhes sobre as pessoas de Manuel Francisco de Resendes, José de Medeiros Resendes e, ainda, o Pe. António Francisco Resendes, reservo-me a remeter ao texto infra, extraído de livro que consta na nossa família, apenas salientando este trecho: “Foi ainda naqueles tumultuosos primeiros dias de Agosto de 1831 que se registou no Faial da Terra um lamentável incidente, provocado por soldados liberais, que maltrataram o antigo comandante da praça forte, o qual, sem haver praticado outro crime que não fosse o de afirmar o seu respeito por D. Miguel (...)”.
Chegados a este ponto, e em 1834, a verdade é que D. Miguel I, sob efetiva ameaça de uma Quádrupla Aliança, composta por quatro fortes Estados europeus (Reino Unido, França, Espanha e Portugal por via dos Liberais portugueses), em cujo avanço para uma continuada guerra traria a indesejada morte de muitos portugueses, desistiu daquilo que lhe era legítimo e foi forçado a abdicar em favor de sua sobrinha D. Maria II, através da Convenção de Évora Monte, assinada a 26 de maio do aludido ano.

Sem prejuízo do até agora escrito, contudo, e sendo acima de tudo monárquico, um pouco à semelhança do nosso herói Henrique Paiva Couceiro que colocava a Monarquia antes do próprio Rei, a verdade é que se iniciou uma nova Casa com D. Maria II e seu marido D. Fernando II de Saxe-Coburgo-Gotha.

Ora, da mesma forma que procurei supra ser o mais honesto e sem rodeios na minha posição acerca de D. Miguel I, de igual modo, e independentemente das variadíssimas e respeitáveis interpretações que possam existir sobre a transmissão do poder de “O Tradicionalista” para D. Maria II, e seus descendentes, em igual verdade devo firmar que os restantes Reis que tivemos até à implantação anti democrática, terrorista e pela força das armas da I república, em que tivemos uma mudança de paradigma, do monárquico para o republicano, reconheço a todos esses monarcas igual respeitabilidade e reconhecimento pelo que fizeram por Portugal e pelas Regiões Autónomas dos Açores e Madeira, em particular destacando El-Rei D. Carlos I e, sobretudo, como o meu potencial Rei predileto, D. Pedro V, “O Muito Amado”, homem que todos os dias me serve de referência para a minha vida quotidiana, de quem guardo na minha sala uma fotografia de porte considerável para nunca me esquecer do seu exemplo, em especial do seu humanismo, um homem ímpar que amava profundamente os portugueses. Julgo, inclusive, que, paradoxalmente, sendo de ramos diferentes, e sendo homens bastante diferentes nas suas formas de agir e pensar, D. Pedro V e D. Miguel I, têm ambos uma ambiência santificante em torno deles.

Culminando, afigura-se-me, presentemente, pacífico e ultrapassada toda essa questão que moveu liberais contra legitimistas, mesmo porque a própria pessoa do Sr. D. Duarte Pio de Bragança, herdeiro legitimíssimo de D. Afonso Henriques, não nasce por mero acaso. Por um lado creio, inequivocamente, na existência do ‘Pacto de Dover’, entre SMF El-Rei D. Manuel II (Rei de iure e facto à data) e D. Duarte II, pai do atual Duque de Bragança; Por outro lado a forte convicção da intervenção de uma mulher fulcral, SMF a Rainha D. Amélia

que, muito certamente, preferiu ver um familiar seu a suceder ao filho (nunca descurando que o ramo liberal foi mui digno, por ato de El-Rei D. Luís I, em colocar a bandeira do Reino de Portugal a meia haste aquando do falecimento do seu tio avô, D. Miguel I, no exílio), do que a pretendente Maria Pia de Saxe-Coburgo-Gotha, alegada filha ilegítima de El-Rei D. Carlos.

Em suma, e à parte de posições que possamos ter em relação a este assunto, e como diz o nosso nobre povo “águas passadas não movem moinhos”, há que nos juntarmos todos e procurando analisar o ‘modus operandi’ das atuais monarquias vigentes, a essência das mesmas e, sobretudo, juntando o nosso glorioso passado de feitos enquanto fomos Reino, desenvolver meios de restaurar a Monarquia pela democracia, como modelo aperfeiçoado, contraposto a todos os defeitos que a república "resplandecentemente" nos revela todos os dias, e formando uma nova e moderna Monarquia portuguesa sem estarmos a copiar os modelos monárquicos A, B ou C, procurando, designadamente, mais e melhor Justiça, melhor Ambiente, melhor Saúde, melhor Educação e, sobretudo, maior União entre os portugueses.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!