Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

sábado, 28 de maio de 2011

Decorrente de uma conversa no facebook...

Caro J.S.,
Gostaria de lhe dizer que subscrevo, grosso modo, aquilo que expressou. Mais, que partilho da sua contida revolta.
Vivemos num regime esgotado. Muitos analistas, independentemente da tipologia do novo regime que seria, já previram a necessidade de mudança. Porém, para podermos recuperar um sistema que funcionou durante 767 anos, um sistema invulnerável e inexpugnável à partidarização do mais alto posto representativo, um sistema que nos devolva a sã e crucial neutralidade ao topo da hierarquia, necessitamos de trabalhar muito na informação, na formação da muita ignorância latente que prolifera na nossa sociedade acerca dos sistemas mais avançados em Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), i.e. as Monarquias Constitucionais.
Sabe, enquanto português e açoriano tenho muito orgulho em ter um compatriota como o Senhor Duque de Bragança, pessoa por quem nutro profundo respeito e até admiração. Digo isto com toda a frontalidade e tranquilidade. Falamos de um homem que foi emigrante e ninguém ama mais o seu País do que um emigrante. Falamos de um homem que tem vistas largas sobre a Autonomia e falou, inclusive ao AO, de formas ainda mais evoluídas de auto-governo para os nossos arquipélagos. Falamos de um homem que defende os valores da empresa basilar de uma sociedade: a Família. Falamos de um homem que descende directamente dos Reis de Portugal e dos Algarves (trineto de D. Miguel I e trineto de D. Pedro IV), mas que prefere ser simples no trato embora se revele sábio na Cultura do seu/nosso Povo. Falamos de um homem que nunca escondeu o seu pensamento religioso, filosófico e que chegou a desafiar o Estado Novo, tendo sido penalizado por isso. Falamos de um homem que tem ideias sobre o património histórico e cultural português, a quem nem sequer me atrevo a discutir tamanha sabedoria e paixão. Falamos de um homem que se bate sempre pela ecologia e pelo ambiente em Portugal. Falamos de um homem que defende as nossas raízes e tradições de forma sã. Falamos de um homem que defendeu Timor, antes sequer de ser moda no panorama internacional. Falamos também de um homem que, apesar de não ter absolutamente nenhumas responsabilidades políticas no actual estado de Portugal, bate-se, contudo, todos os dias, e afirmo isto com certeza, pelo seu progresso sustentado dando o melhor que pode e sabe de forma incansável por este País e pelos portugueses.
Em suma, e para quem está atento à sua actuação, é de verificar, com absoluta clareza, a valia deste bom homem que representa muitos portugueses, mas que, por ora, são impedidos de dizer isso mesmo de forma legalmente vinculativa.
Porém, esse mesmo homem, o legítimo herdeiro ao Trono de Portugal e dos Algarves (e não pretendente a coisa nenhuma deste Estado), continua a ser insultado na praça pública de forma vexatória, com os mais lastimáveis epítetos e…sem sequer se poder defender.
São essas as realidades que, infelizmente, emergem nesta república…uma república sem Rei nem roque, literalmente. Uma república triste, sem energia e que já faliu 4 vezes, 3 das quais nos últimos 37 anos. Entristece-me sempre a forma, diga-se histórica (pois os republicanos jacobinos já faziam o mesmo com D. Carlos I [veja-se Bordalo Pinheiro] e conseguiram transmitir isso mesmo, até hoje, às maiorias), como se agride o Senhor D. Duarte de Bragança, um homem que, por ter uma forma peculiar de falar (embora nada que chegasse à gaguez do grande Jorge VI de Inglaterra) e por ser, na sua forma de estar na vida, próximo ao povo, é tão insistentemente agredido pela ignorância, por um lado, e pelo (pseudo) intelectualismo de minorias, por outro. Nunca nos esqueçamos que o elitismo intelectual é o pior de todos os outros…! O tal elitismo das minorias que em 1-2-1908 e 5-10-1910, com sangue derramado e por força das armas, conseguiu que um partido de 7% nas urnas, depusesse um bom sistema democrático e impusesse um Regime "inquestionável" até hoje…!
Posto isto,
Dirijo-lhe um cumprimento amigo, esperando que Portugal e os portugueses possam evoluir para uma mentalidade melhor, mais equilibrada e capaz mas, sobretudo, mais evoluída e progressista tal qual tivemos, com as devidas adaptações temporais, enquanto Monarquia Constitucional, bastante à semelhança hodierna de países como: a Noruega, o Canadá, a Suécia, a Austrália, a Dinamarca, a Holanda, o Japão, a Inglaterra, a Espanha, etc, etc…
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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Os progressistas e os retrógrados…

Países retrógrados!?

Japão – Quando Portugal teve o seu primeiro monarca, eles já iam no 76.º. Mas ainda hoje os têm… Não são um povo retrógrado!?

Reino Unido - Quando Portugal teve o seu primeiro monarca, eles já iam no 27.º. Mas ainda hoje os têm… Não são um povo retrógrado!? 

Noruega - Quando Portugal teve o seu primeiro monarca, eles já iam no 22.º. Mas ainda hoje os têm… Não são um povo retrógrado!?

Suécia - Quando Portugal teve o seu primeiro monarca, eles já iam no 17.º. Mas ainda hoje os têm… Não são um povo retrógrado!? 

Dinamarca - Quando Portugal teve o seu primeiro monarca, eles já iam no 16.º. Mas ainda hoje os têm… Não são um povo retrógrado!? 


Países ainda mais retrógrados!?

Bélgica - Quando Portugal já ia no seu 30.º monarca, eles iam apenas no seu 1.º. Mas ainda hoje os têm… Não são um povo ainda mais retrógrado!?

Países Baixos (Holanda) - Quando Portugal já ia no seu 27.º monarca, eles iam apenas no seu 1.º. Mas ainda hoje os têm… Não são um povo ainda mais retrógrado!?

Luxemburgo - Quando Portugal já ia no seu 27.º monarca, eles iam apenas no seu 1.º Grão-Duque. Mas ainda hoje os têm… Não são um povo ainda mais retrógrado!?

Liechtenstein - Quando Portugal já ia no seu 19.º monarca, eles iam apenas no seu 1.º Príncipe. Mas ainda hoje os têm… Não são um povo ainda mais retrógrado!?

E muitos outros…

Portugal já conta 868 anos. Quantos se lembram do nome do nosso primeiro Rei e quantos se lembram do nome do primeiro presidente da república, sendo que este último dista há muitos menos anos para esquecer (apenas 100)?
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Melancholia

Este garantidamente irei ver...
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Rendição...

Rendição japonesa na II Grande Guerra, em 02/09/1945.

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A comunicação e a linguagem encriptada


Porque é que os portugueses andam descontentes e preocupados?
As respostas são simples: não entendem o que lhes é dito (por acção ou por omissão) e, consequentemente, não sabem em quem acreditar. Andamos sem orientação.
O cerne do problema reside no discurso, na linguagem entre: Regime e Povo. A república, e os seus bastiões assentes numa estrutura minoritária de cariz (pseudo) intelectual, sempre falou, através das suas três fases, de forma encriptada com o povo português.
Por isso o nosso desânimo, a nossa falta de reacção, a nossa resignação, o negrume deste povo. Havia uma ligação comunicacional, um entendimento que foi brutalmente interrompido no dia 5 de Outubro de 1910, por intermédio da acção de uns contra a maioria. Ainda hoje somos geridos por uma matriz de interesses minoritários, alheios aos interesses gerais dos portugueses.
Desde aí, a ferida nunca mais sarou. Não andamos de bem connosco próprios, somos um País mal resolvido.
Com os nossos Reis, tal nunca aconteceu. As nossas tradições originárias (entenda-se provindas de outro 5 de Outubro…o de 1143), por um lado, e o nosso verdadeiro progressismo, por outro, sempre foram o modo comunicacional dos nossos Soberanos com os portugueses. Por outras palavras, os nossos Reis sempre souberam falar a linguagem do nosso Povo e este perceber os seus Reis, os seus legítimos representantes. Havia uma harmonia, a harmonia que os países privilegiados hodiernamente com monarquias constitucionais, vêem traduzir-se em progresso e desenvoltura para lidar com os desafios que o futuro lhes coloca. Falta-nos essa capacidade hoje, a mesma que tivemos e perdemos em 1910.
Hoje, em república, não temos nem nunca teremos essa harmonia…não se iludam. O cariz partidário invade todos os tecidos comunicacionais, invade todas as hierarquias, inclusive daquele que devia ser o nosso último reduto de confiança e de neutralidade: o Chefe de Estado. A mancha advém do simples facto que todos contaminaram-se com fenómenos partidários. Esse cariz devia bastar-se apenas pelo Governo e pelas autarquias, mas não é o que acontece, infelizmente. O fenómeno é similar a uma trepadeira de Buganvília que apenas pontualmente - uma vez ao ano - dá alguma cor. Mas no resto do ano, a maior parcela temporal desta planta, anda seca, sem flor e sem cor. Traduz-se em algo meramente visual, aparentemente fantástico mas desprovido de sustentabilidade, algo deveras enganador…por (in)definição. Daí que, para assegurar essa “trepadeira”, é necessário manter uma linguagem “técnica”, encriptada e codificada…para que ninguém questione a sustentabilidade do seu crescimento. Sampaio era prodigioso, quanto a esta matéria…reconheça-se.
Não tenham a menor dúvida: o pior dos elitismos é o intelectual! Posto isto, a associação é inevitável: recordem aquele restrito grupo que “pensou” a república para uma Nação de 767 anos e concluam sobre aquilo que hoje temos e somos…?
Ora, mesmo que entre em funções um novo Governo da república, o que certamente irá acontecer, pode este eventualmente melhorar a nossa situação e imagem perante o estrangeiro. Contudo, será uma “nova” política de remedeio, de concerto e arranjo. Nada mais do que isso…!
Para voltarmos a ser nós próprios, para voltarmos à ribalta, aquela que há mais de 100 anos já não estamos, isso, é mais que sabido, inclusive para alguns pensadores portugueses da actualidade, que só com uma mudança de ideias e de ideais, com uma mudança de Regime, que no meu modesto entendimento seria mais facialmente enquadrável com: uma nova e moderna Monarquia em Portugal.
Foto - ruisc_pt.
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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Beyond the Dream...

Fui à inauguração. 
Trabalhos em técnica mista sobre papel e acrílico sobre tela.
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Vox populi...

Foi-me dito, na semana passada, por um republicano que esteve ligado à Marinha, agora aposentado: «Eu sou a favor do Referendo*, não sei porque têm medo de o fazer.»
Subscrevo ipsis verbis!

*Monarquia ou República.
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Referendo! Democracia!

Os cidadãos que querem um Rei não usam winchesters, usam a democracia!
Não sendo do PPM, reconheço-lhes uma nova vida e um novo fulgor com a sua nova liderança!
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Mr. Colin Atkinson

«Colin Atkinson está a passar as passas do Algarve em terras da sua graciosa majestade britânica. Com efeito, foi-lhe instaurado um processo disciplinar pela Wakefield and District Housing, de que é, desde 2006, funcionário. O motivo é insólito, porque este electricista não falta ao trabalho, não é incompetente, não desrespeita os patrões, não implica com os colegas, não é indelicado com os clientes. O crime de Atkinson é ser cristão e ter o atrevimento de usar uma singela cruz no parabrisas do carro de serviço. Se fosse uma figa, uma ferradura ou um peluche, ninguém se incomodaria, mas uma cruz é, pelos vistos, intolerável e, por isso, Colin Atkinson corre sérios riscos de ser posto na rua, mas desta vez sem a viatura.
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Reflexão-Síntese: O extremismo...

Hoje caíamos no extremismo que não podem haver extremismos...
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Cartão vermelho...!

À parte das "piadas" de Lars Von Trier, reparem na "descontracção" da Kirsten Dunst...
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Johann Pachelbel . "Canon em Ré Maior" (1694?)

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Kula Shaker . "Hollow Man (Parts 1 and 2)" (1996)

Que me desculpem mas não tenho palavras para explicar, ainda hoje, como este "meteoro musical" aterrou em 96 no planeta....!
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Phonique (feat. Ruben) . "Thinking of you" (2007)

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Une femme qui m'avait séduit...

Alison Doody
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Boards of Canada

Face à variedade em qualidade, hoje vai num pack de 3!


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Bobby Darin . "Beyond The Sea" (1960)

É assim que vejo a nossa passada e futura Monarquia...!
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Esplanada dos Ministérios

Construção da Esplanada dos Ministérios, em Brasília.
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Une femme qui m'avait séduit...

Alida Valli
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Billie Holiday . "Fine and Mellow" (1957)

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quinta-feira, 19 de maio de 2011

O som a cargo do meu caro cunhado Filipe...

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Restauração...

...nesta cidade crescente e sempre em evolução!
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Referendo

Eu que não sou do PPM, também quero...!
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There Be Dragons

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Zeppelin no Rio...

Zeppelin sobrevoando o Rio de Janeiro na década de 30
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Cass McCombs (feat. Karen Black) . "Dreams ComeTrue Girl" (2009)

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Jesse Ruins . "Dream Analysis" (2011)

This is from the Empire of 日本
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Nicolas Jaar . "Space Is Only Noise If You Can See" (2011)

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terça-feira, 17 de maio de 2011

Reflexão-Síntese: Depressa e bem...há quem!

Quando em Portugal se começar a falar de cultura, técnica e qualificação profissional com a mesma propriedade e generalidade com que se fala de futebol, que vai desde do varredor ao banqueiro, o País melhorará.
No domínio do futebol (o que é sinceramente admirável) e das novelas também, com uma densa e forte vontade, Portugal inverteu a sua matriz decadente e tornou-se uma potência em cerca de 15 a 20 anos. Afinal é possível mudar bem e (até relativamente) depressa…
Este progresso no futebol existe pois os seus agentes clubistas são questionados na praça pública. Se não prestam, o povo (i.e. sócios e adeptos) determina as suas saídas, seja o povo um engenheiro, um advogado, um contabilista, um varredor ou um banqueiro...todos! Todos interessam-se verdadeiramente por este fenómeno desportivo. É este interesse incalculável que despoleta avanços.
Há que injectar incentivo no sentido colectivo do País e esse elemento superveniente, no meu entender, o qual importa criar, só uma nova, moderna e progressista Monarquia Portuguesa conseguirá!
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domingo, 15 de maio de 2011

A D. Duarte Pio de Bragança, neste dia especial...

‎...gostaria de desejar, respeitosamente, um feliz dia de aniversário a um homem altruísta, bondoso, causídico, conhecedor, culto, democrata, despregado de falências humanas menores, desprovido de soberba, genuíno, filantropo, humanamente nobre, magnânimo, próximo do seu semelhante, sério, simples, mas que sobretudo gosta e sabe de Portugal e dos portugueses.

Era um orgulho enorme para mim, enquanto cidadão português, que o Senhor Duque de Bragança fosse coroado como Duarte III, Rei de Portugal e dos Algarves, D'Aquém e D'Além Mar Atlântico.

Saúde, prosperidade e felicidade àquele a quem reconheço como legítimo representante do meu País.
Foto - Obtida aqui!
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sexta-feira, 13 de maio de 2011

Tradição: O Monumento do Tempo

Temos de compreender a tradição. As tradições são os monumentos do tempo que nos permitem reconhecer a nós próprios, inter geracionalmente. São, portanto, fundamentais para nos unir.
Um exemplo extremado: Se Spencer Gore voltasse à vida, ou aparecesse por meio de uma máquina do tempo, ficaria certamente satisfeito por saber que o campeonato que ganhou no séc. XIX, o de Wimbledon, ainda continua a disputar-se…com o vencedor do ano anterior a estrear o Central no ano seguinte e a jogar-se a final às 14 horas.
Quando o caos se instala, como foi nas Grandes Guerras, são aqueles monumentos que nos orientam, nos unificam e nos confortam… É esta antítese às “revoluções” instáveis que nos remetem para o esquecimento e para o desnorte.
Em suma: A Monarquia também neste domínio é melhor guardiã!
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O legado...

Com larga probabilidade será, o nosso Príncipe da Beira, Afonso VII, Rei de Portugal e dos Algarves, D'Aquém e D'Além Mar Atlântico, se herdar, de seu distinto pai, o mais nobre e mais importante para o seu exercício público: a sua simplicidade, a sua humildade, o seu amor a Portugal e ao povo português, a sua dignidade, o seu desprendimento material e a sua entrega incansável às causas portuguesas.
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Une femme qui m'avait séduit...

Deborah Kerr

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Short note...

A Monarquia deu-nos a luz (entenda-se a electricidade) e a república devolve-nos a vela!
Sempre é mais ecológico...
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Os pescadores...

«O episódio da fuga de D. Manuel II para o exílio, da Praia dos Pescadores, na Ericeira, tornou-se num marco da história da vila no último século.

Eram cerca das 15 horas do dia 5 de Outubro de 1910 quando D. Manuel II, então com 20 anos, acompanhado da mãe, a rainha D. Amélia e da avó, a Rainha D. Maria Pia, vindos de Mafra, surgiram de automóvel na vila para embarcarem no Iate D. Amélia, fugidos da revolução republicana 
que estalara na véspera em Lisboa. 

Júlio Ivo, Presidente da Câmara Municipal de Mafra no tempo de Sidónio Pais, em 1928 inquiriu a população da vila e relatou os pormenores do que se passou naquele dia na Ericeira do seguinte modo: 

"(...) os automóveis pararam e apeou-se a família real (…). A afluência nas ribas era imensa. Tudo silencioso, mas de muitos olhos corriam lágrimas (...) El-Rei ia muito pálido, D. Amélia com ânimo, D. Maria Pia, acabrunhada (...) Ainda as barcas não tinham atracado ao iate, apareceu na vila, vindo do lado de Sintra, um automóvel com revolucionários civis, armados de carabinas e munidos de bombas, que disseram ser para atirar para a praia se tivessem chegado a tempo do embarque (...)".»*

Viva ao povo da Ericeira e viva aos seus pescadores que nunca esqueceram a Família Real Portuguesa!
D. Amélia, mulher e mãe dos últimos dois Reis, quando recebeu a autorização, pelo Estado português, para visitar Portugal por uns curtos dias, foi recebida por multidões em Lisboa. Mas, ainda assim, não esqueceu aquela pequena terra da Ericeira nem os seus habitantes, fazendo o devido destaque aquando daquela sua curta temporada.
Numa das fotos vêm-se pescadores a ajudarem a Família Real Portuguesa na ligação do bote com o iate Amélia.

* Texto recebido e transcrito por fonte de correio electrónico.
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Short note...

Desde que conheço o senhor Duque de Bragança, sempre o ouvi dizer: «procuremos comprar produtos portugueses.»
Só ouviu um PR dizer, finalmente, a mesma coisa...há duas semanas atrás!
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Une femme qui m'avait séduit...

Louise Brooks

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Compilação 'Flipper Psychout' (com Sandro Brugnolini) . Stenella Dubia (2010)

Para quem gostar muito de Easy Listening como eu...!
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Koop . "Whenever There Is You" (2007)

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Bent . "Magic Love" (2004)

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domingo, 8 de maio de 2011

A “crise” de barriga cheia e a de barriga vazia

No ano de 1908 assistiu-se ao assassinato de El-Rey D. Carlos. Os ímpetos nacionalistas dos republicanos, que se elevavam contra o Rei, eram sinónimo de Portugal estar a perder o estatuto de potência colonial europeia. Que afronta! Disseram eles do Rei. Por em questão aquele vasto território em favor dos Ingleses?! Nunca!
Daí, e pese embora o Reino tivesse ainda um vasto império (não falido), cantaram os republicanos:
«Contra os Bretões* marchar, marchar!»

No ano de 2011 a crise é outra…é efectiva e real! É o que se vê todos os dias na imprensa…
Imperam os pedidos de esmola (3 vezes em 37 anos), mas do Império e de produção, esses, ficaram pelo tempo dos nossos monarcas.
*Hoje canhões.
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Aos republicanos e aos finlandeses...!

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Ainda o Casamento Real Inglês...

Quando prolifera a ideia de que a União Matrimonial está "demodé", sempre é curioso e importante saber que um casamento foi visto por cerca de 2.000 milhões de pessoas. Ainda bem...!
Foto - Hugo Burnand / Clarence House / Reuters
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Une femme qui m'avait séduit...

Sophia Loren

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Flowered Up . "Phobia" (1991)

Por acaso conheço quem tem esta preciosidade em casa...!
Quem tem este álbum em casa, tem ouro!

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Serge Gainsbourg . "Des Laids Des Laids" (1979)

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The Unthanks


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Underworld . "Stagger" (1996)

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Sérgio Godinho . "Que força é essa?" (1971)

Sempre gostei muito desta letra. Talvez o melhor tema de Godinho.
«Que força é essa, amigo 
que te põe de bem com outros 
e de mal contigo»
Deve ser o meu "púbis de esquerda"... :-(
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Telepopmusik . "Smile" (2001)

Yellow
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segunda-feira, 2 de maio de 2011

"Petição pela Instauração de Monarquia Constitucional"

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1 Certeza:

Quantos mais anos passarem de república, mais estima e saudades vamos ter dos Reis!
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Une femme qui m'avait séduit...

Zsa Zsa Gabor
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Zero 7 . "Destiny" (2001)

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Billie Holiday . "Good Morning Heartache" (1946)

Sempre que ouço este avanço civilizacional, sei que vem por aí coisa boa...!
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Cat's Eyes . "Love You Anyway" (2011)

4 my "Kate"!
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tUnE-yArDs . "Real Live Flesh" (2009)

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!