Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

sábado, 4 de agosto de 2018

Chappaquiddick


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Não era liberal, era sim miguelista | Manuel Freitas do Amaral

Interessante episódio. Manuel Freitas do Amaral, um homem muito culto, visionário, moderno e refinado, responsável por um legado familiar multi secular que havia estado nos momentos cruciais da defesa do Reino de Portugal.

Contrariando a lógica que nos impingiram, era Miguelista. Entendeu que a melhor forma de proteger Portugal seria ao lado de D. Miguel.

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A maior de todas

Muitas honras existem.
Esta é especial.

Foto - PPA.

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Como eram coroados os Reis de Aragão

Sem prejuízo de outros princípios, sou monárquico em especial por este:

«De acordo com os Foros Aragoneses, o Justiça-Mor lia nesse acto a seguinte declaração:

"Nós, que valemos cada um tanto quanto vós e que, juntos, valemos mais do que vós, vos fazemos nosso Rei e Senhor, com a condição de que conserveis nossos foros e liberdades, ou se não, não!"»

Fonte - Aqui.

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A generalidade das introduções das repúblicas


Não tendo em Portugal sido diferente, normalmente as repúblicas, para se imporem, têm de desenvolver procedimentos anarquistas, terroristas e criminais que culminam no assassinato dos monarcas.

Em França foi assim com Maria Antonieta:

O carrasco pegou na sua cabeça ensanguentada e apresentou-a ao povo de Paris, gritando: "Viva a República!"

Testamento escrito, na cela, por Maria Antonieta e enviado à sua cunhada, Isabel, após saber da sua condenação à morte:

"É a vós, minha irmã, que escrevo pela última vez. Acabo de ser condenada, não a uma morte vergonhosa, pois esta é tão somente para os criminosos, mas a que me juntará ao vosso irmão. Inocente como ele, espero mostrar a mesma firmeza que ele em seus últimos momentos.
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Homens e erros

«Os homens erram, os grandes homens confessam que erraram».

Voltaire (1694 – 1778)


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Uma frase com a qual concordo:

"A qualidade da arquitetura não depende do orçamento. Não é verdade que havendo muito dinheiro sai boa arquitetura e havendo pouco sai má. Às vezes é o contrário."

Siza Vieira.
In Revista - E, edição 2382, 23/6/2018, pág. 38.
Foto - Roof-Magazine ©


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SUMMER SOUNDZZZzzz! (Part 3)


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SUMMER SOUNDZZZzzz! (Part 2)


Sétima Legião . “A Luz” (2000)
In memoriam - Ricardo Camacho (1954 - 2018) - Obrigado!



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SUMMER SOUNDZZZzzz! (Part 1)


Em português


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segunda-feira, 16 de julho de 2018

Observar uma boa solução

Achei interessante saber que o Observador, e bem, tem um separador intitulado 'Monarquia', onde saiu, por exemplo, num domingo, uma notícia como esta.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!