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Microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»
*Roland Bartes

Intros: 1 2

Quinta-feira, 15 de Março de 2012

A Dama de Ferro...em película

Sábado passado fui finalmente ver, ao cinema, o que andaram a fazer com a Dama de Ferro na película.
Claramente o filme Phyllida Lloyd deve tudo à boa interpretação de Meryl Streep. Esta última é o filme...ela foi Margaret Thatcher.

Contudo, ao longo da obra de Phyllida Lloyd não conseguia deixar de pensar num aspecto: Como a nomenclatura do panorama politico português está atrasada. Atrasada pela vastidão de nomes que comportam por vezes algumas siglas ou por absoluta inadaptação ideológica com a actual prática política que alguns partidos executam(taram).
Lá existem os 'Conservadores', os 'Trabalhistas' e os 'Liberais'...quanto muito. Nós já tivemos os 'Progressistas' e os 'Regeneradores'...
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Povo belga em tristeza

Apesar dos problemas de saúde, Alberto II, o grande Rei dos Belgas, fez questão de deslocar-se ao encontro das famílias em sofrimento.

Deixo, por este meio, as mais sentidas condolências às famílias que sofreram esta dolorosa perda.
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Pacelli

Tenho andado a ler uns textos e reconfirmei uma conclusão:
Ao longo da História Pio XII foi vilmente achincalhado por alguns.
Bem Paulo VI e Bento XVI tendo ambos trabalhado sobre o processo de beatificação daquele que também foi conhecido por Cardeal Pacelli.
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Monarquia espanhola é a mais barata da Europa, diz estudo

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7 em cada 10 espanhóis são pela Monarquia

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É desta alegria que o povo português precisa...

...e que nenhum Presidente consegue.
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O manto de trevas

A Revolução republicana portuguesa, ao contrário de outras congéneres, optou por enfatizar, de forma dramática, a ruptura com o passado de Portugal. Optou por cobrir o nosso azul e branco fundacional de vermelho e verde, revestindo o Portugal que hoje, infelizmente, já não conhecemos, com um manto de trevas e com um tecido de valores invertidos aos de progresso que antes nos davam destaque planetário.
Em suma: Hoje, repito hoje, somos o que somos e estamos como estamos comparativamente às nossas antigas congéneres que lideram, no Presente e para o Futuro, o Índice de Desenvolvimento Humano e o Índice de Democracia.
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A república alemã...

É inegável que a Alemanha em república, quer no tempo de Hitler, quer no tempo da ‘parte Federal’ e, ainda, após a unificação até Merkel, foi e é um colosso económico…por muitos apontado como o/um valor seguro do republicanismo.
Porém em Monarquia, ainda aquando do império dos Kaisers, não era menos…mas com uma grande diferença: possuíam o maior substrato filosófico e do pensamento da altura. Entretanto foram-se perdendo…
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A propósito da catástrofe japonesa ocorrida há um ano...

Cara M., sem dúvida uma excelente iniciativa e, assim, um bom post. Aquele povo merece que se lembrem deles.
Porém, aqui na república, sem sismos, continua tudo “partido”…em sentido literal.
Na Monarquia japonesa, tiveram um sismo e um desastre "Nuke" e já estão em reconstrução e pouco se dá por eles nos índices mais fracos.
Deixo a questão: porque razão as Monarquias constitucionais ocupam os lugares cimeiros, de forma maioritária nos tops 10, dos índices de Democracia e de Desenvolvimento Humano?
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Beck

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Doug Hream Blunt . "Gentle Persuasion" (2011)

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Lana Del REY . "Born To Die" (2011)

Rey sempre...!
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Beach House . "Myth" (2012)

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Jose Gonzalez . "Crosses" (2005)

Este tema também consta do álbum "Garden" dos Zero 7.
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Sexta-feira, 9 de Março de 2012

O desgaste...

O desgaste de um Governo reside na incontornável dinâmica governativa, com a inevitável aplicação reiterada de políticas que agradam a uns e desagradam a outros.

O desgaste de um Rei Constitucional reside no limite das suas faculdades e possibilidades humanas, cujas funções de exclusiva preparação só terminam, essencialmente, com a morte ou com a Abdicação. Depois dá-se a sua substituição pelo legítimo herdeiro, aclamado nas Cortes (i.e. no Parlamento). O Rei é Rei para sempre. Nasce para ser Rei, ou seja uma vida absolutamente entregue à preparação para servir e representar os seus concidadãos.

O desgaste do PR é quase nenhum. Não tem o das políticas governativas nem o do limite das suas faculdades e possibilidades. Só fica 5 anos a representar, 10 se gostar do lugar, e passado esse tempo sai e recebe uma reforma, guarda-costas e outros “extras” pagos com os meus impostos. Depois vem o seguinte, “escolhido” de acordo com a ocasião e com o melhor “posicionamento” num determinado partido, seja esse igual ou diferente da cor do seu “antecessor”.
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Como gostava de viver numa Monarquia…empreendedora como a Japonesa!

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A lavagem

A lavagem cerebral levada a cabo nos últimos 101 anos foi de tal modo intensa que, perante aqueles que defendem o modelo constitucional de Monarquia, como as mais desenvolvidas Democracias do mundo, normalmente levam com o comentário primitivo, paleolítico e bolorento (como a própria ré pública) do género: “Ouve lá, queres ter reis e princesas novamente?! Queres que a malta ande aqui a sustentar um reizinho ou quê?!
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Quinta-feira, 8 de Março de 2012

Instrução e visão anacrónica

Para haver uma pacífica mudança do regime era preciso haver substantiva: instrução e visão anacrónica. Ora, como esses elementos são escassos em Portugal, vai ser um pouco mais dificultado. Há que trabalhar ainda melhor.
Na Roménia, como existe um maior substrato colectivo quanto àqueles elementos, a mudança afigura-se democrática e progressivamente mais célere.
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Uma vergonha que denuncio aqui também!

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Rango

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Alva Noto and Ryuichi Sakamoto . "Logic Moon from Insen" (2005)

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O meu entendimento

- Pretensão de Axioma -

Se estudarem ou aprofundarem os conceitos de Catolicismo, Monarquia e Republicanismo…o enquadramento é simples:

Em rigor doutrinário, um católico não pode ser republicano em Portugal | Em rigor doutrinário, um não católico pode ser monárquico em Portugal.
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Quarta-feira, 7 de Março de 2012

Reflexão-Síntese: A evidência da incapacidade do modelo republicano

Nos modelos monárquicos há união, coesão e orientação estrutural. Nos modelos republicanos é generalizadamente demonstrado o contrário.
O que vale é que a situação do País evidencia, inequivocamente, a tendência da segunda parte do axioma.
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“…é a tua tia, pá!”

- Interessante: Alguém que já entendeu onde vêm as movimentações de cidadania construtiva para o nosso futuro e acometem, sem pudor e sustentação sólida, as raízes da refundação -


Foi inevitável recorrer a este título. Não acostumado a usar este tipo de linguagem nem sendo do meu estilo, contudo, a situação que será aflorada remeteu-me para esta cada vez mais doutrinária expressão “política”… hoje recorrente na boca dos nossos políticos (em trato de “política elevada”…obviamente) e daí a sua (re)citação.

Posto o intróito, e lido um trabalho de Ana Gomes Ferreira que ocupava duas páginas do P2 do Público, publicado no passado dia 2-3-2012*, acerca de um livro sob o título “A Vida Privada dos Bragança”, de Ana Cristina Pereira e Joana Troni, não pude evitar escrever umas notas para aclarar, dentro do que me é conhecido e possível, algumas “preciosidades”, supostamente cientificas, que li naquela critica à obra das duas autoras.
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Como gostava de viver numa Monarquia…evoluída como a Norueguesa!

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Uma questão de linguagem no espaço e no tempo...

Em Inglaterra, em 1649, Oliver Cromwell auto nomeou-se: “Lord Protector”. Em Portugal Cavaco Silva, em 2012, auto nomeou-se: “Provedor do Povo”.
No primeiro caso a ré púbica durou apenas 7 anos, no segundo já vai em 101…
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Nota aos Iberistas:

Srs. Iberistas, Portugal e Espanha juntos? Nunca!
Um entre muitos exemplos: Espanha quebrou o pacto com Portugal e aliou-se à França de Napoleão. Prémio: foi tomada! Portugal não! A história deu-nos razão.
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Como gostava de viver numa Monarquia…gira como a Holandesa!

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A última desta ré pública...

...é FECHAR O HOSPITAL MARIA PIA!
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Retive estas respostas de D. Francisco Bragança Van Uden:

«São ricos graças à monarquia ou mantêm-se monarquias por serem ricos?
FVU - São países que não tiveram razão nenhuma para mudar de regime. A Rainha de Inglaterra é Chefe de Estado de 16 países no mundo inteiro! Nenhum Presidente o conseguiria ser. Sempre que há uma eleição do Presidente, o país divide-se a meio. Será esse o bom início de uma chefia de Estado?

Mas acha sequer concebível um regresso à Monarquia? Não é uma página na História que já foi virada?
FVU - As três repúblicas que tivemos em Portugal não foram grande coisa. A primeira república foi um desastre total, a segunda foi uma ditadura, e a terceira é aquilo que se vê. Se é isto que a gente quer…»
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A reinstauração da Monarquia como forma de poupar

Em relação àquela habitual, errada e ignorante expressão de que “numa Monarquia ainda tínhamos de pagar as mordomias de um Rei”, a verdade nua e crua é que em ré pública pagamos, ainda hoje e em simultâneo, várias “famílias presidenciais” e com uma grande diferença: o Rei não tem reforma, abonos ou complementos…trabalha por Portugal e pelos portugueses até quando as suas faculdades assim o possibilitarem.

Li também sobre esta matéria, através do blogue FRP da Maria Augusta Meneses, aqui.
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"Se a situação piorar vai-se questionar o regime"

Texto transcrito pela Cristina Ribeiro:
«Bela entrevista a D. Francisco Van Uden " o meu bisavô, D. Miguel, foi muito injustiçado (...) Toda a história que conhecemos de D. Miguel no exílio foi exemplar. A guerra civil em Portugal foi muito baseada na propaganda. A maioria do povo português era contra os liberais afrancesados. Mas criou-se a chamada Quádrupla Aliança, com a Espanha ao lado, para invadir o território português. D. Miguel ainda tinha um exército muito forte e o apoio do povo, mas disse: ‘No momento em que os espanhóis cá entrarem nunca mais de cá saem. Prefiro que seja o mano Pedro a tomar conta de Portugal do que sejam os espanhóis’. Tirou os anéis dos dedos e embarcou em Sines com a roupa que tinha vestida. ".»
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A herança jacobina...

«Escreve Miguel Castelo Branco: "Hoje, é da herança jacobina, mais que da comunista que parte apreciável das esquerdas se revê. O comunismo é demasiado claro, não argumenta. Aplica-se mecanicamente. É uma receita. O jacobinismo, esse, rodeia-se de cuidados de justificação, vitimiza-se para poder matar, cria inimigos para legislar, invoca a liberdade para prender. É uma doutrina."»

Texto salientado pelo João Távora.
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Zero 7


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Sábado, 3 de Março de 2012

Parabéns à Princesa de Portugal pelo seu 15.º aniversário!

Foto - Direitos reservados ao seu autor.
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Os ingratos arruaceiros do costume...

Não sei se recordam aqueles lastimáveis protestos dos republicanos espanhóis aquando da chegada de Iñaki Urdangarín Liebaert, Duque de Palma e de Mallorca, ao Tribunal ?
Se sim, recordam-se do "perfil", repito, do "perfil", do grupo que o esperava e clamava "república"? Fixem-nos bem!

Assim, e sem prejuízo da transversal e universal prática da Justiça, façam agora o seguinte exercício: Retroajam cerca de 120 anos, ao período do ataque cerrado à nossa Monarquia Constitucional, num Portugal paralelamente pouco mais atrasado que hoje e comparem, com as devidas adaptações temporais, aquele grupo espanhol com aquele que implantou a ré pública cá. A base e a essência (minoritárias) são idênticas, os valores subjacentes são idênticos mas, à força, sempre à força, num dos dois países não houve tanta sorte... É o presente que o diz!
E ainda se espantam com o nosso cenário actual...? As raízes de 5-10-1910 entretanto foram crescendo...

Picture - All rights reserved to the author.
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Eu diria de outra forma:

Se estivéssemos em Monarquia, o projecto europeu (português), nunca teria falhado. Da parte de Portugal, pelo menos, não…!
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Curso sobre Rainhas de Portugal

Soube desta interessante iniciativa formativa, através do blogue Família Real Portuguesa.
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São Miguel | Os Caminhos de Ferro | A Monarquia | O Progressismo

Em Monarquia éramos, de facto, muitíssimo mais progressistas e…autonomamente respeitados. Azul e branco são, realmente, as nossas cores…e coerentemente as minhas.


O Açoriano Oriental (AO), por intermédio do jornalista Pedro Nunes Lagarto, apresentou na passada quinta-feira (1-3-2012) um brilhante artigo e uma lição daquilo que foi a Monarquia Constitucional, a sua progressista intervenção no povo e daquilo que era viver numa Autonomia alegre e num País de sonhos que projectavam para uma realidade económica mais rentabilizada.
Depois de ler este excelente artigo, fico com a clara convicção que, efectivamente, o nosso presente poderia ter sido muito melhor em Monarquia. Imaginem, meus caros concidadãos, as vantagens que tinham trazido aquelas linhas férreas para a nossa economia… Aquilo que só hodiernamente se conseguiu com o betão das SCUTS…já teríamos muito antes e numa lógica muito mais integrada.
Como sempre, e à semelhança do nosso ex-Tribunal da Relação, aquele que nos foi tirado em 1910 e que hoje, voltando a atrás passado um século, discute-se novamente o seu regresso, também a ré pública, de essência mais centralista e nacionalista, destruiu o sonho e projecto do grande açoriano Dinis Moreira da Motta, acérrimo autonomista. A vaidade do (novo) regime em exibir-se na I Grande Guerra, numa luta que não era nossa, matou portugueses, destruiu famílias e retirou as verbas necessárias para projectos de progresso a Portugal em geral e, in casu, aos açorianos em especial. Fomos remetidos aos caos em apenas 16 anos. Só o reinado do nosso 1.º Rei durou 46 anos…
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Antes da Democracia enquanto conceito firmado teoricamente

Eu acrescentaria apenas: mesmo antes da Democracia enquanto conceito firmado teoricamente.
Retive o excerto infra, aqui

«De facto como referia há umas semanas Filipe Paiva Cardoso, no jornal i custa a aceitar que o nosso país não tenha a força para reclamar o lugar de topo na história da civilização, quando, quase cento e cinquenta anos antes da Tomada da Bastilha, exibe num seu documento fundacional, a legitimação democrática de D. João IV, no assento das cortes de Lisboa em 1641, algo como “[...] sempre que qualquer forma de governo se torne destrutiva de tais fins [vida, liberdade e felicidade], cabe ao povo o direito de alterá-la ou aboli-la” – e “Nenhum indivíduo pode exercer autoridade que dela [nação] não emane expressamente”.»
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Nota sobre chá…


O Chá em geral não é conotado com os comuns. O chá, convenhamos, não é a bebida que mais se associe às grandes massas. Um pouco distante, provavelmente… O Chá Lúcia Lima nunca será conotado com os demais, está apenas reservado aos melhores apreciadores de bom gosto.
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No meu top 10 de clubes de futebol (do coração), ocupa o 6.º lugar

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Uma boa caricatura às repúblicas árabes!

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Zero 7 . "Spinning" (2001)

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Quinta-feira, 1 de Março de 2012

15.000

Agradeço as visitas.
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Anonymous

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Apoio o Povo Romeno!

A Roménia está muito próxima de, no século XXI, recuperar a sua Monarquia Constitucional!
A resposta para a actual crise é a única estruturalmente possível: Monarquia!
Eles estão a ser visionários. Com menos argumentos de passado glorioso de monarquia que nós, estão a basear-se, e muito bem, nos argumentos de futuro e liberdade!
Fica esta tradução "googliana" do texto original. Mas julgo que o conteúdo é bastante perceptível.

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“Juntos partilham experiencias e histórias de vida”

Ouvi no Jornal das 8 da tvi, no contexto do ‘Programa Aconchego’, da Câmara Municipal do Porto, aquele que põe jovens a fazer companhia a idosos (e vice-versa digo eu), um jovem dizer, satisfeito, sobre a sua interacção com a senhora idosa que acompanha, o seguinte:

«(…) É uma experiencia nova. (…) está a ser uma experiência bastante agradável. A Dna. Elmina é uma senhora muiiiiiiiiiito culta apesar da idade. Ela é muito culta. Tem um vasto conhecimento em História e temos muitas conversas sobre História, aliás, ela relembra-me muitas vezes os Reis de Portugal que eu nem sei metade deles.»

Face a isto, resta-me dizer-lhe, Dna. Elmina, que estou grato a si e, de certo modo, amparado (em similar lide) com a sua força, por divulgar aos jovens, que são o nosso futuro, usando o seu conhecimento e cultura, mesmo nas adversas circunstâncias, o que mais importa para eles enquanto cidadãos: reencontrarem-se com a sua história, perceber como aqui chegados e, em análise comparativa, lhes seja permitido concluir pelo melhor…por aqueles que valem a pena (re)lembrar para o bem do futuro do nosso País.

Dna. Elmina provavelmente o Tiago, mesmo sendo só um, ficou a entender um pouco além da metade… Pobres são aqueles que menos de metade sabem e, pior, nem querem saber…preferem manter-se na ignorância contribuindo para o suposta e “inexplicável” decadência da nossa Nação.

Ver a partir do minuto 34’23”.
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Substantivamente mais...

Os monárquicos são claramente em maior número que os republicanos. Os convictos e sabedores do círculo que defendem, são comparativa e indubitavelmente mais numerosos.
Acontece é que os aparentes seguidores do segundo grupo, um terceiro portanto, ilusoriamente passam a impressão que o segundo será o maior conjunto...pois cegamente nem sabem o que seguem.
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Providencial ou Premonitório? É escolher a palavra...

Fica a curiosidade: porque tinha de ser logo Aquela? Foi a 25-2-2012.
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Dito por um homem bem intencionado

Actual e visionário:
Vi e ouvi no passado dia 24 de Fevereiro, o Zeca Afonso dizer, na RTP1, na primeira pessoa, aquando de uma entrevista dada pelos 10 anos do 25 de Abril (1984), que estava muito preocupado com os jovens e com os problemas que iriam atravessar, bastantes maiores que aqueles que os jovens do tempo dele atravessaram. 
Não podia estar mais de acordo.
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Mallu . "Pitanga" (2011)

Qualidade made in Brasil (II).
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Filipe Catto . "Adoração" (2011)

Qualidade made in Brasil (I).
O novo Ney...

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Charles Bradley . "The World (Is Going Up In Flames)" (2011)

Super Funk Charles Bradley!
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Boards of Canada . "Roygbiv (Jazz Version)" (1998)

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The Unthanks . "For Today I Am Boy" (2011)

"The songs of Robert Wyatt and Antony and the Johnsons"
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Max Richter . "Infra 3" (2010)

Dedico a este tema à grande obra que foi a vida da Senhora Infanta de Portugal, Dna. Adelaide de Bragança.
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Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012

In Memoriam - Morreu SAS Dna. Maria Adelaide de Bragança van Uden, neta de El-Rei D. Miguel I

PORTUGAL FICOU HOJE EFECTIVAMENTE MAIS POBRE.
Dirijo as minhas sentidas condolências à Família de SAS.

Só ao alcance das Grandes Mulheres:
«A morte é uma transição, é como se fosse ao Brasil ou à Indonésia, se eu fosse à Austrália durante 5 anos era muito mais longe.
A Minha fé facilita muito o fim da vida, porque o caminho é claro.
Se morrer hoje eu sei concretamente qual é o meu futuro.
A questão de se ter duvidas é a dificuldade de não se saber bem o que é que vai acontecer.
Ter fé facilita muito o fim da vida” .(...)»
Infanta Dona Maria Adelaide de Bragança van Uden
(31 de Janeiro de 1912 a + 24 de Fevereiro de 2012)
Texto lido no blogue FRP.

Por mais destaques que se façam agora (1, 2, 3, 4, 5...)...serão sempre insuficientes para uma mulher desta dimensão.
Como português, e em relação à partida da Senhora Dna. Maria Adelaide de Bragança, neta de El-Rei D. Miguel I, sinto-me efectivamente triste e deficitário.

Foto - i
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Pergunta: Queres ser rei?
Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!