Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

sábado, 3 de julho de 2021

CoroNation

 


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Diante Deus e de mais nada

«Um homem só se ajoelha diante de Deus...que está acima dele, todos os outros homens são irmãos.»

D. Pedro V
In "A Alma e a Gente"


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#AllLivesMatter (V)

Ninguém de fora diz a um (verdadeiro) português diante de quem ele se deve ajoelhar...ninguém!


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#AllLivesMatter (IV)

O remate do Eder, por sua iniciativa, comove-me. Não quero nunca o tirar da minha memória.

O ajoelhar de punho serrado do Renato Sanches, por iniciativa alheia e conjugada, entristece-me e preocupa-me. Quero esquecer aquela imagem para sempre.

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#AllLivesMatter (III)

Quando Portugal dava lições de verticalidade ao Mundo. Enquanto em 66 o nosso capitão e a nossa estrela maior eram negros, a Seleção inglesa, repito a inglesa, por exemplo, não tinha sequer um negro.
Sempre contra o racismo!
Fomos abandonados por quem nos protegeu em 66 e 16.
Apoio a movimentos terroristas, nunca.
Ao menos no passado, quando caímos, caímos de pé.
Chame on!


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#AllLivesMatter (II)

Obviamente!

Dito por alguém que sentiu na pele os “punhos serrados” do marxismo.
Como católico, o Eng. Fernando Santos devia ter vergonha na cara de não ter, ao menos, se demarcado desta patetada dos esvaziados dos jogadores portugueses. Era seu dever esclarecer os incultos daquilo que estava em causa, antes de muitos fazerem algo que se arrependerão.
Uma vergonha total. Foram politizados…vai lá saber-se por quem…

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#AllLivesMatter (I)

Os idiotas ajoelharam-se perante uma organização terrorista e incendiária, mas depois deixaram de fazer o que lhes competia que era ter respeito, fair play e desportivismo, uns pelos outros, enquanto colegas, em campo, quase se agrediam na segunda parte.
Façam o que vos compete, não inventem tolices, como muito bem alertou e se poutou a Seleção húngara.


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Os comentários são reveladores e comoventes

«(...) amo o pobre, amo o rico, amo a todos no Senhor (...)»

Monsenhor João Maurício de Amaral Ferreira, numa das suas últimas Cartas.

Parabéns ao 'Olhar Povoacense' por este justo e objetivo artigo acerca dos 44 anos sobre o falecimento do meu muito prezado, estimado e querido tio. Ontem completaram-se 44 anos sobre esse fatídico dia, quando já era Reitor do Santuário do Senhor Santo Cristo.

Este homem tinha quatro imperativos caracterizantes, os quais podem ter contribuído para o seu falecimento precoce, contudo, esses, eu sei, eram prioritários no seu conceito de missão, ou seja, sempre incessante em prol dos outros:

1 - Trabalhar, trabalhar, trabalhar...;
2 - Nunca propagandeava o que fazia (os resultados eram a sua meta, apenas);
3 - Nunca incomodava quem quer que fosse;
4 - Respondia que estava sempre bem (mesmo quando não estava, como na manhã do dia em que faleceu, por ataque cardíaco, já sentido sintomas de desconforto, respondeu à irmã que o amava: "não te preocupes comigo, está tudo bem".

Pax Christi ao meu tio João.

Post Scriptum: Como sobrinho fiquei especialmente tocado pelo testemunho do Sr. António Galhardo, na caixa de comentários no respetivo post do 'Olhar Povoacense', que passo a transcrever:

"Nunca já mais poderei esquecer este Homem com letra maiúscula . Além de fazer parte de minha infância , de quando regressei de África junto com meus camaradas, tínhamos prometido a Senhora Mãe de Deus antes de entrarmos em casa tínhamos de entrar na nossa Igreja. Por volta das duas horas da manhã quando a nossa Vila chegámos alguém foi acordar aquele grande homem e não só abriu a Igreja como acendeu todas as luzes como celebrou uma hora Santa !!! Que Deus o tenha a seu lado."

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Obra édita a sua mãe

Fernando Pessoa evoca de forma sublime a Mãe Suprema, dedicando esta obra édita a sua mãe.

AVE-MARIA

À minha mãe

«Ave Maria, tão pura,

Virgem nunca maculada

Ouvide a prece tirada

No meu peito da amargura.

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A sabedoria multissecular num só homem: o Rei

Na segunda-feira, dia 17 de maio p.p., num contexto, infelizmente, muito restrito, face ao cenário pandémico, tive a felicidade e a boa fortuna de ser indicado, por razões de protocolo e de melhor adequação do espaço (no reforço à defesa à Covid-19), de jantar, precisamente, ao lado do Herdeiro dos Reis de Portugal numa mesa de três pessoas. Deus assim quis.
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A Escolha

Na disciplina de Português do 5.⁰ ano da minha filha houve a excelente ideia, da respetiva docente, para, cada aluno, realizar um trabalho de Expressão Oral sobre um escritor açoriano.

Neste âmbito, foi com orgulho que constatei que a minha filha, não optando pelos sempre óbvios Antero, Natália, Nemésio e outros dessa dimensão ou, então, por uns nomes, normalmente recentes e do momento (vulgo da moda), de cultura ou escrita lite, média e imediatista, muitas vezes tendenciosamente levados, a todo custo, por determinadas ideologias, editoras ou lóbis, ela, por sua exclusiva vontade, tenha escolhido o escritor, historiador e jornalista Ermelindo Ávila, homem que não fazia da escrita um meio para se promover, mas antes era a escrita que acabava promovida pela dedicação incessante que ele lhe impunha. Rigoroso no que escrevia, metódico na forma, disciplinado na prática sempre diária do exercício desta arte, meticuloso e sensível no seu amor ao Pico e às suas gentes e, sobretudo, honesto nos relatos que transmitia aos outros.

Enfim, uma mais que merecida escolha que, apenas, me surpreendeu pela especificidade e pelo refinamento de uma criança face ao vasto universo das popularidades e das mais fáceis e espalhafatosas opções que lhe podiam ter sido mais ágeis, mas sem nunca descurar da preciosa vantagem de saber que o escolhido além de ser um dos grandes vultos açorianos da escrita, o Sr. Comendador era, acima de tudo, um homem exemplar que continua a orgulhar qualquer açoriano pelo mundo inteiro.

Imagem - Rosto do trabalho escolar apresentado, cuja capa foi reproduzida de um dos livros da nossa biblioteca.

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D. Amélia volta a Portugal

«(...)
Do povo, não sei o que pensar. Desde o momento em que cheguei que ocorre em massa, me aplaude e ovaciona, interrompe a passagem do carro que cobre com pétalas de flores. São muitos mais do que aqueles que saíram à rua para ver a duquesa de Bragança a caminho de São Domingos, são muitos mais do que aqueles que rodeavam Carlos ou Manuel nos dias das suas Aclamações. Beijam-me a mão, querem tocar-me e esperam-me nos lugares onde acreditam que vou passar. No dia em que fui ao Panteão, como não sabiam a hora, esperaram ao sol até me verem chegar. Por três vezes me virei ao subir a escadaria de São Vicente para lhes agradecer os «Vivas». Confesso que quase me desfiz em lágrimas ao voltar ao Dispensário e à Associação de Tuberculosos.
Não posso esconder que me emociona, que tenho o prazer da obra feita, que foi tão pensada e que se manteve a funcionar mesmo quando o país se desfez à sua volta. Quero acreditar que toda a gente que agora sai à rua entende que nos anos em que aqui vivi me empenhei e envolvi para que tivessem uma vida melhor, condições mais dignas. Quero crer, como quis durante todos estes anos, que o mal foi feito por uma minoria de políticos ambiciosos. Mas já não lhes aceno com a alegria com que um dia lhes acenei, aprendi à minha custa que num dia se grita morte ao rei, e no outro se lhe dão vivas.
Comovi-me no Panteão, mas não são os meus filhos mortos que procuro, mas sim os meus filhos vivos. E os meus filhos estão aqui nestas matas, nestas rochas, nestas memórias. Entre as folhas deste caderno ficam as pétalas de uma camélia branca e de uma cor-de-rosa, de pétalas duplas. De regresso a Bellevue, à minha salinha e às minhas fotografias, viverei de memórias…”»
Na fotografia está D. Amélia numa visita a uma escola.


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A alegria...só em Monarquia!

Esta é que é a grande alegria de acreditar numa Chefia de Estado em Monarquia: nunca será de direita ou de esquerda e, muito menos, PARTidária.

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A Monarquia Zulu


Como se vê, mesmo antes das discutíveis e antiquíssimas repúblicas gregas, é um fenómeno antropológico.


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Dedicado aos (utópicos e perigosos) Ultra Liberais

O Tribunal de Contas já existe há 632 anos. Só isso, para terem em conta(s).

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De caos em caos

Já não bastou o erro quase irrecuperável de termos feito um downgrade regimental, de Monarquia para república (como demonstram hoje os países mais desenvolvidos em IDH serem Monarquias), tivemos ainda a “besta”, Afonso Costa, que transforma Portugal numa ditadura terrífica, a I república torna-se um caos ingovernável, com consequências graves económicas e de segurança para os portugueses. Salvador?
Obviamente só é legitimado por aquela frase do povo à data e face aos factos: “Queremos Salazar”!

Não tendo a Carbonária, movimento italiano que deu o vermelho e o verde à bandeira da republica portuguesa, morto Portugal no dia 1/2/1908, hoje não teríamos tido, potencialmente, a horrenda I república, o Estado Novo, a III república de elevada corrupção, de boys e anti meritocracia, uma descolonização vergonhosa e maldosa para brancos e pretos e, eventualmente, teríamos, presentemente, uma “Commonwealth” portuguesa, sob chefia de Estados Independentes com o Rei de Portugal.

Enfim…hoje somos uma miséria de povo, sem orgulho nos nossos governantes e pedintes da UE.

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Regime de nojo

«O sorriso do meu pai, a olhar para mim, já baleado...»

Depois das reformulações no respetivo Grupo, a 'Sábado', em especial, está efetivamente eclética, produzindo, a olhos vistos, e ao contrário de uns tempos atrás, artigos sérios e, sobretudo, muito corajosos.

À frente da 'Visão' no ranking até uma criança entende as diferenças na qualidade, mas quanto ao Expresso ...este que se cuide...


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25 de Novembro

Como o 25/11 é que foi, efetivamente, o dia da Liberdade na III república, não dava, ao menos, para fazer dele feriado e usar um símbolo com tonalidade de paz e menos faccioso na cor?



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FP-25

Estado Novo = 41 anos de vigência. Mortes (pela PIDE) diretas por uso de arma = 3. Justiça = Até hoje é julgado, sem sequer avaliarem, ponderada e equilibradamente, os benefícios que esse Regime objetivamente também teve.

FP-25 = 7 anos de vigência. Mortes diretas por uso de arma = 19 (incluindo um bebé de 4 meses). Justiça = Foram aministiadas pelo Dr. Mário Soares, enquanto movimento terrorista...algo similiar a 1910 após o arquivamento (ou melhor desaparecimento) do Processo do Regicídio...

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Atualidade

A Assembleia Regional é, inequivocamente, o órgão que melhor tem funcionado desde da nova legislatura. Há muito que não se via o centro da democracia ser, efetivamente, o centro.

Realçava o papel do líder do PAN Regional que, ao contrário dos seus correligionários do Continente, tem tido a sensibilidade e a racionalidade de falar mais de humanidade/humanismo/humanos do que de animais.

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Nação e noção

Esta III república, neo-venezuelana, já perdeu a Nação mas sobretudo a noção.

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À Luz da Fé

«(...)
Nós estamos sempre cheios de confiança, sabendo que, enquanto habitarmos neste corpo, vivemos como exilados, longe do Senhor, pois caminhamos à luz da fé e não da visão clara.
(...).»

Epístola de São Paulo aos Coríntios 5,6-10.

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Novo caminho à União de Freaks

A UE com as devidas adaptações à política e aos princípios seguidos é uma verdadeira Eurovisão, ou seja, um desfile de freaks e de ideias ocas, liderada por tecnocratas, fracos e que pouco sabem da vida real mais do que estarem num gabinete a prestarem vassalagem ao eixo franco-alemão.

Diz-nos a História que os ingleses sempre souberam se antecipar à própria História. O tempo dirá que o Brexit foi oportuno. Tenho quase a certeza a médio ou longo prazo.

Portugal apesar de viver da esmola alheia da UE, deveria repensar o seu posicionamento político-estratégico e procurar um modelo estruturado no Mundo da Língua Portuguesa como uma potencial União comercial e económica.

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Inovação

«A inovação não se traduz sempre em bem social, mas o bem social pode ser acelerado pela inovação.»

David Packard, co-fundador da HP.

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Responsabilidade Vs Irresponsabilidade

«Tudo quanto aumenta a liberdade, aumenta a responsabilidade.»
Victor Hugo (1902 a 1885)

VS

Tudo quanto aumenta a libertinagem, aumenta a irresponsabilidade.
In república portuguesa.

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Mais Rei, menos roque

«Aqueles que imaginam os políticos como melhores Chefes de Estado, em relação a um monarca hereditário, deveriam conhecer mais políticos.»

Margaret Thatcher (1925-2013).


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Utopias, regressem!

«As utopias voltarão porque precisamos de imaginar como salvar o mundo.»

Margaret Atwood, escritora canadiana.

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Democracia, sempre uma aparência

«A ditadura perfeita terá as aparências da democracia, uma prisão sem muros na qual os prisioneiros não sonharão com a fuga.
Um sistema de escravatura onde, graças ao consumo e ao divertimento, os escravos terão amor à sua escravidão.»

Aldous Huxley (1894-1963)

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A ameaça

«O disfuncionamento da justiça ameaça a paz civil.»

Gen. António Ramalho Eanes, in 'Nascer do sol'

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SELECTION SOUNDZZZzzz! (II)


Made in Portugal


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O uso da Vida

«Temos a opção de usar o dom da vida para fazer do mundo um lugar melhor ou então, e simplesmente, não nos preocuparmos.»

Jane Goodall, primatologista e antropóloga.

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SELECTION SOUNDZZZzzz! (I)

 

Made in Portugal!


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sábado, 19 de junho de 2021

Imagens de um reino desaparecido

Este é um muito interessante trabalho da penúltima Revista Sábado sobre espaços nas redes sociais que procuram divulgar a Monarquia.

De certo modo é um artigo que vem reconhecer o trabalho, o mérito e o esforço de muitos portugueses monárquicos que preconizam um melhor regime para o seu País, mais equitativo, mais justo, sobretudo mais imparcial, unificador e menos político-partidário.

Embora a presente publicação da Sábado seja um excerto para assinantes, recomendo vivamente que adquiram este exemplar pois, através dos depósitos dos fornecedores dos quiosques, ainda deve ser possível comprar esta revista.

O João Távora deu o seu bom contributo nesta aludida peça jornalística, com vista a aclarar um fenómeno que começa a ser cada vez maior, precisamente derivado àqueles que estão genuinamente determinados a melhorar Portugal pela sua Monarquia, a qual que lhe criou e que gerou este magnífico povo e cultura.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)