Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

WEEK SOUNDZZZzzz!













Não sou apreciador do grupo, mas gosto deste tema que conheci, compilado, no EP "So Cosmic" dos Cut Copy (2008).


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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

O Passado


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“Eusébio, és o nosso rei!”

Esta era a frase entoada por milhares de pessoas ao mais ilustre desportista português do século XX, aquando das suas cerimónias fúnebres.
Além daquela expressão, aliavam-se as televisões, rádios e demais meios de comunicação social abrindo os seus noticiários, curiosamente em dia de Reis (6-1-2014), com frases tais como: «A última viagem do “rei”»; «As pessoas prestam a sua homenagem ao “rei”»; etc. Ou seja, foi rotineiro e abundante, mesmo na voz de jornalistas conhecidos, como por exemplo José Alberto Carvalho da TVi, falar-se do “rei” para lá, do “rei” para cá. Sinceramente…até não achei mal.
Ademais, outras das palavras que se ouviram generalizadamente naqueles dois dias (5 e 6 de Janeiro) foram: consenso, união, grandeza, humildade e outras contextualmente similares… i.e. palavras que definem (ou devem definir), de facto, um Rei. Aquilo a que nós, portugueses, já não estamos habituados (ou sequer já conhecemos…), nem formalmente possuímos desde 5-10-1910.
Durante dois dias, curiosamente, criava-se a ilusão, à nossa volta, que tínhamos um Rei e que viveríamos numa (espécie de) Monarquia. O Povo clamava pelo “rei”, bem como entristecia-se, unificado, pela sua perda e aí estaria o novo regime de dois dias. Um povo, o meu, que se apresentou conciliado e unido em torno de um jogador de futebol… de um “rei”. Tal como um Rei, humano, Eusébio, gerava consenso entre partes opostas. Humano (e não tratando-se duma “divindade” com dizia Ricardo Araújo Pereira [e demais dizeres bacocos similares também ditos por outras “personalidades”]), Eusébio, na consciência colectiva, acaba por gerar aquela manta bastante cozida de um enormíssimo conjunto que o respeitava, admirava e sabia da sua importância para Portugal, bem como da sua entrega a este País. Todos sabem que o “rei”, à frente de qualquer interesse pessoal, punha sempre os interesses do colectivo.
Como sportinguista, e apesar de ter manifestado o meu profundo desacordo correlação a uma entrevista que Eusébio deu, em 2011, à revista Única (antiga edição do Expresso), contudo, é me fácil transpor alguma mágoa clubista e reconhecer no benfiquista o seu melhor. E porquê? Porque as suas qualidades e demonstrações ao longo da vida são enormemente superiores a qualquer entrevista ou parcela de vida. Isso também sucede porque interpreto a vida de Eusébio como sendo sempre mais de Portugal do que de um clube…por maior que ele seja. Diria mesmo, como sportinguista, que lhe reconheço o estatuto popular/futebolístico de “king”.
Mas importa ressalvar, talvez como o mais importante, no contexto do triste falecimento precoce de Eusébio que, apesar da melancolia que muitos submergiram, aquando da notícia, cravados num sentimento de perda de uma parte daquilo que era o melhor em nós, por outro lado, emergiu uma esperança, uma estreita esperança num povo que, afinal, pode estar todo unido e dar as mãos e isso é, enormemente, bom.
Eusébio, o jogador da bola (para usar uma expressão vilã), era de facto alguém maior em Portugal e no mundo. Estando nos meus late thirties, fiquei estupefacto com as repercussões mediáticas da sua morte no mundo e como os mais prestigiados meios de comunicação social cobriram com interesse o assunto, quando Portugal é um País que, supostamente, para alguns, não tem interesse. Errado! Mais uma vez se constata que, onde a política e a república não estão envolvidas, Portugal volta a crescer. A muitos custa-lhes que um jogador da bola seja, probatória e objectivamente, maior do que eles, revelando-se aqueles, simultaneamente, e com tais posições, quem são. Uns que não conseguem tolerar que, no País, exista alguém com estatuto popular bastante maior. Outros, de tão habituados que estão a dimensões diminutas, nem sabem como agir perante um fenómeno “imperial” desta envergadura com é o caso de Eusébio. Para que fique claro, estes senhores não gostam de “reis”, não o são, não querem, nem nunca haverão de ser “reis” em Portugal…mas é o povo português que lhes dita ou ditará isso. Esses são os senhores que representam a república…os “reis”, o Reino, são outra realidade: o nosso Portugal!
Por isso para mim é clarividente, Panteão o quanto antes para o campeão Eusébio. Era herói, pois deu enormes alegrias aos portugueses sem ter pedido em troca. Merece, tal como Amália. O dia, a quente e não racionalizado, de 6 de Janeiro de 2014, fala por si. Nunca, em vida, havia visto algo similar àquilo. Não há dinheiro ou logística que devam impedir a trasladação. Se houver falta de espaço no Panteão, tire-se Aquilino Ribeiro, que não merece lá estar, e solve-se a questão. Talvez, quiçá, a logística fique mais em conta.
Em ambiência final, de ressalvar que no estádio da Luz, no dia da morte do supercraque, populares colocaram uma coroa na cabeça da estátua de Eusébio. O povo, à sua maneira, sabe como honrar os seus mais estimados e nobres. Há algo inexplicavelmente nos portugueses que clama por um Rei. Já não é só o vaticínio de Alexandre Herculano, diria mesmo que tal fenómeno é intrínseco ao povo português. Ouvia-se nas ruas de Lisboa: «Eusébio, és o nosso “rei”!»
Na segunda-feira, no dia do seu funeral, foi o povo que disse que aquele homem era o seu "rei", não um homem importante, não um ministro, não um presidente, não um chairman, eles identificaram-no com o melhor que sabiam, com a pureza habitual de um povo: “rei”!
O Eusébio, para ser “rei” não o foi apenas por ser um dos melhores jogadores de futebol que o planeta conheceu. Era preciso mais do que isso. Para todo um País e para uma parte do mundo, o Eusébio era algo mais...um conjunto que todos sabem: homem nobre de sentimentos, homem humilde, homem afável, homem cativante, homem respeitador, homem trabalhador e outros tantos pergaminhos raros hoje num ser humano. 
Quando um Rei morre, todos, mas todos mesmo, entristecem-se e prestam-lhe respeito em união. Foi o que aconteceu com o nosso “rei” Eusébio da Silva Ferreira.

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Equiparações

No dia em que sentirmos, em conjunto, a perda de um chefe de Estado como estamos a sentir a de Eusébio, será o dia em que estaremos, de volta, no bom caminho enquanto colectivo, enquanto País.

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Positivismos negativistas...

Os positivistas andam muito apoquentados com a eventual ida de Eusébio para o Panteão...

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Racionalismo a quente

Desta vez parece-me óbvio que, face ao que aconteceu nos passados dias 5 e 6 em Portugal, qualquer afirmação de (pseudo) racionalidade, quanto ao assunto Panteão, é claramente irracional.
 
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Monárquicos, we don't have a problem!

Muito tenho escrito relativamente à influência que os republicanos conseguiram angariar sobre os monárquicos, concretamente terem conseguido incutir, quiçá no domínio psicológico, quase diria, da necessidade imperativa de o actual regime apenas poder ser mudado por alteração da alínea b) do artigo 288.º da Constituição da República Portuguesa (CRP). Ou seja, para ser feito um referendo que, democraticamente, mudasse Portugal, e só assim seria possível e aceitável, de uma república para uma Monarquia Constitucional, era necessário uma alteração da Constituição e redefinir a redacção daquela alínea b).
 
Entendo como possível, desde logo, referendar sem alterar aquele disposto. Volto, uma vez mais, a salientar que aquela alínea refere, e bem, que as leis de revisão constitucional terão de respeitar "a forma republicana de governo" e não a representatividade do Estado.
 
Contudo, e se esta interpretação, que preconizo, não estiver correcta, e a CRP é mesmo dramática e quase selvaticamente castradora, então, gostaria de deixar uma interrogação para reflexão de todos os monárquicos como eu:
 
--» Se a Lei Fundamental impossibilita o desenvolvimento monárquico em Portugal, então como foi possibilitada, nos anos 70, a constituição de um partido político, puro e objectivamente, monárquico à mesma luz constitucional?
 
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Francisco I, o antes e o depois

O resultado da acção determinada e corajosa do Papa Francisco I tem gerado em mim, enquanto católico, uma sensação nova correlação à forma como a Igreja normalmente é encarada pelos seus habituais opositores. Esta sensação revela-se como se a Santa Sé, a partir de Francisco I, tivesse deixado de ser perseguida...para usar uma expressão bíblica. Sim é isso.
 
Tenho estado atento. Relaciono aquela sensação ao facto da acalmia contra Igreja, da direita não católica à extrema esquerda, ser evidente nos meios comunicacionais que nos circundam.
 
Assim, e pelo exposto, tal realidade parece-me bastante benéfica, positiva e de salutar. Podemos estar perante um novo ciclo...que assim espero. Mas será mesmo assim? O que achais?
 
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WEEK SOUNDZZZzzz!


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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Tal Pai, Tal Filho


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Melhor filme 2013

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A Viagem Autonómica

Um cuidado trabalho e uma das melhores prendas do ano.
Recomendo vivamente a aquisição, com especial enfoque para a qualidade e o detalhe contidos no livro.
Um abraço com elevada estima ao Filipe Tavares.

Foto - PPA

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TC

Relembro que o TC é um órgão não sufragado e que, na prática, melhor ou pior, assegura, actualmente, a soberania e a legalidade do País.
Só para que não nos esqueçamos, estamos a ser representados/defendidos, para o bem e para o mal, dependentemente da perspectiva de cada um, por um órgão não eleito.
Mesmo a Troika (até mais o FMI) só se refere à imprensa, como real obstáculo, ao TC e nunca, nunca mesmo, se repararem, ao Governo, PR ou oposição.
 
Estas suscitações nada têm que ver com a decisão daquele Tribunal correlação às pensões, mesmo porque para formar uma opinião técnica teria de ler, em toda a sua extensão, o douto Acórdão.
O reparo prende-se antes com a questão da maior parte dos ignorantes (e digo isto objectivamente sem qualquer ofensa) levantarem problemas com a (não) eleição do Rei, sem conhecerem, ao que dão a entender, democracias monárquicas como a Holanda, a Suécia, a Dinamarca, a Inglaterra, o. Japão, o Canadá, etc, etc, países esses bem mais atrasados que o nosso Portugal republicano modernaço.
Neste preciso momento, estamos todos a ser representados/defendidos, para o bem e para o mal, volto a repetir, por um órgão não eleito.
Curiosamente, estamos todos bem, não morreu ninguém, não nos caiu nada...e sinto-me até tranquilo em certa medida. Nem tudo o que é eleito, ao contrário dos juízes, ou da família, é necessariamente bom.
 
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Houve um grupo que compôs um tema que dizia:


Face ao exposto, e para que não subsistam quaisquer dúvidas, fixe-se que acredito cegamente nesse pressuposto composto!

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Um Rei é isto!

Um Rei é isto, um representante é isto, um ser humano é isto.
Viva o Rei, Viva a Monarquia, Viva Portugal!

Visitem o site da Refood!

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Ouvido numa sala

"Deus fez o Homem, os chineses fizeram o resto."

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Ouvido pela consoada

"Saber o que é a insularidade, é saber, por exemplo, da realidade, quanto ao nascimento de gémeos, e como já aconteceu, de um nascer numa ilha e o outro noutra."

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O sonho

Aquilo que faz mesmo, mesmo, mesmo falta para restabelecer os pilares que levarão à real mudança de Portugal: O SONHO!

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Antes da epifania...ainda o Natal!


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SEASONS GREETINGS SOUNDZZZzzz!



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Eduardo Nascimento . "O Vento Mudou" (1967)

Éramos assim tão atrasados? Talvez.
Aqui vejo, contudo, posicionamento à frente...sim...sermos (verdadeiramente) progressistas.
Obrigado Eduardo!


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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Pausa por uns tempos por via da época: BOAS FESTAS E PRÓSPERO 2014


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Descodificador

A poesia vai se descodificando, conforme a idade vai passando.

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Aglutinador amante do seu povo



Mandela foi mais um Rei que um Presidente, e não é pelo facto de ter nascido numa família de nobreza tribal cujo líder era seu pai.

Curiosamente, através de Mandela, percebe-se, com clareza cristalina, as vantagens de se ter um Rei (na relação com um povo).

Colocar tudo em plano secundário, agregar lados opostos e renunciar ao orgulho tudo em prol do seu povo e do progresso da sua Nação...só está mesmo ao alcance de um Rei.

Contudo há sempre alguns, situados nalgum extremo, que questionam toda a legitimidade de acção de Madiba por supostos factos do seu passado revolucionário. A esses eu pergunto:
1.º) Ele não pagou na cadeia, de acordo com a Justiça dos homens?
2.º) As pessoas não têm direito de mudar e ser perdoados? 

3.º) De se reconciliarem e seguirem um melhor caminho?
4.º) Naquela altura, ele era pior que os do Afrikaner?

5.º) A Igreja Católica não se apresentou, por via Desmond Tutu, do seu lado?
6.º) Ele apesar de ser "comuna" (que julgo que após sair da prisão...já não estaria para aí tão virado), alguma vez deixou de reconhecer o apoio da Igreja Católica e de outros credos...?!

Notas finais:
1) "O rei Jongintaba, era tio e tutor de Mandela."
2) "O rei Bambata, que chefiou uma rebelião em 1906, foi um dos heróis que povoaram a infância de Mandela".
in Wikip.
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Os determinados aspectos da vida

Aqueles que vão conservando o deslumbre por determinados aspectos da vida, são também aqueles que descobriram a verdadeira sustentabilidade da juventude.
O contrário, todavia, é o que normalmente acontece.

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O Sebastianismo...

No percurso do nosso grandioso Pretérito, a realidade, outrora, aproximou-se da fantasia...como de um conto real se tratasse.

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O Português d'Aquém e d'Além Mar

Ser patriota é não ser nacionalista,
Ser patriota é não ser xenófobo,
Ser patriota é não ser racista,
Ser patriota é não ceder a protectorados,
Ser patriota é ser livre!

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O Rei

«O Rei 

'Nos liberi sumus, rex noster liber est et manus nostrae nos libraverunt'

Êles o afirmam com aspeito grave,
- êles o afirmam com profunda voz.
Um côro imenso revoou p'la nave:
- « O Rei é livre e livres somos nós! »

- « O Rei é livre! » E o grito de Almacave
não foi sòmente o grito dos Avós.
Por mais que o tempo em nossas veias cave,
nunca desata êsses antigos nós!

« O Rei é livre! » E com o seu elmo erguido,
é Portugal tornado corpo e alma
na sucessão do tempo indefinido!

O sangue o diz! E o sangue não se engana!
Que ver o Rei na sua fôrça calma,
é ver a Pátria com figura humana!»

António Sardinha, in 'Pequena Casa Lusitana'

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Dito por um amigo que veio de férias passar o Natal:

"Acabei um curso de actor em Lisboa. Formei-me.
Estou pronto para entrar no mercado de trabalho. Está decidido: vou ser político."

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WEEK SOUNDZZZzzz!



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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

O Conselheiro

http://www.youtube.com/watch?v=6ML50I0mVHY
 
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Nem Restauração, nem restauração

Em 1640 um grupo de homens, não acomodados, decidiram arriscar a vida por um País. Em nome da Liberdade verdadeira, escaparam à forca dos Habsburg e deram a vitória a Portugal.
Em retorno, hoje, correntemente, nos nossos dias, esse dia nem feriado é quando em qualquer País, digno da sua História, tem um dia desses e festeja-o.
Cá, também no domínio da simples ignorância proliferante, os pseudo portugueses amorfos do rebanho e da quantidade costumeira, nem para a rua vêm festejar e sequer um jantar especial fazem que desse a ganhar à restauração (nem digo aos Restauradores) ...e à economia. Nem isso. 
Enfim, a vergonha corrente do País em que nos tornamos com o golpe de rotura de 5-10-1910. Andamos esquecidos e, pior, não nos unimos em causas realmente importantes para a nossa sobrevivência como Nação.

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Os Avisos | Terceiro

"Só te sentir e te pensar
Meus dias vácuos enche e doura.
Mas quando quererás voltar?
Quando é o Rei? Quando é a Hora?"

Fernando Pessoa, in “A Mensagem”, II – Os Avisos, Terceiro, 10/12/1928

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Ainda o 1 de Dezembro de 2013

Foto de Isabel Santiago Henriques

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Em Lisboa foi assim

Foto - João Távora.

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Tão bom...

"Monárquicos hastearam em Guimarães a bandeira monárquica assinalando o primeiro dia da Restauração da Independência sem feriado."

Fonte - Manuel Beninger


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Obras primas...só com o LEONARDO!

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Terá sido S. Tomás de Aquino?

«Estado fraco com os fortes e forte com os fracos.»

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Observação em forma de questão

O que pensar daqueles homens que, em vez de ah ah ah, ka ka ka, eh eh eh, ou lol, escrevem antes ih ih ih ?

Confesso que tenho alguma dificuldade em entender este fenómeno nas redes sociais, julgo que haverá algo, dentro daqueles cérebros, um pouco disfuncional.

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Diz que faz bem à saúde...

Já imagino a conversa entre duas senhoras: "olhe lá, vou deixar o ouro...é um pouquinho calórico. Está decidido, agora é só prata...é mais light!"

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WEEK SOUNDZZZzzz!







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domingo, 1 de dezembro de 2013

Jantar dos Conjurados 2013


Mantendo-se a tradição, foi mais um jantar dos Conjurados em PDL.
Foi lida, como sempre, a Mensagem* de S.A.R. o Senhor Duque de Bragança.
Do texto extrai-se o habitual sentido de pragmatismo, objectividade e proximidade sobre a realidade dos portugueses...sobretudo nunca esquecendo aqueles que passam por maiores dificuldades.

*A mesma encontra-se publicada no site oficial da Casa Real Portuguesa.

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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Venus in fur


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Martim Moniz

Salve Martim Moniz que, em tua honra mergulhado, dilaceraste teu corpo em prol dos teus governantes.
Hoje, decorridos no tempo, e não sendo vã a tua gloriosa acção, contudo, são os nossos governantes que nos dilaceram nas entradas da indefinição de um caminho certo.

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Da excelência intolerada até à mediania reinante

Assistindo, no passado dia 22/11, ao documentário "JFK: The Private President" (SIC Notícias), não podia ter ficado mais de acordo com a conclusão do narrador: com John e Jacqueline Kennedy os americanos tiveram a sua própria Família Real.
 
JFK era um homem com defeitos, mas era também, e acima de tudo, um símbolo representativo para uma América que se desejou mas não conseguiu ser. Um razoável político, com classe, com estrutura e status (antes mesmo de ser presidente), visionário q.b., culto, viajado, moderno, progressista, sofisticado, trendy, desportivo, católico, etc. Os americanos literalmente adoram-no...ainda hoje. A sua morte foi o terminus de um sonho...o verdadeiro sonho americano. Mas não passou disso, um sonho. O pesadelo seguiu-se momentos depois, a realidade continuou e o Império morreu prematuro.
 
Neste domínio, não podia deixar de registar as próximas semelhanças, quer em vida, quer em morte, com El-Rei D. Carlos.
 
A categoria, a sofisticação, a maior classe e verdadeiro progressismo, nunca foram toleradas pela mediania republicana e seus velhos interesses conhecidos... É ver-se hoje o desfecho com os nossos políticos de um modo geral. É ver-se hoje o desfecho no actual estado do País e, sobretudo, da Nação.
 
Em república idolatra-se a mediania e não se respeita a excelência. Se o contrário fosse, os resultados das repúblicas seriam bastante melhores nos respectivos índices demonstrativos de progresso, conforme acontece nas monarquias, e não o contrário.
 
O 1 de Fevereiro de 1908, em Lisboa, tem muitíssimo mais que ver com o 22 de Novembro de 1963, em Dallas, do que algum de nós possa sequer imaginar. Essa é cada vez mais a minha mais profunda convicção, existem traços comuns inegáveis.
 
Carlos I e Kennedy foram alvos dos republicanos, foram homens fortes demais para serem tolerados pelo status quo ordenante e que, mais secreto ou menos, todos deveríamos saber quem são...ou quem é.
 
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"Para a exortação do bem comum"

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"Gostem ou não gostem...

 
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À cautela...

Com o aumento incalculável dos 'Direitos dos Animais', preocupado, vou tomar parte mais veemente pelos 'Direitos do Homem'. Apenas à cautela.

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Ouvido hoje:

“A maior beleza das mulheres está no interior.”

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WEEK SOUNDZZZzzz!




Escolher um single dos Smiths de entre tanta qualidade, eis uma tarefa difícil.
Mesmo assim...vai este em cujo critério baseou-se: tentar fugir o mais que pude aos hits…!




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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Parabéns a S.A. o Infante D. Diniz!

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Obrigado Jaime Neves!

Festeje-se, hoje sim, o dia que nos deu efectivamente a Liberdade.

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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

The Manzoni Family


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Felicidade!

Felicidade: Como não podia deixar de ser…as Monarquias dominam! Dinamarca 1.ª

Infelicidade: Como não podia deixar de ser…as repúblicas dominam. Portugal em 85.º, repito 85.º!

"No topo do 'ranking' estão Dinamarca, Noruega, Suíça, Holanda e Suécia. Os mais infelizes dos 156 países em estudo situam-se em África: Ruanda, Burundi, República Centro-Africana, Benin e Togo."

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O primeiro grande terramoto na Monarquia Portuguesa

O meu distinto e mui ilustre colega, António Lemos Soares, Professor de História do Direito, tem uma ideia muito clara acerca do Marquês de Pombal e que aqui parcamente assumo tentar traduzir: 

- Foi a partir dele (e de suas sementes) que o Reino de Portugal foi abalado até ao culminar de 1910. Em suma, foi a partir dele que a Monarquia sofreu o seu maior abalo.

Não discordo dessa interpretação. Acrescentaria apenas que Pina Manique não dispôs do tempo necessário para limpar, medianamente, o mal infligido por Sebastião José de Carvalho e Melo.

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Já disse antes e repito

Em falta da nossa Monarquia, e não me revendo na república, resta-me a Seleção Portuguesa. Nesta acredito.

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Aproveitamentos administrativos incoerentes

Nos EUA ainda existem condados, não existem é condes...

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Esquerda!? Que esquerda?

Se Soares* fosse mesmo da esquerda que apregoa, nunca, mas nunca mesmo, teria sido o amigo predilecto do republicano Frank Carlucci.

* Sócrates e afins.

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Justiça prevalece e elege D. Duarte!


VIVA O REI!

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Interessante compilação

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Exemplo a seguir

O fenómeno do futebol português devia ser um case study para os políticos deste País.

Mas à parte do case study, e como já venho escrevendo há uns tempos, basta duas coisas: acreditar e escrutinar transversalmente. Assim, se todos estiverem juntos e perceberem, não há como não evoluir.

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WEEK SOUNDZZZzzz!

Quem não prestar a devida vénia a estes senhores, não está a ser bom cidadão.
Made in Portugal.
ATÉ OS ABBA ESTÃO COM O RONALDO:

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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Desporto "Presidente"?

O que ainda vai valendo a Portugal é que o futebol não é o "presidente" mas sim o Desporto Rei.
Quando mete Reis, normalmente somos bons.

No facebook - Grupo fechado - "Publicação · 19/11 às 21:39 · Editado"

O João Amorim pensou similarmente ontem.

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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Portugueses à Descoberta do Brasil!

Para responder a uma monarquia com a qualidade da Suécia, só mesmo com um "Rei"!

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Vou comprar um cachecol, já para o mundial 2014, no IKEA.

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(Na outra) Visão das dimensões

– Há cognoscibilidade para além do conhecimento empírico. Também o conhecimento não empírico é garante na indefinição desafiante. É mentira: nem tudo se experimenta. Não experimento cianeto –
 
Pelo próprio, na conferência "O Código Da Vinci – Sintoma de Uma Crise Cultural?”, enquanto moderador, Ponta Delgada, 25/06/2005.
 
Sou um insuficiente ajuizador, mas não desminto a dificuldade em entender o consumo de estupefacientes quando, razoavelmente, o seu desfecho é o pior: a MORTE.
 
Tenho dificuldade em perceber essa recorrência, apenas com a necessidade de passar para outra dimensão…sobretudo quando as dimensões são muitas. Tenho dificuldade em compreender essa falta de sagacidade de alguns, ao insistirem naquele feixe cíclico. Continuum sempre certo e agravado por uma aterradora ressaca, esta garantida aquando do regresso ao funesto destino: o ponto inicial. Um círculo fechado, quando deve ser quebrado.
 
Tenho dificuldade em entender como, muitos por aí, suportam essa falsa existência, repudiante valência, quando é própria VIDA que, sem qualquer custo, de forma puramente natural, nos oferece o melhor portal dimensional. Contrastes circunstanciais de música, de leitura, de narrativa, de emoções, de vivências, são absolutamente capazes dessa possibilidade transpositiva. Esta é a nossa natureza, essas devem ser as nossas alienações… nunca outras.
 
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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Obsessão pela rectidão, pela verdade e pela coerência

Ainda a propósito da frase «A nobreza de alma reconhece-se, em parte, pelo modo orgulhoso e magnífico como ela ataca: sempre a direito», cujo autor desconheço, cabe-me a seguinte nota:
 
Deve haver obsessão pela rectidão, pela verdade e pela coerência. É assim…um caminho único de contornos difíceis. Normalmente não é o caminho da esperteza, sendo correntemente obnubilado pela maledicência camaleónica e cirurgicamente marcada como a via dos obtusos. Coragem é precisa.
 
Eis o caminho, eis o risco, eis a encruzilhada, eis a ética (não a moral), eis a decisão a tomar.
 
Hoje cultiva-se os ícones da simpatia utilitária, habitualmente bem-falantes, despromovendo a crueza dos discursos formalmente realistas mas realmente alternativos.
 
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Vantagem em antecipação e formação

Normalmente um representante/chefe de qualquer coisa, melhor ou pior, mais competente ou menos, com mais ou menos críticas, e se não for dramaticamente incompetente, acaba por estabilizar na sua missão e, passados uns tempos, sedimenta-se no lugar...mesmo que não produza nada de especial.
 
A diferença dessa realidade para um Rei, aquele que, por enquanto, ainda não temos, é que antes de o ser já está a ser preparado para ser. Ou seja, um Rei procura ser uma referência de excelência, antecipando a qualidade do seu desempenho por via de formação e qualificação árdua e perpétua.
 
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Primeiro a felicidade e depois a liberdade. Primeiro a liberdade e depois a democracia.

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Descendências em campo

Se fosse republicano ficava indignado pelo pai e filho Veloso terem ambos jogado na Selecção. Seria contra a ética republicana.

Como sou monárquico acho isso simpático, uma vez que não envolve política. Faz parte da minha ética...a família.

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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Stop the Pounding Heart


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Quase zelotipia


Para poder definir o que sinto em relação àquilo que fomos em Monarquia, sobretudo àqueles portugueses que foram contemporâneos dos nossos Reis, mentiria se não dissesse que chega a ser quase zelotipia. Sim, quase zelotipia por um Portugal que fomos.

Quando vejo uma imagem, sobretudo fotográfica, de alguns dos nosso Reis, é inevitável o pensamento de que aquele passado não pode ser o nosso presente. Ou seja, o nível que atingimos, claramente, não é aquele que hoje temos. Ver um D. Carlos ou um D. Manuel II e fazer o paralelismo com os “nossos” Presidentes, sejam eles quais forem, fica de todo claro o desequilibro da imagem representativa e, inerentemente, do prestigio projectivo dentro e fora de portas.

Quando se considera a nossa História até 1910, até parece que se tratava de um outro País… de uma Nação estrangeira. Sim, como se não fossemos nós. Daqueles países estrangeiros mais evoluídos, produtivos e, sobretudo, alegres. Naquela altura com algumas dificuldades, é certo, mas bastante melhores em patamar civilizacional e produtivo do que aquilo que somos hoje e que, não obstante o dificílimo encadeamento histórico - Invasões francesas – Brasil – Mapa Cor-de-Rosa – Republicanismo, já estavam focados em as ultrapassar. Outrora éramos, pois, como aqueles países que que nos levam ao seguinte pensamento: “que bom que seria viver assim”. Pois…talvez daí a (quase) zelotipia… Pelo que ressalta naturalmente a analogia: Que bom que seria viver como os noruegueses; que bom que seria viver como os canadianos; que bom que seria viver como os ingleses, etc. Contudo…que triste, infelizmente, que é viver hoje em Portugal.

Com o vermelho e o verde da república, o regime conseguiu o seu objectivo primordial: romper com o passado. Atingiu-o de facto. Todavia, não fez esquecer, pelo menos em alguns, esse mesmo passado que podia ter conduzido a um outro presente e a um outro futuro, potencialmente melhores que aqueles que vivemos e vislumbramos. Hoje somos outros, descaracterizados, amorfos, tristes e cada vez mais sem rumo.

Focando-nos, por fim, na figura da El-Rei D. Manuel II, um Rei jovem que foi abalroado pelo terrorismo revolucionário e jacobino, que desembocou no formato da actual III república, posso dizer que, por um lado, custa-me seriamente a crer como podemos ter chegado tão alto e ter posto tudo a perder em tão pouco tempo, aliás, como se comprova hoje à nossa volta. Ver D. Manuel à luz do Presente, é quase como ver um Rei de um outro país. Por outro lado, entristece-me não ter podido assistir, presentemente, como português, com os meus filhos e netos, à prevalência e continuidade daquilo que El-Rei representava: uma empresa de prestígio e produtiva por todos nós chamada de Família Real Portuguesa e, cuja designação da firma, era ela Portugal. Do posicionamento da sua sempre humilde atitude de ofertar ajuda (mesmo no exílio auxiliava todos os que podia), mas excelso na postura e na imagem, vislumbro El-Rei com honra e orgulho daquilo que fomos e que espero sempre que ainda venhamos a ser. A nossa última esperança é que a Família Real Portuguesa ainda existe!


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Sem reacção

Após o 25 de Abril a (verdadeira) direita ficou absolutamente neutralizada.
Nem com uma afronta como aquela que Portugal hoje sofre, existe alguém que reaja positivamente e recoloque a honra (ao menos) do País no seu devido estatuto histórico.

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Troca de imposições

Vivemos todos num universo de imposições, entregues à sorte de imporem-nos a que for menos impositiva.

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Eufemismos invertidos

Apesar de me considerar um leal e convicto monárquico, crente na possibilidade crescente de reintrodução regimental de uma Nova e Moderna Monarquia Constitucional (aliás como sempre tenho honra de afirmar como pessoa comum que sou), cujo modelo deveria ser próximo aos de países como a Noruega, Suécia, Holanda, Dinamarca, Bélgica, Inglaterra, Japão, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, os estados de paz Árabes, etc, etc, a verdade é que igualmente me considero um leal e convicto defensor, e friso isso com toda a clareza, correlação a um absoluto e contínuo sentido de oportunidade que, integrado num princípio substitutivo, e imbuído numa lógica de ampla responsabilidade, permita sempre a outros aceder à possibilidade de poderem fazer o seu melhor face a novos desafios que se formem no horizonte. Aqui ressalva-se, contudo, a execpção à mais alta representação de Portugal, Algarve, Açores, Madeira, demais território e seu vastíssimo espaço marítimo que deve ser exclusivamente do Rei, conforme já amplamente fundamentado neste domínio.
 
É sempre necessário dar oportunidade a outros e, assim, rejuvenescer (e não me refiro ao conceito etário mas sim de acção) as instituições…sejam elas de que natureza for.
 
 
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"Na Monarquia, matar o Rei não mata o Regime!"

Dito pelo Prof. Adriano Moreira...e muito bem.

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É simples

Para ser-se uma Monarquia, e usufruir do estatuto de país realmente desenvolvido, é preciso ter-se categoria e prestígio dentro e além portas. 
Deixamos de os ter, logo não podemos tê-la.

É simples.

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Sejamos realistas



João Távora.

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Iates “Amélia”

Sucinta história do Yacht Amelia.

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"Não sou poeta | Não te sei falar de amor"

«(...)
Quem me dera fazer poesia
Inspirada na minha paixão
Inventar sofrimento, agonia,
O amor de Platão

Quem me dera chamar-te de musa
Em sonetos e coisas que tais
Uma escrita solene e confusa
Com palavras a mais

Eu não sou poeta, não
Não sou poeta
Nunca fui um grande sofredor
Eu não sou poeta, não
Não sou poeta
Não te sei falar de amor
(...)»

De um verdadeiro poeta, Carlos Paião.

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Resta saber se fará alguma coisa pela Causa...ou será mais um

Os efeitos de um monárquico no prestígio de um país são generalizadamente imediatos.
Um homem que pensa sempre livre, numa óptica de união pelo país e sem influência de PARTidos...tem outra amplitude e margem de progresso.
Imagine-se se mais verdadeiros monárquicos assumissem o controlo do País!?

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No Canadá

Duque de Bragança visita comunidade portuguesa no Canadá.

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Logo com D. Manuel I, logo esse

Ficou melhor senhores e senhoras de Tomar, sem dúvida. 
As referências estão à vista….e logo comparativamente a D. Manuel I, logo esse!

Fonte - Aqui.

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Corvo


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WEEK SOUNDZZZzzz!




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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Dá Tempo ao Tempo


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Obra sobre um dos homens que esteve à beira de endireitar Portugal

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Degradando-nos

Correlação à entrevista que decorreu no programa da Antena 2 “Quinta Essência”, dedicada à recente obra sobre a nossa Rainha “Dna. Amélia”, não podia estar mais de acordo com a conclusão a que chegaram ambos os intervenientes, concretamente o autor José Alberto Ribeiro e o responsável do programa, João Almeida, que exclamou:
 
 
Acrescentava apenas: que ficou, não deixa de ficar e não recupera para um estatuto de desenvolvimento que possa evoluir, novamente, para a independência e liberdade de uma Monarquia, isto à semelhança daqueles que são os países mais desenvolvidos do mundo nos mais importantes índices: monarquias constitucionais.

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Nomenclatura, todavia, no Portugal recente, já não é de admirar…

Como diz o nosso nobre povo..."dividir para reinar”. Sempre achei graça à definição deste Código.

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Porque será que não usou a palavra república...?

Ouvido sábado na SIC, dito por Sócrates:

"A política é o REINO da opinião".

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"A aurora de uma Nova Monarquia"

Um interessante texto publicado na Plataforma de Cidadania Monárquica.
 
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Se ainda tivesse sido só com o fado...

«A esquerda portou-se mal com o fado.»

Carlos do Carmo, in Atual, Expresso, de 26-10-2013.

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Música qualitativa

O tempo é o maior determinador da qualidade de uma música.
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Identificação 100%

«A nobreza de alma reconhece-se, em parte, pelo modo orgulhoso e magnífico como ela ataca: sempre a direito.»

Desconheço o autor.

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Entrevista com o Dr. Luís Lavradio

Parabéns ao David pelo artigo.

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WEEK SOUNDZZZzzz!

Irei vê-la esta semana.

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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Sophia de Mello Breyner Andresen

Uma senhora que amava Portugal, defendendo, sem vacilar um milímetro, a libertação plena da sua democracia por via da melhor forma hodierna de potenciação: uma Monarquia Constitucional.

94.º aniversário de Sophia de Mello Breyner Andresen (6 Novembro 1919—2004)


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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

(Des)União Nacional

O Presidente Cavaco Silva questionou-se hoje, perante os jornalistas, porque razão a classe política não dá, à semelhança da vizinha Espanha, um manifesto exemplo de união e conjunto perante a crise e perante o futuro do País.
 
Eu respondo-lhe Sr. Presidente: a culpa é do Rei que assassinaram no dia 1-2-1908, nunca foi do sentido individualista e não colectivista da república que já perdura 103 anos, nunca foi! A culpa nunca foi dos republicanos que vez alguma puseram os seus interesses à frente dos pátrios!
 
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)