Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Raio – X

Considero-me um conservador nos costumes, progressista na Cultura e equilibradamente liberal na Economia.

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sábado, 8 de dezembro de 2018

Coisas que nos distinguem das demais Nações

"Enquanto houver portugueses Tu serás o seu amor!"

A partir daqui inovamos, uma vez mais. Um Rei, grato, deixava, em respeito maior, de usar a Coroa Real. Nunca mais nenhum Rei português a usou. Outros, mais tarde, acabaram por o fazer também.

Exemplos de progresso, desde logo no século XVII. O Rei não precisava de o fazer, nem foi obrigado por ninguém a fazê-lo, nem mesmo pelo Povo. Foi por pura iniciativa, a iniciativa da gratidão e do exemplo.

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sexta-feira, 21 de abril de 2017

Ser conservador

Conservadorismo não é antítese de progresso.
Ser conservador é também poder integrar um modo de progressismo, embora num fluxo moderado e paulatino.

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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Fly again!

Tomara que sim...seria o tal passo atrás para melhorar o caminho.
Se o Concorde voltar aos céus, apenas quem ganha é o Homem.


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sábado, 25 de abril de 2015

Pátria = Progresso

«É impossível haver progresso por parte de quem não gosta do que é seu»

Henrique Leitão, Prémio Pessoa 2014.

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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Ficou o cordão da vida


É de registar os milhares de humanistas que, unidos, procuraram, como sabiam e podiam, defender a pequeníssima e sensível menina. Toda a solidariedade espalhada pelo mundo fez-me ver, por aqueles dias de luta, novamente, um mundo melhor. Esta postura é a minha sincera interpretação de progresso humano.

Contudo, tirar uma vida é incomensuravelmente (e legalmente) mais simples...

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sexta-feira, 21 de março de 2014

Os verdadeiros progressistas

«Os verdadeiros progressistas são os que partem de um profundo respeito ao passado.»

Ernest Renan

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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Resta saber se fará alguma coisa pela Causa...ou será mais um

Os efeitos de um monárquico no prestígio de um país são generalizadamente imediatos.
Um homem que pensa sempre livre, numa óptica de união pelo país e sem influência de PARTidos...tem outra amplitude e margem de progresso.
Imagine-se se mais verdadeiros monárquicos assumissem o controlo do País!?

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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Motivo? Nenhum!

Dizem os republicanos mais conscientes que, apesar de saberem que o estandarte de Portugal é realmente azul e branco, a introdução do vermelho e verde foi um método de rotura com o passado e, assim, promover o progresso.

Ora, como a rotura não resultou, nem tão pouco o progresso se vê…antes pelo contrário, então, por que motivo manter um sistema que, durante 103 anos, já evidenciou que não funciona, não gera progresso e elimina tudo aquilo que ainda tínhamos de bom e que era o nosso prestígio na comunidade internacional e a nossa História?

Motivo? Nenhum!

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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Certos "progressos"...

Este País nunca avançará enquanto certos "progressos" não forem percebidos e assumidos como retrocessos e não houver vontade de recuperar aquilo que funcionou e estava correcto…
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quinta-feira, 12 de julho de 2012

D. Miguel I, Rei de Portugal: Povo e Progresso

Alguns portugueses (inclusive monárquicos) afirmam que no caso de o Miguelismo ter vencido as guerras liberais, nós teríamos entrado num espiral retrógrado. O Liberalismo (maçónico como acabou por se verificar) prevaleceu…e foi o que foi para a Monarquia e, sobretudo, para Portugal. Um desastre. 

O honrado D. Miguel de Portugal, o Popular, tinha, conforme é sobejamente sabido, o apoio do povo mas também da Prússia. A Prússia era pura e simplesmente a civilização mais poderosa no pensamento filosófico, musical, técnico, etc, da época. Mais, ainda hoje quem manda na Europa? As parcerias estratégicas com o Imperador da Alemanha, num reinado continuado por D. Miguel, poderiam ter sido profícuas para o Reino de Portugal.
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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

O que nos interessa!

Hoje um Rei não interessa a ninguém no actual sistema republicano porque fala com independência; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque não tem cor partidária; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque não tem facção; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque não tem lobby; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque fala de união de todos os portugueses e não em cultos de individualidades; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque implicaria uma mexida nas mentalidades de todos, aquilo que usualmente chamo de mentalidade colectiva de uma Nação; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque implicaria agitação nos lugares bem instalados de muitos; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque mexeria no status quo; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque não trás as equações mágicas que a república prometia e que, em vez de 767 anos de grandiosidade, apenas trouxeram trevas e tristeza; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque traria a verdade de um difícil caminho de médio e longo prazo a trilhar, contrariando as fórmulas republicanas ilusoriamente facilitadoras para atingir objectivos.

Mas quem me conhece bem…sabe que não sou de “caminhos fáceis e rápidos”! Para mim, e mais que nunca, interessa-me e muito um Rei para o meu País! Quero começar a trabalhar desde agora (pois mais vale tarde do que nunca), numa Monarquia Constitucional, para a médio ou mesmo longo prazo almejar equiparar-me a um sueco, um norueguês, um dinamarquês, um canadense, etc.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)