Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

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sábado, 3 de julho de 2021

A ameaça

«O disfuncionamento da justiça ameaça a paz civil.»

Gen. António Ramalho Eanes, in 'Nascer do sol'

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domingo, 2 de maio de 2021

(In)Justiça

Questões de "forma" levarão, a trecho, a um novo formato político e constitucional de Portugal.

Essa realidade já esteve mais longe. A impunidade não pode continuar, o Regime está absolutamente apodrecido.

Até um cego vê isso.

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sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Calendários

«A ética e os princípios de justiça não mudam com o calendário.»

D.H. Lawrence.

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sexta-feira, 12 de maio de 2017

Sem calendário

«A ética, a equidade e os princípios de justiça não mudam com o calendário.»

D.H. Lawrence

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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Punisher

Punisher, uma personagem incontornável da Marvel Comics. Criada pelo escritor Gerry Conway e pelos artistas Ross Andru e John Romita, Sr., cabendo ao grande Stan Lee dar-lhe o nome.

Uma espécie de anjo negro, punidor. Embora não figure ao lado dos vilões no elenco da editora, muito menos figura como herói. É antes um anti-herói. A característica que se eleva e faz nele essa clara destrinça resume-se à sua calculista falta de clemência perante os seus alvos. Enquanto um herói levaria o vilão à Justiça, o Punisher entende que a melhor justiça é uma morte rápida, fria e impiedosa.

Quase dispensável seria dizer que, num mundo onde a Justiça tarda e muitas vezes erra, esta personagem, criada nesse especial ano de 1974, ganha dimensão a cada dia.

O Punisher, antes conhecido como Frank Castle, veterano do Corpo de Fuzileiros Navais norte-americano, é impelido para uma drástica forma de combater o crime desde que, enlouquecido, e mergulhado numa dor dilacerante e irrecuperável, assistiu às mortes da sua mulher e dos seus filhos durante um tiroteio envolvendo a máfia americana no Central Park em Nova Iorque. Desejando não ter sobrevivido àquele dia, preferindo ter partido com a sua família, resta-lhe uma vingança perpétua contra o crime.

Senhores e senhoras, apresento-lhes o Punisher:


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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Pessoas que ainda nos fazem acreditar em Portugal

A Justiça tem, feliz e novamente, um sentido e um sinónimo: Joana Marques Vidal.

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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Tarda mas chega!

Tanto que os interesses dominantes tentaram denegrir e enxovalhar este banco...

A Justiça tarda mas chega ...e aclara!

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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Num plano organizado

Concordo em absoluto com o Dr. Moreira das Neves, em relação à normalização do Citius nos Açores.

Acima de tudo, este sucesso, foi uma questão de determinação, perseverança, liderança e muita organização. Será que existiram esses "condimentos" nas outras comarcas?

Dito por quem tem, literalmente, autoridade para falar.

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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Acordei com esta (Antena 1):

"Só os Açores navegam no Citius".

E depois esta: "Açores a luz ao fundo do túnel" no sistema informático da Justiça (Antena 1).

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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Recebido via e-mail

«Em 2003, o deputado inglês Chris Huhne foi apanhado num radar em alta velocidade. Na época, a então mulher dele, Vicky Price, assumiu a culpa.

O tempo passou e aquele deputado passou a Ministro da Energia, só que o seu casamento acabou. Vicky Price decide vingar-se e conta a história à imprensa.
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terça-feira, 30 de julho de 2013

Por reais homens de Estado, por El-Rei D. Carlos I

«Eu bem sei que seria mais fácil, e menos penoso para nós, o tratar de agradar a todos, mas espero também que um dia a opinião pública, que felizmente não é sempre a opinião que se publica, saberá fazer-nos justiça.» 

D. Carlos, Rei de Portugal e dos Algarves.

Visto aqui.
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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Este é que sabia tratar deles...


Acho cada vez mais que este homem foi uma daquelas raras excepções que fazem a diferença no rumo de um País. Houvessem mais como ele e esta Nação seria mais "limpa", justa, equitativa e cumpridora da Lei.
Dou-vos: Diogo Inácio de PINA MANIQUE.
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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Justiça republicana: Sumariamente mortos em república

Tive a oportunidade de verificar um facto passado que, por si só, é revelador daquilo que foi a república ontem, o seu reflexo hoje e sempre. 
Lia a última Revista do Expresso, no semanal espaço temático "Quiz", este dedicado à Justiça, da autoria de Rui Gustavo, quando algumas questões me assaltaram para testar os conhecimentos. 
Chamou-me a atenção a 6, concretamente: 

«Luísa de Jesus foi a última mulher executada em Portugal, em 1772. 
Que crime cometeu? 
a) Assassinou o barão para quem trabalhava e um enviado do Rei 
b) Matou 33 bebés 
c) Era espia de Castela» 

Resposta: b) 

Contudo, e confessando a minha ignorância neste assunto específico, não sabia de todo a segunda. Mas se tivesse reflectido melhor constataria o óbvio. 
O quiz 2 era colocado assim:

«A pena de morte foi abolida em 1867, mas houve uma condenação depois dessa data, quem foi? 
a) Manuel Buíça, autor do regicídio que vitimou D. Carlos I, em 1908 
b) Ferreira de Almeida, um soldado que tentou passar para o exército alemão em 1917 
c) José Júlio Costa, que matou a tiro o Presidente Sidónio Pais, em 1918»

Resposta: b) 


Ou seja, o infortunado cidadão João Augusto Ferreira de Almeida (tal qual também somos hoje), quiçá numa opção constatada e desesperada de fugir daquela república imprestável, supostamente terá optado por transitar para o lado germânico. Face ao nacionalismo republicano português e à insana ânsia do novo regime prestar vassalagem às potências aliadas, o cidadão teve, segundo os seus julgadores, o que merecia: uma morte sumária! Somando esta ao caso de Humberto Delgado, já vão duas mortes sumárias pela “justiça” republicana. É a dita trilogia no seu melhor: Liberdade, Igualdade e Fraternidade…à moda do novo regime português. Nem os assassinos que planearam a morte de El-Rei D. Carlos tiveram tal destino. A Justiça era outra…! A república, sempre tão progressista, arrebentou o inovador pacto firmado com o mundo, constituído pela nossa Monarquia Constitucional, e voltou a condenar à morte. “Mate-se”, terá dito o julgador de João Augusto. 

Hoje, na III república herdeira, a Justiça é o que se vê. Querem melhor base justificativa?! 
Termino como começou o responsável pelo quiz: “justiça seja feita”!
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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Os não votados!

Os Tribunais (e consequentemente a Justiça) não são, por princípio, as maiores expressões de Democracia num Estado? São sim! Contudo, não foram eleitos!
A Família não é o maior conforto e a maior riqueza que temos? É sim! Contudo, não foi eleita!
A Monarquia Constitucional navega por estes "(pata)mares"...!
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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Por João Ferreira-Rosa

No habitual registo sem meias verdades ou salamaleques...
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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O Portugal que temos…

1 de Fevereiro de 1908 - O Rei D. Carlos e o Príncipe Real D. Luís Filipe foram brutalmente assassinados pela Carbonária.

14 de Dezembro de 1918 - Sidónio Pais era abatido por José Júlio Costa.

19 de Outubro de 1921 - O primeiro-ministro António Granjo, Machado dos Santos e José Carlos da Maia, foram mortos por marinheiros, que os foram buscar às suas próprias casas e os conduziram, numa camioneta, até ao local do abate.

13 de Fevereiro de 1965 - O General Humberto Delgado era assassinado pela PIDE.

4 de Dezembro de 1980 - «O avião onde seguiam, entre outros, o primeiro-ministro Francisco Sá Carneiro e o ministro da Defesa Adelino Amaro da Costa despenhou-se em Camarate.*»

Eram assim elencadas cronologicamente uma série de mortes de figuras do Estado português, num artigo escrito, na Revista Única, por Ricardo Sá Fernandes.

Concluía o articulista que teriam todos aqueles acontecimentos um traço comum:

«- Primeiro, lograram liquidar líderes políticos impares, algumas das personalidades mais fulgurantes do século XX português, que, continuando vivas, fariam a diferença.

- Segundo, evidenciaram que a razão de Estado, a inércia, a teia de cumplicidades estabelecidas, o conformismo e a cultura do ‘abafanço’ venceram sempre a justiça, que não foi capaz nem de esclarecer os factos ou punir os principais responsáveis dos crimes cometidos.

Triste sina.»

Apenas acrescentava, às conclusões de Ricardo Sá Fernandes, mais um elemento que corre paralelo com todas aquelas mortes: república.

Fonte – Revista Única*, de 27/11/2010, páginas 48-50.
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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

António Barreto: "Tínhamos melhor justiça no regime anterior"


Fonte - http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=401029

Comentário - Prof. António Barreto, de nossa parte, asseguramos que o que disse não foi "terrivelmente interpretado”, salientando, embora, que nos situamos em quadrantes ideológicos distintos. Razão: porque enquanto intelectual (dos maiores que ainda se dão ao trabalho de usar o seu pensamento para ajudar o País), e que nos granjeia o maior respeito nessa qualidade, apenas circunscreveu algo que não passa da mais pura realidade factual e histórica...com as ressalvas que, oportunamente e muito bem, delimitou em relação ao anterior regime.

Quanto aos prazos dos juízes, é inacreditável (embora realidade…infelizmente) que os códigos de processo não prevejam o que refere. Todos os portugueses já sentiram isso na pele, mas, nem assim, os governos mudam a legislação…
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)