Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Se ainda tivesse sido só com o fado...

«A esquerda portou-se mal com o fado.»

Carlos do Carmo, in Atual, Expresso, de 26-10-2013.

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quinta-feira, 14 de março de 2013

Secretismos

“Segredos da Maçonaria Portuguesa”, livro de António José Vilela, da editora ‘Esfera dos Livros’, está referenciada no top de vendas, em “não ficção”, na revista ‘Atual’ do ‘Expresso’ (9-3-2013). 

Contudo, o que queria aqui destacar era a capa do livro. Ao ver aquela capa bem como aquelas personalidades que a compõem, fico com a mesma impressão de como se tivessem colocado jogadores do Sporting num livro sobre a história do Benfica (à excepção minoritária de alguns que efectivamente possam ter jogado nos dois clubes).
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Lido na última Atual:

"O sonho acima da realidade" 

(pág. 16).
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

"Tornando-se pública, perde a sua influência"...

Lido na Atual de 21-1-2012, na página 34, acerca do lançamento de um livro de António Ventura “Os Constituintes de 1911 e a Maçonaria”:
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sábado, 9 de outubro de 2010

Não tenho em conta Rui Ramos como monárquico…

…mas tenho-o como um dos melhores historiadores portugueses da actualidade, daí passarmos à verdade factual:

A república não «(...) significou uma maior participação da população. Sob o domínio do Partido Republicano, houve menos eleitores e menos votantes do que antes de 1910. Nos cadernos eleitorais da república, em relação à monarquia, diminuíram os trabalhadores manuais. De resto, pouco mudou. (…). A polícia tratou sempre a população mais pobre com brutalidade. Às mulheres, o regime negou sempre qualquer estatuto político.
A I República, sem sufrágio universal, sem eleições justas e sem rotação pacífica no poder, não faz parte da linhagem da actual democracia.
Foi sob a república que emergiu uma nova cultura de nacionalismo tradicionalista, não existia com significado antes de 1910 (…).»

Rui Ramos, Historiador e Investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.

Fonte - Revista Atual, n.º 1979, de 2-10-2010, páginas 36-38.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!