Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 24 de agosto de 2019

Sacrifício pela descoberta

«Quantas naus foram ao fundo e eu fui mais além”

In ‘A Voz do Deserto’, Sétima Legião, álbum ‘O Fogo’, 1992.

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sábado, 21 de janeiro de 2017

Um texto para quem acredita

«Quanto maiores somos em humildade, tanto mais próximos estamos da grandeza.»

Rabindranath Tagore - Poeta, romancista, músico e dramaturgo indiano.

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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

O salto

Ainda a propósito do passado dia 21, dia em que, 600 anos atrás, Portugal conquistava Ceuta e iniciava o seu Império com uma gestão por mais de meio milénio:


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domingo, 16 de agosto de 2015

Adamastor

Em certo sentido quis a História confirmar, em Outubro de 1910, a veracidade do terrível medo que emanava do profético e ameaçador Adamastor, não na sua figura mitológica mas também, curiosamente, na de um gigante no mar, metálico, materializado na forma de um barco, de onde, do rio Tejo, saíram os tiros parricidas que alvejaram, repetidamente, o exterior e o interior da morada do nosso Rei e que mais veemente ditaram a interrupção do Sonho, das Descobertas e do Reino de Portugal.


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O pormenor da Coroa Real e da Caravela



Foto - PPA

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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Alegria - O motivo da mudança | O que somos e o que queremos ser

Quando existe tempo para refletir ou mesmo sentir, normalmente é quando se estabelecem as melhores conclusões. Quando existe esse tempo, por exemplo em período de repouso ou de férias, e nos deparamos com o Portugal profundo, do Alto Minho ao Alentejo e depois ainda o Algarve, composto pelo nosso povo, as nossas gentes, as ermidas seculares, os castelos da reconquista aos mouros, os monumentos, os padrões portugueses, as estátuas evocativas do nosso passado inspirador, os trajes, as tradições, as estórias e as histórias da História portuguesa, os legados, o folclore, a nossa música, a atitude portuguesa, a gastronomia, a vinicultura, as belas praias e paisagens, etc, etc, qualquer um que seja minimamente sensível sente, neste contexto de especificidade lusa, a indesmentível ligação ao nosso passado, aos nossos Reis. É impossível não constatar essa afinidade! Existe, até mesmo de facto, um nexo causal, um elo, ainda hoje fortíssimo, que une esse Portugal quase milenar aos seus Reis. Pensar sobre este País é inevitável ter sempre de contar com os Reis dos portugueses.

Todavia, o Rei não se encontra hoje entre nós. O Portugal dos Mares e das Descobertas, do azul e branco deixado por Afonso Henriques e Sancho I, foi (a)tingido por um manto vermelho que traduz pouco orgulho, pouca alegria e, acima de tudo, pouquíssima ligação àquele nosso passado, não nos indicando o melhor caminho para sermos, ao menos, quem sempre fomos. Separaram os portugueses daquele que lhes deu identidade.

Desde 1910 que o eixo directo a Aljubarrota, bem como à aventura dos Descobrimentos, foi interrompido, e presentemente, em república, na sua terceira versão de regime, é como se fingíssemos continuar jogar o mesmo Jogo da Glória, jogo que uma vez a teve mas que agora já não a tem, como uma criança a jogar ao Super Mario Bros. numa consola, mas sem ter o Super Mario.

Carecemos, pois, de nos repensar enquanto colectivo para que possamos ter a certeza se queremos continuar como estamos ou, ao menos, tentar, termos a ousadia de procurar uma alternativa que nos estimule novamente, que nos devolva a esperança, o orgulho e, sobretudo, a alegria de sermos portugueses como já prosperamente fomos. Neste contexto, nada como recordar as sintomáticas palavras de Miguel Villas-Boas que falava acerca da alegria de estar perante o nosso Rei, uma alegria que um monárquico sente (e que já tive a fortuna de sentir) mas que um português clarificado e esclarecido com o seu passado e com o seu presente também não pode deixar de sentir: «Passava Ele e com Ele passavam a Reconquista, Aljubarrota, as Descobertas, as Caravelas, a Restauração… eis Sua Majestade que Nele contém a História de Portugal!».

Como um dia escrevi: Alegria só em Monarquia!

Álbum de fotografias:

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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Portugueses à Descoberta do Brasil!

Para responder a uma monarquia com a qualidade da Suécia, só mesmo com um "Rei"!

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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

“A Lenda dos Heróis do Mar”

Fazem falta verdadeiros bardos e verdadeiros portugueses, que bradem sem reservas a sua dileção incondicional sobre a Cultura deste País, sobre as opções das suas maiorias e sobre a sua espiritualidade maior.

Obrigado Heróis do nosso tempo.

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“No Império que Deus quis” | Síntese objectiva

Alguém soube-o dizer nos moldes correctos:

«(…)

A glória do mundo, aleluia!
Está no mistério do Senhor
A glória do mundo, aleluia!
Salvé no Reino do Amor

(…)

Sobre o céu do meu País
Ver o Rei por entre as rosas
No Império que Deus quis»

Heróis do Mar, “Glória do Mundo”, 1985

Obrigado Heróis do nosso tempo.

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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

O regime que merecemos

O nosso nobre povo costuma dizer: “Com as pessoas que temos, temos o País que merecemos”.

Eu diria: com o País que temos, temos o regime que merecemos.

Só no dia que os índices de formação aumentem de forma sustentada, tal como foi apanágio sistémico, por exemplo, dos Descobrimentos, talvez, quiçá, nessa data, podemos almejar voltar a evoluir para Monarquia.

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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Short note...

Em Monarquia vivemos a época dos Descobrimentos. Em república vivemos a época dos "Encobrimentos"!
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)