Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

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segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

Rei e povo não se separaram com balas

7 mil e tal likes. Algo está diferente. Há sempre esperança. Rei e povo não se separaram com balas.

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terça-feira, 18 de novembro de 2025

Bangladesh recebe de honra para receber a Casa Real Portuguesa

Como é possível?! A Monarquia foi derrubada há 115 anos, porém o respeito continua a fluir em direção à Casa Real Portuguesa. Apesar da mediocridade que tem sido república durante todos esses anos, apesar do atual regime ter procurado, imediatamente à sua implantação, abafar a glória que vivemos em Monarquia, ainda assim, continua a existir um fenómeno inexplicável com o herdeiro dos Reis de Portugal que é habitualmente coberto com esta finura e com este carinho pelo povo, por povos, o mesmo respeito com que foi tratado, por exemplo, em diversas freguesias de Ponta Delgada aquando da sua última vinda cá, mesmo transposto todo esse tempo. Formidável!

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sábado, 3 de julho de 2021

A sabedoria multissecular num só homem: o Rei

Na segunda-feira, dia 17 de maio p.p., num contexto, infelizmente, muito restrito, face ao cenário pandémico, tive a felicidade e a boa fortuna de ser indicado, por razões de protocolo e de melhor adequação do espaço (no reforço à defesa à Covid-19), de jantar, precisamente, ao lado do Herdeiro dos Reis de Portugal numa mesa de três pessoas. Deus assim quis.
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sábado, 13 de fevereiro de 2021

Moderação

O Rei é o Povo – Um Partido é Político

Nas primeiras Constituições que a nossa Nação teve, em Monarquia, o Chefe de Estado, in casu, o Monarca, tinha um poder que desapareceu com a república e com os seus Presidentes: o poder moderador, era o quarto poder. Este era um poder que, hoje, medianamente, qualquer um pode entender que era fulcral para as instituições democráticas funcionarem melhor. Contudo, deixou de existir pelos mesmos que deram os golpes terroristas de 1908 e 1910 e se instalaram no comando dos nossos destinos.

Muitos anos depois, a III república, por intermédio do Eng. Sócrates, omitiu, grosseiramente, o Sr. Duque de Bragança da Lei n.º 40/2006, Lei das Precedências do Protocolo de Estado, enquanto Chefe da Casa Real Portuguesa e herdeiro de um legado que criou, governou, chefiou e deu esplendor a Portugal e aos Algarves por mais de sete séculos, restando poucos que, no poder da altura, tirando o deputado Manuel Alegre, curiosamente do mesmo partido de José Sócrates, se opusessem a tão rude decisão. Aqui importa, igualmente, não descurar da boa relação que D. Duarte Pio sempre manteve com o Dr. Mário Soares, inclusive, este foi figura presente no seu casamento, em 1995, a quem nunca lhe negou o seu lugar legítimo no aludido Protocolo.

O Sr. Duque de Bragança, quanto julgo saber, por ora, ainda não é Rei de Portugal e dos Algarves, isso enquanto o nível de instrução e formação não evoluir no nosso País e os políticos e deputados não decidirem aquilo que é da mais elementar justiça histórica: um Referendo de Regime. Neste âmbito, tem maior margem para receber quem quer e nenhum de nós tem coisa alguma a ver com essa decisão.
Entretanto, o assumidíssimo republicano, Doutor André Ventura, teve a categoria de, tão somente e respeitosamente, pedir ajuda ao Sr. D. Duarte Pio, de certo modo, muitíssimo indiciador, reconhecendo-o como Chefe da Casa Real Portuguesa e herdeiro dos Reis de Portugal.

Salvo opinião distinta da minha, não há nenhuma relação entre o Doutor Ventura, o Chega! (onde certamente existirão muitos monárquicos, à semelhança de outros partidos, como por exemplo no Partido Socialista) e o Sr. Duque de Bragança. Houve apenas um interessante e raro movimento de um partido, como outros terão existido no passado, nem que seja pelo Partido Popular Monárquico (PPM), em se dirigir àquele que, para os monárquicos, é o primeiro dos portugueses, tratando-o com o respeito que lhe é, reconhecidamente, merecido.

Como é sabido, o Sr. Duque de Bragança é um dos grandes defensores da etnia cigana em Portugal e, ainda, assim, recebeu o Doutor André Ventura, potencialmente porque, ao contrário daquilo que muita imprensa, já avantajadamente assustada com o Chega!, quer fazer querer, o seu dirigente não é contra os ciganos, porque se o fosse, e pelo que conheço de sua Alteza Real, dificilmente o receberia. Acima de tudo, o que tenha absoluta certeza é que o Sr. Duque é um grande democrata, não daqueles de palavras mas antes de ações concretas, por isso não precisa receber lições de democracia de ninguém, incluindo de monárquicos. A democracia não é só para a festa do Avante, é para todos.

Além disso, o Doutor André Ventura, com este ato revelou inteligência congregadora, respeitando, num ato relativamente informal mas simbólico, que os monárquicos e os simpatizantes da Monarquia, afinal, existem mesmo, e não devem ser poucos…, cabendo ao Sr. Duque de Bragança, enquanto Chefe da Casa Real, mas também como homem que sempre pensou pela sua própria consciência (bem mais à frente que o rebanho – exs.: em 1972 organizou, com um grupo multiétnico angolano, uma lista independente de candidatos à Assembleia Nacional, iniciativa que terminou com a sua expulsão do território angolano por ordens de Marcello Caetano; bem como foi o Presidente da campanha Timor 87, uma campanha de apoio à independência de Timor-Leste; defende um estatuto de Reino Unido para o Continente e Regiões Atlânticas), analisar e tratar, como entender, o que lhe foi exposto, numa reunião, por um dirigente de um partido, como qualquer outro em democracia, que o procurou com interesse e como uma mais valia efetiva, que já começa a tornar-se difícil não ver, para revitalizar o nosso País, face ao estado cadavérico e, assim, apenas continuado por uma já notória necrofilia de interesses da III república.

Por fim, e em suma, contrariamente àquilo que diz o título do artigo do Expresso, concluir que Ventura foi pedir "ajuda no Brasil", apenas porque está um deputado do Senado brasileiro na reunião, é no mínimo um erro de palmatória jornalístico, porquanto o jornal não sabe do que se falou em Sintra. Até podem ter falado em um jogo entre o Flamengo e o Benfica para angariar fundos para ajudar o Olavo Bilac que, pelos vistos, e segundo aquilo que terá afirmado, tem tido dificuldades para comer desde março…

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Democracia plena

A Democracia é um conceito que envolve dois pilares: maiorias e liberdade.

Através do segundo pilar é necessário o primeiro não desrespeitar as minorias.

Porém, será desvirtuar a Democracia quando o inverso acontece, ou seja, as minorias imporem-se às maiorias, controlarem-nas e subjugarem-nas. Aí, quando chegamos a esse ponto, já não estamos em Democracia.

No ocidente todas as Monarquias são Democracias, as segundas nasceram nas primeiras e hoje estão no seu estado mais puro e evoluído nos regimes monárquicos.


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quinta-feira, 20 de junho de 2019

Sábado

Interessa-me, sobretudo, a opinião do 1.º dos portugueses.

Quando anteriormente existia uma absoluta descriminação quanto ao ideal monárquico, agora, e aos poucos, começa a ser auscultado como em qualquer país que se quer de progresso.

Parabéns à Sábado!

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quarta-feira, 1 de maio de 2019

Bondade

Há quem defenda que a “verdadeira bondade de um homem é melhor reconhecida por um animal, quando ele assim o manifesta por intermédio de uma postura afectuosa”.

Autor desconhecido.


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domingo, 10 de fevereiro de 2019

Real Associação da Ilha de São Miguel | RAISM


«A Real Associação da Ilha de São Miguel (RAISM) foi estatutariamente formalizada a 26 de Setembro de 2018 e os seus primeiros órgãos sociais eleitos a 7 de Dezembro daquele ano, iniciando funções, para um triénio, a 1 de Janeiro de 2019. É uma Associação de direito civil, dotada de personalidade e capacidade jurídica, sem fins lucrativos, e cujo exercício de cargos nos órgãos associativos não é remunerado. A RAISM é uma estrutura regional integrante da Causa Real, o movimento monárquico de âmbito nacional.

Sua Alteza Real o Sr. Duque de Bragança, Dom Duarte Pio, incumbiu, para representar e coordenar, a Comissão Instaladora relativa à criação da RAISM, a qual se orgulha de, eventualmente, ser a primeira Real Associação de Portugal a ter no seu objecto uma finalidade formalmente ecológica. Essa emergiu na senda do próprio contexto enquadrador e riquíssimo que a Ilha de São Miguel proporciona, bem como procurando transmitir o ideal de preservação do nosso ecossistema, tão caro a Sua Alteza Real o Sr. Dom Duarte de Bragança, mas também a esse ilustre e distinto monárquico que é o Sr. Arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles.
Além daquela finalidade, a RAISM tem ainda por objecto a prossecução de acções e projectos de interesse cultural, social, de assistência e de solidariedade que visem a dignificação, a valorização e o desenvolvimento dos seus associados e da comunidade em geral. 

O cumprimento do objeto, conforme previsto, corresponde igualmente a um compromisso de sã divulgação, promoção e defesa da Instituição Real, corporizada na Coroa e na tradição portuguesas.
Esta Associação sem fins lucrativos reconhece que os direitos dinásticos da Coroa Portuguesa pertencem à pessoa de Sua Alteza Real o Sr. Dom Duarte, Duque de Bragança, e a quem legitimamente lhe vier a suceder como Chefe da Casa Real.

A RAISM encontra-se aberta a todos os quantos democraticamente pugnem por uma alteração de paradigma regimental por via referendária, e que almejem a restauração de uma nova e moderna Monarquia, como exemplo de modernidade e progresso para o nosso País e Regiões Autónomas, à semelhança daquilo que acontece nas mais evoluídas civilizações dos nossos dias, muitas delas representadas por monarquias como outrora Portugal foi e nasceu. 

A RAISM encontra-se ainda numa fase muito embrionária, com a gestão dos seus primeiros órgãos sociais em vigência, deparando-se com as habituais dificuldades inicias, tais como escassos meios financeiros, iniciação de múltiplos procedimentos, etc, contudo, tais circunstâncias não constituirão obstáculo para que, gradual e paulatinamente, com organização, possa vir a crescer. 

Terminamos dirigindo a todos o nosso bem-haja, e 

Viva o Rei, Viva Portugal e Viva os Açores!»

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Intrinsecamente bondoso

Há quem defenda que a “verdadeira bondade de um homem é melhor reconhecida por um animal, quando ele assim o manifesta por intermédio de uma postura afectuosa”.

Autor desconhecido.


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sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

O verdadeiro Estatuto

Uns querem uma autonomia descompensada, outros controlada e outros, ainda, uma independência (ora) descontextualizada.

Para a transformação do Arquipélago dos Açores, por uma nova Monarquia, e dando continuidade ao respeito inicial de S.M.S. D. Carlos I pelos açorianos, consagrando a Primeira Autonomia Administrativa dos Açores, S.A.R. o Sr. Duque de Bragança tem a idealização de um Reino Unido para Portugal, no qual as nossas ilhas (e o Arquipélago da Madeira) seriam partes agregadas e caraterizadoras do mesmo. 
Ou seja, mais liberdade, mais autodeterminação…em suma: mais confiança nos Açores e nos açorianos.


Foto - Sábado | Direitos reservados ©.

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sexta-feira, 10 de agosto de 2018

terça-feira, 15 de maio de 2018

Ao Príncipe da Portugalidade

Gostaria de desejar, respeitosamente, um feliz dia de aniversário a um homem altruísta, bondoso, causídico, conhecedor, culto, democrata, despregado de falências mundanas, desprovido de soberba, genuíno, filantropo, humanamente nobre, magnânimo, próximo do seu semelhante, sério, simples, mas que sobretudo ama e conhece Portugal e os portugueses.

Exatamente no dia que melhor o caracteriza - o da Família, saúde, prosperidade e felicidade àquele que reconheço como genuíno representante do meu País.


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sábado, 4 de novembro de 2017

"Uma alma sem respeito é uma morada em ruínas" *

Monarquia é isto.
Se a maioria dos portugueses fossem como o Sr. Eduardo Gil, Portugal já seria, certamente, um País melhor.

* Código Samurai.

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sábado, 14 de outubro de 2017

Visita dos Reis dos Países Baixos


«Quase que não é notícia em Portugal, mas os Reis dos Países Baixos encontram-se em Visita de Estado ao nosso país.
Aqui fica um registo tomado ontem no Jantar de Estado oferecido no Palácio da Ajuda: S.A.R. o Senhor D. Duarte Pio, Duque de Bragança, cumprimenta SS.MM. os Reis Willem-Alexander e Máxima dos Países Baixos.»

Real Associação do Porto.

*Fonte: Presidência da República.

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domingo, 27 de agosto de 2017

Duque de Bragança - Açoriano Oriental

O Açoriano Oriental foi fundado em 1835. É o mais antigo jornal de todo o País.
Ainda hoje continua a demonstrar bom jornalismo, continua a ser, com as normais opiniões discordantes, num ou noutro artigo, referência. 
Não serão muitos os jornais que destemidamente publicam, em primeira página, um assunto sobre Monarquia, quando desde 1910 esta é uma matéria que tem vindo a ser, de modo geral, abafada aos cidadãos. 
In casu, na entrevista de hoje, o Sr. Duque de Bragança veio referir aquilo que, tempos atrás, já havia referido ao mesmo jornal: "Açores poderiam integrar Reino Unido de Portugal". Ou seja, coerência. 
Como homem conhecedor da portugalidade, D. Duarte de Bragança, vem, na sequência daquilo que nos deu a Monarquia, indicar-nos um caminho destemido, corajoso e avançado, não se restringindo à Autonomia mas apontando algo acima disso. Em referência à justificação do contexto, recordo apenas a pequenez territorial do Mónaco ou do Lichtenstein, que, apesar desse aspeto, são Estados autonomizados.
Nesta entrevista, que recomendo ler, o herdeiro dos Reis de Portugal, recorda quem deu a Autonomia aos Açores. A este propósito, e daqui lanço um apelo, saliento que nem uma estátua a D. Carlos, o chefe de Estado que formalizou a nossa Autonomia, existe.
Pelo exposto, um agradecimento, na qualidade de cidadão, ao Açoriano Oriental. Bem haja o jornalista Rui Jorge Cabral e bem haja a Direção.
 

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)