Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 2 de abril de 2022

Para relembrar

- Putin foi votado, em república, para chegar ao poder.

- Hitler foi votado, em república, para chegar ao poder.

- Pol Pot, matou milhares em república.

- Lenin e Estaline, mataram milhares em república.

- Cuba e Venezuela, são repúblicas.

Enfim...agora é comparar com os sistemas monárquicos vigentes.
Nota final - Na primeira Dinastia portuguesa, D. Sancho II foi substituído por seu irmão D. Afonso III. Já naquela altura o sistema oferecia mais garantias, não havia "demo_cracias", mas algo maior: Liberdade.


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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

D. Carlos e o fim da monarquia em Portugal

Brilhante artigo de Rui Ramos, no Observador.

«(…) a proclamação de repúblicas provocara invariavelmente guerras civis, como em França em 1848 ou em Espanha em 1873. A história recente da Europa parecia indicar que só as monarquias, numa época de transformação política e cultural, poderiam garantir ordem e estabilidade. Na condição, porém, de que os reis favorecessem o progresso.

(…)

Em Portugal, o fim da monarquia constitucional representou assim, no princípio do século XX, um enorme recuo da democracia, não só no que diz ao número de eleitores, mas na possibilidade de alternância de partidos no governo por meios pacíficos. Pode-se dizer que a morte de D. Carlos abriu o caminho para o autoritarismo em Portugal.»

A ler.

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sexta-feira, 6 de junho de 2014

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Felicidade!

Felicidade: Como não podia deixar de ser…as Monarquias dominam! Dinamarca 1.ª

Infelicidade: Como não podia deixar de ser…as repúblicas dominam. Portugal em 85.º, repito 85.º!

"No topo do 'ranking' estão Dinamarca, Noruega, Suíça, Holanda e Suécia. Os mais infelizes dos 156 países em estudo situam-se em África: Ruanda, Burundi, República Centro-Africana, Benin e Togo."

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quinta-feira, 4 de abril de 2013

"A Constituição da III República em boa companhia"

«Lista dos países (comunistas e não-comunistas) em que o Socialismo está inscrito nas respectivas constituições:
- República Popular do Bangladesh
- República Popular da China
- República Popular Democrática da Coreia (do Norte)
- República de Cuba
- República Cooperativa da Guiana
- República da Índia
- República Democrática Popular do Laos
- República Portuguesa
- República Democrática Socialista do Sri Lanka
- República Unida da Tanzânia
- República Socialista do Vietname.

E é assim 39 anos depois do 25 de Abril, 38 depois do 25 de Novembro, 31 depois da revisão constitucional de 1982, 27 depois da adesão à CEE, 20 depois da criação da União Europeia, 11 depois da entrada em vigor do Euro.

E depois a culpa é da Troika e da Merkel.»

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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Se a república é tão boa, então porque:

a) Estamos sempre em crise? 

b) Nunca confiou a uma mulher a chefia de Estado (sendo que em Monarquia existiram 2)?
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Up and down

Portugal em relação à Bélgica fez, a 5 de Outubro de 1910, um downgrade enquanto País. 

Mas ainda é, por enquanto, um upgrade em relação à república do Congo.
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Nós tínhamos e temos!

Muitas das repúblicas assim seguiram nessa forma, pois não tinham base e preparação Real para as fazerem valer. 

Nós tínhamos e temos!
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Uma obra de Josef Skvorecky

Reporta-se à invasão de repúblicas sobre países livres…

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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Regime de índole soarista

Apesar de consagrada como república (é a Constituição de 1933 que o diz), o Dr. Soares insiste em dizer que só existiram duas repúblicas (a I a III). Para ele a II foi um “regime de índole fascista”.

Pois bem, é uma opinião…juridicamente errada, mas uma opinião. Então, pela lógica, a I e a III foram um regime de índole soarista.

Face ao estado a que chegaram a I e a III, bem como a II, já estou confuso em saber qual delas a melhor…
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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Era Filipina = Era republicana

Espera-se que as 3 repúblicas culminem como os 3 Filipes de Espanha, ou seja venha depois Monarquia Portuguesa!
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Cair na REAL!

Tu que ainda não percebeste que são as repúblicas que estão no centro da crise mundial...CAI NA REAL!
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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Mais algumas semelhanças...

O que é que as "progressistas" repúblicas norte-americana, francesa e portuguesa têm em comum?
Resposta: Nunca tiveram uma mulher como Chefe de Estado!
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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Definhando...

As pessoas não lêem ou não querem ouvir a realidade. Vão por mim: a Monarquia o quanto antes! Acreditem...é a nossa única safa democrática para ganhar novo fulgor. Só em Monarquia soubemos refundar e ultrapassar situações gravíssimas como a actual.
Ao nível global o triângulo republicano (EUA - Alemanha - França) arquitectou tudo mal e vai deixar o mundo pior ainda. Ninguém houve falar de uma Noruega, de uma Suécia ou de um Canadá, etc.
Ora, quem avisa…
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Interessante artigo no insuspeito e não monárquico Blasfémias...

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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Só para não nos esquecermos…

Nas repúblicas chinesa, indiana, libanesa e outras similares, não há apenas trabalho escravo…há também muito trabalho literalmente animal (embora aplicado a seres racionais)!
E nós…?! Fomos os primeiros a abulir a escravatura! Mas esses eram outros tempos que, externos à república, éramos realmente progressistas e inovadores!
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Acho que não desenho mal, mas se quiserem faço-o...!

É Grécia!
É Irlanda!
É Portugal!
É Itália!
É França!
É (até já a) Alemanha!
São os EUA!
É a Líbia, etc...!
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

"Planeta dos Macacos"

Com a revolução de 1910 o que conseguimos foi interromper um percurso civilizacional enquanto Nação europeia, com quase um milénio de regime integrado e sólido, para tentarmos passar a ser algo similar àquilo que já eram, na totalidade, os países da América do Sul… Mas o reboliço continua, ainda não terminou…
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Repúblicas falidas

Aquilo que já estou farto de apregoar é também dito por Rodrigo Moita de Deus:
«Não há nenhum país monárquico que tenha pedido ajuda ao FMI, todos os países que recorreram à ajuda financeira são repúblicas.»
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domingo, 27 de dezembro de 2009

O Rei | Os seus concidadãos | O paralelo entre ambos | E a flexibilidade regimental

Ninguém escolhe onde nasce, como nasce, nem de quem nasce. A escolha de que somos ou de quem queremos ser…vem depois. Ninguém nasce privilegiado (ou não privilegiado). Muitos foram os ricos que ficaram pobres, e muitos foram os pobres que ficaram ricos. O nascimento é um desígnio. Também pode ser entendido como um desafio ou uma missão.

Ora, no caso de um Rei, enquanto Chefe de Estado, ele não possui mais ou menos dignidade que qualquer dos seus concidadãos. É exactamente a mesma. Este é o paralelo entre ambos. Apenas uma diferença os separa: o desígnio do primeiro é maior. Missão: ajudar e defender os seus concidadãos. Manter-se como referência pelo seu exemplo, pela firmeza de carácter e idoneidade. Consequência pelo não cumprimento desse desígnio: saída imediata do lugar que ocupa, sendo a ocupação, daquele posto de serviço público, preenchida por alguém mais capaz.

É precisamente esta consequência que em república não se verifica. À parte do desgoverno da I república e do período do PREC, que de exemplos de Estado nada se extrai, vejamos, então, a II e a III repúblicas. Nestes cenários, lembram-se de algum presidente que tenha saído do cargo em pleno mandato ? Nenhum houve !

É juridicamente linear que em Monarquia há maior flexibilidade e facilidade regimental para mudar o chefe de Estado, revelando-se, este sistema, muito mais adaptável aos tempos modernos que imprimem e carecem de maior rapidez para a aferição e efectiva responsabilização do seu mais elevado magistrado. Em república, como hoje infortunadamente ainda vivemos, mudar um presidente é tarefa bastante mais difícil e “complexa”…Este pode ser incapaz ou até contrapoder (i.e. empecilho ao desenvolvimento de Portugal), mas lá fica a ocupar o lugar. Em Monarquia, até na I Dinastia D. Sancho II foi substituído pelo irmão D. Afonso III e, mais recentemente, D. Afonso VI foi substituído pelo irmão D. Pedro II. Enumeras foram as regências até que os Reis estivessem preparados. Além disso, ainda há o instituto da Abdicação, como mais um meio legal para se mudar (de forma célere) a chefia de Estado em uma nova e moderna monarquia em Portugal.

Fotos - El-Rey D. Pedro V; Hungry Man 2 by Ben Myburgh.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)