Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

Mostrar mensagens com a etiqueta União. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta União. Mostrar todas as mensagens

sábado, 3 de julho de 2021

25 de Novembro

Como o 25/11 é que foi, efetivamente, o dia da Liberdade na III república, não dava, ao menos, para fazer dele feriado e usar um símbolo com tonalidade de paz e menos faccioso na cor?



Share |

domingo, 10 de fevereiro de 2019

A confiança

“Mais do que os interesses mútuos, é a confiança mútua que mantém as sociedades unidas.”

H. L. Mencken

Share |

sábado, 23 de dezembro de 2017

Que nos entendemos

Quando ouço a Ella Fitzgerald a cantar o "White Christmas", julgo, durante aqueles cerca de 3 minutos, que vivo num mundo em que, afinal, todos nos entendemos.

Share |

terça-feira, 15 de agosto de 2017

União entre os homens

«É preciso unir homens e não Estados.»

Jean Monnet


Share |

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Supra geringonça

A questão da submissão de rendimentos ao TC por António Domingues está a gerar um efeito de consenso nos partidos da AR como já não se via desde o tempo da União Nacional...

Share |

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

(Des)União Nacional

O Presidente Cavaco Silva questionou-se hoje, perante os jornalistas, porque razão a classe política não dá, à semelhança da vizinha Espanha, um manifesto exemplo de união e conjunto perante a crise e perante o futuro do País.
 
Eu respondo-lhe Sr. Presidente: a culpa é do Rei que assassinaram no dia 1-2-1908, nunca foi do sentido individualista e não colectivista da república que já perdura 103 anos, nunca foi! A culpa nunca foi dos republicanos que vez alguma puseram os seus interesses à frente dos pátrios!
 
Share |

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Fracturas...

Não compreendo essa continua insistência em "matérias fracturantes", quando o País sempre precisou foi de "matérias unificantes".
Share |

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Mais do que nunca!

Mais do que nunca este País precisava estar unido em torno de um objectivo comum, mas não está.

Mais do que nunca os portugueses deviam estar unidos em torno de um objectivo comum, mas não estão.

Mais do que nunca está em causa a causa pública portuguesa, mas não há resposta convincente da 'res pública'.

Mais do que nunca os partidos deviam estar unidos em prol dos compromissos e dos interesses de Portugal, mas não estão.

Mais do que nunca Portugal e os portugueses estão entregues, em destino, ao partidarismo, mas não há forma de evoluirmos para uma representação regimental não partidária.

Mais do que nunca se percebe que não estamos bem, mas muitos insistem em não querer ver isso.

Mais do que nunca se vislumbra, com nítida transparência, que a república não une os portugueses, conseguiu antes separá-los, mas insiste-se no seu formato regimental quando há provas clarividentes do seu falhanço.

Mais do que nunca se constata que Portugal não está respondendo em uníssono como era nosso apanágio no passado, mas no presente mantemo-nos republicanamente inertes.

Mais do que nunca se entende que a república não resolve a nossa situação, mas persistem em não querer mudá-la democraticamente.

Mais do nunca Portugal precisa da sua Monarquia de volta…mais do que nunca.

Mais do nunca precisamos do Referendo para recuperarmos Portugal…mais do que nunca.
Share |

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Via única!

Este País está triste. Este País para sair da crise e voltar a ser uma grande nação tem que ser pela via da união e do patriotismo, evitando-se o esquerdismo e o nacionalismo. Essa via é única: Monarquia!
Share |

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

O apelo à (des)união

Ouvia no Domingo passado o Prof. Marcelo muito preocupado a apelar, em tom sério e em declaração de excepção política (conforme ele próprio definiu), para o seio do seu partido (o mesmo de Cavaco Silva) para não transmitirem uma imagem externa de ruptura entre o Primeiro-ministro e o Presidente da república, referindo da fundamental importância em unirmo-nos em torno do Presidente para ultrapassarmos os momentos difíceis. Mais palavra menos palavra, foi isso que o comentador nos contou.
Share |

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

O porquê da república nunca funcionar como sistema:

Numa 1.ª Instância (A governativo-partidária) - Não é possível colher uma unidade e um consenso construtivo. Críticas mútuas (por lugares) geram a desunião;

Numa 2.ª e última Instância (O Presidente da república) - Continua a não ser possível colher uma unidade e um consenso construtivo entre os portugueses. As críticas partidárias mantêm-se! Porquê? Porque o Chefe de Estado tem cor...é de um dos lados!

Em suma - O nosso regime é inverso a um genuíno sentido de união e, assim, de progresso.
Share |

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)