Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Positivismos negativistas...

Os positivistas andam muito apoquentados com a eventual ida de Eusébio para o Panteão...

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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Deus sem Estado e Estado sem Deus

Nas supostamente progressistas administrações americanas, sejam elas republicanas ou democratas, de Bush ou Obama, é usual ouvir-se um Presidente dos EUA agradecer ao povo (americano) e a Deus.

Cá o segundo elemento da invocação é sempre encarado, pelo republicanismo laico, maçom e positivista, como um perfeito acto de retrocesso. É algo que é pura e simplesmente erradicado do discurso político tuga.


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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Fairy tales

Em república prevalece a nua e crua lógica positivista? Talvez.

Em monarquia, em contraste, prevalece uma certa lógica idílica? Talvez.

Talvez também por isso, sejamos uma miséria cultural perante uma Espanha, Inglaterra, Suécia, Japão e outras. Uma positiva castração, que passa suave e habilmente sem muitos perceberem.

É a nua e crua lógica que infecunda a idílica criatividade. Somos remetidos para uma depressiva e amorfa cultura sem sentido positivo generalizado.

Gosto de “fairy tailes”, ajudam-me a imaginar…na realidade.
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terça-feira, 20 de novembro de 2012

A república e a nossa cruz...

Tanta república, tanta república, tanto positivismo, tanto positivismo, tanta ciência, tanta ciência e nos tops dos relatórios sobre as melhores escolas do País...essas têm quase sempre uma cruz no cimo da sala de aula.
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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Monarquia, o Sonho…

Não é por mero acaso que as três repúblicas por que passamos, não têm forma de nos fazer evoluir, antes são antónimo disso mesmo: regredimos e perdemos…de dia para dia. 

Nunca esqueçamos que os tiques mais retrógrados, limitativos e estanques deste formato regimental residem num aspecto: o Positivismo. A república é sinónima de Positivismo. Uma corrente? Uma filosofia? Um modo de vida? Um modo de pensar? Um modo de agir? Veja-se a tão severamente criticada República Federal da Alemanha… 

O positivismo corta a razão do sonho e o sonho faz-nos acreditar. O sonho que nos une. O sonho que nos permite inovar. O sonho que nos permite quebrar barreiras…que pelo menos nos permitiu em Monarquia várias vezes. 

Enfim, o sonho que, em Monarquia, comandou as nossas vidas mas que no dia 5-10-1910 positivamente dilacerou-o. De ano para ano estamos a murchar…a minguar em pesadelo.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)