L.G.
quarta-feira, 18 de março de 2026
Só uma mulher podia ter composto isto (...deep complexity:)
L.G.
domingo, 31 de julho de 2022
Isabel Díaz Ayuso
sábado, 3 de abril de 2021
Monarquia é no feminino
sábado, 13 de fevereiro de 2021
Aborto - O corpo vai... mas a vida resplandece, multiplica-se e brota a eternidade da luz
sábado, 24 de agosto de 2019
A república nunca foi chefiada por mulheres
Feminismo doentio
quarta-feira, 1 de maio de 2019
Natalidade e coexistència
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019
Evocando o Regicídio
sexta-feira, 21 de dezembro de 2018
Feminismo machista
quinta-feira, 8 de março de 2018
Homens e Mulheres a Dias
sábado, 28 de outubro de 2017
"Um sentimento de união dos portugueses em volta de Marcelo"
domingo, 17 de setembro de 2017
Amor segundo o género
quarta-feira, 8 de março de 2017
Feminismo, já não | Mulher, já sim
sábado, 4 de março de 2017
Igualdade laboral
sábado, 6 de agosto de 2016
sábado, 16 de julho de 2016
sexta-feira, 24 de junho de 2016
Sempre gostei desta frase de origem masculina
quinta-feira, 17 de março de 2016
Incursões ao McDonald's
P – Ele (o seu filho) mudou a sua perspetiva de olhar o mundo?
R – Não. Ele veio confirmar tudo o que tenho vindo a dizer sobre as diferenças sexuais. A minha ex-companheira, que é a mãe biológica dele, concorda. Ele mostra-me como os homens e as mulheres são diferentes.
P – Em que sentido?
R – Por exemplo, ele gosta de tudo o que é mecânico. Adora saber como é que as coisas são feitas, construídas. Como funcionam as máquinas. Gosta de desconstruir tudo, todos os objetos, até uma caneta. Joga horas com os amigos àqueles jogos de construir e desconstruir edifícios. Não lhe ensinei nada. É tudo instintivo. Como o brincar com carros e com armas para destruir aquelas cidades inteiras.
(…)»
Camille Paglia, escritora norte-americana, professora universitária, feminista e lésbica em entrevista a Alexandra Carita, para a ‘E – A Revista do Expresso”, edição 2261, de 27 de Fevereiro de 2016, págs. 62 e 63.
terça-feira, 8 de março de 2016
França
domingo, 10 de janeiro de 2016
A Lei da moralidade
«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)
«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)
Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)
Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)
«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)
«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)
«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)
«Pergunta: Queres ser rei?
Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)
Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)
«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)
«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)
«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)




