Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

Mostrar mensagens com a etiqueta Estado Novo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Estado Novo. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 20 de julho de 2026

O maior Anti Fascista

A Constituição de 1933 tecnicamente não era fascista, não tinha sequer uma só alusão a esse tipo de regime de origem italiana e forjado no proletariado (...de esquerda pois), como ele foi ainda mais além e mandou prender Rolão Preto e António Sardinha deslumbrados e líderes do movimento fascista português e que o Professor Salazar, pura e simplesmente, não queria. Mário Soares também afirmou o mesmo em público. Salazar era efetivamente anti fascista.

Share |

domingo, 12 de julho de 2026

A Casa de Ferro - Moçambique português

A Casa de Ferro é um dos monumentos históricos e arquitetónicos mais icónicos de Moçambique. Trata-se de um edifício inteiramente pré-fabricado em ferro, projetado pelo famoso engenheiro francês Gustave Eiffel (o mesmo criador da Torre Eiffel) e erguido originalmente no ano de 1892.

Foi encomendada pelo governo colonial português para servir de residência oficial ao Governador-Geral de Moçambique.

Chegou a ser a sede do Instituto D. Amélia, o Museu Geográfico.


Share |

Palácio de Ferro - Angola portuguesa

Ainda antes das faraónicas e importantes obras realizadas pelo Estado Novo nos territórios Ultramarinos, onde, sobretudo, em Angola e Moçambique, algumas cidades e sociedades foram consideradas mais evoluídas do prisma urbanístico que no Portugal europeu, em Monarquia já havia, também, preciosidades destas que revelam as imagens. Uma criação do ateliê de Gustave Eiffel, o célebre engenheiro da Torre Eiffel. Esta estrutura teria sido concebida na década de 1880 ou 1890 em França para um pavilhão de exposição, mas foi edificada em Angola.


Share |

domingo, 24 de maio de 2026

"Hospital de Sant’ana. Uma casa digna de reis construída para os pobres"

O título diz tudo, mas a leitura do texto é altamente recomendável.

Este é um artigo que inadvertidamente fala da condição humana, do Divino, Este a comandar e a sobrepor-se ao mundano...mesmo que no contexto terreno, por um lado o bem, por outro o mal. A finalidade é maior, é magnânima, é fulcral, é exemplar...mas infelizmente rara. O contexto não podia ser outro e mais revelador. Todas as variantes, as componentes, os valores que defendo alinham-se neste escrito de José Cabrita Saraiva e é um resultado de uma certeza pacificadora.

Uma história ímpar, uma peça que nem o autor, quiçá, se tenha apercebido da dimensão da qualidade que atingiu em virtude da sua profundidade e da sua essência.

Ler aqui.


Share |

terça-feira, 10 de junho de 2025

Do alegado racismo estrutural português...

Para quem vem falar de racismo em Portugal, tem muita História para ler e não se bastar pela mediocridade dos anacronismos que visam denegrir o nosso passado. Não fomos perfeitos, mas no contexto histórico-comparativo fomos dos melhores e, no geral, podemos ter mesmo orgulho naquilo que fomos e muito menos naquilo que somos hoje.

A imagem revela como eram as escolas portuguesas no tempo colonial. Isto não era Africa do Sul, era Portugal. Uma política implementada desde das escolas primárias.

Todos portugueses, independentemente da tonalidade da pele, mas todos puros na alma nacional e patriótica. Essa era a pureza, não a racial.


Share |

quarta-feira, 28 de maio de 2025

O 25 de abril de 1926


Hoje fazem 99 anos que, para muitos portugueses, foi dia de Liberdade, segurança, e de acreditar novamente no Estado.

Nem Salazar, nem o Estado Novo, fizeram deste dia feriado. Havia portugueses contra portugueses, logo não havia nada para comemorar.

Feriados não são de partes, de alguns, de ideologias ou de partidos...são de todos, são dos portugueses unidos em causa comum.

Share |

segunda-feira, 5 de maio de 2025

Cine-Estúdio Namibe


"O Cine-Estúdio Namibe, em conjunto com outras instalações culturais construídas nas décadas de 1960 e 1970, reflete a transformação urbana da cidade, inserida na zona de expansão planeada durante os últimos anos do período colonial português."

Ou seja, não só a vasta obra de boa arquitetura de equipamentos iniciada nos anos 40 na parte continental europeia portuguesa, nomeadamente através de escolas, universidades, estradas, pontes e tribunais, mas também de registar, na parte ultramarina e africana portuguesa, que Portugal dava cartas em termos progresso arquitetónico em relação aos demais.





Share |

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024

In Memoriam - Dr. Rui Manuel de Medeiros d'Espinay Patrício

Um homem de convicções, patriótico, honesto e leal.
Apesar de Ministro de Caetano, diria que foi mais Salazarista do que Marcellista e, por isso, quiçá, menos próximo do fascismo.
O seu discurso de tomada de posse a partir do minuto 5'55" https://arquivos.rtp.pt/.../tomada-de-posse-de-rui-patricio/
Já não temos este nível de político em Portugal.

Foto - Rui Patrício com Henry Kissinger em 1973

Arquivo A Capital/Impresa


Share |

sábado, 2 de setembro de 2023

Democracia fatal

Onde diz Natália, poderia também dizer Portugal com toda a objetividade e naturalidade

Sobre Natália Correia:

"(...), Natália foi uma vítima do obscurantismo soez dos ominosos tempos da ditadura, mas, ironia suprema, a democracia foi-lhe fatal.”

Jorge de Sena

Share |

sábado, 3 de julho de 2021

De caos em caos

Já não bastou o erro quase irrecuperável de termos feito um downgrade regimental, de Monarquia para república (como demonstram hoje os países mais desenvolvidos em IDH serem Monarquias), tivemos ainda a “besta”, Afonso Costa, que transforma Portugal numa ditadura terrífica, a I república torna-se um caos ingovernável, com consequências graves económicas e de segurança para os portugueses. Salvador?
Obviamente só é legitimado por aquela frase do povo à data e face aos factos: “Queremos Salazar”!

Não tendo a Carbonária, movimento italiano que deu o vermelho e o verde à bandeira da republica portuguesa, morto Portugal no dia 1/2/1908, hoje não teríamos tido, potencialmente, a horrenda I república, o Estado Novo, a III república de elevada corrupção, de boys e anti meritocracia, uma descolonização vergonhosa e maldosa para brancos e pretos e, eventualmente, teríamos, presentemente, uma “Commonwealth” portuguesa, sob chefia de Estados Independentes com o Rei de Portugal.

Enfim…hoje somos uma miséria de povo, sem orgulho nos nossos governantes e pedintes da UE.

Share |

FP-25

Estado Novo = 41 anos de vigência. Mortes (pela PIDE) diretas por uso de arma = 3. Justiça = Até hoje é julgado, sem sequer avaliarem, ponderada e equilibradamente, os benefícios que esse Regime objetivamente também teve.

FP-25 = 7 anos de vigência. Mortes diretas por uso de arma = 19 (incluindo um bebé de 4 meses). Justiça = Foram aministiadas pelo Dr. Mário Soares, enquanto movimento terrorista...algo similiar a 1910 após o arquivamento (ou melhor desaparecimento) do Processo do Regicídio...

Share |

sábado, 13 de fevereiro de 2021

Salazar, não foi propriamente fascista

Dr. Mário Soares 

Na sequência de um péssimo artigo de um amigo jornalista desta rede social, quem considero o melhor conversador português, mas longe de ser um bom articulista, no qual atinge, sem fundamento sustentável ou contraditório do visado, o Prof. Doutor Jaime Nogueira Pinto, um dos maiores pensadores e dos mais corajosos portugueses que temos vivos em Portugal, pessoa que me orgulha enquanto cidadão desta Nação pela firmeza e retidão de caráter que possui, bem como pela defesa altamente sustentada das suas convicções, considerando o assumido conservador, naquele abusivo texto, indelicadamente, de fascista.

Chamar uma pessoa de fascista sem qualquer suporte bibliográfico, fonte, etc, só porque é o seu "entendimento" é de uma leviandade, a todos os níveis, inqualificável. O que vale é que o autor, contrariamente ao que alega quanto ao indefeso visado, não é "perigoso".

Ora, é de uma ditatorial e grosseira técnica jornalística, pior ainda do que aquela que recaiu, tempos atrás, sobre Catarina Martins, líder do Bloco de Esquerda, injusta e igualmente visada, mas por ser esquerdista...retratada, afirmar que o Prof. Doutor Jaime Nogueira Pinto é um fascista. Isso é errado porque, primeiro, ele nunca se assumiu como tal, nunca ninguém o ouviu dizer isso de si próprio, como Cunhal se afirmava comunista ou Costa se afirma socialista, etc, nem tão pouco existiu alguma vez Fascismo, do prisma estrito da ciência política, em Portugal.
 
Neste País, entre 1933 e 1974, houve sim um regime próprio português, republicano, autoritário, anti-comunista, consagrado na respetiva Constituição de 1933, com contornos ideológicos, políticos e jurídicos muito específicos e que se designou por Corporativismo. Diferente, portanto, do Fascismo italiano. Salazar nunca quis o Fascismo em Portugal, quis algo diferente, algo que também resultou moderadamente como uma superior solução ao Fascismo. Ressalvo que Mussolini foi para a guerra (a II Grande Guerra), o Corporativismo de Salazar salvou-nos dela; Mussolini acabou enforcado pelos italianos, Salazar teve milhares de portugueses a prestarem-lhe a última homenagem até ao Vimeiro, sua terra natal, onde foi repousar finalmente ao lado de seus pais, dois modestíssimos agricultores, de quem tinha muito orgulho, dando sempre "graças à Providência de ser pobre"; o regime fascista italiano acabou em 45 e o corporativista, alegadamente tão "fascista" também, segundo as análises levianas que foram feitas, sobretudo, as do dito artigo, acabou em 25/4/1974...nunca descurando que, até à II República, foi um dos poucos impérios, a seguir ao Romano, que durou mais de 500 anos.

Isso mesmo resulta translúcido, das palavras do estudioso e especialista na matéria o Prof. Doutor Barrilaro Ruas (ver ao minuto 6'10’’) e até do próprio Dr. Mário Soares (ver supra) sobre o alegado fascismo de Salazar e, por inerência, do Prof. Doutor Jaime Nogueira Pinto seu defensor confesso.

Em suma, preocupa-me muito mais que, havendo o 'Primado do Direito Comunitário', e que aquilo que foi até aqui exposto sobre o alegado e caricato "Fascismo português" , ainda estejam legalizados partidos de ideologia Comunista em Portugal, uma suposta III república democrática que proíbe constitucionalmente (entre outras coisas...), quase comicamente, para ser simpático, ideologias estrangeiras (o Fascismo) e, pior, permite e deixa-se representar no Parlamento pelo Comunismo quando este está, no presente, a contrariar uma recomendação ocidental de civilização.

Post Scriptum:
Terrenamente, e acima de tudo aquilo que é institucional, sou monárquico. Os monárquicos sempre estiveram do lado certo, quando as repúblicas ditatoriais vigoravam, incluindo muitos que enfrentaram Salazar, como foi o caso de Paiva Couceiro. No caso da Alemanha nacional-socialista, fomos mesmo nós os únicos, com a própria vida, a enfrentar o nazismo e a tentar destronar Hitler do poder.
Há uns que dizem que Salazar era monárquico e que se preparava para restaurar a Monarquia. Não há provas clarividentes disso. Sei apenas que foi o maior responsável pela república ainda hoje existir. Por esse motivo estou em plena legitimidade para ajuizá-lo com rigor, ou seja, poder concluir que este mesmo homem que bloqueou o meu maior ensejo institucional, não fez tudo errado, como o rebanho/coro quer fazer querer...
Em diversos domínios, temos muito a aprender e a agradecer o que António de Oliveira Salazar fez por Portugal.
Basta de quem não é de esquerda, é "fascista"! A brutalidade e a brejeirice têm limites no século XXI, onde já há verdadeira liberdade de expressão pelas redes sociais e se vai conhecendo a realidade sobre o regime que nos tem vindo a governar desde de abril de 74.

Share |

TAP

A TAP foi concebida para dar lucro, dar lucro num Império irmão. Uma alegria para um miúdo como eu, na primeira metade dos 80s, era chegar ao aeroporto de Lisboa e ver estacionado um 747 da nossa companhia.

A TAP não foi concebida para uma descolonização escabrosa, negociada e gerida entre os amiguismos de esquerda ou de pseudo social democracias com a classe de estiva e que o lucro, esse, nunca era para existir.

O único que percebeu isso, a seguir ao golpe de 74, foi um senhor chamado Pedro Passos Coelho. O resto pouco interessa.


Share |

quinta-feira, 25 de abril de 2019

5.º País mais corrupto do mundo

Sem descurar do Decreto-Lei n.º 49 401, de 24 de novembro de 1969, que criou a Direção-Geral de Segurança, a qual era, à data, desenquadrada, abusiva e, sobretudo, desnecessária, presentemente, e passados 45 anos sobre o início da III república, criada pelo 25 de abril, fico cada vez mais com a convicção que muitas pessoas têm receio de, categoricamente, afirmar que estão descrentes com o atual regime por estar desgastado e obsoleto face à realidade, tal como outros, por motivos próprios, na vigência do Estado Novo, passados 41 após a sua instituição, tinham.

Share |

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Ouvido no reveillon

Considerando o que se passou e o que se passa na Europa, o PCP é o que resta da época do Estado Novo.

Share |

sábado, 21 de janeiro de 2017

De 26 a 40

A Dívida Pública Externa em 26 era de 44%.
Em 1940 ficou nos 5%.
Após isso, com as bases financeiras criadas, iniciou-se uma vasta política de modernização do País, com inúmeras obras realizadas para o efeito.

Share |

7%

Antes do 25 de abril, Portugal crescia a 7% ao ano...

Share |

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Carta de Henrique de Paiva Couceiro a António de Oliveira Salazar

Ele ousou enfrentar a I república para repor a Monarquia.
Ele ousou enfrentar a II república e directamente Salazar para repor a verdade.

Eis uma das muitas evidências da sua inesgotável coragem.

«" a perda de Angola seria, moral e materialmente, a mais miserável das falências nacionais (...) A morte, numa palavra, de todas as nossas ambições de proeminência no Mundo, e o desaparecimento do próprio Portugal histórico, cuja razão de ser e cujas fibras vitais, residem no Domínio Ultramarino, Império esparso - é o que nós somos, e não apenas a estreita nesga no extremo ocidental da Europa."

(...)

"Deixe-se dessa absorvente preocupação contabilista (...) e ponha o ouvido à escuta, a ver se ouve, lá das profundezas da História, a voz de Portugal verdadeiro. Porque essa voz com certeza lhe não dirá que sacrifique o Ultramar ao equilíbrio do orçamento, mas antes, ao inverso, há-de ordenar-lhe que faça o contrário disso."

(...)

"O Portugal legítimo do «Se não, não» foi substituído por um Portugal artificial, espécie de títere, de que o governo puxa os cordelinhos.

Vela a Polícia e o lápis da Censura.

Incapacitados, uns, por esse regímen de coibições - entretidos, outros, com a digestão, que não lhes deixa atender ao que se passa, jaz a Pátria Portuguesa em estado de catalepsia colectiva."

Está em perigo a integridade nacional. É isto que venho lembrar-lhe, Senhor Presidente do Conselho."


Share |

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

A culpa é de Salazar, não dos últimos 40 anos

Ponto 1

Já sei, já sei ... a culpa, obviamente, é de Salazar! Naquela altura é que havia muita pobreza...

Ponto 2

Lá está ...obviamente Salazar, nunca, nunca mesmo um suposto grupo que nos andou a gerir desde 1974, que encheu-se de riqueza e criou terríveis lóbis e vícios de conformismo no povo.

Ponto 3


Share |

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)